terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como Ler Ellen White no Século 21

Como Ler Ellen White no Século 21

egwO que devemos fazer com uma escritora que aconselha as mulheres a encurtar os vestidos em vinte centímetros, num mundo em que muitas já os usam curtos demais, ou que recomenda que as escolas adventistas ensinem as meninas a arrear e montar cavalos, quando a maioria delas nunca precisará desse conhecimento? Parte do problema é que o mundo mudou radicalmente desde o tempo em que Ellen White viveu. Esse, porém, não é o único aspecto que os leitores do século XXI precisam levar em consideração quando leem e procuram aplicar os conselhos de um profeta que viveu em tempo e lugar diferentes. Abaixo estão dez orientações que ajudarão nossa leitura dos escritos de Ellen White a se tornar mais proveitosa e equilibrada.1 

 

1. Concentre-se no assunto principal. Uma pessoa pode ler os escritos de Ellen White de duas maneiras, pelo menos. Uma é buscando o tema central; a outra é procurando coisas que são novas e diferentes. O primeiro modo nos leva a uma compreensão mais acurada, enquanto o segundo leva a distorções no sentido proposto pelo autor e geralmente leva a extremos, o que Ellen White detestava. Ela mesma defendia o estudo da Bíblia mediante o qual os leitores procuram "ganhar conhecimento do tema central 'da Bíblia'". Para ela, esse tema era o plano da redenção e o grande conflito entre o bem e o mal. "Encarado à luz deste conceito", o grande tema central da Bíblia, "cada tópico tem nova significação" (Educação, p. 190, 125).

Em resumo, seu conselho era ler para compreender o todo. O quadro geral mostra o contexto para interpretar outros assuntos, tanto em termos de significado como de importância. Esse princípio, além dos escritos de Ellen White, aplica-se igualmente à Bíblia,. 

 

2. Enfatize o que é importante. No início do século XX, quando alguns líderes da igreja usavam os escritos de Ellen G. White para provar certos pontos proféticos que ela cria serem de menor importância, ela escreveu que "o inimigo de nossa obra se agrada quando um assunto de menor importância pode ser usado para desviar a mente de nossos irmãos das grandes questões que devem constituir a preocupação de nossa mensagem" (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 164, 165). 

 

3. Estude todas as informações disponíveis sobre o assunto. O neto e biógrafo de Ellen White, Arthur White, destacou esse assunto quando escreveu que "muitos têm errado ao interpretar o significado dos testemunhos tomando declarações isoladas ou fora do contexto como base para crença.�
Alguns fazem isso, mesmo que existam outras citações que, se consideradas com cuidado, mostram que tomar posições baseadas em declarações isoladas, é insustentável".2 

 

4. Evite interpretações extremistas. Por não seguir as orientações que Ellen White deu, alguns indivíduos recriam essas orientações de uma forma extremista, como eles próprios. Durante toda a sua vida, a tendência dela foi pela moderação que, infelizmente, falta em alguns que alegam ser seus fiéis seguidores. Por exemplo: alguns utilizam uma declaração em que Ellen White mostra desagrado com o jogo de bola para condenar todos os tipos de jogos, ao passo que ela mesma escreveu: "Não condeno o simples exercício de brincar com uma bola; mas isto, mesmo em sua simplicidade, pode ser levado ao excesso" (O Lar Adventista, p. 499). Como em muitas situações, Ellen White foi moderada, em vez de extremista. 

 

5. Tome em consideração tempo e lugar. Por causa das mudanças no tempo e no espaço, é importante compreender o contexto histórico de muitos dos conselhos de Ellen White. Só podemos considerar seu conselho de encurtar o vestido em vinte centímetros como algo apropriado para as mulheres do século XIX. Nunca poderíamos usar essa citação como se ela tivesse escrito para o tempo da minissaia. "Quanto aos testemunhos", Ellen White escreveu, "coisa alguma é ignorada; coisa alguma é rejeitada; o tempo e o lugar, porém, têm que ser considerados" (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 57). Repetidamente, ela deu esse conselho ao longo de seu ministério.

 

6. Estude cada afirmação em seu 
contexto literal. Com muita frequência, as pessoas baseiam sua compreensão dos ensinos de Ellen White no fragmento de um parágrafo ou numa afirmação isolada, totalmente fora do contexto. Falando sobre o mau uso que alguns fazem dos seus escritos, ela escreveu que: "Citam metade de uma frase, e omitem a outra metade, a qual, se fosse citada, mostraria que o raciocínio de quem assim procede, é falso" (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 82).

 

7. Reconheça a compreensão de Ellen White sobre o ideal e o real.
Frequentemente, Ellen White dava conselhos sobre o mesmo assunto, sob dois aspectos. O primeiro pode ser considerado como o ideal. Nesse aspecto, as declarações não permitem exceções. Um exemplo é o conselho em relação ao ideal de que os pais deveriam ser os "únicos professores de seus filhos até alcançarem a idade de oito a dez anos" (Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 137). Por outro lado, quando ela trata com situações do cotidiano do mundo, frequentemente seu conselho é ajustar as necessidades reais do povo com suas reais limitações. Embora tenha moderado seu conselho para que os pais sejam os "únicos" professores ao acrescentar que esse ideal deveria ser mantido, "se" tanto o pai como a mãe desejassem fazer o trabalho. Se não, as crianças deveriam ser enviadas à escola (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 215-217).

Ellen White nunca perdeu seu senso de ideal, mas estava pronta a acomodar seus conselhos para se adequar à realidade do mundo. Um dos aborrecimentos de sua vida foi com aqueles que coletavam suas afirmações do ideal procurando apenas "impô-las a todos, e, em vez de ganhar almas, repelem-nas" (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 284-288). 

 

8. Use o bom-senso. As citações de Ellen White não resolvem todos os problemas. Às vezes, simplesmente não encaixam. Quando surgiram alguns problemas porque estavam mencionando suas declarações de que os pais deveriam ser os únicos professores de seus filhos até os 8 ou 10 anos de idade, ela respondeu dizendo que "Deus deseja que lidemos sensatamente com esses problemas". Ela estava sendo provocada pelos que tomaram uma atitude dizendo: 'Ora, a irmã White disse assim e assim, e a irmã White falou isto ou aquilo; e, portanto, procederemos exatamente de acordo com isso.'" Sua resposta para tais pessoas foi: "Deus quer que todos nós tenhamos bom-senso, e deseja que raciocinemos movidos pelo senso comum. As circunstâncias alteram as condições. As circunstâncias modificam a relação das coisas" (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 215, 217). Seu conselho foi que os leitores precisavam usar bom-senso, mesmo quando tinham uma citação sua sobre o assunto. 

 

9. Descobrir os princípios implícitos. Na virada do século XIX para o XX, Ellen White escreveu que seria bom que "as moças pudessem aprender a arrear e cavalgar" (Educação, p. 216, 217). Aquela era uma prática em seus dias, mas não mais hoje. Os princípios implícitos nesse conselho, entretanto, ainda são muito importantes. Ou seja, as mulheres devem ser auto-suficientes ao locomover-se. Portanto, em nossos dias, devem ser capazes de dirigir um carro e trocar um pneu. A especificação exata do conselho pode mudar, mas o princípio implícito tem valor permanente. 

 

10. Tenha certeza de que isso foi dito por Ellen White. Muitas declarações atribuídas a Ellen White nunca foram feitas por ela. O único método seguro é usar declarações que podem ser encontradas em seus trabalhos publicados ou não publicados, mas validados pelo Departamento de Pesquisas Ellen White. Muitos têm sido desviados por declarações que ela nunca fez, mas que são atribuídas a ela.�
Os escritos de Ellen White têm sido uma bênção a leitores em todo o mundo. E serão muito mais eficazes se forem lidos tendo em conta as orientações acima. 

 

1Discussão mais detalhada sobre esse assunto pode ser encontrada em George R. Knight, Reading Ellen White: How to Understand and Apply Her Writings (Hagerstown, Md.: Review and Herald Publishing Assn., 1997). 

2Arthur L. White, Ellen G. White: Messenger to the Remnant (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Assn., 1969), p. 88.

 

George R. Knight foi professor, por trinta anos, na Universidade Andrews. Atualmente, jubilado, mora em Rogue River, Oregon, EUA 

Fonte: Revista AdventisWorld

http://portuguese.adventistworld.org/index.php?option=com_content&view=article&id=461

FONTE: http://www.novotempo.org.br/advir/?p=2411

"Quero saber se tudo que vai acontecer em minha vida já foi escrito por Deus."

"Quero saber se tudo que vai acontecer em minha vida já foi escrito por Deus."

Antes do nascimento de qualquer pessoa, Deus já sabe como será essa pessoa e quais os fatos que marcarão a sua vida. O que acontecerá com tal indivíduo não ocorre por estar previsto por Deus, mas é previsto porque irá ocorrer pelo uso que a pessoa fizer do livre-arbítrio.

Deus prevê, Deus sabe, mas não predetermina, ou seja, Ele não escreve um roteiro para você cumprir nessa terra. Ele tem um propósito geral para o Universo e para cada pessoa, mas não estabelece o destino de indivíduo algum, tanto no que diz respeito aos interesses eternos como os temporais. (Ver João 3:16; Apocalipse 22:17).

Esse propósito geral é que todos cheguem ao conhecimento da verdade e tenham uma vida feliz. Contudo, Ele não interfere na vontade individual, e cada pessoa colherá as conseqüências da maneira em que empregar o livre arbítrio. Naturalmente, as ocorrências da vida estão sob o domínio de Deus, e Ele faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito (Romanos 8:28).

Também acontece que quando alguém se endurece no mal, o Senhor retira Sua proteção dessa pessoa e ela fica entregue ao domínio de Satanás. Não esquecemos, porém, que em tudo isso a livre escolha do indivíduo exerce um papel preponderante. Eclesiastes 9:11 relata que "o tempo e a sorte pertencem a todos".

Ezequiel 18:26 e 27, complementa: "Desviando-se o justo da sua justiça, e cometendo iniqüidade, morrerá por causa dela na iniqüidade que cometeu morrerá. Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu, e praticando o que é reto e justo, conservará ele a sua alma em vida".

Portanto, Deus sabe o futuro pois Ele é Onisciente (sabe tudo). Mas quem escreve, quem decide o que vai fazer da vida, o que vai escolher, somos nós, individualmente.

Não tenho a menor dúvida que o desejo de Deus é que todos sejam salvos, alcancem a vida eterna. Mas aceitar ou rejeitar vai depender da escolha individual de cada um.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000660

Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 10/11/2009 - Terça

Comentário da Lição dos adultos de 10/11/2009

MEMORIAIS
Texto por: Pr. Albino Marks

Todos os povos têm datas, que são determinadas no calendário como dias especiais, para relembrar acontecimentos importantes.

Quem em verdade criou e estabeleceu esse modo de atuar foi Deus, o criador. Em harmonia com o quarto mandamento, o sétimo dia foi separado para todos os seres humanos para um objetivo comum: lembrar, adorar e exaltar o Criador. Foi estabelecido como memorial da obra criadora em nosso planeta.

Para o povo de Israel, quando os resgatou do Egito com mão poderosa, estabeleceu a cerimônia da páscoa para servir de memorial desse grande acontecimento. Mas, a páscoa também seria um memorial lembrando a todos pecadores da provisão de Deus em seu favor para resgatá-los do poder do pecado por meio de Cristo Jesus, prometido como o Salvador. A páscoa era um memorial lembrando um acontecimento do passado, a libertação do Egito, e também um memorial apontando para o grande acontecimento do futuro, a vinda do libertador do pecado.

Assim também é a santa ceia. Lembra a morte substituta de Cristo em favor do pecador e proclama a Sua segunda vinda.

Além de outros memoriais, quando houve a rebelião de líderes questionando o sacerdócio de Arão e seus descendentes, Deus ordenou que os incensários usados pelos rebeldes fossem batidos e usados como revestimento do altar, como memorial, lembrando a todos que o sacerdócio foi conferido a Arão e seus descendentes por Deus. Essa determinação não podia ser questionada.
continue seu estudo agora no site da Escola no Ar... e faça o seu comentário também!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

48 textos bíblicos contra 12 descontextualizados…

48 textos bíblicos contra 12 descontextualizados…

by leandro.quadros on 08/11/09 at 6:59 pm

48 textos bíblicos contra 12 descontextualizados…

O Pr. Nozima ajudou o irmão Clóvis, do blog Cinco Solas, a "refutar" minha réplica à teologia anti-bíblica de João Calvino a respeito da predestinação determinista. Na presente análise demonstrarei quantos textos bíblicos o Pr. Helder e eu citamos para provarmos nossas "teses" e farei novamente uma abordagem bíblica sem me basear em credos ou confissões (mesmo não menosprezando a importância dos mesmos).

Caro Pr. Helder Nozima:

Conheço presbiterianos fantásticos e que têm o amor de Jesus no coração. Um deles é o Dr. Carlos Caldas, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, com quem tive um debate ao vivo na Rede Internacional de Televisão (RIT TV). Mesmo discordando a respeito "do que acontece com o ser humano depois da morte", trocamos e-mails e, mesmo depois do debate, foi preservado um respeito mútuo. Dr. Carlos foi uma das pessoas mais educadas com quem tive a oportunidade de refletir sobre doutrinas. Nosso debate foi disponibilizado por um irmão no YouTube. Basta procurar por "Debate – RIT TV – Leandro Quadros" e verá a maneira como abordamos o tema e como nos tratamos bem.

Escrevo tudo isso para afirmar que me sinto à vontade em conversar com os irmãos presbiterianos. Mas, sou sincero em dizer que a forma como o senhor me tratou não foi legal. Dizer que sou "ignorante" ou me "desafiar" a publicar seu comentário – como se eu tivesse medo de alguma coisa ou de bons debates – foi uma manifestação apaixonada de sua parte. Continue na busca pelo fruto do Espírito (Gálatas 5:22, 23) para que tenha mais paciência com aqueles que pensam diferente do senhor.

O pastor disse num post no blog Cinco Solas: "Por instantes, cheguei a pensar que seriam 95 teses (rs), tantos os pontos levantados pelo professor. Mas algumas acusações e questionamentos são repetidos e outros, sinceramente, não merecem resposta. Acho que os 28 já dão refutações e são suficientes para expor as doutrinas [sic] da graça" (Grifos acrescentados).

Algumas observações sobre suas declarações:

1) Se foram tantos os pontos que levantei em 12 páginas, por que escreveu tão pouco (5 páginas de Word)?
2) Onde acusei alguém?
3) Prove-me que os questionamentos que fiz são repetidos.
4) Se para o senhor alguns de meus questionamentos "não merecem resposta", por que não refutou a grande maioria das perguntas retóricas e não explicou pelo menos os textos bíblicos citados? No artigo que escrevi a Clóvis disponibilizei cerca de 48 textos bíblicos enquanto que o senhor usou em sua resposta só 12, aproximadamente (e bem descontextualizados). Dos 48 que disponibilizei – INCUSIVE OS QUE MOSTRAM SER POSSÍVEL O PREDESTINADO SE PERDER – o pastor mencionou apenas nove. Isso leva qualquer leitor a concluir que o calvinismo carece – e MUITO – de base bíblica.

Fale com os irmãos Clóvis e Roberto para que leiam os aproximados 48 textos antes de colocarem-no num pedestal. Isso nos torna humildes (como pecador sei por experiência) e nos faz buscar as gemas das Verdades bíblicas com vontade de realmente aprender.

A seguir, abordarei os 28 pontos elaborados pelo senhor:

1) Não citei Berkouwer como sendo minha regra de fé, assim como ao citar o Dr. Oscar Cullman (para mostrar que a doutrina da imortalidade da alma é pagã) não o faço para "comprovar" o que está na Bíblia. Apenas exponho o que autores da mesma denominação pensam sobre o mesmo assunto por que isso abre a mente de todos nós, envolvidos num debate, para novos conceitos. Minha regra de fé é a Bíblia somente (Joao 17:17. Veja a primeira Crença Fundamental dos Adventistas no livro Nisto Cremos ou no Manual da Igreja, p. 9).

2) Deixando de lado o sarcasmo que utilizou para comentar esse ponto (na verdade, é mais fácil o senhor – não eu – ir a uma sessão espírita, pois, crê na imortalidade da alma), quero esclarecer que minha preocupação ao citar os 5 pontos de Calvino é mostrar que a teologia Calvinista, com o acróstico TULIP, se baseia nos estudos dele. Como o pastor acusou, não usei nenhuma enciclopédia "muito ruim". Apenas o pastor e Clóvis não leram com maior atenção o que escrevi. Mas, não posso eximir-me da responsabilidade de me expressar melhor.

3) A humanidade tem sim o livre arbítrio desde que foi criada. Do contrário, Adão e Eva não podiam escolher pecar (Gênesis 3). Basta ler Romanos 5:12 e o senhor verá que, mesmo o ser humano não tendo capacidade de ir a Deus por conta própria (nisso concordo, pois é o Senhor que vai atrás do pecador e efetua nele o querer e o realizar, segundo Filipenses 2:13), pôde fazer escolhas para pecar ainda mais. Se pôde escolher pecar (claro: a tendência pecaminosa existe dentro de cada um), é claro que pode também escolher a graça de Deus para lutar contra o pecado. "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram." Romanos 5:12. A morte passou a todos porque todos pecaram e não porque todos foram predestinados para pecar. Se o pastor me disser que Deus predestina alguns para se perderem, estará indo contra o Salmo 5:4 que ensina não ser Deus o originador do pecado (Por favor: não faça como os ateus que gostam de citar Isaías 45:7). Predestinar para a perdição não é questão de Soberania, mas, ACEPÇÃO DE PESSOAS, coisa que o próprio Deus condena (Romanos 2:11 – atente para o fato de que o verso está no mesmo livro onde vocês se apóiam para afirmar a doutrina da predestinação determinista. Fiz um breve resumo sobre Romanos 9 em meu blog. Por isso, não me aterei ao capítulo agora. Voltarei a tratar na Resenha Crítica que irei elaborar ao artigo "Preparar… Apontar…" de seu amigo Clóvis). Graças ao Espírito Santo pela visão bíblica que temos do amoroso caráter de Deus!

Portanto, se Deus "não fosse com a cara de alguns na eternidade", Ele estaria desobedecendo a uma lei criada por Ele mesmo: "se, todavia, fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo argüidos pela lei como transgressores." Tiago 2:9.

Quer que eu e demais cristãos acreditemos em tal aberração teológica?

4) Concordo em parte com seu conceito de depravação total do ser humano. Aceito Romanos 8:5-8, 3:23… Entendo que o ser humano por si não pode ser salvo. Mas, a Bíblia ensina que a graça de Deus dá a capacidade a cada um de escolher o caminho a seguir. Esse conceito era tão claro para Cristo que Ele pôde dizer que existe a porta estreita e a porta larga (Mateus 7:13, 14). E, para a tristeza do Salvador, a maioria entrará pela porta larga, que conduz à perdição. Se a maioria irá se perder, isso nos leva à fatal conclusão (se aceitássemos o calvinismo) de que Deus predestinou uma minoria por que >(1) não amava todo mundo ou por que (2) Ele falhou na predestinação ao ponto de somente poucos entrarem pela porta estreita. Peço que analise essas questões com oração pastor, pois, têm implicações teológicas muito sérias.

Respondendo a sua pergunta: "como é possível que, na carne, possamos decidir ficar ao lado de Deus?", faço minha a resposta de Romanos 8:10: "Se, porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça." E 1 Coríntios 6:19, 20 completa a resposta ao dizer que o Espírito Santo mora em nosso corpo. Portanto, a habitação de Cristo em nós por meio do Espírito nos capacita (pela graça de Deus) a escolhermos ou não continuarmos predestinados. Do contrário, por que o Espírito Santo habitaria em nós se não fosse para nos ajudar e nos converter?

5) O que quis afirmar a Clóvis foi que na cruz de Cristo o livre-arbítrio foi devolvido de forma plena. A resposta a essa sua pergunta é a mesma que dei anteriormente: a habitação do Espírito em nós é que nos capacita a fazermos boas escolhas. Até mesmo a sua escolha de ser um pastor e, eu, jornalista.

Sem a habitação de Deus em nós sua tese seria perfeita. Mas, como temos um Deus que faz a diferença quando mora conosco e em nós, de modo algum uma pessoa que nasceu de novo (João 3) não terá livre-arbítrio (sem livre-arbítrio, não há novo nascimento. Sem liberdade de escolha, não se pode amar de verdade alguém, pois, o amor é uma escolha. E Deus quer que o amemos não de forma robótica e programada).

A respeito de minha interpretação de João 1:12, 13: o texto está falando do novo nascimento. Uma leitura a partir do verso 11 e o estudo de grandes comentaristas em geral comprovam isso. Vejamos:

"Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus." João 1:11-13.

Quem não recebeu a Jesus, pastor Nozima? Os "não-predestinados"? Pelo contrário: os predestinados, pois o texto diz que "os seus não o receberam"! E esses predestinados escolheram não receber a Cristo. Isso não é um comentário meu, mas o resultado de uma simples exegese (não eisegese) do texto! Interprete o verso com o auxílio de João 3:16 e o assunto ficará claro em sua mente.

Barckay, a respeito de João 1:12, 13:

"Há um sentido em que o homem não é naturalmente filho de Deus. Um sentido no qual deve converter-se em filho de Deus."

Mattew Henry:

"Todos os filhos de Deus são nascidos de novo. Este novo nascimento acontece por meio da Palavra de Deus (1 Pe 1.25), e pelo Espírito de Deus, como seu autor".

Moody:

"Nem todos recusaram a Luz. Aqueles que a receberam ganharam poder (autoridade, direito) de serem feitos (naquele exato momento) filhos de Deus. Aqueles que o receberam são descritos como aqueles que crêem no seu nome (pessoa). Veja 20:31. Há duas maneiras de se dizer a mesma coisa. Os crentes são mais adiante descritos em termos do que Deus faz por eles.

"Eles nasceram … de Deus. Não é um processo natural que traz pessoas ao mundo – não do sangue (literalmente, sangues), sugerindo a mescla das correntes sanguíneas paterna e materna na procriação. Da vontade da carne sugere o desejo natural e humano de se ter filhos, como da vontade do varão (a palavra usada para marido) sugere o desejo especial de se ter uma descendência que continue com o nome da família. Assim, o novo nascimento, algo sobrenatural, foi cuidadosamente resguardado da confusão com o nascimento natural". (Grifos acrescentados).

Com base no verso 11 de João 1 e nos comentários esmagadores citados acima, o pastor irá deixar tudo isso de lado e "preferir" interpretar João 1:11, 12 de acordo com sua preferência? Não creio nisso.

6) Com todo o respeito por sua pessoa, a interpretação que deu a Isaías 6:8-10 e Marcos 4:11, 12 chega a ser blasfema. Não creio que tenha sido intencional, mas, é algo terrível afirmar que Cristo "pregava por parábolas para que algumas pessoas não fossem salvas". Que visão limitada da salvação, pastor! Como um servo de Deus, ministro da Palavra, irá negar João 3:16 que diz estar a salvação disponível a todo aquele que nEle crê? Como deixar de lado 2 Pedro 3:9 onde é registrado o desejo de Deus de que "ninguém pereça [NINGUÉM É NINGUÉM MESMO!], mas que todos [TODOS é TODOS mesmo! Veremos adiante os significados do termo no grego] cheguem ao arrependimento?

Como Cristo iria pregar para alguns "endurecerem o coração" se a Bíblia diz que a fé "vem pelo ouvir a Palavra de Deus? (Romanos 10:9). Como o Salvador pregaria para alguns se perderem se a Bíblia é tão poderosa que chega a ser comparada em Hebreus 4:12 a uma espadada de dois gumes que penetra no íntimo do ser?

Se o senhor contextualizasse Isaías 6:8-10 e Marcos 4:11, 12, não teria dito tamanha barbaridade. Bastaria ler Mateus 13:15 e chegaria à conclusão de que o endurecimento do coração não vem de Deus e nem da Bíblia (Livro transformador), mas, da própria pessoa. Quanto mais um incrédulo (que não quer se arrepender) houve da Bíblia, mais duro ele fica. O problema não reside na Divindade, mas, no indivíduo, no "vaso" que recebe o Espírito. Vou transcrever o texto. Atente para os grifos:

"Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados." Mateus 13:15.

DE MAU GRADO o povo endureceu o coração, fechou os ouvidos e os olhos. Não foi Deus quem o fez. E, no mesmo verso é dito que Deus gostaria que eles se convertessem e fossem curados por Ele.

Relembro que tal texto é paralelo a Isaías 6:9, 10…

7) Portanto, com base no estudo correto dos textos acima (levando em conta Mateus 13:15), Jeremias 21:8 prova MUITA coisa. Especialmente que Deus colocou diante do povo de Israel (e coloca diante de nós) o caminho da vida e o caminho da morte. Se apenas alguns fossem predestinados para o caminho da vida, Deus não começaria o texto pedindo: "Digam a este povo…".

8 – A respeito de sua análise da frase "todas as famílias da terra" (Gênesis 12:5) – que em sua visão significa "nações" – isso é irrelevante, pois, famílias formam nações. Nações são formadas por famílias. Portanto, a salvação é oferecida a todos.

9) Sua "matemática da salvação" não possui lógica – e muito menos lógica espiritual. Como o senhor pode saber que Deus escolheu uma pessoa de cada família da Terra? Diga-me uma coisa: como o pastor tem certeza de que foi predestinado para a salvação? De que maneira o senhor pode provar para si mesmo – com base na teologia que segue – que sua esposa e filhos (se os tiver) não foram predestinados para a perdição e que um dia não abandonarão ao Senhor por conta disso? Pensando nisso, como é para um calvinista desfrutar da esperança da salvação, inclusive para as pessoas que mais ama? Pergunto não em tom de desafio, mas, por curiosidade mesmo.

Realmente, "todos" pode significar "todo tipo de gente", de acordo com o grego "pas". Mas, também significa todo mundo. Que critérios usar para saber quando a Bíblia quer passar um conceito ou o outro? A análise do contexto bíblico. Se 2 Pedro 3:9 afirma que Deus deseja que TODOS cheguem ao arrependimento, o que impede que no termo esteja incluído "todo tipo de gente", inclusive os mais perversos?

10) "Todas as famílias" implica sim em livre-arbítrio por que o convite da salvação é para quem quiser, segundo Apocalipse 22:17. Insisto no ponto e nego a doutrina do inferno – sem ser universalista ao mesmo tempo. Isso por que acredito (assim como os Adventistas do Sétimo Dia) que o lago de fogo existirá no futuro, depois do milênio (Atos 17:31; Apocalipse 20), castigará cada pessoa proporcionalmente segundo suas obras (Mateus 16:27; Mateus 11:21-24) e, depois do castigo proporcional, os ímpios serão aniquilados (Malaquias 4:1-3; Salmo 37:20), inclusive o ser que mais vai pagar no lago de fogo: satanás (Romanos 16:20).

Veja que nossa doutrina aniquilacionista nada tem a ver com o universalismo e muito menos com o aniquilacionismo ensinado pelas Testemunhas de Jeová.

11) Os calvinistas podem não crer que Deus empurre a salvação "goela a baixo", mas, dão a entender – e de maneira clara – isso. Não vê quem não quer. Já expliquei-lhe João 1:12, 13 com base no verso 11 e com o auxílio de grandes comentaristas bíblicos.

Sua humanização de Deus não faz sentido. Primeiro porque Ele não pode ser comparado às obras das mãos dEle. Segundo: meus pais não planejaram meu nascimento (assim como grande parte da população mundial). Terceiro: o novo nascimento – como comentei anteriormente – é uma obra de Deus e, com base em Atos 2:37, 38, que afirma devermos nos arrependermos, isso significa que Deus só faz nascer de novo quem aceita a Jesus.

12) A sequência apresentada pelo pastor não é a bíblica. O senhor disse que primeiro o ser humano nasce de novo; depois, crê. Biblicamente:

(1) Somos eleitos desde a eternidade para sermos salvos – Efésios 1:5 (isso por que na Onisciência dEle, Deus sabe que precisamos de um Salvador);

(2) Nascemos pecadores (Salmo 51:5). O Salmo 51:5 não diz que "nascemos de novo";

(3) Somos convidados para aceitarmos a predestinação de Deus (Atos 2:37, 38) e influenciados pelo Espírito para isso;

(4) Cremos em Jesus por influência do Espírito Santo (João 16:8-10);

(5) Nos arrependemos, e nos convertemos, ou seja: nascemos de novo (Atos 3:19; João 3). É impossível nascer de novo sem crer em Jesus. Como uma pessoa será transformada sem primeiro contemplar o Salvador e ter o Espírito Santo? João 1:12 afirma que, mesmo sendo predestinados, só são filhos de Deus aqueles que crerem em Jesus, aceitando a predestinação Divina.

(6) Somos justificados;

(7) Somos santificados;

(8) Seremos glorificados.

Isso é apenas um resumo e reconheço que a salvação não possui uma lógica matemática.

13) Não é o que parece o que afirmou sobre Apocalipse 22:17. Diz o pastor que "calvinista algum nega que a salvação é para quem quer". Mas, como harmonizar sua ideia com o pensamento de que alguns foram predestinados para se perderem sem ter escolhido isso? Seu parágrafo aqui ficou meio confuso. Sinta-se à vontade para reescrevê-lo e lerei com prazer. Sei que na comunicação escrita não é simples comunicarmos o que queremos de verdade (tanto que eu não me expressei bem numa das afirmações que fiz, como comentei anteriormente).

14) Comentado no item 4.

15) Se Cristo morreu apenas "pelos salvos", como explica Lucas 19:10? "Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido." O pensamento bíblico é: Cristo morreu por todos os seres humanos que foram predestinados a fim de que cada um (pela graça de Deus) escolha ser salvo ou não. Por isso, o Senhor Jesus veio morrer pelos predestinados: por que, se não aceitarem a predestinação, serão perdidos. Do contrário, a declaração de Jesus de que ele "veio buscar e salvar o perdido" perde todo o sentido.

Se Cristo morreu "pelos salvos", como interpreta Ezequiel 18:23 (um dos 48 textos que o pastor não refutou)? "Acaso, tenho eu prazer na morte do perverso? —diz o SENHOR Deus; não desejo eu, antes, que ele se converta dos seus caminhos e viva?" Não coloque limites no infinito amor de Deus…

E Isaías 45:22? "Olhai para mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque eu sou Deus, e não há outro."

Ah! Que alegria saber que Deus não faz acepção de pessoas e que em Sua Soberania é capaz de dar a salvação para quem aceitar, respeitando assim a liberdade de escolha!

15) Na oração sacerdotal Cristo não orou apenas pelos já eleitos nos dias dEle, mas, também por aqueles que viessem a crer. Aqui, o calvinismo também não encontra guarida.

Jesus não morreu "apenas pelos salvos", mas, "para que todos sejam salvos" (se assim quiserem): "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra" João 17:20. O fato de pessoas crerem em Jesus por intermédio da Palavra (Romanos 10:9) confirma João 16:8-10, de que o Espírito Santo convence o indivíduo pela Bíblia de que ele é um pecador e que precisa de Jesus para continuar predestinado e salvo.

Sobre João 10:15 e 26, tais versos são compreendidos corretamente quando se lê também o verso 16: "Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor."

Em suma: Cristo tem as ovelhas que já O aceitaram (porque o Pai as trouxe a Ele) e tem ovelhas que ainda não O aceitaram (por que elas não permitiram ao Pai conduzi-las).

16) Respondido no tópico anterior.

17) O pastor disse que "desejar não é sinônimo de predestinar". Então, está me insinuando que o desejo do Deus Soberano está subordinado à própria Onisciência dEle?" Que conceito é esse? Por que explicar novamente o que já está explicado em 1 Timóteo 2:4? Se Deus só deseja salvar todos e ao mesmo tempo predestina uns para a perdição, isso é o mesmo que ensinar que Deus tem "dupla personalidade". Deus é Absoluto: não tem como separar os desejos dEle de Suas ordens e ações.

18) Aqui o irmão fugiu dos aspectos textuais que abordei. Peço que os releia novamente. Para facilitar, transcrevo:

"Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus."

"Que coerência há em Deus predestinar alguns para a perdição sendo que há a possibilidade clara de uma pessoa se manter rebelde? É claro que o "se manter rebelde" é uma atitude humana diante da predestinação Divina.

"Outro detalhe: na expressão "quem crê no Filho" não há a mínima hipótese de fazer uma "eisegese" e dizer que o texto não se aplica a todos."

João 3:36 não compartilha de sua ideia, de que quem se mantém rebelde é porque foi predestinado para isso, pois, seria afirmar ser Deus o autor do pecado e das decisões erradas dos pecadores. Mesmo crendo de coração na sinceridade sua e demais irmãos calvinistas, cada vez mais me conscientizo de que a predestinação determinista é diabólica por denegrir o caráter de Deus e limitá-Lo a própria Onisciência dEle.

19) Não sou um ignorante (como o senhor disse) na forma como entendo Atos 7:51. Sou honesto em aceitar a Bíblia como ela é e não adaptá-la a credos e opiniões pessoais.

Sua crença sobre o que é "graça irresistível" não possui a mínima aprovação de Deus, pois, se até mesmo os eleitos podem cair (1 Coríntios 10:12 – outro texto que o pastor fez questão de "esquecer"), isso significa que a pessoa pode resistir ao Espírito Santo, mesmo tendo sido salva antes. Se a graça fosse "irresistível" para os eleitos no sentido de não poderem escolher o destino deles, não há lógica no texto de Hebreus 10:37-39:

"Pois, como ele diz nas Escrituras Sagradas: "Um pouco mais de tempo, um pouco mesmo, e virá aquele que tem de vir; ele não vai demorar. E todos aqueles que eu aceito terão fé em mim e viverão. Mas, se uma pessoa voltar atrás, eu não ficarei contente com ela." Nós não somos gente que volta atrás e se perde. Pelo contrário, temos fé e somos salvos." Hebreus 10:37-39 NTLH)

O texto não pode se referir aos "não eleitos", pois, quem não é predestinado já está atrás, na fila da perdição. Não pode "voltar atrás".

20) O pastor afirma que "João 3:16 não diz que todo o que nele crê inclui não eleitos". Se o argumento do silêncio é válido, como poderá contestar o "meu argumento silencioso" ao replicar: "João 3:16 não diz que todo o que nele crê inclui só os eleitos"?

Nós Adventistas do Sétimo Dia também amamos João 3:16. Alguém disse sabiamente que o texto é um resumo da Bíblia.

21) Além de não atentar para toda a análise que fiz de 1 João 2:2, o irmão não se ateve a um detalhe importante do verso: o acréscimo de um grupo de pessoas que também pode desfrutar da salvação se quiser continuar predestinado. Veja:

"E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro."

1) Ele é a propiciação pelos nossos pecados – eleitos que já aceitaram a salvação;
2) Ele é a propiciação pelos pecados do mundo inteiro – que ainda não aceitou a graça.

A palavra grega para "inteiro" – holos – significa "tudo", "inteiramente", "completo". O termo grego em si, aliado à palavra kosmos (mundo) destrói a tese calvinista sem piedade!

Aceite a verdade bíblica pastor e não coloque nos textos Sagrados ideias alheias aos mesmos.

22) Concordo que nossa lógica não é a de Deus e acrescento: nossa lógica humana deve ajoelhar-se diante da lógica dEle (Isaías 55:8, 9). Mas, em termos de salvação Deus não deixou nenhum um mistério que nos impedisse de conhecermos o ESSENCIAL para chegarmos ao reino dos Céus. O fato de não podemos explicar a Trindade completamente (há uma explicação bíblica bem interessante com base nos termos hebraicos que aparecem em Deuteronômio 6:4 e Gênesis 2:24 – mas, esse não é o assunto em pauta) não significa que a salvação esteja oculta, pois, tal mistério "Deus nos revelou pelo Espírito" (1 Coríntios 2:10). [Parte dele, pois, nem Paulo entendia o mistério da piedade – 1 Timóteo 3:16].

Por isso, creio que a sua argumentação não foi uma defesa à Soberania de Deus ou à lógica dEle, mas, uma brecha enorme para um racionalista (que precisa ser alcançado) não aceitar jamais a salvação (por favor: não venha com a ideia de que "ele não foi predestinado" por que isso é tapar o sol com a peneira…).

23) Conheço a Confissão de Fé de Westminster, mas, ela não é minha regra de fé e prática (João 5:39; João 17:17).

24) Se não é pensamento geral da liderança Presbiteriana que o indivíduo será salvo mesmo vivendo no pecado, recomendo que esclareçam aos demais pastores e membros de vossas igrejas que constantemente mantêm contato conosco manifestando preocupação por tal ponto de vista.

25) Preocupante o senhor considerar João 3:18 e não explicar o verso juntamente com os que citei. O fato de uma pessoa que não crer em Jesus ser declarada perdida em nada muda o fato de que um dia ela possa aceitar e ser declarada salva. Esse é o evangelho da graça.

O tipo de juízo do qual os eleitos não fazem parte (se perseverarem – Lucas 21:19) é o juízo condenatório. Esse é o significado de João 3:18 e 5:24. A palavra grega para juízo em João 5:24 é krisis e se refere ao juízo de condenação. Isso não contradiz uma das doutrinas fundamentais do cristianismo , que é o juízo de todas as pessoas: dos justos e eleitos, para o universo comprovar quem realmente é de Deus e quem não é (1 Pedro 4:17; 2 Coríntios 5:10) e dos injustos, para dar a punição que escolheram (João 5:28, 29).

Recomendo que leia Romanos 14:12 e veja que, mesmo os salvos, passarão por uma avaliação no tribunal celeste. Afinal, os anjos não são Oniscientes (1 Pedro 1:12) e precisam saber o desenrolar da história do conflito entre o bem e o mal e o que vai no coração de cada um:

"Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus." Romanos 14:12.

Cada um de nós se refere aos crentes eleitos de Roma. Como o senhor me explica esse verso com base na teologia de Calvino?

Resumindo: o juízo para os justos é de vindicação, livramento (Daniel 7:9, 10, 25-27). Não precisamos temê-lo. Para os ímpios, de condenação (João 3:18).

26) Olhei o texto que havia postado para o irmão Clóvis e não vi nada no meu parágrafo que negasse ser a vivificação para os salvos:
"Paulo escreveu que, do mesmo modo que todos morrem por causa de Adão (não por causa de Deus), todos serão vivificados em Cristo – se quiserem. Lembre-se de Apocalipse 22:17 e João 3:16". Atente para as palavras se quiserem.

A Bíblia prova que o crente vivificado TEVE – e TEM – o livre-arbítrio:

"A vida eterna aos que, perseverando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade" Romanos 2:7.

Se o eleito tem que perseverar e procurar a incorruptibilidade, é claro que isso é uma escolha do indivíduo que recebeu de Deus a capacidade de fazer as próprias escolhas.

Em relação ao seu segundo desafio: "E me explique como alguém pode ser vivificado em Cristo e ir para o inferno.", deixo que a Bíblia novamente lhe responda (citarei outro texto ignorado pelo senhor):

"Porque, se vivermos [Os Eleitos!] deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários. Sem misericórdia morre pelo depoimento de duas ou três testemunhas quem tiver rejeitado a lei de Moisés. De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o QUAL FOI SANTIFICADO [O QUE UM DIA ACEITOU A CRISTO PODE REJEITÁ-LO!], e ultrajou o Espírito da graça? Ora, nós conhecemos aquele que disse: A mim pertence a vingança; eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo." Hebreus 10:26-31.

Deixar que a Bíblia se explique é a melhor forma de não cairmos no perigo de darmos a ela nossas próprias interpretações.

Peço que me explique tais versos com base na teologia de João Calvino.

27) O calvinismo mostra na prática que anula a ideia de que a ira de Deus é sobre todos os homens, pois, se na Onisciência do Eterno Ele já predestinou alguns para se perderem, isso deixa evidente que a ira dEle só recaiu sobre os não eleitos. Para que a ira Divina seja tirada de todas as pessoas por meio de Jesus, todas elas têm de ter sido chamadas para a salvação.

Sobre sua frase: "Graça amigo, é graça. Se for obrigação, já não é graça…por isso Cristo deu a quem quis.", no item 5 transcrevi João 1:12 provando que Cristo não escolheu alguns, mas quem quis permanecer nEle! "Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam." João 15:6. Outro texto sobre o qual o pastor deve orar e pedir a Deus esclarecimentos.

28) Sendo que já comentei isso na introdução, o que espero é que o pastor dessa vez considere todos os 48 textos que citei, as perguntas retóricas de ambos os artigos e me forneça explicações bíblicas e contextualizadas para os versos que lhe apresentei. Estarei postando a presente tréplica no meu blog (juntamente com sua réplica), no de Clóvis.

Meu desejo é que o pastor não faça de Calvino os seus olhos para ler a Bíblia, mas sim o Espírito Santo.

Finalizo com o depoimento de um membro de sua igreja que leu meu artigo e viu nele a Bíblia falar (e não eu):

"Vocês não perceberam uma coisa!

"Que o rapaz refutou exemplarmente os argumentos deste site, usando o contexto bíblico.

"E vocês não tiveram a humildade e respeito em ler a explicação do rapaz lá do NA MIRA DA VERDADE. Pois ele foi muito respeitoso, educado e cristão ao falar dos pontos discordantes com nossa doutrina.

"Gostei muito do que vi. E vou procurar assistir ao programa dele. Informei-me que é toda quarta no canal 141 da SKY, às 21h.

"Gostei, porque ele usou a Bíblia o tempo todo e sempre usando o contexto! O que não acontece regularmente na nossa igreja e fico triste por isso. Que Deus nos a ajude a ter humildade ao estudar a Bíblia e reter o que é bom!

"Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus, e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus." (1 João 4:7)

"Se alguém diz: Eu amo a Deus, e aborrece o seu irmão, é mentiroso. Pois, quem não ama o seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?" (1 João 4:20)

"O que é nascido de Deus não vive pecando." ( 1 João 5:18)

Assis – Recife
(Grifos acrescentados).

Parabéns, irmão Assis, por fazer da Bíblia a sua única regra de fé e prática!

Um abraço,

Leandro Quadros.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/namiradaverdade/?p=559

O que fazer quando se tem medo da volta de Jesus?

O que fazer quando se tem medo da volta de Jesus?

Você deve encarar a volta de Jesus da seguinte maneira: pensar em Quem virá, e não no que virá. O mais importante na vinda de Jesus será Sua presença conosco. Todas as vezes que você pensar na Volta de Jesus procure imaginá-lo como a Pessoa Maravilhosa que realmente Ele é: Aquele que te ama mais que todos, com "amor eterno" (Cf. Jeremias 31:3); não importa o que você tenha feito, Ele sempre te amará.

Aquele que deu a vida para que você pudesse hoje ter vida, e que anseia muito poder ter-lhe no céu... Em I João 4:18, lemos "No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor." Deus nos deu tempo para preparar-nos para esse grande dia, hoje é o dia de preparação.

Essa preparação envolve comunhão, conhecimento e relacionamento íntimo com Deus (através do estudo da Bíblia e Oração). Hoje é o tempo de preparo, hoje precisamos conhecer ao máximo o Nosso Deus, para que por esse conhecimento venhamos a amá-lo e também confiar totalmente nEle. Não podemos confiar, nem tão pouco amar uma pessoa que não conhecemos. Lembre-se que o Deus que você aguarda é a pessoa mais confiável no mundo. E Ele deixou bem claro na Bíblia que não precisamos ter medo.

Encontramos a palavra NÃO TEMAS, 366 vezes em Sua Palavra, isto significa que a cada dia do ano Deus está nos dizendo que não precisamos temer, e se o ano for bissexto, ainda assim Ele estará a nos dizer NÃO TEMAS. Imagine por um instante que ao você nascer aconteceu um problema e para que você não morresse seria necessário que alguém doasse o órgão necessário para que você pudesse viver.

Com certeza você faria tudo para conhecer essa pessoa, não é? Imagine ainda, que embora more longe essa pessoa vai viajar para lhe visitar, e lhe levar para passar uns dias em sua casa. (Isso não é maravilhoso?) Acontece que para que essa pessoa venha é necessário que você enfrente tempestades, e uma série de coisas nada agradáveis para chegar ao local em que irá recebê-la, e ainda se sua família não quiser ir com você, você terá que deixá-los para ir encontrá-la.

Valeria a pena passar por essas coisas para poder encontrar essa pessoa tão especial, não é ? Jesus além de nos dar a vida, ainda teve que sofrer muito, mais do que qualquer pessoa do mundo, e Ele é a única pessoa que nunca fez nada para merecer sofrer. Para Ele será uma alegria imensa saber que você estará aguardando-O com muita alegria!! Oremos a Ele para que nos ajude a estarmos prontos para encontrá-lo com alegria.

A seguir enumeramos algumas razões pelas quais não precisamos temer:

1º Não há necessidade de nos preocuparmos com aquilo que haveremos de comer ou vestir, pois Deus providenciará tudo que for necessário para nossa sobrevivência, assim como Ele fez com o povo de Israel durante os 40 anos de peregrinação no deserto, assim como fez com Elias durante a seca, assim como fez com Hagar quando fugia, etc...

2º Deus nos protegerá em qualquer lugar que estivermos, quer seja no campo, quer seja na cidade. Lógico que será bem mais fácil sobreviver longe dos grandes centros, mas nem todos terão condições para tanto.

3º Assim como os filhos de Israel foram preservados durante as pragas que incidiram sobre o Egito, o povo de Deus também será preservado durante as últimas pragas, de tal forma, que nenhuma conseqüência delas os assolará.

4º Os últimos acontecimentos que antecedem a volta de Jesus serão muito rápidos.

Confie em Deus, descanse em suas promessas e tenha coragem de entregar a Ele todos os seus sonhos, todos os seus planos e todo seu futuro - (I Pedro 5:6,7). Que Deus ilumine sua vida!

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000424

Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 9/11/2009 - Segunda


Comentário da Lição dos adultos de 9/11/2009

SE O SENHOR FIZER... ALGO TOTALMENTE NOVO
Texto por: Pr. Albino Marks

A guerra entre o pecado e a justiça, entre a ambição pelo poder dominador e a submissão à liderança amorosa de Deus é algo muito estranho para mentes que estão unidas a Deus pelos laços do amor.

"O espírito de descontentamento e desafeição nunca antes havia sido conhecido no Céu. Era um elemento novo, estranho, misterioso, inexplicável. O próprio Lúcifer não estivera a princípio ciente da natureza verdadeira de seus sentimentos; durante algum tempo receou exprimir a ação e imaginações de sua mente; todavia não as repeliu". - Patriarcas e Profetas, págs. 19 e 21.

O mesmo espírito e maneira de agir na manifestação da rebelião de Lúcifer, foi seguido por Corá e seus simpatizantes. "Uma tentação leve a princípio, fora abrigada, e fortalecera-se ao ser acoroçoada, até que suas mentes foram dirigidas por Satanás, e aventuraram-se a entrar em sua obra de desafeto". - Patriarcas e Profetas, pág. 417.

Grandes demonstrações do poder de Deus foram vistas pelos filhos de Israel. Em muitas delas Deus atuou contra os seus inimigos. Em outras circunstâncias revelou o Seu amor e cuidado provendo tudo para satisfazer as suas necessidades básicas.

Agora encontravam-se diante de uma situação de desafio por um grupo de líderes que foram grandemente honrados por Deus. Moisés faz uma declaração poderosa, convicto de conhecer a liderança de Deus. "Mas, se o Senhor fizer acontecer algo totalmente novo, ... então vocês saberão que estes homens desprezaram o Senhor". - Nm 16:30 - Nova Versão Internacional.

Na destruição final de todos os pecadores rebeldes contra a amorosa e justa liderança de Deus, Ele realizará algo novo, uma "obra muito estranha" ao Seu caráter. ( Is. 28:21).
continue seu estudo agora no site da Escola no Ar... e faça o seu comentário também!

Lições da Bíblia

Lições da Bíblia


Jonatan está se mudando

Posted: 08 Nov 2009 04:20 PM PST

Estou me mudando para outro país e por isso o Blog do programa está em um período de transição. Já gravei todos os programas Lições da Bíblia até ao final do ano, mas no próximo ano, creio que vocês terão um outro apresentador. Devido a este período de transição é possível que ocorram certos atrasos e [...]

L7.1 Luta Pelo Poder

Posted: 08 Nov 2009 04:06 PM PST

L7.2 Luta Pelo Poder

Posted: 08 Nov 2009 03:38 PM PST

L7.3 Luta Pelo Poder

Posted: 08 Nov 2009 03:27 PM PST

Pense nisto

Posted: 08 Nov 2009 03:12 PM PST

"O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda." Provérbios 16:18, NVI



domingo, 8 de novembro de 2009

Nova palestra: Consumismo

Nova palestra: Consumismo


Apresentei essa palestra ontem pela manhã, no Simpósio Universitário do Unasp. Para fazer o download, clique aqui. os vídeos linkados estão aqui.

Torrente de esperança

Torrente de esperança

[Tive o privilégio de escrever a matéria de capa da Revista Adventista deste mês. O texto começa assim:] Deitado nas areias úmidas da praia do Rincão, no litoral sul-catarinense, contemplo o céu estrelado e sem nuvens. Muitas dúvidas povoam minha mente de adolescente: De onde veio tudo isso? Seria o Universo fruto de uma explosão? Diante de toda essa vastidão, o que somos? Qual o nosso valor e que sentido há naquilo que fazemos, se somos meras partículas neste oceano cósmico? As respostas tiveram que esperar mais alguns anos, mas vieram.

Em 1989, conheci um jovem adventista enquanto estudávamos no curso técnico de química, no ensino médio. Deus o usou para abrir diante de mim uma verdadeira torrente de revelações maravilhosas; uma janela para a verdade que eu tanto ansiava, mas não sabia onde encontrar. Uma a uma, minhas dúvidas foram se dissipando. Meus conceitos foram abalados e meus preconceitos, desfeitos.

As palavras de Apocalipse 14:6 e 7 pareciam saltar das páginas da Bíblia: "Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas."

Esse evangelho eterno, pela bondade de Deus, estava me alcançando. E a mensagem garantia que existe um Deus para ser amado e respeitado. Que há um juízo e que, portanto, devemos dar conta de nossa vida ao Criador. E mais: como no ato de "copiar" e "colar", João, o escritor do Apocalipse, transportou o fraseado de Êxodo 20:8-11 para seu livro profético. Portanto, Yahweh é o Criador do céu, das estrelas, das galáxias, da Terra e de tudo o que nela há. E o sábado é um eterno lembrete desse fato.

Descobri que, apesar da desfiguração ocasionada pelo pecado, somos imagem e semelhança do Criador. Pode parecer uma constatação simples para aqueles que estão familiarizados com ela, mas, para mim, ex-darwinista, era bom demais saber disso. Eu não era um acidente biológico! Minha vida tem propósito – origem e futuro certos. Mas Deus tinha ainda muito mais para me mostrar... [Leia o restante na edição impressa – MB]

Para ilustrar a matéria, preparei o gráfico abaixo (clique para ampliar).

Que tipo de fé Jesus vai encontrar?

Que tipo de fé Jesus vai encontrar?

Autor: Prof. Gilson Medeiros

Vivemos hoje em dia em um período de busca pela espiritualidade. As pessoas estão correndo de um lado para outro, tentando encontrar no misticismo, ou na religião de um modo geral, uma saída para suas angústias.

Aproveitando-se deste momento, algumas igrejas desenvolveram a chamada "Teologia da Prosperidade", na qual as pessoas buscam uma vida de abundância e fartura materiais já neste mundo, pois crêem que o Senhor é o dono da prata e do ouro e, portanto, quem é fiel a Ele (nos moldes da teologia da prosperidade) tem o "direito" de ser abençoado com riquezas.

Você pode observar que os programas de televisão próprios destas igrejas (algumas têm até canal próprio em TV aberta), sempre mostram testemunhos de bênçãos relacionadas a dinheiro. Os mais comuns são:

"Eu estava atolado em dívidas. O inimigo me amarrou e me colocou no lamaçal. Mas quando eu fiz meu voto de fé, realizei o sacrifício e participei da 'corrente da libertação financeira' minha vida mudou... Hoje tenho uma empresa cheia de clientes, casa em bairro nobre, 2 carros na garagem e um vida sossegada...".

"Meu casamento estava amarrado pelos espíritos maus. Eu não via solução. Me sentia um derrotado. Mas quando eu cheguei na igreja, e o pastor falou que Deus sempre cumpre as promessas para os féis, eu resolvi fazer minha parte... Fiz o sacrifício e trouxe minha oferta para a 'fogueira'.... uma semana depois eu já estava recebendo a bênção. Meu casamento hoje está restaurado, temos uma pequena empresa, troquei de carro e fiz uma reforma em nosso casa. Hoje eu sou um homem abençoado".

E por ai vai... só mudam os sinônimos, mas o conteúdo é o mesmo: "eu estava na lama, fiz o sacrifício e depositei no altar do Senhor, ai minha vida melhorou. Hoje tenho carro, casa, empresa... etc.".

Algumas igrejas são especialistas em criarem "slogans" com frases de efeito:
FOGUEIRA SANTA DE ISRAEL
CAMPANHA DA ROSA UNGIDA
CORRENTE DO ÓLEO DA UNÇÃO
NAÇÃO DOS 318
CAMPANHA DO DESCARREGO
VIGÍLIA DA LIBERTAÇÃO FINANCEIRA
CAMPANHA DO SANTUÁRIO DO ALTÍSSIMO

Em todas elas, as pessoas são ensinadas que quanto maior o $acrifício, maiores serão as bênção$.

Acredito que foi por saber que o nosso mundo estaria nesta condição, que o Senhor Jesus perguntou:

"Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?" (Lucas 18:8)

Jesus sabia muito bem que os homens e mulheres dos últimos dias só iam querer saber do "venha a nós", e esqueceriam totalmente da obediência e a coerência em sua fé.

Graça a Deus que nós podemos dar um "SIM" para a pergunta de Jesus, pois quando Ele vier encontrará pessoas com a fé verdadeira. Talvez não sejam a maioria, mais certamente serão o povo mais abençoado da face da Terra, pois são chamados de "santos", e identificados como aqueles que "guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus" (Apoc. 14:12).

Que bom que nós estamos neste grupo...
comentários (0) |

Por que os Adventistas dão mais ênfase ao sábado?

Por que os Adventistas dão mais ênfase ao sábado?

Nossa ênfase ao sábado se dá pelo fato deste mandamento de Deus ter sido esquecido pelo mundo. Deus, ao criar o mandamento, sabia que o mesmo seria esquecido; por isto, usa a expressão "LEMBRA-TE..." no momento em que ordena a observância do sábado como dia de repouso e adoração. (Êxodo 20:8).

Outro fator se dá pelo fato de Deus ter feito um chamado à humanidade para que o adore como Criador; esta mensagem está em Apocalipse 14:7: "Temei a Deus e daí-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas."

Se você comparar esse texto com Êxodo 20:8-11 verá as grandes semelhanças entre. Estão falando do mesmo assunto. Um convite a todos para que guardem o sábado, para que lembrem de seu Criador através do "memorial da criação" estabelecido por Ele.

Como igreja, como cristãos, temos de pregar esta mensagem de Deus. Isto não quer dizer que a doutrina Adventista centralize-se apenas no sábado. Cristo é o centro das Escrituras; "um fio de sangue passa por todas as páginas da Bíblia" (o sacrifício de Jesus em favor da humanidade é o tema predominante).

Mas não podemos falar de Jesus sem falar de Sua doutrina, pois a mesma é dEle. A doutrina é importante para nosso fortalecimento e solidificação na fé. Pouco antes de subir aos céus, o Senhor Jesus instruiu os discípulos a ensinarem "todas as coisas..." (cf. Mateus 28:20).

Sendo que o sábado foi criado por Jesus Cristo (João 1:1-3 é claro em afirmar que Jesus é Deus. Em Gênesis 1:26-27 vemos a presença de Cristo com o Pai e o Espírito Santo ao dizer: 'Façamos o homem...', devemos ensina-lo também.

O Centro do Sábado é Jesus, pois Ele é o criador. Não há como falar do sábado sem falar de Jesus, pois a santificação deste dia faz parte da adoração a Ele (Cristo). Cremos como igreja que a fé cristã é composta de vários 'pilares'; o sábado é apenas um deles e não o todo. Mas este todo sem o sábado é incompleto.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000658

Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 8/11/2009 - Domingo

Comentário da Lição dos adultos de 8/11/2009

REBELIÃO (NOVAMENTE)
Texto por: Pr. Albino Marks

Os sinais da liderança de Deus com o povo de Israel, por intermédio de Moisés e Arão, foram tão marcantes desde os primeiros encontros com o faraó, com as pragas, com os milagres no deserto, que era impossível questionar este fato. No entanto, Satanás conseguiu dominar mentes ambiciosas por poder, fazendo-as insurgir-se contra Deus. Todo ato exercido contra as autoridades instituídas por Deus é praticado contra Ele. "É contra o Senhor que você e todos os seus seguidores se ajuntaram! Quem é Arão, para que se queixem contra ele?" - Nm 16:11 - Nova Versão Internacional.

A experiência dessa rebelião no deserto evidencia com convincente clareza que duas forças se confrontam em permanente conflito, atuando sobre os seres humanos na busca do domínio e da liderança. A filosofia do amor e da justiça de Deus, colocando perante o homem o caminho da liberdade de escolha para servi-lO por amor em resposta à Sua proposta de nos envolver em Seu amor. É a filosofia da fé na liderança divina e na certeza da salvação pela graça e pelo poder de Deus; é a filosofia da submissão da conduta à vontade de Deus expressa em Sua lei; da vida em comunhão com Cristo, desenvolvendo no caráter a Sua semelhança. Por outro lado, a filosofia da liberdade moral, da irresponsabilidade total. Da filosofia de que todo ser humano é suficientemente capaz para determinar o seu próprio destino.

"Os hebreus não estavam dispostos a sujeitar-se as determinações e restrições do Senhor. Inquietavam-se com sofrerem restrições, e não se dispunham a ser reprovados. Tal era o segredo de sua murmuração contra Moisés. Ficassem livres para fazerem conforme lhes aprouvesse, e teria havido menos queixas contra seu chefe. Durante toda a história da igreja, os servos de Deus têm tido o mesmo espírito a defrontar". - Patriarcas e Profetas, pág. 425.
continue seu estudo agora no site da Escola no Ar... e faça o seu comentário também!

sábado, 7 de novembro de 2009

L6. Disposições Para o Futuro

L6. Disposições Para o Futuro

Publicado em 31 October 2009 by jonatan

Lição 6                                      31 de outubro a 7 de novembro            

Sábado à tarde

VERSO PARA MEMORIZAR: "Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de ­Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no Universo" (Ezequiel 20:18, 19, NVI).

 

No começo de Números 15, as cenas de tumulto e rebelião, vergonha e derrota (nas mãos dos amalequitas e cananeus) já estavam no passado. O povo havia aprendido, da maneira mais difícil, o sofrimento que traz a desobediência.

Desta feita, o povo estava de volta à jornada no deserto pela qual havia começado. E foi nesse momento que o Senhor Se comunicou com Moisés no começo do capítulo: "O Senhor disse a Moisés: Diga o seguinte aos israelitas: Quando entrarem na terra que lhes dou para sua habitação, …" (v. 2, NVI).

Apesar do grande retrocesso, a promessa ainda era certa: ­Deus levaria Seu povo para a Terra Prometida. Sobre isso não havia dúvida!

Da mesma forma, nos deparamos com algumas instruções especiais, dadas ao povo escolhido de ­Deus. Embora as circunstâncias sejam diferentes, embora as ordens sejam específicas, as lições e princípios espirituais não foram dados só para eles, mas também para nós.

Domingo, 1 de Novembro     Gratidão

1. Que ofertas deveriam ser feitas, além das de animais? O que representavam? Nm 15:1-10, 18-21

R. Farinha, azeite e vinho. Representavam o reconhecimento das bênçãos de Deus.

1

Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

2

Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra das vossas habitações, que eu vos hei de dar,

3

E ao SENHOR fizerdes oferta queimada, holocausto, ou sacrifício, para cumprir um voto, ou em oferta voluntária, ou nas vossas solenidades, para fazerdes ao SENHOR um cheiro suave de ovelhas ou gado,

4

Então aquele que apresentar a sua oferta ao SENHOR, por oferta de alimentos trará uma décima de flor de farinha misturada com a quarta parte de um him de azeite.

5

E de vinho para libação prepararás a quarta parte de um him, para holocausto, ou para sacrifício para cada cordeiro;

6

E para cada carneiro prepararás uma oferta de alimentos de duas décimas de flor de farinha, misturada com a terça parte de um him de azeite.

7

E de vinho para a libação oferecerás a terça parte de um him ao SENHOR, em cheiro suave.

8

E, quando preparares novilho para holocausto ou sacrifício, para cumprir um voto, ou um sacrifício pacífico ao SENHOR.

9

Com o novilho apresentarás uma oferta de alimentos de três décimas de flor de farinha misturada com a metade de um him de azeite.

10

E de vinho para a libação oferecerás a metade de um him, oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR.

18

Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra em que vos hei de introduzir,

19

Acontecerá que, quando comerdes do pão da terra, então oferecereis ao SENHOR oferta alçada.

20

Das primícias da vossa massa oferecereis um bolo em oferta alçada; como a oferta da eira, assim o oferecereis.

21

Das primícias das vossas massas dareis ao SENHOR oferta alçada nas vossas gerações.

 

 

O termo hebraico traduzido como "manjares/cereais" é minchah, que significa oferta ou tributo. Incluía farinha, azeite e vinho, representando a gratidão do ofertante pelas bênçãos de ­Deus nos campos e colheitas (veja Dt 8:18).

No contexto de Números 15, essas orientações realmente levavam para a geração mais jovem a promessa de que um dia plantariam campos de trigo, cevada e outros grãos em seu novo lar em Canaã. Com as próprias mãos, eles plantariam vinhas nas colinas e cultivariam oliveiras e outras árvores que produzissem frutos como figos e romãs. Em outras palavras, essas ofertas sem derramamento de sangue ajudavam a lhes apontar as bênçãos materiais que seriam suas caso permanecessem fiéis. Sem dúvida, todos esses pensamentos estavam envolvidos nos sacrifícios ao Senhor, que ajudavam a lhes apontar dia a dia a terra da promessa que os aguardava.

2. Como o apóstolo Paulo aplicou esse conceito nos tempos do Novo Testamento? Rm 12:1; 2Co 2:15, 16; Ef 5:2

R. Todo o nosso ser deve ser uma oferta agradável a Deus.

1

Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

 

15

Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.

16

Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vida. E para estas coisas quem é idôneo?

2

E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.

 

 

Por mais difíceis que fossem as coisas naquele momento, o Senhor queria que Seu povo cultivasse uma atitude de louvor e gratidão pelo que fizera e prometia fazer por eles no futuro. Não devemos fazer o mesmo?

 

Quaisquer que sejam suas preocupações presentes, por que é importante pensar na bondade, no amor e no cuidado de ­Deus? Como a cruz pode nos ajudar a perceber melhor o amor e cuidado de ­Deus, mesmo nos piores momentos? Por quais coisas podemos ser agradecidos agora, não importando a situação? Por que é tão importante nos lembrarmos dessas coisas?

 

Segunda, 2 de Novembro    O Estrangeiro em sua terra

Uma das ideias mais radicais do Israel antigo era sua atitude para com os estrangeiros, os que não pertenciam a sua herança ou fé.

3.  Quais mandamentos específicos foram dados à segunda geração de israelitas quando esperavam se estabelecer em Canaã? Nm 15:14-16. Como esse mesmo princípio se revelou no Novo Testamento? Gl 3:26-29; Cl 3:11

R. Os estrangeiros deveriam ser tratados com bondade e equidade.

14

Quando também peregrinar convosco algum estrangeiro, ou que estiver no meio de vós nas vossas gerações, e ele apresentar uma oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR, como vós fizerdes, assim fará ele.

15

Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação, e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o SENHOR.

16

Uma mesma lei e um mesmo direito haverá para vós e para o estrangeiro que peregrina convosco.

 

26

Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus.

27

Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.

28

Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.

29

E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.

 

11

Onde não há grego, nem judeu, circuncisão, nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos.

 

 

O estrangeiro era alguém que, habitando entre os israelitas, aceitava plenamente a fé e, no caso dos homens, era circuncidado conforme a lei. Eles deveriam ser tratados e amados como se fossem israelitas. "A mesma lei" ou "ordenança" se aplicará tanto "a vocês como ao estrangeiro residente" (Nm 15:16, NVI). A mesma lei e ordenança se aplicará tanto a vocês como ao estrangeiro residente. Admirável inclusividade!

4. Na oração de dedicação, oferecida na inauguração do primeiro templo, que pedido fez Salomão a ­Deus com respeito aos não israelitas? 1Rs 8:41-43. O que disse Isaías sobre os estrangeiros que buscassem adorar no templo? Is 56:6, 7

R.  Que Deus ouvisse a sua oração.

41

E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, quando vier de terras remotas, por amor do teu nome

42

(Porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), e vier orar voltado para esta casa,

43

Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado.

 

6

E aos filhos dos estrangeiros, que se unirem ao SENHOR, para o servirem, e para amarem o nome do SENHOR, e para serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha aliança,

7

Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.

 

 

Quando se considera todo o propósito de ­Deus ao chamar Seu povo e estabelecê-lo na Terra Prometida, esses textos são perfeitamente lógicos. Israel precisava manter seus ensinos e verdades distintivas, ensinos e verdades que os tornavam representantes especiais de ­Deus a um mundo pagão. Mas, ao mesmo tempo, eles precisavam ser abertos e receptivos aos pagãos que quisessem aprender sobre seu ­Deus e segui-Lo.

De muitas formas, nossa igreja hoje deve fazer a mesma coisa. Temos verdades específicas para ensinar ao mundo, verdades que precisamos guardar e proteger, mas, ao mesmo tempo, precisamos estar dispostos a receber aqueles que buscam conhecer o Senhor e Sua mensagem para este tempo.

 

Por que é tão fácil ser exclusivista, crítico e acusador dos que não veem as coisas sob a nossa ótica? Como podemos evitar essa atitude e, ao mesmo tempo, proteger as verdades que nos foram dadas?

 

Terça, 3 de Novembro    Pecados de Ignorância

Devemos ter em mente que a geração mais jovem à qual ­Deus estava Se dirigindo neste capítulo (Números 15) nasceu em escravidão. Assim, os israelitas foram influenciados pela cultura egípcia que os cercava, bem como por seus pais que, como escravos, também haviam sido influenciados por aquela mesma cultura. Consequentemente, havia muita coisa ruim que os israelitas precisavam desaprender e muitas coisas novas e boas a aprender.

5. Se a congregação percebesse que, como um grupo, havia se desviado dos mandamentos do Senhor, o que deveria ser feito? Qual é o significado do fato de que eles tinham que levar uma "oferta pelo pecado perante o Senhor, por causa do seu erro"? Nm 15:22-27

R. A congregação como um todo deveria oferecer um sacrifício pelo pecado.

22

 E, quando vierdes a errar, e não cumprirdes todos estes mandamentos, que o SENHOR falou a Moisés,

23

Tudo quanto o SENHOR vos tem mandado por intermédio de Moisés, desde o dia que o SENHOR ordenou, e dali em diante, nas vossas gerações,

24

Será que, quando se fizer alguma coisa por ignorância, e for encoberto aos olhos da congregação, toda a congregação oferecerá um novilho para holocausto em cheiro suave ao SENHOR, com a sua oferta de alimentos e libação conforme ao estatuto, e um bode para expiação do pecado.

25

E o sacerdote fará expiação por toda a congregação dos filhos de Israel, e lhes será perdoado, porquanto foi por ignorância; e trouxeram a sua oferta, oferta queimada ao SENHOR, e a sua expiação do pecado perante o SENHOR, por causa da sua ignorância.

26

Será, pois, perdoado a toda a congregação dos filhos de Israel, e mais ao estrangeiro que peregrina no meio deles, porquanto por ignorância sobreveio a todo o povo.

27

E, se alguma alma pecar por ignorância, para expiação do pecado oferecerá uma cabra de um ano.

 

A oferta pelo pecado expiava o erro da congregação. As ofertas queimadas representavam a renovação da consagração do povo perante ­Deus. É interessante que o Senhor distinguia entre as coisas praticadas involuntariamente das que eram deliberadas. Ao mesmo tempo, porém, até mesmo as coisas praticadas "sem querer" eram consideradas "pecado" e precisavam ser corrigidas.

6. Como a pessoa obtinha expiação por seu pecado de ignorância? Qual era a diferença do procedimento do pecado da congregação? Nm 15:27-29

R. Seu sacrifício seria individual.

27

E, se alguma alma pecar por ignorância, para expiação do pecado oferecerá uma cabra de um ano.

28

E o sacerdote fará expiação pela pessoa que pecou, quando pecar por ignorância, perante o SENHOR, fazendo expiação por ela, e lhe será perdoado.

29

Para o natural dos filhos de Israel, e para o estrangeiro que no meio deles peregrina, uma mesma lei vos será, para aquele que pecar por ignorância.

 

"Há os que já experimentaram o amor perdoador de Cristo, e que desejam realmente ser filhos de ­Deus, contudo reconhecem que seu caráter é imperfeito, sua vida faltosa, e chegam a ponto de duvidar se seu coração foi renovado pelo Espírito Santo. A esses eu desejo dizer: Não recuem em desespero! Muitas vezes, teremos de nos prostrar e chorar aos pés de ­Jesus, por causa de nossas faltas e erros; mas não nos devemos desanimar. Mesmo quando somos vencidos pelo inimigo, não somos repelidos, nem abandonados ou rejeitados por ­Deus. Não! Cristo está à destra de ­Deus, fazendo intercessão por nós. Diz o amado João: 'Estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, ­Jesus Cristo, o Justo'" (1Jo 2:1; ­Ellen G. ­White, Caminho a Cristo, p. 64).

 

Você costuma ter dúvidas se foi verdadeiramente transformado pelo Espírito Santo? Que acontecimento na cruz deve lhe dar coragem para avançar, mesmo quando você tiver dúvidas sobre sua própria salvação? Veja Rm 5:6-8

 

Quarta, 4 de Novembro    Pecados de Desafio

7. Por que o castigo pelo atrevimento parecia tão severo? Como atuava a graça em tudo isso? Que lições podemos aprender desse preceito? Nm 15:30, 31

R. O pecado de atrevimento representa uma rebelião contra Deus. Não poderia ser tolerado.

30

 Mas a pessoa que fizer alguma coisa temerariamente, quer seja dos naturais quer dos estrangeiros, injuria ao SENHOR; tal pessoa será extirpada do meio do seu povo.

31

Pois desprezou a palavra do SENHOR, e anulou o seu mandamento; totalmente será extirpada aquela pessoa, a sua iniqüidade será sobre ela.

 

A frase no hebraico é "com punho erguido", postura de arrogância e rebelião. Israel pecou verdadeiramente "com punho erguido" contra o Senhor em Cades. Mas ­Deus transformou a sentença de morte em banimento para o deserto. A lição é que os pecados são tomados com muita seriedade pelo Senhor.  Em casos como esse, de fato, os que mais tarde se desculpam, frequentemente o fazem só por haverem sido apanhados, mas não estão arrependidos pelo pecado em si. Contra essa dureza de coração, o que o Senhor pode fazer? O pecado deve ser objeto de verdadeiro arrependimento antes de ser perdoado.

8. Por que o Senhor exigiu que toda a congregação tomasse parte na execução mencionada em Números 15:32-36? Que lição espiritual podemos tirar disso?

R. Para que toda a congregação expressasse sua reprovação ao pecado por atrevimento. A pessoa agira dessa forma  conhecendo a lei e transgredindo voluntariamente.

32

Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado.

33

E os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação.

34

E o puseram em guarda; porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer.

35

Disse, pois, o SENHOR a Moisés: Certamente morrerá aquele homem; toda a congregação o apedrejará fora do arraial.

36

Então toda a congregação o tirou para fora do arraial, e o apedrejaram, e morreu, como o SENHOR ordenara a Moisés.

 

Deve ter sido difícil para um grupo de israelitas apedrejar até a morte um de seus membros. Evidentemente, ­Deus estava tentando mostrar a Seu povo a seriedade do pecado. "O salário do pecado é a morte" (Rm 6:23). Talvez Ele também quisesse lhes mostrar a natureza corporativa de sua comunidade, e que aquilo que eles faziam influenciava os outros ao seu redor. O que cada um fazia, individualmente, ainda afetava o bem-estar de todos.  Afinal, não fora por causa das queixas de algumas pessoas que o acampamento inteiro tivera que sofrer permanecendo no deserto?

Como cristãos, precisamos estar especialmente cientes do fato de que nossos atos afetam os outros, bem como a nós mesmos, para o bem ou para o mal.

Enquanto isso, embora na teocracia do antigo Israel, frequentemente a morte viesse imediatamente, não devemos nos enganar. Embora não sejamos atingidos imediatamente pela morte no desafio, não significa que um dia não vamos colher a recompensa.

 

Você está disposto a se arrepender, confessar e admitir seus pecados? Por outro lado, com que frequência você fica  justificando seus pecados por uma razão ou outra? Por que isso é tão perigoso espiritualmente?

 

Quinta, 5 de Novembro                Borlas Azuis

Se você já viu algum judeu ortodoxo, pode ter notado que, debaixo da camisa, eles vestem alguma coisa com borlas brancas. A origem disso é encontrada aqui, na Bíblia.

9. O que o Senhor instruiu Moisés a ensinar que todos os israelitas prendessem em suas vestes? Nm 15:38

R. Que fizessem borlas em suas vestes, presas por um cordão azul.

38

Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Que nas bordas das suas vestes façam franjas pelas suas gerações; e nas franjas das bordas ponham um cordão de azul.

 

Aparentemente, o uso de borlas de várias cores era uma prática usual entre os povos antigos do Oriente Médio, e ­Deus adotou essa prática. A "franja" (KJV) ou borla era presa aos quatro cantos das vestes exteriores com uma linha ("ribband" KJV) azul. O moderno manto de oração tem quatro borlas – uma em cada canto, presa em um laço tradicional com linhas brancas e azuis.

10. Que razão foi dada para o uso dessas borlas? Isto é, de que coisas específicas ­Deus queria que os israelitas se lembrassem? Nm 15:39-41

R. Para lembrar aos filhos de Israel que eles pertenciam ao Senhor e Lhe estavam sujeitos pelos mandamentos.

39

E as franjas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do SENHOR, e os cumprais; e não seguireis o vosso coração, nem após os vossos olhos, pelos quais andais vos prostituindo.

40

Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sejais a vosso Deus.

41

Eu sou o SENHOR vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para ser vosso Deus. Eu sou o SENHOR vosso Deus.

 

O verbo lembrar-se aparece duas vezes nestes versos. Cada vez que um israelita visse as borlas, deveria se lembrar de cumprir todos os mandamentos de ­Deus, e ser santos a ­Deus (v. 40). Quando tentados a seguir outros deuses – adultério espiritual – o azul nas borlas os chamaria de volta à lealdade jurada a ­Deus, o ­Deus que tirara a nação da escravidão egípcia (v. 41).

Aparentemente, mesmo com a presença tão marcante de ­Deus entre eles, o Senhor queria lhes dar algo ainda mais imediato para ajudá-los a se lembrar do que precisavam fazer.

Embora hoje não usemos borlas, temos algo ainda mais poderoso: a cruz de Cristo, que sempre deve trazer à nossa mente o preço do pecado, o custo de nossa redenção e a promessa de salvação a todos os que, pela fé, confiam nos méritos de ­Jesus e que seguem "a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb 12:14).

Como a obediência às palavras de ­Jesus de "orar a todo tempo" (Lc 21:36) pode ajudar você a se lembrar do que ­Deus fez por você e do que Ele lhe pede?

 

Sexta, 7 de Novembro           Estudo Adicional

Nossa confissão de Sua fidelidade é o meio escolhido pelo Céu para revelar Cristo ao mundo. Temos de reconhecer-Lhe a graça segundo nos é dada a conhecer através dos santos homens da antiguidade; mas o que será mais eficaz é o testemunho de nossa própria experiência. Somos testemunhas de ­Deus ao revelar em nós mesmos a atuação de um poder que é divino. Cada indivíduo tem uma vida diversa da de todos os outros, uma experiência que difere essencialmente da sua. ­Deus deseja que nosso louvor a Ele ascenda, com o cunho de nossa própria individualidade. Esses preciosos reconhecimentos para louvor da glória de Sua graça, quando confirmados por uma vida semelhante à de Cristo, possuem irresistível poder, eficaz para salvação das pessoas" (­Ellen G. ­White, O Desejado de Todas as Nações, p. 347).

 

Perguntas para reflexão

1. Que princípios importantes podemos tirar da citação acima, de ­Ellen G. ­White? Como você entende a ideia de que, mediante uma "vida semelhante à de Cristo", nosso louvor a ­Deus pode ser uma influência poderosa para a salvação de outros?

2. Em sua experiência cristã, qual tem sido o resultado de louvar e glorificar a ­Deus?  Por que esta atitude é tão importante?

3. A lição de segunda-feira menciona como os israelitas deveriam tratar os estrangeiros entre eles. Que outras lições podemos tirar desse princípio hoje? Como tratamos os que não são de nossa fé, os que mantêm pontos de vista que cremos estarem errados? Como devemos tratá-los? Ao mesmo tempo, como lhes mostramos que cremos ter algo que eles precisam conhecer, mas não agindo como se de alguma forma fôssemos superiores? Que lições podemos aprender dos israelitas nessa área?

4. O que nossa comunidade pode fazer para ajudar a lembrar uns aos outros não só o que ­Deus fez por nós como do que Ele espera que façamos em resposta? Qual é o papel da Ceia do Senhor em nos ajudar a lembrar o que temos em ­Jesus?

Resumo: Embora a primeira geração tenha sido condenada a vagar pelo deserto até morrer, o Senhor encorajou Seus filhos a esperar ansiosamente pela vida em Canaã. Por causa disso, o Senhor deu aos israelitas instrução adicional a respeito dos sacrifícios, uma atitude pelos estrangeiros que se convertiam à fé, como lidar com os pecados de ignorância e pecados de aberto desafio e, finalmente, o uso de borlas azuis para as vestes a fim de lembrá-los dos mandamentos de ­Deus e que sua obediência constituía o caminho único para a felicidade verdadeira.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/licoesdabiblia/?p=910#more-910

Lições da Bíblia


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS E A SUA CONTRAFAÇÃO!!!

OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS E A SUA CONTRAFAÇÃO!!!

 

 

OS DEZ MANDAMENTOS DA BÍBLIA

 VELHO TESTAMENTO:

ÊXODO 20:3-17; DEUTERONÔMIO 5:8-21;

 NOVO TESTAMENTO:

MATEUS 4:10; 5:21; 5:27-28; 5:33; 15:4; 19:5 e 17-19; 22:37; 24:20; MARCOS 2:27-28; 10:19; 16:1; LUCAS 4:16 e 31; 6:1-2 e 5; 13:10 e 16; 23:54-56; JOÃO 9:14 e 16; ATOS 13: 27, 42 e 44; 17:29; ROMANOS 7:7 e 12; 13:9-10; 10:19-21; EFÉSIOS 6:1-2; COLOSSENSES 1:16; 1 TIMÓTEO 6:1; HEBREUS 4:4e 9; APOCALIPSE 1:3; 12:17; 14:7 e 12.

 

OS DEZ MANDAMENTOS

  "CONFORME O CATECISMO"

 "TRADIÇÃO DE HOMENS"

"ANTICRISTO"

"ANTICRISTOS"

"HOMEM DA INIQUIDADE"

"PODER RELIGIOSO"

"PODER POLÍTICO"

I

3 Não terás outros deuses diante de mim.

I

Amar a DEUS sobre todas as coisas.

II

4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

II

Não falar Seu Santo nome em vão.

III

7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

III

Guardar domingos e festas.

IV

8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 

9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 

10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 

11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. 

IV

Honrar pai e mãe.

V

12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

V

Não matar.

VI

13 Não matarás.

VI

Não pecar contra a castidade.

VII

14 Não adulterarás.

VII

Não furtar.

VIII

15 Não furtarás.

VIII

Não levantar falso testemunho.

IX

16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

IX

Não desejar a mulher do próximo.

X

17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

X

Não cobiçar coisas alheias.

 

Você pode resumir Os Dez Mandamentos em apenas dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a você mesmo (MARCOS 12:29-31).

 Ainda mais, transformá-lo em apenas um: DEUS É AMOR (1 JOÃO 4:8 e 16). Você só não pode deixar de obedecer como Ele mandou e deseja que seja obedecido. Não pode ser da maneira que você quer obedecer. A doutrina é de Deus e não dos homens.

 Lembre-se de que Ele é o Criador e nós somos suas criaturas. Mudando a Sua Lei você não reconhece Deus como Pai e Criador (DANIEL 8:12), mas atribui e aceita aquele outro anjo caído – (satanás) – como pai e criador.

 Leia I JOÃO 3 (Deus é Pai e é santo. Seus filhos são também santos – Os filhos de Deus e os filhos do Maligno – O amor aos irmãos e o ódio ao mundo).

 Pense nisto!

 --

Adams Roberto Santos

Lembra-te do dia do sábado, para o santificar ...

Êxodo Capítulo: 20

1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:

2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

3 Não terás outros deuses diante de mim.

4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;

10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.

11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

13 Não matarás.

14 Não adulterarás.

15 Não furtarás.

16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

18 Ora, todo o povo presenciava os trovões, e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte a fumegar; e o povo, vendo isso, estremeceu e pôs-se de longe.

19 E disseram a Moisés: Fala-nos tu mesmo, e ouviremos; mas não fale Deus conosco, para que não morramos.

20 Respondeu Moisés ao povo: Não temais, porque Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis.

21 Assim o povo estava em pé de longe; Moisés, porém, se chegou às trevas espessas onde Deus estava.

22 Então disse o Senhor a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que do céu eu vos falei.

23 Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata, ou deuses de ouro, não os fareis para vós.

24 um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas e os teus bois. Em todo lugar em que eu fizer recordar o meu nome, virei a ti e te abençoarei.

25 E se me fizeres um altar de pedras, não o construirás de pedras lavradas; pois se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás.

26 Também não subirás ao meu altar por degraus, para que não seja ali exposta a tua nudez.

PENSE NISTO: Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.


--
Adams Roberto Santos

LEMBRA-TE... DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR

LEMBRA-TE...

PRIMEIRO DIA DA SEMANA = DOMINGO

SEGUNDO DIA = SEGUNDA-FEIRA

TERCEIRO DIA = TERÇA-FEIRA

QUARTO DIA = QUARTA-FEIRA

QUINTO DIA = QUINTA-FEIRA

SEXTO DIA = SEXTA-FEIRA

SÉTIMO DIA = REPOUSO = SÁBADO   

LEMBRA-TE...

GÊNESIS... Gênesis Capítulo: 2

1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército.

2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera.

3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera.

ÊXODO... Êxodo Capítulo: 20

1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:

2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

3 Não terás outros deuses diante de mim.

4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;

10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.

11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

ISAÍAS... Isaías Capítulo: 66

21 E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor.

22 Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome.

23 E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.

24 E sairão, e verão os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne.

APOCALIPSE... Apocalípse Capítulo: 1

1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João;

2 o qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, de tudo quanto viu.

3 Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.

Apocalípse Capítulo: 12

17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus.

Apocalípse Capítulo: 14

6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,

7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

8 Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição.

9 Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão,

10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

11 A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome.

12 Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Crês tu em Jesus?

João Capítulo: 9

35 Soube Jesus que o haviam expulsado; e achando-o perguntou-lhe: Crês tu no Filho do homem?

João Capítulo: 11

26 e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?

João Capítulo: 14

10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras.

Atos Capítulo: 8

37 [E disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.]

Tiago Capítulo: 2

19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem.

Depois de lê os textos acima e meditar bem, agora responda com sinceridade de coração. Eu não quero a sua resposta, mas Ele, Jesus Cristo, gostaria de ouvir o que você vai responder. Qual é o verdadeiro Dia do Senhor? O Sábado ou o primeiro dia da semana?

Pense nisto!


 -- 
Adams Roberto Santos

Lição 7 – Luta pelo Poder - Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira

Lição 7
7 a 14 de novembro

Luta pelo poder

Lição 742009


Sábado à tarde

Ano Bíblico: At 4–6


VERSO PARA MEMORIZAR: "O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda" (Provérbios 16:18, NVI).

Leituras da semana: Gn 17:10-17Nm 1617Js 4:3-9Mt 26:13Lc 22:19

Um mal-disfarçado ódio contra Moisés e Arão ainda irritava o coração da multidão. Ser condenados a vaguear pelo deserto até que a primeira geração a sair do Egito morresse parecia mais do que muitos deles podiam suportar. Em vez de se submeter ao juízo de Deus, alguns começaram a conspirar como poderiam se libertar dos dois irmãos, como se de alguma forma esses dois homens, e não Deus, fossem os responsáveis pela situação.

"Corá, o espírito dirigente desse movimento, era levita, da família de Coate e primo de Moisés; era homem de habilidade e influência. Embora designado para o serviço do tabernáculo, descontentara-se com sua posição e aspirara à dignidade do sacerdócio. A concessão a Arão e sua casa do ofício sacerdotal, que anteriormente tocava ao filho primogênito de cada família, dera origem a inveja e dissabor e, por algum tempo, ... estivera secretamente a se opor à autoridade de Moisés e Arão. ... Finalmente, concebeu o ousado plano de subverter tanto a autoridade civil como a religiosa" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 395).

A lição desta semana deve ser para nós uma poderosa lembrança da corrupção do coração humano. Orgulho, ciúme e amor pelo poder, se abrigados e deixados a envenenar o espírito, podem se manifestar de maneiras terríveis. Só Deus sabe quanta dor, sofrimento e perda resultaram e resultarão daqueles que, sabendo melhor, permitem que essas sementes amargas produzam sua colheita.


Domingo

Ano Bíblico: At 7–9

Rebelião (Novamente)

1. Que quatro mentiras foram levantadas pelo rebelde Corá e seus cúmplices? Nm 16:1-3

A reação de Moisés a este ataque (v. 4) revela quão frustrado ele deve ter se sentido diante dessas acusações distorcidas, especialmente por aqueles que deviam saber melhor. "Faziam parte do número dos que subiram com Moisés ao monte, e viram a glória divina. ... Dizendo ter grande interesse na prosperidade do povo, falaram a princípio, uns com outros, ocultamente, a respeito de seu descontentamento e, a seguir, falaram aos homens dirigentes de Israel. Suas insinuações foram tão prontamente recebidas que se arriscaram ainda mais e, afinal, acreditaram realmente estarem agindo pelo zelo de Deus" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 396-397).

Novamente, vemos a manifestação do pecado original de Satanás no Céu. Não importava quão exaltados fossem esses homens e príncipes, nem as elevadas posições que eles detinham, nada era suficiente para eles. Queriam sempre mais.

Como devemos ser cuidadosos!

2. Que mais havia por trás daquela rebelião? Por que, também, essas eram acusações totalmente falsas? Nm 16:12-14

São incríveis as palavras desses homens, chamando o Egito (o Egito!) de terra "que mana leite e mel"! É surpreendente como o pecado foi capaz de perverter tanto seu julgamento a ponto de que o país de sua escravidão e servidão passou a ser mencionado por eles como se representasse a Terra Prometida de Deus!


Segunda

Ano Bíblico: At 10–12

Se o Senhor fizer... algo totalmente novo

Leia a reação de Moisés a esses homens (Nm 16:4-11). Apesar da posição exaltada que lhes havia sido dada, eles queriam mais. Moisés viu isso claramente.

Mais importante ainda, se você ouvisse as palavras deles, pareceria que eles estavam se rebelando contra Moisés e Arão, como se esses dois, por si mesmos, houvessem usurpado toda essa autoridade, ultrapassado os limites e se exaltado sobre todos os outros, bem como se os tivessem levado ao deserto para matá-los.

3. Na realidade, porém, contra quem eles estavam se rebelando? Nm 16:11

Novamente, só é possível imaginar de onde esses homens tiraram essa falsa acusação. O poder de quem havia divido o Mar Vermelho: de Moisés e Arão ou de Deus? Quem havia lhes provido maná cada manhã: Deus ou Moisés e Arão? Quem Se havia manifestado na nuvem de dia e no fogo à noite – Deus ou Moisés e Arão? Com tudo o que eles haviam testemunhado, é difícil imaginar como eles poderiam ter agido daquela maneira.

4. Note as palavras de Moisés em Números 16:28-30. Qual era a verdadeira questão de Corá, Datã e Abirão?

Pense na situação. Se esses homens pudessem fomentar uma rebelião mais ampla, quem sabe quais teriam sido as terríveis consequências? Os filhos de Israel, pouco fundamentados no Senhor, como eram, poderiam facilmente ter-se perdido. Eles tinham que saber que o Senhor estava no controle, que era o Senhor que os estava guiando e que Moisés e Arão estavam fazendo o que Deus lhes ordenava que fizessem, e não agiam por conta própria. Tudo isso devia ser evidente, mas o pecado tem uma forma poderosa de encobrir nossa mente. O espírito de rebelião, se nutrido, é difícil de suprimir e frequentemente toma impulso próprio.

Você é suscetível a sentimentos de inveja quanto aos que têm posição ou autoridade sobre você? O que você pode aprender do exemplo de Cristo para vencer esse sentimento potencialmente ruinoso?


Terça

Ano Bíblico: At 13–15

Memoriais

As pesquisas arqueológicas na Palestina não descobriram muitos materiais escritos (com exceção dos manuscritos do Mar Morto), mas as Escrituras se referem a muitos memoriais como sinais visíveis para conservar seu significado continuamente na memória de Israel. Por exemplo, em Gênesis 28:11-22 Jacó ergueu uma pedra comemorativa a fim de lembrar as promessas da aliança que Deus havia feito a ele e seus descendentes.

5. Que memorial foi criado a respeito dessa terrível rebelião contra Moisés e Arão? Nm 16:36-40O que especificamente esse memorial deveria lembrar ao povo?

A maioria dos memoriais mencionados no Antigo Testamento destinava-se a lembrar Israel da vontade de Deus, Sua bondade, graça e bênçãos da aliança. Eles apontavam para Deus, para o alto, em direção ao Senhor. Por exemplo, o arco-íris depois do Dilúvio (Gn 9:13), a circuncisão (Gn 17:10-17), a festa da Páscoa (Nm 9:1-14), as borlas azuis nas roupas (Nm 15:38-41) e as pedras comemorativas que Josué erguera na travessia do Jordão (Js 4:3-9).

Em contraste, as placas de bronze no altar eram um memorial preventivo com o fim de evitar que um estranho, ou não descendente de Arão, tentasse usurpar o sacerdócio. Em sentido mais amplo, lembraria ao povo o que acontecera quando seres humanos, racionalizando a própria cobiça, ambição e busca de poder – se rebelaram contra Deus. Era um memorial advertindo o povo a não ser como Corá e seu grupo" (Nm 16:40).

6. Que outros memoriais você é capaz de achar na Bíblia, e quais são seus propósitos? Veja, por exemplo, Êx 20:8-11Nm 31:54Mt 26:13Lc 22:19De que maneiras os sacrifícios animais eram um tipo de memorial?

De que coisas a respeito do Senhor e de Suas promessas você precisa ser constantemente lembrado? Por que é importante manter constantemente essas promessas em mente?


Quarta

Ano Bíblico: At 16–18

Entre os vivos e os mortos

Somos inclinados a pensar que os juízos que caíram sobre Corá, Datã, Abirão e os 250 príncipes teriam conduzido a congregação do deserto à sobriedade. Afinal, havia caído fogo do céu e consumido alguns, ao passo que a Terra se havia aberto, consumindo os outros. Que mais o Senhor poderia ter feito para mostrar Sua justa indignação contra essa aberta rebelião e apostasia?

7. Qual foi a reação do povo aos juízos de Deus contra os rebeldes? Nm 16:41-50O que esse fato deve nos dizer sobre a natureza humana caída?

O que esse relato deve nos revelar é que o espírito de rebelião entre alguns do povo não terminou com o extermínio de Corá. Ele permaneceu no acampamento, mesmo depois de tudo o que acontecera. É difícil entender como alguém pode ter agido assim, especialmente depois do que eles haviam acabado de testemunhar. Novamente, isto só mostra como, depois de começarmos a cair em direção à rebelião e à apostasia, podemos nos achar praticando coisas demasiado loucas e irracionais. Isso nos ensina que, pela graça de Deus, devemos reivindicar Suas promessas (1Co 10:13Fp 1:6) e morrer para esses sentimentos antes que eles nos levem em direção à ruína.

8. O que significa a ideia de Arão em pé entre os vivos e os mortos? Nesta cena, como obtemos um vislumbre do que Jesus fez por nós? Nm 16:48

Só existem dois tipos de pessoas neste mundo, os vivos e os mortos, não os fisicamente mortos, mas os mortos espiritualmente. "Quem nEle crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (Jo 3:18). Jesus Se põe entre os vivos e os mortos; Ele é a divisa, o ponto de transição de um grupo para o outro. Unicamente por meio dEle podemos ir da morte para a vida.

Você está entre os vivos? Justifique sua resposta.


Quinta

Ano Bíblico: At 19–21

O bordão de Arão que floresceu

Embora houvessem morrido milhares de pessoas na rebelião provocada por Corá, o Senhor sabia que a questão da liderança sacerdotal ainda precisava ser esclarecida. Mesmo apesar de tudo o que Ele fizera, os juízos poderosos e dolorosos derramados sobre os rebeldes, Deus sabia que o povo ainda estava inquieto. Com razão, Ele poderia ter eliminado todos, mas nunca fora Seu desejo fazer isso. Mesmo depois do que havia acontecido, o Senhor ainda estava disposto a trabalhar com o povo e revelar-lhe Sua graça salvadora.

9. Leia Números 17 e responda às seguintes perguntas:

a. Qual foi a razão para o teste?
b. Como esse teste deveria ser um meio de evitar mais rebelião e consequente condenação?
c. Como a reação do povo revela que, finalmente, eles parecem ter compreendido a mensagem de que só a determinadas pessoas seria permitido ser sacerdotes?

Não havia nenhum meio de negar esse milagre no qual o bordão de Arão florescera e produzira amêndoas. Os israelitas tiveram que admitir que Deus havia operado dentro do tabernáculo um milagre que, de uma vez por todas, designava Arão e seus descendentes como sacerdotes do santuário do Senhor. A tragédia foi que o preço desse reconhecimento custou muito sofrimento. O surpreendente é que o Senhor Se dispunha a fazer ainda mais a fim de Se reconciliar com eles.

Sob nossa perspectiva, é muito fácil condenar e julgar os hebreus. Mas que dizer se nos examinarmos detidamente, individualmente (2Co 3:15)? Por que frequentemente é tão difícil aprendermos as lições que Deus procura nos ensinar? Por que, mesmo quando nos são dadas evidências mais que suficientes do amor e da graça de Deus, deixamos de confiar nEle? Por que cometemos os mesmos erros repetidas vezes? E, mais importante, por que é importante não buscarmos justificar nossos erros?


Sexta

Ano Bíblico: At 22, 23

Estudo adicional

Leia Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 395-405: "A Rebelião de Coré".

"Pergunto-me se a rebelião genuína pode ser curada. ... Rebelião e apostasia estão no próprio ar que respiramos. Seremos afetados por ela a menos que, pela fé, lancemos sobre Cristo nosso ser impotente. Se hoje os homens são tão facilmente enganados, como permanecerão fiéis quando Satanás personificar Cristo e operar milagres? Quem resistirá às suas distorções? Declarando ser Cristo quando é só Satanás assumindo a pessoa de Cristo e operando aparentemente as obras de Cristo? Quem impedirá o povo de Deus de submeter-se a falsos cristos? 'Não se apressem em segui-los'.

"As doutrinas devem ser claramente entendidas. Os homens que forem aceitos para ensinar a verdade devem estar ancorados; então, sua embarcação resistirá à tempestade, porque a âncora os mantém firmes. Os enganos aumentarão, e devemos chamar a rebelião por seu nome certo. Cabe-nos resistir utilizando toda a armadura de Deus" (Comentários de Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 1, p. 1.114).

Resumo: A rebelião de Corá e seus associados contra Moisés e Arão foi tão profunda que Deus precisou destruí-los e aos seus seguidores por meio de terremoto, fogo e praga. Esse relato deve servir como advertência contra a inveja e o ciúme, como as lâminas de bronze memoriais no altar. Se orássemos por nossos líderes e apreciássemos o que Deus fez por eles e por nós, poderíamos ser poupados dos distúrbios internos que assaltaram o Israel antigo na insurreição de Corá.

Respostas Sugestivas:

Pergunta 1: a. Toda a congregação é santa; b. Cada um deles é santo; c. O Senhor está no meio deles; d. Moisés e Arão se exaltaram sobre a congregação.
Pergunta 2: Recusa em aceitar a guia de Deus, que havia escolhido diretamente os dois irmãos como guias da nação. Não foram Moisés e Arão que se arvoraram como líderes do povo. Eles foram escolhidos por Deus.
Pergunta 3: Contra Deus.
Pergunta 4: Rejeitaram o Senhor.
Pergunta 5: Deus mandou que se fizessem lâminas para cobrir o altar. Para que nenhum estranho acendesse incenso perante o Senhor.
Pergunta 6: O sábado, o ouro ofertado pelos capitães, a história da oferta de Maria, a santa ceia.
Pergunta 7: De que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor. A natureza humana, se não santificada por Deus, é incrivelmente pecaminosa.
Pergunta 8: Intercessor. Representa a obra de Jesus Cristo por nós.
Pergunta 9: a. Deus queria demonstrar de maneira vívida a Sua guia sobre o povo; b. Seria uma forte evidência do poder miraculoso de Deus; c. Temeram por sua vida e reconheceram seu pecado.


Lição 7 – Luta pelo Poder - Auxiliar Para a Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira

A Lição em resumo

TEXTO-CHAVE: Números 16:47, 48

O aluno deverá...

Conhecer: O motim dos líderes e do povo contra os escolhidos de Deus.
Sentir: A natureza insidiosa e mortal da rebelião e as medidas extremas necessárias para conter sua expansão.
Fazer: Recapitular e reavivar os memoriais que Deus estabeleceu para nos guardar em Seus caminhos.

ESBOÇO DO APRENDIZADO
I. Conhecer: Rebelando-se contra a liderança escolhida de Deus

A. O espírito de rebelião começou com Corá, um levita, e se estendeu a outros líderes. A quem mais o espírito de revolta afetou, e o qual foi o resultado?
B. A punição atribuída a Corá, Datã, Abirão e suas famílias foi dramática e terrível, mas a disciplina não parou aí. Que outras medidas disciplinares se seguiram? 
C. Que memorial foi criado para ilustrar a importância do respeito ao plano divino de governança, e onde foi colocado?

II. Sentir: O perigo da natureza mortal da rebelião

A. Por que a rebelião contra os líderes de Deus é um assunto tão sério? Que outros exemplos de rebelião contra a liderança ilustram a malignidade desse pecado?
B. Que exemplos de graça e intercessão são evidentes nessa história?

III. Fazer: Mantendo memoriais de Deus diante de nós

Como podemos manter viva a lembrança da supremacia de Deus em nossa vida? O que podemos fazer nesta semana para renovar e fortalecer os memoriais que Deus estabeleceu pessoalmente para nós e para a igreja?

Resumo: A rebelião contra a liderança de Deus tem consequências terríveis para nós e para os que nos rodeiam, mas Deus nos chama para ajudá-Lo intercedendo e oferecendo Sua graça aos pecadores.

CICLO DO APRENDIZADO

Motivação

Motivação 
Conceito-chave para o crescimento espiritual:
 O ciúme e a cobiça pelo poder demonstram falta de confiança de que Deus está no controle e tem no coração nosso melhor interesse.
Só para os professores: A cobiça pelo poder e autoridade é um dos pecados mais sérios, porque frequentemente é difícil de descobrir e normalmente está envolto pelos "mais nobres" motivos. Muito raramente as pessoas são suficientemente ousadas para admitir que buscam poder para sua própria satisfação. Os políticos querem poder "a fim de ajudar o povo". Os executivos querem poder "a fim de beneficiar a empresa". É possível que até mesmo os líderes da igreja possam cair na mesma armadilha?

Leia o seguinte trecho do artigo de Steve Walikonis sobre o poder e comente estas perguntas: (1) Que tipos de poder Deus tem o direito de usar? (2) Que tipos de poder Deus realmente escolhe usar? Dê exemplos específicos para apoiar sua resposta. (3) Que tipos de poder são usados legitimamente pelos líderes cristãos? Dê motivos para suas respostas.

Trecho: "Como um líder de igreja deve se relacionar com o fenômeno do poder? J.R.P. French e B. Raven identificaram cinco tipos de poder:

1. "Poder especializado: baseado na percepção que B tem da competência de A.
2. "Poder referente: baseado na identificação, ou amizade de B com A.
3. "Poder-recompensa: baseado na habilidade de A em recompensar B.
4. "Poder coercivo: baseado na percepção de B no sentido de que A pode aplicar castigos, caso A seja vítima de falhas por parte de B.
5. "Poder legítimo: baseado na internalização de normas ou valores comuns" ("O Pastor e o Poder", Ministério, maio/junho de 2008, p. 13).

Sugestão: Faça cópias do trecho para que os membros da classe possam utilizá-lo enquanto discutem as perguntas para reflexão dadas acima.

Compreensão

Compreensão

COMENTÁRIO BÍBLICO

I. Rebelião (novamente) e memoriais
(Recapitule com a classe Nm 16:1-40 e Sl 106:16-18.)

Quem foi longe demais? O verdadeiro culpado pode se levantar?

Corá e seus associados afirmaram que Moisés e Arão haviam ido muito longe no exercício da autoridade. Como a maioria das alegações, a questão não era "preto no branco". Normalmente, na aparência, as pessoas que procuram poder e autoridade podem apresentar certo grau de respeitabilidade ao motivo para sua busca. Corá argumentava que (1) todos em Israel eram parte do povo de Deus e (2) Deus está com todos. Agora, quem poderia contradizer isso? Não podemos concordar que este argumento provê uma base filosófica sólida para uma democracia na Bíblia?

No entanto, a verdadeira motivação de Corá se tornou aparente quando, em seguida, ele acusou Moisés e Arão de não estarem dispostos a compartilhar com outros a liderança. Isso era verdade? Os fatos parecem contradizer a acusação. Primeiramente, Moisés aceitou de boa vontade a sugestão de Jetro de distribuir a liderança com a nação. Moisés também havia cooperado com a distribuição da liderança para os "setenta", sob a ordem de Deus, defendendo até o direito à liderança aos que haviam perdido a "posse". Nada nos registros parece indicar que Moisés ou Arão haviam tentado aproveitar sua exaltada posição como líder e sumo sacerdote para algum tipo de lucro ou vantagem pessoal.

Essa evidência nos leva a suspeitar dos motivos de Corá e seus associados. Moisés se opôs a Corá, usando suas próprias palavras: "Agora chega, levitas" (veja Nm 16:3, 7, NVI). Moisés sugeriu que o verdadeiro motivo por trás do movimento de Corá era o descontentamento com o grau de liderança já exercida por ele. Não satisfeito com o papel de líder levítico, ele aspirava ao sacerdócio. Como homem de considerável habilidade e influência em sua posição atual, ele naturalmente conquistou um auditório simpatizante entre muitos dos líderes de Israel.

Deve-se notar que Datã e Abirão, conspiradores juntamente com Corá, nem chegaram a discutir com Moisés face a face. Ao invés disso, eles dirigiram mais acusações contra Moisés por meio de mensageiros. Disseram que Moisés os havia iludido, tirando-os de uma existência fácil no Egito. Usaram termos descritivos que Deus havia reservado para a Terra Prometida. Existência fácil! Quão depressa eles haviam esquecido as exigências de trabalho irrazoável, os espancamentos abusivos, até mesmo a matança de seus próprios filhos. Então, à luz da acusação e das réplicas, como a nação poderia discernir qual partido estava certo?

Moisés e Corá concordaram em participar de um teste que lembrava os sacrifícios de Caim e Abel, ou a contenda entre Elias e os profetas de Baal. Aqueles que apoiavam Corá trariam seus incensários cheios de incenso, assim como Moisés e Arão. Então, o Senhor demonstraria quem havia escolhido, em verdade. No momento designado, Corá e os 250 líderes que o apoiavam compareceram com Moisés e Arão à entrada do pátio do tabernáculo.

O fato de que Corá chamou a congregação para testemunhar o evento deixa claro que ele acreditava sinceramente estar defendendo uma causa religiosa em que esperava triunfar. Esta era a ilusão de um coração invejoso e ansioso pelo poder! Ao invés disso, uma sentença de morte sobrenatural foi imposta sobre Corá, Datã e Abirão: um terremoto os tragou vivos e a suas famílias, e seus 250 partidários foram queimados até a morte. Deus falou claramente, mas a rebelião ainda não estava extinta.

Pense nisto: Quando as igrejas se dividem, e os líderes estão em desacordo, como podemos discernir quem está verdadeiramente seguindo a guia de Deus?

 II. Entre os vivos e os mortos, e o bordão florescido de Arão
(Recapitule com a classe Nm 16:41-5017.)

A Eleazar, filho de Arão, foi atribuída a tarefa de coletar os incensários dos rebeldes e convertê-los em lâminas para a cobertura do altar, que serviria como lembrança constante das consequências da rebelião. Foi um fracasso imediato. No dia seguinte, os descontentes dentro da congregação acusaram Moisés e Arão de assassinar aqueles que haviam morrido na véspera. Que insensato! Eles realmente acreditavam que Moisés e Arão tinham o poder de criar terremotos e chamar fogo do céu? Se não, por que a acusação? Nesse caso, como seria tolo desafiar alguém com tanto poder!

Pelo segundo dia seguido, Moisés e Arão intercederam pela congregação rebelde, quando Deus os advertiu a se afastar para que Ele pudesse destruir Israel. Arão correu através da congregação com seu incensário, símbolo da oração intercessora. Mesmo assim, quase 15 mil pessoas pereceram antes que a praga amainasse. No bordão florescido, Deus ofereceu misericordiosamente mais um exemplo da indisputável evidência de haver escolhido Arão como sacerdote. Cada tribo apresentou um bordão representativo, e todos foram colocados diante da arca da aliança. Apenas o bordão de Arão floresceu, significando a escolha de Deus. A rebelião estava terminada, mas que preço difícil a pagar pela educação!

Pense nisto: Como podemos ser intercessores efetivos por aqueles em nossa família ou em nossa igreja que se rebelam contra Deus?

Aplicação

Aplicação
Só para os professores:
 A rebelião de Corá e seus simpatizantes apresenta um exemplo claro do que acontece quando os servos designados de Deus são desafiados por aqueles que buscam somente poder e prestígio para si mesmos. Porém, às vezes os que foram nomeados para algum ofício sagrado se provam indignos de seu chamado. Os filhos mais velhos de Arão, os filhos de Eli, Caifás e Ananias são exemplos notáveis daqueles que não viveram à altura de seu chamado. Todos os reis de Israel, e muitos dos reis de Judá, viveram também em rebelião contra Deus. Como um cristão deve lidar com as situações em que alguém em posição de autoridade acima dele é infiel a Deus? Como o cristão pode evitar as armadilhas de Corá mas, ainda assim, se erguer contra a apostasia institucional?

Pense nisto:

A. Como Cristo nos instruiu a nos aproximar dos outros quando temos diferenças? (Mt 18:15-19)
B. Como Paulo interagiu com o sumo sacerdote que conduzia seu interrogatório? (At 23:1-5)
C. Que instruções Paulo deu a respeito das autoridades civis quando um dos regimes mais opressores da história estava no poder? (Rm 13:1-7)
D. Respeito à autoridade significa que somos desculpados de alguma responsabilidade moral pessoal em direção a Deus? (At 5:27-29)
E. Como Elias lidou com a liderança espiritual imperfeita? (1Rs 18) Que dizer de Natã? (2Sm 12) E Jeremias? (Jr 20:1-628).

Criatividade

Criatividade 
Só para os professores:
 Certamente, nenhum líder terrestre é perfeito e infalível. Se a perfeição fosse critério para liderança, não haveria nenhum líder, a não ser Jesus. Com a falta de perfeição, todo líder está sujeito a alguma crítica; porém, os cristãos são chamados a encorajar os líderes religiosos que, embora humanos e falíveis, ainda fazem seu melhor pela graça de Deus para levar avante Sua causa. Isso é não apenas um encorajamento para o instrumento humano que lidera, mas também uma expressão de confiança de que o verdadeiro Líder, aquele que faz a História, está ainda no controle.

Encoraje os membros da classe a fazer uma das seguintes tarefas nesta semana:

(1) Escrever uma carta encorajadora a um líder cívico que você pode honestamente elogiar por alguma realização, posição moral ou característica pessoal.
(2) Escrever ou ligar para um líder da igreja (pastor, ancião, funcionário da associação, etc.) para expressar apreciação por seu serviço.


Lição 7 – Luta pelo Poder - Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira

Este Comentário (completo) também é oferecido com uma formatação mais adequada para imprimir. Use seu processador de textos (de preferência MS/Word). Para leitura em Palm, você tem duas opções: o arquivo doc (padrão) lido pela maioria dos programas de leitura para Palm, e o arquivo em formato iSilo, que mantém as formatações do texto original.

Download do programa iSilo

Download do programa Acrobat Reader

Arquivo para Word

Arquivo para Palm, formato iSilo

Arquivo formato PDF

CasaNet

Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina
4º Trimestre de 2009


Lição 7 – Luta pelo Poder

Zinaldo A. Santos
Editor da Revista Ministério

Introdução

Em todo agrupamento organizado ou institucionalizado, há sempre o risco de que indivíduos se levantem contra a liderança. Há sempre elementos que se deixam seduzir por algum espírito rebelde e dominador, que os arregimenta em torno do estandarte da revolta. Geralmente, os argumentos que servem como base para tal atitude gravitam em torno de direitos supostamente usurpados ou negados e que precisam ser readquiridos, acusações de supostas ações ditatoriais, absolutistas e centralizadoras, lançadas contra o líder, questionamento de sua capacidade, pretenso desejo de liberdade, reivindicação por democracia, entre outros. No fundo, o que realmente motiva muitos levantes rebeldes é a paixão exacerbada, invejosa, ciumenta, egoísta e doentia, pelo exercício do poder.

O povo de Deus não está livre desse perigo. Nunca esteve. Sua história é pontilhada de exemplos da manifestação dele. Um desses exemplos, com suas trágicas consequências, é o embate entre o grupo liderado por Coré (Datã, Abirão e Om) contra Moisés e Arão.

Os revoltosos

Em seus ataques desferidos contra a liderança estabelecida por Deus, o inimigo nem sempre se vale de qualquer instrumento humano inexpressivo. Necessita de alguém inteligente, manhoso, hábil, sutil, manipulador, às vezes enérgico, que tenha influência sobre o ânimo de seus semelhantes e uma vontade férrea para levar avante seus projetos. Foi assim que ele escolheu Coré.

Coré era descendente de Levi (Êx 6:16, 18, 21; 1Cr 6:37, 38), "da família de Coate e primo de Moisés; era homem de habilidade e influência" (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 395). Conforme se pode ver nos Salmos 42, 44-49, 84, 85, 87 e 88, os filhos de Coré eram responsáveis pelo ministério da música nos serviços do santuário. Datã e Abirão eram filhos de Eliabe. O nome de Datã não é mencionado em nenhuma outra parte do Antigo Testamento. Há quem pense que Om se tivesse separado do grupo conspirador, pois também não volta a ser mencionado.

A rebelião (Nm 16:1-14)

Quatro argumentos específicos serviram como combustível para a conspiração. Os rebeldes procuraram dar a entender que Moisés e Arão (1) agiam como senhores sobre seus irmãos opondo-se aos seus direitos e privilégios como membros de uma santa congregação (2) no meio da qual o Senhor estava e na qual (3) cada um deles também era santo, consequentemente, (4) qualificado para o sacerdócio. Com a sutileza desses argumentos, os insurgentes conseguiram arregimentar 250 seguidores.

Nesse ponto, evidencia-se a verdadeira motivação de Coré: "Embora designado para o serviço do tabernáculo, descontentara-se com sua posição e aspirara à dignidade do sacerdócio. A concessão a Arão e sua casa do ofício sacerdotal, que anteriormente tocava ao filho primogênito de cada família, dera origem a inveja e dissabor..." (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 305). Na verdade, uma reprise da atitude de Lúcifer, no Céu.

A egoísta pretensão do exercício de poder sobre o povo, atribuída a Moisés, não se harmoniza com o comportamento desse honrado servo de Deus. Uma análise superficial de sua história é suficiente para convencer qualquer estudioso imparcial das Escrituras, que, longe de usurpar dignidade e responsabilidade, ele tinha-se mostrado disposto a recusá-las quando lhe foram oferecidas. Aquele que tinha sido capaz de dizer a Josué: "Tens tu ciúmes por mim? Tomara todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o Seu Espírito!" (Nm 11:29) não alimentava sentimentos de apego ao poder nem de domínio sobre o povo.

A reação do líder ao ataque a ele desferido (v. 4) revela sua profunda decepção diante da falsidade das acusações. Moisés e Arão não se impuseram como líderes do povo. Foram, isto sim, investidos nessa função pelo próprio Deus. Portanto, Coré e seus aliados estavam em desavença contra o próprio Deus. Procuravam arruinar os servos comissionados por Deus, para exaltar a si próprios. Deve ser lembrado que os sediciosos não estavam marginalizados no trabalho de Deus; receberam seu encargo no templo, porém, queriam algo mais que julgavam superior ao que haviam recebido. Talvez fossem ignorantes ou esquecidos do fato de que, na causa de Deus, não existe algo como "posição superior à outra". Existem ministérios distribuídos a bel prazer do Espírito Santo (1Co 12:11), todos importantíssimos dentro do plano de Deus.

Comentando as acusações lideradas por Coré, escreveu R. N. Champlin: "Na verdade, eles não queriam 'distribuir o poder'. O que eles queriam era a saída de Moisés e de Arão. [...] Não estavam querendo ser delegados. Queriam apossar-se do mando. A maioria das revoltas, dentro e fora da igreja, por algum tempo avança sob falsas alegações como essa. [...] Nem toda a congregação do povo de Israel era santa no sentido sugerido por Coré. Havia os que tinham sido consagrados para cuidar das coisas santas do tabernáculo. Eles eram santos no sentido sacerdotal; mas colocar homens comuns para cuidar de funções sagradas era um abuso contra o intuito e as instituições determinadas por Yaweh. Assim sendo, Moisés defendeu o caráter especial da casta sacerdotal (Nm 16:7)... Até hoje, no seio da igreja, embora todos os crentes sejam sacerdotes, nem todos atuam no ministério, e nem todos são ordenados para ocupar funções ministeriais. Jesus é o Cabeça da igreja; os apóstolos originais foram os Seus primeiros-ministros. O Novo Testamento ensina certa ordem de ministério e de autoridade. Não se trata de uma situação em que cada qual age como bem quiser" (O Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo, v. 1, p. 666).

"O Senhor fará saber" (Nm 16:5)

Está claro que a rebeldia capitaneada por Coré, Datã e Abirão atingia, em última análise, os planos, propósitos e determinações de Deus. E os insurgentes não pouparam esforços para difundi-la entre o povo chegando às raias da insanidade, apresentando-lhe Moisés como tendo iludido a todos, tirando-os de uma suposta fácil existência no Egito. "O estado dos sentimentos entre o povo favorecia os desígnios de Coré. Na amargura de seu desapontamento, voltaram-lhes as dúvidas, inveja e ódio anteriores, e de novo dirigiram queixas contra o paciente líder. Os israelitas estavam continuamente a perder de vista que se encontravam sob guia divina. Esqueciam-se de que o Anjo do concerto era seu diretor invisível, e que, velada pela coluna de nuvem, a presença de Cristo ia adiante deles, e dEle Moisés recebia todas as instruções" (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 395, 396).

Nesse estado, como poderia o povo decidir qual dos dois grupos estava certo? Moisés propôs o teste definitivo: "Amanhã pela manhã, o Senhor fará saber quem é dEle e quem é o santo que Ele fará chegar a Si; aquele a quem escolher fará chegar a Si" (Nm 16:5). Aqueles que apoiavam Coré levariam seus incensários cheios de incenso, assim como Moisés e Arão. Então, Deus revelaria quem era Seu escolhido.

Esse gesto de Moisés significava colocar o assunto em boas mãos. "O Senhor fará saber" – não diz uma palavra a seu respeito nem de Arão. A questão gira em torno da escolha do Senhor. Os 250 revoltosos foram postos face a face com o Deus vivo. Foram intimados a comparecer na Sua presença com seus incensários nas mãos, a fim de que todo o assunto pudesse ser inteiramente examinado e definitivamente resolvido diante desse grande tribunal. "Somente quem fosse escolhido pelo Senhor seria capaz de se aproximar dEle... Arão e seus filhos haviam sido escolhidos para o sacerdócio em Israel. A tribo de Levi se tornou uma casta sacerdotal e deveres tinham sido atribuídos aos membros daquela tribo. Yaweh tinha determinado todo aquele sistema, e nenhuma quebra seria tolerada", diz Champlin (Op. Cit.).

O fato de Coré ter convidado o povo para testemunhar o evento indica que ele cria sinceramente na legitimidade do seu movimento e que contava com a vitória. Em lugar disso, um terremoto os tragou vivos, juntamente com familiares e os 250 aliados. Porém, o texto de Números 26:11 informa que nem todos os filhos de Coré morreram. De fato, nos tempos de Davi, são mencionados descendentes dele (1 Cr 6:22, 23, 38). Alguns salmos são atribuídos a esses descendentes.

Memoriais (Nm 26-36-40)

Diante dessa tão assombrosa manifestação divina, seria plausível supormos que a rebelião estivesse erradicada. Mas, não foi assim. Eleazar, filho de Arão, recebeu a incumbência de recolher os incensários dos rebeldes para que fossem transformados em lâminas a fim de cobrir o altar, permanecendo aí como memorial. O Antigo Testamento apresenta outros memoriais rememorativos do amor de Deus, Sua graça e as bênçãos da aliança (Gn 9:13; 17:10-17; Nm 9:1-4; 15:38-41; Js 4:3-9). Há também os memoriais do sábado e da Ceia (Êx 20:8-11; Nm 31:54; Mt 26:13; Lc 22:19). As lâminas sobre o altar eram memoriais dos resultados daquela insurreição e, consequentemente, permaneceriam como advertência para que ela não se repetisse. Apesar disso, "no dia seguinte, toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do Senhor" (Nm 16:41).

"Então, falou o Senhor a Moisés, dizendo: Levantai-vos do meio desta congregação, e a consumirei num momento; então, se prostraram sobre o seu rosto" (Nm 16:44, 45). Essa foi outra oportunidade para Moisés. A congregação inteira estava outra vez ameaçada de imediata destruição. Tudo parecia irremediável. A longanimidade divina parecia ter-se esgotado, e a espada do juízo estava a ponto de cair sobre toda a assembleia. Então, julgava-se que no próprio sacerdócio que os rebeldes haviam atacado estava a única esperança para o povo; e que os mesmos homens que tinham sido acusados de matar o povo do Senhor eram os instrumentos intercessores diante de Deus em seu favor (Nm 16:45-48).

Aqui se torna bem claro que nada senão o sacerdócio podia valer a um povo rebelde e de dura cerviz. Arão, o sumo sacerdote de Deus, se ergueu entre os mortos e os vivos, e do seu incensário uma nuvem de incenso se elevou à presença de Deus. Aqui ele era figura de "Alguém" superior a ele mesmo – Jesus Cristo –, que havendo efetuado pleno e perfeito sacrifício pelos pecados do Seu povo, está sempre diante de Deus com toda a fragrância de Sua Pessoa e graça. O povo era devedor à intercessão de haver sido preservado das justas consequências da murmuração. Caso tivessem sido tratados meramente com base na justiça, tudo o que lhes restaria era a destruição. Porém, assim como na cruz, na intercessão de Arão e Moises, "a justiça e a paz de beijaram" (Sl 85:10).

Como diz o último parágrafo da parte correspondente ao estudo de quinta-feira, "só existem dois tipos de pessoas neste mundo, os vivos e os mortos, não os fisicamente mortos, mas os mortos espiritualmente. [...] Jesus Se põe entre os vivos e os mortos; Ele é a divisa, o ponto de transição de um grupo para outro. Unicamente por meio dEle podemos passar da morte para a vida."

O bordão que floresceu

Para que não restassem dúvidas quanto à liderança sacerdotal de Arão, Deus realizou mais um feito milagroso – Números 17.

O povo reagiu positivamente, afinal, embora o preço tivesse sido demasiadamente elevado. Permanece o fato de que o Senhor não mede esforços para salvar quem quer que seja.

Certamente, nenhum líder terrestre é perfeito e infalível. Se a perfeição fosse critério para liderança, não haveria nenhum líder, a não ser Jesus. Com a falta de perfeição, todo líder está sujeito a alguma crítica. E até podemos dizer que, em alguns casos, é o próprio líder humano estabelecido em alguma função quem peca contra Deus, ao tentar manipular coisas, situações e pessoas, a fim de se manter egoísticamente no poder, esquecido de que o controle de tudo pertence a Deus. Evidentemente, líderes com essa mentalidade, necessitam beber da inesgotável fonte da humildade exemplificada em Cristo Jesus (Fp 2:1-5). Somos apenas servos, independentemente da função que ocupemos.

Finalmente, os cristãos são chamados a encorajar os líderes espirituais que, embora humanos e falíveis, ainda fazem, pela graça de Deus, seu melhor para levar avante Sua causa. Isso é não apenas um encorajamento para o instrumento humano que lidera, mas também uma expressão de confiança de que o verdadeiro Líder, aquele que faz a História, ainda está no controle.


Estudo nº 07 – Luta pelo poder - Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks

Estudos da Bíblia: Quarto Trimestre de 2009

Tema geral:  O povo a caminho: o livro de Números

Estudo nº 07   Luta pelo poder

Semana de    07 a 14/11/2009

Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks

www.cristovoltara.com.br - marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

"Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia" (I Cor. 10:12)

 

Verso para memorizar: "O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda" (Prov. 16:18, NVI).

 

  1. Introdução – santo sábado, dia da aliança entre criaturas e o Criador

Retomando alguns pontos, importantes para este estudo. Quando saíram do Egito, eles não passavam de um enorme bando sob a liderança humana de dois homens: Moisés e Arão. Uns dois milhões de seres humanos dirigidos por duas pessoas, em média uma para cada milhão. A tarefa era impossível. Por isso havia lá, com Moisés e com Arão, o superior poder de DEUS, mas mesmo assim, na Terra a liderança era insuficiente.

Então aos poucos o bando foi sendo organizado em uma nação. Foram destacados 70 líderes para ajudar Moisés, e também mais líderes, os maiorais de 1000, os de 100, os de 50 e os de 10. Agora já temos uma boa hierarquia, DEUS acima de tudo, Moisés e Arão, os 70 auxiliares superiores e os líderes de grupos de pessoas.

Mas ainda era insuficiente para que tudo funcionasse sem transtornos. DEUS os organizou por tribos, seja para acamparem, seja para marcharem. No acampamento a barraca do Tabernáculo ficava bem no meio. Arão e seus filhos foram destinados para o sacerdócio. Moisés era o profeta, pelo qual DEUS falava aos sacerdotes e a todos. Os levitas cuidavam do Tabernáculo, de seus serviços (menos o que fora destinado aos sacerdotes), e do ensino do povo. Havia mais ou menos um levita adulto, com mais de 20 anos, para cada 90 pessoas, incluindo homens, mulheres e crianças, para o total de pessoas das outras tribos. Portanto, esses homens tinham condições de ensinar a multidão. Para isto, ainda devemos considerar as responsabilidades dos pais de família, que eram sacerdotes do lar, portanto, responsáveis pelo ensino dentro do âmbito do lar. Temos, agora sim, uma nação perfeitamente organizada. Imagine só o poder dessa nação: tinham leis perfeitas, dadas por DEUS, que é perfeito, eram dirigidos por DEUS, suas necessidades eram supridas por DEUS e tinham a proteção d'Ele. Também tinham uma organização sofisticada, conforme suas tribos e famílias. Quando acampavam, todos já sabiam seus lugares pré-estabelecidos, na hora de marcharem, todos já sabiam em que momento e lugar deveriam se posicionar. Portanto, era só a nuvem se levantar, e todos já sabiam perfeitamente o que fazer e como.

Compare esse povo com sua condição no Egito, escravos, desorganizados, sem liderança, sem perspectiva, sem esperança, sem honra nem dignidade. Que situação! Não tinham nada! Qual o futuro para um povo nessas condições? Sempre escravos, fadados a desaparecerem na exploração e na miséria. Agora, no entanto, tinham tudo, e com esperança de só melhorar, futuro garantido por um DEUS que demonstrara Seu poder contra seus inimigos e a favor deles. Eles eram a nação eleita por DEUS, o Criador de todas as coisas, não era qualquer um!

E aí, nessas condições, o que aconteceu? Levanta-se uma (ou mais uma) forte rebelião contra Moises e Arão, uma verdadeira conspiração para derrubar a liderança deles, instituída por DEUS. E todos sabiam que esses dois irmãos foram escolhidos por DEUS. E também sabiam que DEUS dirigia o povo por meios desses dois, dos 70 e dos maiorais de 1000, de 100, de 50 e de 10. Todos viram os grandes sinais feitos por meio desses dois homens diante de Faraó, sinais que levaram à libertação do povo. E viram como foi possível passar pelo mar vermelho, como puderam se alimentar esses milhares, durante meses e anos, no deserto onde nada se planta e nada se colhe. Comeram do maná, ganharam água, e quando pediram, receberam até carne (leiam o Salmo 106).

Ainda assim, dessa vez um grupo de homens não só murmurou contra os escolhidos de DEUS, e também contra DEUS, mas organizaram uma bem estruturada revolução para derrubar a liderança de Moises e Arão, e por tabela, a liderança de DEUS.

Quem fez isso? Coré (ou Corá, depende da tradução), Datã e Abirão, além de Om, que insuflaram mais 250 líderes do povo contra a liderança dos escolhidos de DEUS. Levantou-se uma oposição conspiradora organizada contra os líderes terrestres e o celeste, provindo do meio dos próprios escolhidos para cuidarem do Tabernáculo bem como do ensinamento do povo. Agora, reflita um pouco: quais são os inimigos mais perigosos? Os de fora, ou os que fazem parte do mesmo povo? Sempre os mais perigosos são os de dentro. Imagine então, como será nos tempos do alto clamor, quando a igreja de DEUS estiver dando o último alerta, para que saiam definitivamente os de Babilônia, que são servos de DEUS, mas que ainda permanecem em Babilônia! Será que é possível imaginar tal situação. Não precisa esforçar-se muito para imaginar, bem logo saberemos como isso vai ser.

 

  1. Primeiro dia: Rebelião (novamente)

Todos nós sabemos como satanás trabalha para conseguir seguidores. Em primeiro lugar, as pessoas geralmente não sabem que estão seguindo a ele, o diabo. Afinal, não sabem porque ele mente, dá a entender que pelas suas sugestões na verdade estão seguindo melhor a DEUS. tanto que próximo ao fechamento da porta da graça ele aparecerá personificando a JESUS CRISTO, para dizer que mudou os Dez Mandamentos. Todos aqueles que se voltam contra a verdade não tem outra opção senão mentir. Pois como pode alguém atacar a verdade, falando a verdade? Isso não é possível! Foi o que fizeram Coré, Datã e Abirão. Mentiram de forma nojenta. Disseram que "toda congregação era santa" e que cada um deles era santo" (duas mentiras que tinham por intenção dar a entender que muitos e muitos outros homens podiam ser líderes daquele povo), "O Senhor está no meio deles" (era verdade, mas não na intenção da afirmação, ou seja, eles estavam querendo insinuar que O Senhor estava com todos tanto quanto com Moises e Arão, e aí que está a mentira, pois o Senhor se relacionava com todos por meio de Moisés, e o povo devia buscar a intercessão pelo perdão por meio de Arão, e seus filhos), que "Moisés e Arão se exaltaram sobre a congregação" (essa foi a mentira mais cruel e ousada, pois os dois foram escolhidos por DEUS, aliás, Moises inicialmente nem mesmo queria fazer esse trabalho).

Para piorar, ainda acusaram a Moisés e Arão do retorno ao deserto, mas, pouco antes estavam por apedrejar Josué e Caleb, que queriam, tal como Moisés e Arão, entrar na terra Prometida. Portanto os dois irmãos estavam sendo acusados de algo que os acusadores mesmos criaram, e do que estes mesmos eram culpados. E não contentes com isso, ainda acusaram Moises de querer se fazer príncipe sobre eles.

Analise a situação. As acusações são muito fortes, mas todas falsas. Elas estavam tentando criar condições de rebelião total, de toda nação, para destituir os dois e em seu lugar colocar os três chefes da insurreição. Isso era uma revolução de luta pelo poder, coisa que satanás já havia feito no Céu. Agora, por meio desses revoltosos, satanás queria assumir o poder sobre o povo de DEUS. Como estratégia para consegui-lo, conquistou os corações de pessoas que já estavam descontentes com a realidade do retorno ao deserto. Ele levou essas pessoas a um estado de espírito de revolta contra a liderança estabelecida por DEUS. Ele, satanás, nas pessoas que lideravam a revolta, queria tomar o controle do povo escolhido por DEUS. Essa era a verdadeira batalha, o mais que se dizia ali, era apenas figuração para esconder a realidade última.

Ora, perceba isto, eles estavam próximos da Terra Prometida, certo? Alguns deles já haviam, trilhado por lá, certo? Sabiam o caminho. O povo já estava bem organizado. DEUS estava com eles. Que mais era necessário a um ambicioso por poder para derrubar Moises e Arão, e tomar a si a glória de liderar uma grande e poderosa nação a uma terra rica, que produz leite e mel? Do ponto de vista humano, era pegar ou largar; sim, do ponto de vista humano de um ambicioso, era o momento ideal para conduzir uma revolta para pegar e não largar mais. O povo ainda estava descontente do retorno ao deserto, da perspectiva de nele ficarem por décadas, os mais velhos sabiam que iriam morrer no deserto, o que tinham a perder com a revolta? Pouca coisa, mas se desse certo, estariam eles no poder dos milhares de Israel. É o drama da ambição e da ganância que torna cegas as pessoas que se deixam dominar por ela. Mas, nunca esqueça que por trás desse cenário de descontentamento e ambição havia uma figura sinistra e cruel: satanás, que queria tomar o povo escolhido das mãos de DEUS. E o povo, ingenuamente, estava criando condições muito favoráveis aos intentos de satanás.

Esse foi o caso, por exemplo, de John Harvey Kellog, nos tempos antigos da Igreja Adventista. Esse era um brilhante médico, profissionalmente bem sucedido. Mas era um homem orgulhoso de si, achava-se o mais importante de todos e era megalomaníaco. Ambicioso e ganancioso, veio a controlar o poder no sanatório da igreja. Isso que ele queria, dominar, ter poder, controlar a ponto que as coisas fossem feitas conforme a sua vontade. Devido a seus defeitos de caráter, mais tarde tornou-se panteísta, como aqueles que acham que DEUS está em todas as coisas. Revoltou-se contra a igreja, e apostatou porque não foi atendido em seu desejo de mudança da estrutura da igreja conforme a sua vontade. Foi um homem brilhante, que tinha tudo para realizar um excelente trabalho para DEUS, e assim salvar a vida espiritual (além da física que ele fazia como médico), mas nem ele mesmo se salvou. Ele queria o poder, pois teve poder para jogar a sua vida na morte eterna. E isso foi o que fez.

Que isso sirva de reflexão para nós nesses dias finais, pois seremos atiçados por satanás para repetir os erros do passado, justamente quando estamos às portas da vida eterna. Nunca foi, e agora muito menos é hora de disputar poder. Na igreja (como em todos os lugares) a luta pelo poder é algo bem comum, facilmente perceptível. Esse tipo de luta é impossível de esconder. Sempre é bom lembrar, estamos nós últimos anos (senão meses) de liberdade para fazermos escolhas sensatas, isto é, de sermos humildes e mansos como foi JESUS, nosso sacerdote e exemplo. Quando o fogo do desfecho se aquecer (pois já está aceso) então ficará difícil àqueles que já estão na igreja fazerem uma reforma moral.

 

  1. Segunda-feira: Se o Senhor fizer... algo totalmente novo

A revolução de Coré, Datã e Abirão focava um alvo: eles queriam o sacerdócio. Viam nele o poder máximo, cargo respeitado pela multidão, cargo importante de vestimentas diferentes e destacadas. Mas não tinham essa ambição para realizar um trabalho superior ao que já vinha sendo realizado, e sim, para terem poder.

Poder é algo que fascina. As pessoas o desejam, e muitas vezes, lutam por ele utilizando meios desleais e até violentos. Satanás caiu e causou tudo o que sabemos por ambição de poder.

Os três líderes revoltosos também queriam esse poder. Estavam, talvez sem o perceber direito, se aliando com satanás, inimigo de DEUS e deles mesmos (pois eram parte do povo de DEUS).  Mas para quê ambicionavam o sacerdócio? Queriam para se tornar importantes, dominar sobre o povo, serem os mais elevados na hierarquia de um grande povo. Imaginavam seu poder após a conquista de Canaã, estabelecidos como dominadores da nação, com um DEUS com eles que derrotava todas as nações. Imaginavam seus filhos, netos, etc., sucedendo-os, para sempre, no controle do poder. Ao menos essa era a prática entre os dominadores pagãos de todos os povos naqueles tempos.

Assim como não é fácil imaginar como seria a situação se Lúcifer tivesse destronado JESUS, e viesse a ocupar o lugar d'Ele, como seria esse governo formado por DEUS o Pai, pelo ESPÍRITO SANTO e por Lúcifer, também é impensável como queriam esses revoltosos ser sacerdotes depois de terem derrubado Arão do cargo a ele dado por DEUS. como falavam que esse era um povo santo, como por bom tempo se imaginavam no poder, insensatamente talvez imaginassem também, depois de tomar o sacerdócio pela força, exercê-lo contanto com o poder de DEUS. É muito comum pessoas racionalizarem suas imaginações e fantasias, e crerem nelas como sendo reais e factíveis, quando não passam de loucura, como era o caso em pauta. Se continuarmos com o raciocínio, veremos que eles queriam controlar até mesmo a DEUS (talvez não tivessem consciência desse ponto). Assim hoje é no mundo, Babilônia pensa que tem direitos que só JESUS possui, como o de perdoar pecados. Mas Babilônia acredita cegamente que de fato tem esse poder, e defende tê-lo com unhas e dentes, e ai de quem discorda. Isso se chama "operação do erro", quando as pessoas se tornam cegas pelas suas próprias ambições, e acreditam firmemente como verdadeiro aquilo que elas inventaram.

Então revoltaram-se contra Moisés e Arão, no entanto, estavam se revoltando contra DEUS. O DEUS do qual dependeriam se sua aventura desse certo, do qual precisariam para continuarem na liderança, insensatamente O tornaram como o alvo principal de sua revolta! Eles haviam visto a glória de DEUS no Sinai, e desde o Egito viram que Ele guiava o povo com grandes sinais de poder, por meio de Moisés e Arão. Agora, o que queriam era ocupar o lugar desses dois, além de contar com o poder que DEUS dava a eles. Louca insensatez, fruto da cegueira formada pela ambição ao poder.

Mas na verdade, o que estavam fazendo? Se revoltando contra o próprio DEUS. Esse foi o caso de Dudley M. Canright, nos tempos de Ellen G. White. Era um pastor, homem orgulhoso, e por não ter sido escolhido como presidente de um campo, abandonou a igreja e se tornou inimigo dela. Esse homem desejava o poder, a fama, o controle. Queria ser famoso, ser visto como alguém importante. O que conseguiu? Perder a vida eterna, e quem sabe, levar outros com ele, pois publicou um livro contra a igreja e contra EGW.

Muito cuidado a todos nós, pois o germe da ambição pelo poder ainda não foi derrotado. Ele, aliás, está mais ativo que nunca. É a maneira, não só de derrubar bons líderes na igreja, mas de prejudicá-la e de destruir a vida de muitas pessoas que de alguma forma forem influenciadas por tais pessoas. E todos aqueles que ambicionam o poder, mais dia menos dia se tornarão acérrimos inimigos da igreja e de DEUS, bem como de seu povo, pois seus intentos serão frustrados, como sempre foi, a história o revela.

 

  1. Terça-feira: Memoriais

DEUS é didático. Ele usa recursos interessantes para marcar conhecimentos importantes para o povo. Vários memoriais são descritos na Bíblia, tais como:

ð  o arco-íris, para que fosse lembrado que DEUS nunca mais destruiria a Terra por água, pois daquela catástrofe em diante iria chover regularmente com raios e trovões, e isso certamente assustaria os pós-diluvianos;

ð  a circuncisão, para lembrar de que eram um povo exclusivo de DEUS;

ð  a coluna de pedra de Jacó, na fuga de seu irmão Esaú, quando por sonho entendeu que DEUS estava com ele naquele lugar;

ð  O amontoado de pedras que Jacó levantou como divisa entre ele e Labão, um sinal de delimitação geográfica e de paz entre eles;

ð  a festa da Páscoa, para lembrar a Saída do Egito, e depois, a lembrança da morte de CRISTO para Se tornar Salvador, e lembrar também de que iremos nos assentar com Ele na Nova Terra para a ceia da vitória;

ð  As borlas azuis, para lembrar da presença de DEUS, e de serem fiéis a Ele;

ð  Das pedras comemorativas tiradas do Jordão, a lembrar do poder de DEUS por passarem em seco pelo rio;

ð  Dos sacrifícios de animais, para lembrarem do sacrifício de JESUS, para que tivessem seus pecados perdoados e pudessem ser salvos da morte eterna;

ð  Do sábado, para se lembrarem do Criador,

ð  O ouro de despojo de guerra de capitães como memorial para lembrarem de que DEUS dá as vitórias;

ð  A unção de JESUS pela mulher em Betânia, ficando seu feito para ser contado às gerações futuras, em memória do que ela fez, e que significava humilhação diante do Salvador;

ð  O pão e o vinho que JESUS tornou como sendo em memória d'Ele, de Sua morte por eles.

Esse memorial, das placas de ouro, foi mais um. No entanto, esse era um memorial dramático: eles deveriam lembrar de Coré, Datã, e Abirão, para não repetirem o mesmo erro, e portanto, não sofrerem as mesmas conseqüências.

Franklin Edson Belden foi um impressionante compositor nos tempos de EGW. Ele era capaz de, durante um sermão, compor uma música e sua letra, e com sua esposa cantar no final como apelo, tudo relacionado com o assunto. Em nosso hinário há hinos com suas letras compostos por ele, um deles é o 250, "Cantarei de meu JESUS".

Mas o que aconteceu a esse homem? Era emocionalmente instável, e envolvendo-se com uma desavença por problemas de corrupção em uma Associação (isso é normal entre seres humanos enquanto não houver a transformação total), não teve estrutura para suportar a pressão e abandonou a igreja. Hoje temos os memoriais dele, hinos que constam em nosso hinário, que nos lembram de JESUS, e também de que precisamos ser humildes diante do Salvador, e não cair junto com outros que não são dignos de cargo que muitas vezes ocupam na igreja ou em outras instituições.

  1. Quarta-feira: Entre os vivos e os mortos

As rebeliões seqüenciais depois da ordem de retorno ao deserto foram motivadas pela frustração de terem que passar mais uma geração de tempo no deserto. Estavam profundamente magoados com o que sofriam. Aqueles homens sabiam que ali morreriam. Aí, como a maioria das pessoas, estes também não suportaram assimilar a culpa de sua rebelião contra Josué e Caleb, e passaram a culpar Moisés e Arão. Sempre os outros é que são os culpados daquilo que nós provocamos, não é assim que funciona?

Foi então que ocorreu a revolta organizada de Coré e seus associados. Eles foram exemplarmente destruídos, no entanto, já no dia seguinte, outra vez o povo se revoltou contra Moisés e Arão. É quase inacreditável, digno de filme, mas é verdade. Eles murmuraram contra Moisés e Arão dizendo: "Vós matastes o povo do Senhor".

Mas como se pode admitir um povo assim tão rebelde? Só há uma explicação razoável. Tinham que transferir a culpa deles a alguém outro. Ora, haviam passado uns dois anos no deserto, com a Lei, sacrificando pelo perdão dos pecados, no entanto, o que aprenderam desse ritual todo? Parece que nada. Portanto, estavam retornando ao deserto para mais uns bons 38 anos, e aprender com mais realismo que não haviam entendido até então.

Eles queriam acreditar em sua imaginação. Em sua fúria, criam nas idéias que mais lhes favoreciam, tais como culpar os instrumentos de DEUS por seus infortúnios que eles mesmos criaram. Na verdade, talvez sem querer, em sua insensatez, estavam culpando a DEUS.

Então, para acordá-los, DEUS mandou uma praga entre o povo, e dentre eles, iam morrendo pessoas, uma após a outra, aos milhares. Moisés vendo aquela tragédia, mais uma, mandou que Arão, como sacerdote, corresse entre o povo com o incensário. Isso representava a intercessão de JESUS, e as mortes cessaram. Mas do tempo em que Moisés percebeu o que acontecia até que Arão fez a intercessão, morreram 14 mil homens.

O ato de Arão teve um significado importante, a morte de JESUS entre os homens, entre os mortos e os vivos. Arão corria entre mortos e vivos para que a praga parasse. JESUS foi crucificado entre duas pessoas más, um morto e um vivo. O morto é representado pelo ladrão que não se converteu a JESUS, pendurado numa cruz, pela sua própria decisão, estava condenado a morrer para a eternidade, mas o ladrão que se converteu, embora também sendo um criminoso, era um ser vivo, pois foi-lhe garantida a vida eterna. Ali no acampamento os mortos passaram a representar os rebeldes que não se arrependem de imprudências, e os vivos aqueles que se arrependem.

Nos dias de EGW havia um homem de nome Hazen L. Foss. Ele era bem espiritual, bom cristão. Mas, ao receber uma visão para transmitir aos demais irmãos, não o fez. Mais tarde, devia ter comunicado a visão a um grupo de pessoas, mas outra vez se esquivou de fazê-lo. DEUS lhe fez saber que se continuasse resistindo a informar a visão que recebera, o ESPÍRITO SANTO se retiraria dele. Mas ele, mesmo assim reteve o que sabia. Então o ESPÍRITO SANTO se retirou dele, pelo que, desesperado, aí sim, reuniu as pessoas para falar o que sabia. Porém, o que aconteceu? Não conseguiu falar. Ellen G. White recebeu o dom de profecia em seu lugar. Foss, que antes fora um bom cristão, perdeu todo o interesse em assuntos de fé e religião, e se perdeu para o mundo.

A que direção o estudo dessa semana nos quer levar? Cuidado com as imaginações férteis. Muitas vezes são pura fantasia, sem fundamentação alguma, no entanto, fomentadas por fortes emoções de frustração e raiva, facilmente se tornam realidade virtual, e as pessoas acreditam nelas como se fossem verdades incontestáveis. O pior é que elas passam a agir a partir dessas fantasias, e geram conseqüências por suas ações.

 

  1. Quinta-feira: O bordão de Arão que floresceu

Logo depois da nova mortandade daqueles 14.000, DEUS deu uma ordem. Tratava-se de algo como tirar a prova de quem era o escolhido de DEUS para o sacerdócio. Deviam trazer 12 varas para Moisés, uma por tribo, e que se escrevesse o nome do pai de cada tribo na respectiva vara, no entanto, na tribo de Levi, se escrevesse o nome de Arão. A vara que florescesse apontaria o escolhido de DEUS para o sacerdote.

Portanto, esse era um teste não só para indicar o sacerdote, também para mostrar quem jamais seria sacerdote, por isso DEUS determinou que escrevessem os nomes das tribos em cada vara, mas na vara da tribo de Levi, deveriam escrever o nome não de Levi, mas de Arão. Ou seja, o sacerdote era um homem da tribo de Levi e seus descendentes, e ninguém mais. Assim do mesmo modo como só JESUS poderia ser no futuro o Cordeiro e O Sacerdote.

E o que aconteceu? No outro dia a vara de Arão havia florescido, as outras não. Eram todas varas sem raízes e não foram plantadas na terra, nem foram regadas. A vara de Arão criou flores e frutos. Ou seja, isso simbolizava a escolha de DEUS, uma vara que era para conduzir espiritualmente o povo todo, os frutos simbolizando os bons resultados de quem obedecesse, pois o sacerdote era dirigido por DEUS, não agia por iniciativa pessoal.

Dessa vez DEUS agiu suavemente, e obteve bom resultado, pois eles chegaram a conclusão de que se continuassem com suas rebeldias morreriam bem logo no deserto, e não restaria mais povo de DEUS. A prova dos bordões foi eficaz.

Então, o que acha, DEUS não poderia ter evitado toda aquela mortandade fazendo essa prova antes daquelas rebeliões? Tudo indica que dessa maneira não daria resultado algum. Veja que a conclusão deles era de perecerem todos, concluíram isso após os resultados das rebeliões, portanto, só após verem os resultados dessas rebeliões que a prova das varas daria resultado positivo. Portanto, antes que a prova simples pudesse ser aceita, teve que DEUS permitir que cometessem vários erros e que sofressem as conseqüências para só então entenderem o quanto estavam errados, e que na verdade estavam se voltando contra DEUS, não contra os líderes humanos.

Esse é o grande perigo em nossos dias, termos idéias que não são fundamentadas em escritos, mas pensarmos que são. É o caso da Trindade (e outros). O ESPÍRITO SANTO é DEUS como o Pai e JESUS, isso está na Bíblia e no Espírito de Profecia. E é simples e fácil de entender. No entanto, quando alguém, por motivos diversos, resolve entender de modo diferente, e brinca com tal entendimento por algum tempo, daí em diante não consegue mais admitir que sua idéia anti-bíblica esteja errada. Errados estão aqueles que não concordam com ele e seu grupo. Para todos os demais o erro é óbvio, mas para essas pessoas não é, e não há nada nesse mundo que os faça mudar de idéia. Triste situação. Dá para mudar? Sim dá, mas requer humildade.

 

  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Os estudos dessa semana devem resultar em alerta para nós, povo dos últimos dias. Nós não melhoramos em nada em relação àqueles israelitas que atravessavam o deserto. Pelo contrário, temos uma carga maior de degeneração sobre nós, são mais uns 3 mil anos de pecado acumulado até chegar aos nossos dias. Adicione-se a isto a ação mais intensa de satanás em nossos dias que naqueles. Estamos indo para o desfecho.

Vamos simular uma situação. Imagine um grupo de pessoas, uma dessas pessoas é pastor, outro um ancião, outras duas um casal de cantores e ainda dois obreiros bíblicos. Vamos supor que essas pessoas trabalhem normalmente para a igreja, no entanto, nesses dias finais, não são assim tão cuidadosas para com as coisas de DEUS. E não há nada de surpreendente nisso, pois tal hipótese é uma realidade bem freqüente.

Então acontece algo na igreja que as envolve emocionalmente. Houve uma decisão da parte de superiores que prejudicou esse grupo de pessoas. Elas, um tanto descontentes pela injustiça, reúnem-se com alguma freqüência para trocarem idéias sobre a injustiça, e em vez de tratarem sobre como superar, ficam lamentando, e alimentando rancor. E veja que injustiças são freqüentes entre o povo de DEUS, pois aqui ainda somos humanos, e erramos com freqüência, muitas vezes erros deliberados, como aqueles que visam acumular poder.

Então o que mais acontece? Enquanto estavam assim se enfraquecendo no poder da fé, sai o decreto dominical. Com ele vem uma crise econômica sem precedentes, que leva o país todo a dificuldades extremas, fome e pestes aparecem por todos os lados, além de saques e crimes. Nesses dias, quem não estiver firme na fé, facilmente sucumbe. O que possivelmente acontece às pessoas desse grupo? Como estavam fragilizadas em sua fé, desgostosas pelo ocorrido, talvez até um tanto revoltadas, sentem grande dificuldade para suportar a última provação sobre o povo de DEUS, que se chama sacudidura. A sua revolta aumenta, em razão dos problemas a mais que com esse decreto fez aparecer, por isso se afastam da igreja e se tornam inimigos de seus antigos irmãos. Essa, em casos assim, é a maior possibilidade.

Por isso que JESUS disse que devemos vigiar e orar todos os dias. Devemos estar sempre preparados a suportar pequenos problemas para quando vierem os grandes problemas, fiquemos firmes e em pé. Na verdade esses grandes problemas, leis opressoras e decreto dominical estão bem mais próximos de nós do que talvez estejamos imaginando.

 

escrito entre:   02/10/2009 a 03/10/009 - revisado em   06/10/2009

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

 

FONTE: http://www.cristovoltara.com.br/

Lição 06 - Disposições para o futuro - Comentários de Gilson Nery

Lição 06.  Quarto trimestre. 31 a 10 / 11 / 009

Comentários de Gilson Nery

Esc. Sabatina.

 Disposições para o futuro

 É preciso que se note, que todas as disposições existentes naquele sistema ritual alegórico e festas eucarísticas da época patriarcal e levítica, assim como todas as funções exercidas no Santuário de Israel, não tinham que ver apenas sobre um Salvador futuro, mas, também, sobre um Salvador presente e, que, em sentido bem literal, já Se encontrava entre eles como o Cordeiro prometido desde a fundação do mundo, e, até mesmo, desde antes dessa remota época. Ver Apc. 13:8; I Pd. 1:18-20 e Isa. 53:7, e, veja esta novidade em aplicação das profecias messiânicas de Isa. 53; veja, também I Cor. 10:3-4. Com todas aqueles disposições alegóricas e simbólicas e, em seu aspecto escatológico, o Próprio Cristo, já naquela época e durante todo aquele sistema, estava atraindo aquele povo para Si, como um Salvador presente e, que, no futuro, daria literalmente falando, a Sua vida por toda a humanidade, derramando assim o Seu precioso sangue até a morte como o Cordeiro de Deus que tem o poder de tirar o pecado do mundo. É preciso, portanto, que se enfatize este aspecto de um Salvador e de uma salvação já presente naquela época e em todas as épocas e lugares e não apenas disposições para o futuro daquele período; note que a linguagem em Isa. 53 tem um sentido presente e, isto não é apenas uma questão de estilo de profecias escatológicas, mas tem um sentido de um Salvador e de uma salvação já presente naquela dispensação alegórica provisória. Observar que Cristo Se apresenta em Seu Evangelho como o Grande "Eu Sou," da história da salvação, no passado, no presente e no futuro, ficando assim, justificado o significado teológico da palavra : "Eu Sou," ou seja, Passado, presente e futuro, a mesma coisa para Deus, ou ainda: "A Presença Eterna." É claro que em alguns detalhes daquela sistemática sacrifical e sacerdotal, existia um futurismo legítimo, mas, precisamos ser muito cuidadosos para não aplicar um futurismo exclusivo e deixarmos aquela época sem um Salvador, sem uma salvação plena e unicamente pela graça de Cristo e sem as obras da lei, Um Intercessor exclusivo e Único de méritos apenas para o futuro. O Pior mesmo tem sido o fato de que a maioria tem apresentado os sacerdotes, profetas e outros homens e mulheres de Deus como intercessores daquela época e, pouco ou nada tem sido focalizado do Messias das profecias e de todas as disposições, como o Salvador Único, Intercessor Único e Exclusivo, de méritos, já naquela época e de todas as épocas e de toda a história. Ainda existe um resquício de legalismo e de descentralização da Pessoa do Messias em nossas pregações e em nossa teologia; todas aquelas funções humanas; toda aquela sistemática ritualística e alegórica, todas intercessões humanas, tudo era apenas simbólico, nada era real e meritório; embora Cristo naquela época ainda não exercesse uma função Sacerdotal, Ele já era o Único Intercessor e Mediador de méritos daquela época, ninguém mais.

Disposições para o futuro, bem que poderia está associada com mais uma palavrinha chave: Disposições para o presente e em todas as épocas, e, inclusive para o futuro. Em se tratando de algum mérito, nunca existiram sacerdotes, sacerdócios ou intercessores, apenas e exclusivamente, o Deus Unigênito como o Cordeiro de Deus de toda a história, e Seus méritos, o resto era e é, apenas simbologia, nada mais além disso.

 Verso para memorizar: Note bem o seguinte: Quando a tradição e a cultura de uma época ou lugares, contradiz os claros assim diz o Senhor, é nosso dever sagrado, dizer um enfático e imperativo não á cultura e a tradição. Ver Mt. 15:3 e 9. Deus conduziu o Seu povo pelo deserto e pelo deserto, para que este desaprendesse o que tinha aprendido no Egito e sua cultura e tradições, inclusive o próprio Moisés que tinha sido um universitário naquele pais, precisou passar por esta experiência de desaprendizado, no deserto de Midiam, antes que se tornasse o líder do povo de Deus. A cultura e o intelectualismo eles tem o seu lugar na obra de Deus, mas, em seu lugar indevido, são verdadeiras maldições para a humanidade; não é a Palavra de Deus que deve se adaptar a cultura e as tradições dos povos, mas sim, as culturas e as tradições humanas é que devem se adaptarem ao que Deus diz em Sua Palavra.

 Parte de domingo. Gratidão.

 É extremamente paradoxal, mas a oferta indigna, poluída e pecaminosa, é a que Deus mais anseia receber dos Seus filhos, que estranha oferta é esta? É justamente aquela que não temos condições de dar a Deus, ou seja, o nosso coração; veja estas palavras dadas por inspiração: "...Então a linguagem da alma será: Senhor, toma meu coração, pois não posso dar; é Tua propriedade; conserva-o puro, pois não posso conservá-lo para Ti." Ver Parab. 159:3; é a partir deste contexto que Deus diz a cada um de nós: "Dá-me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos observem os Meus caminhos." Prv.23:26. Toda aquela sistemática de ofertas de gratidão, particularmente as ofertas de cereais, tinham como objetivo, ganhar o coração do povo; o nosso coração pulsa em média, 80 vezes por minuto, portanto, temos 80 razões por minuto para sermos gratos a Deus; em apenas uma hora de vida, temos 4800 razões para sermos gratos a  Deus pelos movimentos vitais do nosso coração, e em 24 horas, 115.200 vezes ou razões para sermos-Lhes gratos.

Perg. 01 – Na oferta de cereal, devemos ver Cristo o Cereal da vida, Ele é "Fina Flor de farinha," do Evangelho. Talvez, se Caim, ao oferecer a sua oferta de cereais e frutos da terra e do seu trabalho de lavrador, tivesse tido em mente o Messias vindouro como o Cereal da vida, teria sido aceito e sua oferta.

Perg. 02 – A Bíblia diz que todos os vestidos do Príncipe dos príncipes Celestial, cheiram a mirra, a aloés e a cássia, desde os Palácios de marfim de onde O alegram" Sl. 45:8, e, é somente tendo Este Príncipe em nossa vida, que poderemos emitir este cheiro de vida para vida, sobre aqueles que nos rodeiam; precisamos levar a vida de passeios através dos compartimentos do Santuário Celestial ou Palácios de marfim do Príncipe dos príncipes, para que possamos exalar o perfume de Suas vestes sobre o mundo tão mal cheiroso como é o nosso mundo. É, depois que nos colocamos no altar de sacrifícios como oferta suave de sacrifício vivo a Deus, que podemos adentrar os compartimentos deste Palácio Real Deste Príncipe Celestial.

 Parte de segunda feira. O estrangeiro em sua terra.

 Perg. 03 – Note bem o sentido deste texto: Em se tratando de salvação e de relacionamento da alma com Deus, não há diferença de nenhuma espécie, seja estrangeiro ou seja macho ou fêmea, nisto, são todos iguais, note bem, neste aspecto; Cristo é tudo em todos. Cl. 3:11.

Perg. 04 – Notem bem o que diz Deus neste texto sobre os estrangeiros ou pessoas que não são do nosso mesmo credo: Os que escolhem o que agrada a Deus e abraçam a Sua aliança, isso está claro demais para que não possa ser entendido!

 Parte de terça feira. Pecados de ignorância.

 Perg. 05 e nota. Pecados por ignorância e por esquecimento. Ver Trad. Figueiredo; assim como o pecado pode envolver toda a congregação, o perdão, também, abrange a todos em seus efeitos de bênçãos. Ver o verso 26.

Perg. 06 – Ignorância, ou seja, ignorâncias. Existe a ignorância voluntária, que é aquela em que a pessoa não quer deixar de ser ignorante, ele prefere não conhecer ou adquirir o conhecimento dos caminhos do Senhor e de Sua Verdade, para não assumir responsabilidades; a pessoa que assume tal postura é tão culpada dos seus erros de ignorância como aquele que sabe o que deve ser feito e não faz, este é o cego que não quer ver; é a pior espécie de cegueira que existe. A outra espécie de ignorância é aquela em que a pessoa não teve oportunidade de obter conhecimento  e pratica erros, ou pecados por ignorar se era pecado ou não aquilo que pratica de errado; em ambos os casos, estas classes estão cometendo pecados, e, existe, ainda, a classe que tem o pleno conhecimento da verdade e não pratica esta verdade; este é o pecado consciente, e, ainda existe uma outra classe de pecadores insuportáveis e intoleráveis para Deus, e, esta é a classe que possui o pleno conhecimento dos caminhos do Senhor, mas zombam em espírito de desafios, arrogância e afoitamente, a autoridade divina; esta era a classe que Deus mandava eliminar de imediato para que o Seu povo não fosse contaminado por esta maldição e fosse preciso ser eliminado, também, era uma medida de misericórdia da parte de Deus; para esta espécie de pecados e pecadores, não existia e não existe expiação. Ver Heb. 10:26-29. Deus perdoa a qualquer que pertença a qualquer destas classes, desde que haja o aceite do Seu dom do arrependimento, mas, e isto é de vital importância que se saiba, a classe dos afoitos e arrogantes que desafiam à mão levantada, a autoridade divina ( e existe varias formas de se fazer isto ), por já terem ido longe demais em suas rebeliões voluntárias, não tem mais condições ( e nem mesmo querem estas condições ) de retorno, as suas consciências estão cauterizadas e estão decididos a prosseguir em seus caminhos; estes são, até certo ponto, aqueles que foram classificados por Cristo, como os blasfemadores contra o Espírito Santo, e, muitos,já deram os primeiros passos neste caminho, embora ainda tenham esperanças de retorno. Amém!

 Parte de quarta feira. Pecados de desafios.

 Perg. 07 – Já respondido na perg. 06. Mesmo no que diz respeito ao pecado à mão levantada, era a persistência neste estado de coisas que Deus não tolerava e punia com a pena máxima. Comp. c/ Heb. 10:26-27;Apc. 2:21.

Perg. 08 – Deus estava criando uma conscientização geral em se tratando desta espécie de pecados e, por este motivo ordenou que a punição fosse participativa à todos; a lição para nós hoje: não conformidade com o erro, especialmente certos erros que poderão trazer perdas de almas pelas suas conseqüências, se tolerados. Veja para estes textos as traduções da Bíblia de Jerusalém, Monges Beneditinos e a trad. Brasileira. Ob.: Deus tinha em mente, o futuro do Seu povo, ao trazer estes juízos sobre estes elementos; era uma medida de prevenção para o presente e para o futuro.

 Parte de quinta feira. Borlas azuis = Cordão azul.

 A essência e o principio envolvido nesta orientação divina, era que, precisa existir uma distinção e uma linha de demarcação entre os servos de Deus e os que não O servem, no que diz respeito, particularmente e neste caso, aos seus trajes e aparência exterior; Muitos dizem que apenas o interior é necessário, o exterior não tem importância, mas, o exterior revela, quase sempre, o que existe no interior; Deus quer que existe uma distinção entre os bons costumes cristãos o os costumes mundanos, no que diz respeito, também, a aparência exterior; isto não significa, naturalmente, que tenhamos que repudiar toda e qualquer espécie de trajes modernos, mas, muitos destes trajes precisam ser repudiados pelo Israel espiritual de Deus hoje. Imaginem um homem cristão usando sapatos femininos, trajes femininos ( saias, rendinhas e laços nos cabelos..., e, outras características femininas; imaginem uma mulher cristã, completamente masculinizada em seus trajes e comportamentos! E, o que dizer das barriguinhas e umbigo de fora, assim como os decotes dianteiros em que se exibem os seios e os decotes nas parte das costas! Por ventura nestes costumes se encontram os cordões azuis das recomendações divinas? Onde estão nisso tudo os cordões azuis das recomendações divinas? Não é mais necessário? Deus mudou ou foi a igreja que se acomodou no erro e não mais late, ou seja, está muda como os cães mudos que não latem mais conforme Isa. ? 56:10.

Perg. 09 – O cordão Azul – Nós precisamos nos lembrar que não somos mundanos, e, Deus quer que a nossa aparência exterior se coadune com o nosso interior cristão. A verdadeira aplicação do significado do uso do cordão azul se encontra em M. Esc. 2, 473:3; é muito bom que seja lido por todos.

Perg. 10 – O destaque bíblico era o cordão azul.

Nota da perg. 10, terceiro parág. : Cuidado com este raciocínio, ele está quase beirando ao costume de usar crucifixos pendurados nas roupas, pescoços e demais partes do corpo.

 Que tudo em nós fale de disposições de salvação para o presente e para o futuro e, que o espírito de gratidão reine em nosso coração, que o perdão de Deus seja presente na nossa vida, que jamais venhamos a cair no pecado da mão levantada e que, até mesmo a nossa aparência exterior e nossos trajes, tenham o poder de um testemunho cristão sobre todos os que nos vêem. Amém. !

 Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.

E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.

Estado de S. Paulo.Brasil.

 Classe Universitários

www.oestadio.com/escola.shtml

 FONTE: http://www.oestadio.com/escola_GNcoment6.htm

Futuro com Esperança

Futuro com Esperança

O evangelismo via satélite "Futuro com Esperança", com o Pr. Mark Finley, é a coroação de todos os esforços evangelísticos do projeto Impacto Esperança.

As transmissões ao vivo representam uma maneira moderna da Igreja Adventista comunicar-se com o mundo e entre si. Ao investir nesta estratégia faz-se um investimento que será usado durante muitos anos.

Todos os tesouros do Universo estarão abertos ao estudo dos remidos de Deus. Livres da morte, eles levantarão vôo incansável para os mundos distantes – mundos que se agitaram de tristeza ante o espetáculo da desgraça humana, e explodiram em louvor ao ouvir a notícia de uma pessoa resgatada do mal.

Ao transcorrerem os anos da eternidade, virão mais e mais gloriosas revelações de Deus e de Cristo. Assim como o conhecimento é progressivo, também o amor, a admiração e a felicidade aumentarão. Quanto mais os seres humanos aprendem sobre Deus, mais admiram Seu caráter.
 (Texto adaptado do livro "O Grande Conflito" página 678)

Os temas podem ser baixados em áudio, acessados em vídeo (também para download), ou em apresentações powerpoint, nos links abaixo: 

01) - 24/10/09 - Livro de Esperança  (Vídeo) (PPT)
02) - 25/10/09 - Mensagem de Esperança (Vídeo(PPT)
03) - 26/10/09 - O Significado da Esperança  (Vídeo) (PPT)
04) - 27/10/09 - Eco da Esperança  (Vídeo) (PPT)
05) - 28/10/09 - Um dia de Esperança  (Vídeo) (PPT)
06) - 29/10/09 - O Símbolo da Esperança  (Vídeo(PPT)
07) - 30/10/09 - O Povo da Esperança  (Vídeo) (PPT)
08) - 31/10/09 - A Terra de Esperança   (Vídeo) (PPT)

Outros materiais:

a) Sermões 
b) Sermonário


"Como folhas de outono..." 17

"Como folhas de outono..." 17

Série de palestras conduzidas pelo Dr. Sang Lee, que conheceu a Mensagem de Saúde revelada pelo Senhor com um de seus pacientes. Impressionado com os escritos de Ellen G. White, que contando mais de 100 anos de existência, versava sobre descobertas que a ciência estava recém comprovando, o Dr. Sang Lee colocou as instruções de saúde do Espírio de Profecia à prova, com resultados tremendos. Hoje ele é adventista, faz palestras sobre saúde em vários países, e com os princípios de saúde dados por Deus a Ellen G. White, tem curado pessoas com diversas enfermidades, incluindo diabetes e câncer.

Presidente da Korean Newstart Program e professor do Instituto Weimar da Califórnia, o Dr. Lee traz nestas palestras singulares informações sobre saúde.

1) - Gratidao, endorfinas e exercicios - Vesícula e diabetes
2) - Câncer e depressão - Cafeína, adoçante e água
3) - Câncer e gens - Diabetes e insulina
4) - Amor, perdão e doencas auto imunes
5) - Descanso e restauracao - Parte 1
6) - Descanso e restauracao - Parte 2

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo o "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

[Extraído de Sermões Online]

Outras programações "Como folhas de Outono...", aqui.

E conhecereis a Verdade...

E conhecereis a Verdade...

Dirigida pelo advogado Mauro Braga de 54 anos, a série de estudos ora veiculada é resultado da classe bíblica iniciada na IASD Tatuapé e que hoje funciona na IASD Brooklin, todas as quartas-feiras, às 20 horas. Mauro Braga era membro da igreja do Belém e logo após o seu batismo, preocupado em evangelizar a família, decidiu se preparar para dar estudos bíblicos.

O que chama a atenção na série que resultou desta preparação, segundo o próprio palestrante, talvez seja a linguagem simples e direta com que os temas são ministrados e a forma de abordagem.

O estudo é todo contextualizado e adaptado ao dia-a-dia de gente que, de outra forma, não se interessaria pela mensagem bíblica. "Antes de tudo, me preocupo em remover as barreiras que nos impedem de falar às mentes secularizadas. Uma delas é o próprio preconceito contra os evangélicos", diz Mauro Braga. "A par da doutrina, também procuro introduzir nos estudos o testemunho pessoal de uma mudança de princípios e valores que tornou minha vida melhor", conclui o advogado. (Adaptado da Revista Mais Destaque)

Os temas abaixo estão disponíveis em áudio, tanto para acesso online, como para download.

01) - A origem do mal 

02) - Plano da Redenção I

03) - Plano da Redenção II

04) - Sinais dos tempos

05) - Volta de Jesus

06) - Milênio

07) - Nova Terra

08) - A Lei de Deus

09) - Sábado I

10) - Sábado II

11) - Após a morte

12) - Textos mal interpretados

13) - Quem é Ele

14) - O Espírito Santo

15) - Anjos maus

16) - Dom de línguas

17) - A besta

18) - A Igreja verdadeira

19) - O Espírito de Profecia

20) - O pecado contra o Espírito

21) - O Batismo

22) - O Dízimo

23) - A Bíblia

24) - Como conhecer a Deus

25) - O sofrimento é castigo de Deus

26) - Quem entregou Jesus

27) - Como lidar com as tentações

28) - A importância de conhecer a verdade

29) - Os anjos

30) - Perdão


É bom relembrar o convite à duplicação da mensagem, seja presenteando um familiar, amigo ou conhecido com um simples CD, seja "linkando" estes pela web ou email neste espaço. Assim, atenderemos ao "ide" do Mestre.

Descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

[Material publicado sob a autorização expressa do palestrante]

Downloads - Importantes - Material de estudo sobre profecias

Menu Principal

Downloads - Importantes - Material de estudo sobre profecias

Menu Principal

Downloads - Importantes - Material de estudo sobre profecias

Menu Principal


Downloads - Importantes - Material de estudo sobre profecias

Material de estudo sobre profecias

Estou fundindo a partir de hoje dois posts independentes que eram veiculados neste espaço todas as semanas, em função do acréscimo do Seminário de Santificação às terças feiras. São eles:

O Decreto Dominical: Quanto tempo mais?


Associação Paulistana promoveu neste último final de semana um Seminário de Liberdade Religiosa dirigido pelo Prof. Sikberto Renaldo Marks, comentarista da Lição da Escola Sabatina, estudioso das profecias bíblicas e mantenedor do site Cristo Voltará.

Todo o vasto material de pesquisa, em parte analisado nos temas supra durante o Seminário, foi gentilmente disponibilizado pelo palestrante e pode ser baixado livremente em nosso site de armazenamento, para estudo e duplicação, tendo em vista a necessidade do corpo da Igreja interar-se do tempo em que vivemos, a realidade que nos cerca e a que se aproxima.

1) - As profecias atuais
2) - 
As profecias atuais II
3) - 
Profecias, condições do fim
4) - 
Religião
5) - 
Nova Ordem
6) - 
Profecia
7) - 
Tendências no mundo

Os arquivos foram carregados em formato compactado (.zip) e, caso seja necessário, um descompactador gratuito pode ser baixado aqui.

A Música na Igreja

A música é um poderoso recurso para inúmeras utilidades. Serve tanto para aproximar da pureza de DEUS quanto para o sensualismo mundano; para ensinar preciosidades como para aviltar; para elevar culturalmente como para rebaixar o comportamento moral, para separar do mundo e aproximar de DEUS como para associação com o mundanismo, para louvar a DEUS como para homenagear a satanás. Tudo na vida que se faz com música não é igual ao que sem faz sem ela. Sempre há algum tipo de propulsão havendo música. Poderosa, influencia a nossa mente, é forte recurso para a formação de princípios e hábitos de vida, seja para o bem, seja para o mal. A música jamais é neutra, ou é útil para elevar nossos referenciais de vida, ou para rebaixá-los.
...
Download do artigo em formato .doc

O tema é amplo e, penso que tem sido dada pouca atenção às suas reais implicações, muito pelo contrário, tem se caminhado rapidamente para o modelo pentecostalista, o que pessoalmente me parece um grande, um enorme erro.

Em complementação ao estudo supra articulado, podem ser acessados ainda, também de lavra do Prof. Sikberto Marks, os seguintes artigos, indispensáveis:

1) - Princípios da música de louvor 
2) - Ellen G. White e a música
3) - 
A música prevista profeticamente 
4) - Adoração a quem?
5) - Teste da música

Outro material que penso deveria ser distribuído em profusão em nossas igrejas para que as pessoas se posicionem conscientemente sobre o tema, que já nos afeta de forma absolutamente clara.

Para aqueles que tiverem facilidade com o idioma inglês, sugiro acessarem também o material do palestrante Brian Neumann, que esteve no Unasp II/EC no início deste ano explorando o tema da música e que pode ser acessado em "Conselhos sobre música".

Downloads - Importantes

Downloads:


Palestras Sobre Profecias pelo Prof. Sikberto R. Marks (Fonte - IASD Moema)

Programação realizada na IASD Moema, no período de 09 a 11 de Outubro de 2.009, tratando da temática infra relacionada. Os materiais estão disponíveis para download em áudio e vídeo, bem como para acesso online nestas mesmas mídias.

a) A Nova Ordem Mundial (Áudio) - (Vídeo)

01. A Nova Ordem Mundial - a luta pelo domínio político e religioso em contraposição à busca da 'paz e segurança': da queda do Império Romano até o Armagedon

02. Todas as igrejas deverão mudar, exceto a ICAR

b) As Duas Últimas Pragas (Áudio) - (Vídeo)

03. O desfecho do grande conflito – as últimas duas pragas

c) Continuação dos Estudos das Profecias (Áudio) - (Vídeo)

04. Dia do Senhor, dia da família – a santificação do domingo para salvar o planeta do colapso geral e obter 'paz e segurança.

05. A Cúpula de Moscou – a preparação das primeiras leis opressoras.

06. A visita do papa aos EUA - alianças estratégicas dos três poderes globais.

07. Crise econômica global – significado político e religioso da situação econômica global segundo as profecias.

d) Santificação para Receber Jesus (Áudio) - (Vídeo)

08. O cenário antes do decreto dominical: articulações para combater o povo de DEUS.

09. Intimidade para amar e ser feliz – o significado dos Dez Mandamentos para os últimos dias nessa Terra.

10. Santificação para receber JESUS – apelo final

Material de Estudo Sobre Profecias - Prof. Sikberto R. Marks (Fonte: Diário da Profecia)


Conselhos Sobre Música por Brian Neumann (Fonte: Diário da Profecia - material em Inglês)


Musicas Sacras Antigas - A Voz que Clama no Deserto


Nos Bastidores da Mídia por Michelson Borges (Fonte: UNASP)

Apresentação em Power Point (28,305Mb)

Arquivo de áudio (9,91Mb - MP3)


Palestras sobre O Uso de Tambores na Adoração com Gilberto Theiss

Palestras em áudio realizadas na IASD de Taquaritinga-SP (Vila). Os temas são específicos em tratar sobre o que a bíblia diz a respeito do uso de bateria na adoração musical.

Baixe e ouça na ordem como consta abaixo:

Dia 06/02 (Sexta) - Introdução: A Influência da Música (Baixar)

Dia 07/02 (Sábado de manhã) - Tema: O Uso de Bateria na Igreja (Baixar)

Dia 07/02 (Sábado a tarde) - Tema: Cristãos Místicos (Baixar)

Tema: Ellen White e o Uso de Tambores em Indiana (Baixar)

(Observação: Os links abaixo remetem para um sítio externo ao Música Sacra e Adoração. Caso note algum problema, agradecemos por nos informar.)