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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Lição 09 - “Não confie em palavras enganosas”: os profetas e a adoração - Lição - Auxiliar e Comentários de Vários Autores

Lição 9

20 a 27 de agosto

 


 

"Não confie em palavras enganosas": os profetas e a adoração

 

Casa Publicadora Brasileira – Lição 932011

 


Resumo da Lição


Texto-chave: 
Miqueias 6:7, 8

 

O aluno deverá...
Saber:
 A essência do que Deus requer de nós, para poder aceitar nossos atos de adoração.
Sentir: Compartilhar do senso de indignidade de Isaías, seu desejo de purificação e sua vontade de servir, em resultado de estar diante do Deus todo-poderoso, santo e glorioso.
Fazer: Agir com justiça, amor e misericórdia, e andar humildemente com Deus.


Esboço
I. Saber: Deus percebe a hipocrisia

A. Embora Deus tenha estabelecido muitos rituais de adoração, incluindo o sacrifício, o que, no comportamento e estilo de vida de Israel, frequentemente tornava sem sentido esses rituais planejados por Deus?
B. Quando nos aproximamos de Deus em adoração, o que, em nossas ações, demonstra que somos verdadeiramente arrependidos e obedientes? Em que sentido ajudar os pobres e oprimidos é um aspecto vital da adoração?


II. Sentir: Ai de mim!
A. O que sentimos na presença de Deus, ao reconhecer verdadeiramente Sua glória, poder criativo e amor redentor?
B. Qual deve ser nossa atitude, em resposta à presença de Deus e ao chamado para servir?


III. Fazer: Justiça, misericórdia e serviço humilde
A. O que precisamos fazer, diariamente, pelos necessitados ao nosso redor?
B. Como podemos apoiar a igreja em seu serviço à comunidade local e mundial?


Resumo: Quando realmente sentirmos a presença de Deus, pediremos, como Isaías, pureza de coração. Então poderemos aceitar Seu chamado para andar humildemente com Ele, servindo a todos que Ele colocar em nosso caminho, com a devida justiça e compassiva misericórdia.


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Jr 33–35

 

VERSO PARA MEMORIZAR: Quem então é como Eu? Que ele o anuncie, que ele declare e exponha diante de Mim o que aconteceu desde que estabeleci Meu antigo povo, e o que ainda está para vir; que todos eles predigam as coisas futuras e o que irá acontecer" (Is 44:7, NVI).

 

Leituras da semana: Is 1:11-156:1-84458:1-10Jr 7:1-10Mq 6:1-8

 

O escritor russo Ivan Turgenev, em sua história Fathers and Sons [Pais e Filhos], colocou estas palavras na boca de um personagem: "A vida de cada um de nós está por um fio, um abismo pode se abrir abaixo de nós a qualquer momento, e mesmo assim saímos de nosso caminho para inventar todos os tipos de problemas para nós mesmos e para atrapalhar nossa vida" (New York, NY: Signet Classics, 2005, p. 131).


Certamente o Senhor oferece um jeito melhor de viver. Ele nos concede a oportunidade de segui-Lo, amá-Lo, adorá-Lo, e assim evitar muitos problemas que, de outra maneira, traríamos sobre nós mesmos.


No entanto, vida cristã não é apenas alguém dizer que segue o Senhor. Nesta semana, estudaremos o que alguns profetas disseram sobre os que pensavam que sua "adoração" do verdadeiro Deus, no verdadeiro templo, no verdadeiro dia de sábado, era tudo o que importava, independentemente de seu modo de viver no restante da semana. Como os profetas mostram, isso é um engano, uma boa maneira de "inventar todos os tipos de problemas para nós mesmos".

 


 

Domingo

Ano Bíblico: Jr 36–38


Mil carneiros?

 

Ao contrário de qualquer outra, a religião da Bíblia (ambos os Testamentos) ensina que a salvação é somente pela graça. Nada do que fazemos jamais pode nos tornar bons o suficiente para ser aceitos por Deus. Nossas boas obras, por mais que sejam bem-intencionadas, inspiradas pelo Espírito, nunca poderão transpor o abismo que o pecado causou entre Deus e a humanidade. Se as boas obras pudessem nos salvar, se as boas obras pudessem expiar o pecado, se elas pudessem pagar nossa dívida diante de Deus e reconciliar a humanidade caída com o Criador, então Jesus nunca precisaria ter morrido por nós, e o plano da salvação seria algo radicalmente diferente do que é.


Mas, na realidade, podemos ser salvos do pecado unicamente por meio da morte de Jesus, creditada a nós pela fé, e da justiça de Cristo, desenvolvida em Sua vida e oferecida a todos os que verdadeiramente a aceitam. O pecado é muito perverso e contrário aos princípios básicos do governo de Deus, fundamentado no amor e na liberdade de escolha. Por isso, nada menos do que a morte de Cristo poderia resolver o problema trazido pelo pecado.


No entanto, a Bíblia deixa claro que nossas palavras, obras e pensamentos são importantes, e os pensamentos e ações revelam a realidade da nossa experiência com Deus.

 

1. Com isso em mente, leia Miqueias 6:1-8. Qual é a mensagem do profeta, especialmente no que diz respeito à questão dos sacrifícios (parte do culto em Israel), que simboliza o plano da salvação? Como essas palavras podem ser aplicadas a nós? Dt 10:12, 13

 

1: A humildade e obediência são mais importantes que os sacrifícios, que eram apenas símbolos. 

 

Os que alegam ser filhos de Deus, mas que não mostram justiça nem misericórdia para com seus semelhantes, estão revelando o espírito de Satanás, não importando a devoção com que se apegam às formas de adoração. Por outro lado, os que andam humildemente com Deus não negligenciam os princípios de justiça e misericórdia, nem desprezam as formas adequadas para o culto. Deus está procurando verdadeiros adoradores, que estejam dispostos a demonstrar seu amor por Ele, levando uma vida de obediência, motivada pela humildade de coração. O que todas as orações corretas, todos os estilos de culto corretos e toda a teologia correta significam, se a pessoa é desagradável, cruel, arrogante, injusta e impiedosa com os outros?

 

Na sua opinião, o que é mais importante: teologia correta ou ações corretas? É possível ter uma teologia certa, mas tratar os outros de forma errada? Que esperança existe para você, se esse tipo de desequilíbrio faz parte de sua vida?

 


 

Segunda

Ano Bíblico: Jr 39–41


O chamado de Isaías

 

Enquanto Oseias, Amós e Miqueias estavam advertindo Israel quanto ao perigo iminente, Judá parecia estar prosperando sob o reinado de vários bons reis. O rei Uzias (também conhecido como Azarias) era conhecido e respeitado entre as nações por sua sábia liderança e realizações (2Cr 26:1-15). Mas, como muitas vezes acontece, seu sucesso se tornou sua ruína. A humildade foi substituída pelo orgulho e a devoção, pela presunção (2Cr 26:16-21).


O povo de Judá também parecia estar prosperando espiritualmente. Muitos compareciam aos rituais do templo, o que revelava fervor religioso. No entanto, muitos dos mesmos males que afligiam o povo de Israel estavam corrompendo rapidamente o reino de Judá. Foi nesse tempo que o Senhor chamou Isaías para uma obra especial.

 

2. Leia Isaías 6:1-8. Por que você acha que Isaías respondeu conforme a descrição do texto (v. 5), ao ter uma visão do Senhor? Que importante verdade "teológica" é revelada ali?

 

2: Porque percebeu sua pecaminosidade, em contraste com a glória de Deus. 

 

Tente imaginar a reação desesperada de Isaías diante dessa revelação da glória de Deus. De repente, ele viu os próprios pecados e os pecados do povo se destacando, em contraste com a pureza imaculada e a majestosa santidade do Deus todo-poderoso. Não é de admirar que ele tenha reagido dessa maneira! É difícil imaginar alguém fazendo algo diferente.


Nesse episódio, é revelada uma verdade essencial e fundamental sobre a condição da humanidade, especialmente em contraste com a santidade e glória de Deus. Vemos uma atitude de arrependimento, disposição para reconhecer a própria pecaminosidade e o senso da própria necessidade de graça.


Como seriam nossos cultos se levassem os adoradores ao senso de que eles estão na presença do nosso santo Deus, o que, por sua vez, os tornaria profundamente conscientes de sua própria pecaminosidade e necessidade de Sua graça salvadora e poder purificador? Imagine se a música, a liturgia, a oração e a pregação trabalhassem juntas, de modo que, a cada momento, nos conduzissem à fé, ao arrependimento, à pureza, e à disposição de clamar: "Eis-me aqui. Envia-me!" É isso que a adoração deve fazer.

 

Imagine que você estivesse na presença física de Jesus. Qual seria sua reação? O que você diria? O que faria? E quanto à Sua promessa em Mateus 28:20? O que essa promessa significa para nós, na prática?

 


 

Terça

Ano Bíblico: Jr 42–44


Não tragam ofertas inúteis

 

Éfácil esquecer que grande parte do Antigo Testamento, especialmente os escritos dos profetas, foi escrita como repreensões e advertências ao povo da aliança de Deus, os que eram Sua "igreja verdadeira". A maioria dessas pessoas professava seguir o verdadeiro Deus, tinha uma compreensão básica das verdades bíblicas (pelo menos muito mais do que seus vizinhos pagãos), e sabia as coisas certas para dizer e fazer na adoração. No entanto, como fica muito claro para quem lê os profetas, tudo isso estava longe de ser suficiente.

 

3. Leia Isaías 1:11-15. O que o Senhor, que instituiu todos esses serviços, estava dizendo para eles?

 

3: Não há valor nos sacrifícios, ofertas e rituais religiosos associados com pecado e violência.

 

A resposta se encontra, realmente, nos versos seguintes (Is 1:16-18), que, de muitas formas, é semelhante ao que vimos na lição de domingo, sobre Miqueias. Sem dúvida, a igreja é para pecadores, e se tivéssemos que esperar até que fôssemos perfeitos, antes de podermos adorar o Senhor, então nenhum de nós iria adorá-Lo.


Mas não é isso que a Bíblia está dizendo nesse texto, nem em qualquer outra passagem. Ela diz que Deus está mais interessado na nossa maneira de tratar os outros, especialmente os fracos e desamparados entre nós, do que em todos os tipos de rituais religiosos, mesmo os que Ele instituiu.

 

4. Leia Isaías 58:1-10. O que há de errado com o jejum descrito ali? Como as pessoas deviam jejuar? Que lição podemos tirar desse texto, mesmo que tenhamos o hábito de jejuar?

 

4: As pessoas que jejuavam eram egoístas, violentas e exploravam os pobres; o jejum verdadeiro parte de um coração puro, interessado no bem dos outros. 

 

O jejum é uma forma de autonegação da qual Jesus tinha muito a dizer. Mas alguns tipos de jejum são apenas uma exibição inútil. São um sintoma da hipocrisia, que cobiça os privilégios da obediência, enquanto detesta suas responsabilidades. A abnegação, motivada pelo amor a Deus, serve aos que estão em necessidade. Esse é o tipo de jejum (autonegação), que O honra; esse é o tipo de vida que leva ao tipo de adoração que Ele não despreza, uma adoração que mostra ao pecador que, assim como ele tem recebido a graça e o amor imerecido, também deve oferecer graça e amor imerecido aos outros. Esse é o tipo de renúncia que revela a verdadeira fé (Lc 9:23), o tipo de abnegação que está na essência do que significa ser seguidor de Jesus.

 


 

Quarta

Ano Bíblico: Jr 45–48

 

Sem nenhum valor?

 

O escritor sul-africano Laurens van der Post escreveu certa vez sobre o que ele chamou de "o fardo da insignificância", essa inquietação que as pessoas têm, no fim de tudo, sobre o significado de sua vida. Houve sentido na existência? Cedo ou tarde, elas morrerão, e todos que as conheceram estarão mortos, e em pouco tempo também, toda a memória deles deixará de existir para sempre. Nesse cenário, o que nossa vida significa? Quantas vezes, e quão facilmente, podemos ter a sensação de que muito do que fazemos não tem significado real, nem importância verdadeira e duradoura!

 

5. Com isso em mente, leia Isaías 44. Qual é a essência desses versos, especialmente quanto à maneira pela qual eles se relacionam com a questão da adoração e daquilo que as pessoas adoram?

 

5: Deus é único, soberano e protetor. Somente Ele é digno de adoração. Os ídolos de feitura humana são ilusões. 

 

Por mais que Isaías estivesse escrevendo para seu tempo, sua cultura e seu povo, perceba quão relevantes são os princípios para nós hoje! O Senhor, somente Ele é o Criador, somente Ele é nosso Redentor, somente Ele pode nos salvar. Portanto, somente Ele é digno de nossa adoração e louvor. Isaías ridiculariza os que criam ídolos com as próprias mãos, deuses fabricados por eles mesmos, e em seguida se prostram para adorar essas coisas que, de fato, não têm nenhum valor.


Embora tudo isso possa parecer ridículo e insensato, não estamos em perigo de fazer algo semelhante, dedicando a vida, o tempo e a energia a coisas que, no fim, não têm valor, coisas que não podem atender às necessidades mais profundas do nosso ser, e que certamente não poderão nos redimir da sepultura, no fim do tempo? É muito importante que vigiemos, oremos e que, conforme Paulo disse, examinemos a nós mesmos, para ver se estamos na fé, (
2Co 13:5). A adoração no sábado, se realizada corretamente, pode nos lembrar, de maneira especial, das razões pelas quais devemos adorar somente ao Senhor. O culto deve ser um momento que nos lembre, especialmente, sobre o que é importante na vida, o que realmente importa, e o que é temporal, aquilo que não serve para nada.

 

Todos conhecemos o perigo de transformar em ídolos o dinheiro, o poder, o prestígio, e assim por diante. E quanto ao perigo de transformar em ídolos coisas como a igreja, o pastor, nosso próprio ministério, ou até mesmo nossa fidelidade, estilo de vida ou piedade? Pense nisso e compartilhe sua resposta com a classe.

 


 

Quinta

Ano Bíblico: Jr 49, 50


"Este é o templo do Senhor, o templo do Senhor..."

 

O reino de Judá, o reino do sul, tinha seus altos e baixos espirituais, tempos de reforma e tempos de completa apostasia. No entanto, muitas vezes, mesmo durante os piores momentos espirituais, havia a manifestação externa de piedade e adoração que não eram aceitáveis ao Senhor. Como necessitamos ser cuidadosos, para não cair no mesmo engano!

 

6. Leia Jeremias 7:1-10. Que tema é repetido ali, que temos visto nesta semana? Que princípios encontramos no texto, que podemos aplicar em nosso contexto?

 

6: Somos advertidos a adorar a Deus de maneira coerente. O fato de estar na igreja não nos salva. É preciso ser honesto e justo para com o semelhante.

 

Observe especialmente o verso 4. Em certo sentido, as pessoas que falavam estavam certas. Aquele era o "templo do Senhor," o lugar em que o nome do Senhor devia permanecer, o lugar em que era realizado o sistema sacrifical, que Deus havia instituído; lugar em que eram ensinadas as grandes verdades do sacrifício, salvação, purificação e juízo. Afinal, esse era o povo da aliança. Seu Deus era o verdadeiro Deus, e eles tinham mais luz e mais verdade, como nação, do que seus vizinhos pagãos. Nada disso pode ser contestado e, no entanto, o Senhor, obviamente, não estava satisfeito com eles nem com sua adoração. De fato, como Ele definiu a frase: "Este é o templo do Senhor, o templo do Senhor, o templo do Senhor"? "Palavras enganosas?" Elas eram enganosas, não porque aquele não fosse o templo do Senhor, mas porque as pessoas acreditavam que, simplesmente pelo fato de ir ao templo do Senhor e adorar ali, elas estavam seguras, salvas, e estavam fazendo tudo que era necessário.


Com toda a luz que recebemos, de que maneira podemos, como adventistas do sétimo dia, estar em perigo de cometer o mesmo erro daquelas pessoas? Pense em possíveis paralelos entre elas e nós. Como podemos ser enganados, da mesma forma, se não tomarmos cuidado? Em quais "palavras enganosas" podemos estar em perigo de confiar, palavras que na superfície são verdadeiras (assim como aquele era, de fato, "o templo do Senhor"), mas que poderiam nos levar a cometer os mesmos tipos de erros presunçosos?

 


 

Sexta

Ano Bíblico: Jr 51, 52


Estudo adicional

 

Leia de Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 303-310: "O Chamado de Isaías"; p. 331-339: "Ezequias"; p. 349-366: "Libertos da Assíria"; p. 381-391: "Manassés e Josias"; p. 407-421: "Jeremias".

 

Nos dias de Isaías as faculdades espirituais da humanidade haviam sido entenebrecidas por uma errônea compreensão de Deus....


"Havendo perdido de vista o verdadeiro caráter de Jeová, os israelitas ficaram sem escusa. Não raro havia Deus Se revelado a eles como 'um Deus cheio de compaixão e piedoso, sofredor e grande em benignidade e em verdade' (Sl 86:15)".


"Na visão dada a Isaías no recinto do templo, foi-lhe propiciado ver claramente o caráter do Deus de Israel. 'O Alto e o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo' (Is 57:15), havia-lhe aparecido em grande majestade; contudo, ao profeta fora feito compreender a natureza compassiva de seu Senhor" (Ellen G. White, 
Profetas e Reis, p. 311, 312, 314).

 

Perguntas para reflexão:
1. Quais são as "coisas boas" que podemos transformar em ídolos? Como saber quando alguma coisa se tornou um ídolo?
2. As pessoas iam constantemente ao "templo do Senhor", e ali adoravam (
Jr 7:4), de maneira enganosa e hipócrita. Como podemos evitar essa mesma armadilha? Por que a simples obediência à Bíblia tem um papel tão importante em nos proteger de todos os tipos de engano?
3. Pense nos cultos de adoração em sua igreja. Você sai com um senso de temor diante da majestade de Deus, em contraste com sua pecaminosidade e necessidade de graça? Se não, o que poderia ser mudado, a fim de ajudar a igreja a ter, até certo ponto, a experiência que Isaías teve? Por que isso é tão importante?
4. Quantas coisas você faz que não servem para nada? Quanto tempo você gasta basicamente desperdiçando tempo, fazendo coisas inúteis, vãs e, essencialmente, sem nenhum valor? Como podemos aprender a fazer melhor uso do tempo limitado que temos nesta vida?

 

Respostas Sugestivas:
1:
 A humildade e obediência são mais importantes que os sacrifícios, que eram apenas símbolos. 2: Porque percebeu sua pecaminosidade, em contraste com a glória de Deus. 3: Não há valor nos sacrifícios, ofertas e rituais religiosos associados com pecado e violência. 4: As pessoas que jejuavam eram egoístas, violentas e exploravam os pobres; o jejum verdadeiro parte de um coração puro, interessado no bem dos outros. 5: Deus é único, soberano e protetor. Somente Ele é digno de adoração. Os ídolos de feitura humana são ilusões. 6: Somos advertidos a adorar a Deus de maneira coerente. O fato de estar na igreja não nos salva. É preciso ser honesto e justo para com o semelhante.

 


FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2011/li932011.html 


 

Ciclo do aprendizado


Motivação
Conceito-chave para o crescimento espiritual: A transformação espiritual não está completa até que a vida diária tenha a marca do caráter de Jesus. Quando a religião da cabeça se torna também a religião das mãos e pés; quando a profissão encontra expressão na ação, é sinal de que possuímos o caráter do Salvador.
Só para o professor: Coloque os conceitos a seguir em suas próprias palavras. Seus alunos provavelmente se identificarão com a verdade de que a prática pode, muitas vezes, mudar a maneira pela qual a pessoa percebe alguma coisa.


Há um segredo para uma vida dinâmica que muitos palestrantes motivacionais procuram transmitir aos seus ouvintes. Com certeza, há muita coisa na indústria motivacional que tem um quilômetro de largura e um centímetro de profundidade, mas essa verdade é um fato. Qual? O ato físico de fazer alguma coisa pode mudar a atitude da pessoa com relação a essa coisa.


A internalização desse segredo separa os grandes atletas do restante, e artistas espetaculares daqueles meramente talentosos. Todos os que conquistam grandeza em qualquer empreendimento sabem que a grandeza se rende apenas ao trabalho duro e esforço constante. Para trabalhar constante e arduamente em algo, é preciso ignorar os sentimentos e emoções regularmente, para atingir os objetivos. É aqui que entra a "lei da ação". De vez em quando, podemos não sentir vontade de praticar nossas habilidades. Mas se avançamos e começamos a praticá-la, as atitudes negativas geralmente desaparecem. A "prática" ajuda a mudar o estado mental.


Comente com a classe: Pergunte aos alunos se eles acreditam que "a lei da ação" realmente funciona. Essa lei também funciona no aspecto espiritual? Qual foi o papel da "prática" na vida de Jesus (Jo 8:29)? Como a repetição da prática do que é certo ajuda a mudar o que somos interiormente?


Compreensão
Só para o professor: Como a lição desta semana deixa claro, os profetas do Antigo Testamento enfrentaram a difícil tarefa de expor os pecados ocultos, e não tão ocultos, do povo que muitas vezes afirmou estar adorando o Deus verdadeiro.

 

Comentário Bíblico


I. A visão do Céu
(Recapitule com a classe Is 6:1-8
1Sm 16:72Cr 16:9.)


A lição de segunda-feira destaca um dos trechos mais belos das Escrituras: o "encontro" de Isaías com Deus (Is 6:1-8). Nessa passagem, há uma clara percepção de que Deus tem mais conhecimento de Isaías e do povo de Judá do que eles próprios. Quando Deus revelou quem Ele realmente era, Isaías viu que os remendos de sua vida começaram a se romper.


O penetrante olhar de Deus viu a verdadeira condição de Adão e Eva após a queda, mesmo quando eles mal podiam compreender isso (Gn 3:11). Quando Samuel escolheu Eliabe, o forte filho mais velho de Jessé, para ser rei, Deus o fez lembrar-se de que Ele olha além da aparência e vê o coração (
1Sm 16:7). Quando Asa, rei de Israel, fez uma aliança com Ben-Hadade, da Assíria, Deus enviou estas incisivas palavras de repreensão: "Os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a Terra, para fortalecer aqueles que Lhe dedicam totalmente o coração" (2Cr 16:9, NVI).


O rei Davi fez uma pergunta inocente: "Para onde me ausentarei do Teu Espírito? Para onde fugirei da Tua face?" (Sl 139:7, NVI). Essa foi uma realidade que Davi aprendeu em primeira mão, depois de seu pecado com Bate-Seba (
2Sm 12). Como professos seguidores de Deus, devemos compreender que nenhuma quantidade de autoengano pode mudar a realidade de quem realmente somos. Deus nos vê como somos: pecadores incapazes de corrigir a nós mesmos. Esconder-se é inútil.


Pense nisto: Por que tendemos a ter medo do olho de Deus, que tudo vê? Como podemos "experimentar" a presença de Deus em todos os momentos, para que ela transforme nossa maneira de viver?


II. Arrependimento, reavivamento e reforma
(Recapitule com a classe Mq 6:8Rm 2:4 e Jo 6:44.)


Os rabinos antigos examinaram a lei de Deus e descobriram 613 preceitos. Esses 613 preceitos são, no 
salmo 15, reduzidos para onze princípios e, em Isaías 33:15, são resumidos ainda mais, para seis mandamentos. Em Miqueias 6:8, Deus resume os 613 preceitos em três breves requisitos, que podem ser traduzidos da seguinte forma: seja justo em tudo que fizer; seja amável, compassivo e fiel; viva com humildade e submissão a Deus.


Para viver a verdade de Miqueias 6:8, é preciso uma reorganização radical da vida e das prioridades. Essa mudança só pode ocorrer quando a pessoa aceita o chamado de Deus ao arrependimento, reavivamento e reforma. O verdadeiro arrependimento é tristeza inspirada por Deus, por causa do pecado, e afastamento do erro (Rm 2:4Ez 18:30-32). O verdadeiro reavivamento é demonstrado por uma renovação da vida espiritual (Sl 85:6Is 57:15Rm 6:11). Reforma é o reordenamento das prioridades, a mudança de ideias, hábitos e práticas (Fp 1:9, 10).


Essa transformação é obra de Deus. 
Romanos 3:11 deixa claro que nenhum de nós busca a Deus. É Ele que nos procura. Quando vamos a Ele, é em resposta a essa busca divina. Em João 6:44 Jesus declara que ninguém vai a Ele se o Pai não o levar. Até que Deus nos transforme, haverá uma separação entre nossa profissão e nossas ações.


Pense nisto: Deus está procurando adoradores que O adorem em espírito e em verdade (Jo 4:21-23). Como o arrependimento, reavivamento e reforma nos ajudam a adorar a Deus em verdade? Como eles nos ajudam a viver a verdade?


II. Fazer o que é necessário
(Recapitule com a classe Is 58:1-10Lc 9:23Lc 22:31, 32.)


Os terríveis pronunciamentos dos profetas de Deus no Antigo Testamento eram assunto sério. Eles eram literalmente uma questão de vida ou morte. No entanto, Israel e Judá tinham uma escolha nesse assunto. Eles podiam optar entre continuar pecando, ou poderiam se arrepender. Arrependimento e obediência aos mandamentos de Deus exigem abnegação (Lc 9:23), como a lição de segunda-feira menciona.


Às vezes, quando Deus nos mostra nossos pecados, é difícil para nós aceitar nossa condição e nossa necessidade dEle. Isso nunca foi mais evidente do que na vida de Pedro, o discípulo de Jesus que falava demais. Observe em 
Lucas 22:31, 32 que, quando Jesus falou a Pedro do desejo de Satanás de peneirá-lo, a resposta de Pedro foi orgulhosa: "Estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte" (v. 33). Ele não conhecia a própria fraqueza, mas Jesus conhecia. Não somente Jesus já estava orando por ele, mas também predisse que Pedro um dia seria realmente convertido, e dedicaria a vida totalmente a Deus (v. 32).


Pense nisto: A presciência de Deus significa que Ele sabe tudo sobre nós (Sl 139). Como é animador saber que Deus não apenas nos conhece, mas também fez provisão para que vivamos em obediência a Ele! Como Deus, em Cristo, supriu todas as nossas necessidades, mesmo as que não sabíamos que tínhamos?


Aplicação
Só para o professor: Incentive seus alunos a internalizar as perguntas abaixo. O objetivo é que cada pessoa examine cuidadosamente a si mesmo.


Perguntas para consideração
1. Como você reage quando Deus lhe pede que mude a conduta em alguma área da vida? Por quê?
2. Se você pudesse reverter uma decisão tomada contra a clara orientação de Deus, qual seria? Por quê?


Pergunta de aplicação
"A obra de cada ser humano passa em revista perante Deus, e é registrada pela sua fidelidade ou infidelidade. Ao lado de cada nome, nos livros do Céu, estão escritos, com terrível exatidão, toda palavra inconveniente, todo ato egoísta, todo dever não cumprido e todo pecado secreto e toda hipocrisia dissimulada. Advertências ou admoestações enviadas pelo Céu, e que foram negligenciadas, momentos desperdiçados, oportunidades não aproveitadas, influência exercida para o bem ou para o mal, e seus resultados de vasto alcance, tudo é historiado pelo anjo relator" (Ellen G. White, 
O Grande Conflito, p. 482). É assustador o conhecimento de que cada momento, bom ou mau, é registrado, especialmente quando parece que os momentos desperdiçados e as oportunidades não aproveitadas sobrepujam as ocasiões boas. Esse solene pensamento é suficiente para tentar até mesmo o cristão mais firme em sua fidelidade, a desistir de toda a esperança do Céu. Mas podemos ser muito gratos porque o Céu veio à Terra, para que pudéssemos ter a esperança do Céu; essa esperança tomou a forma humana e morreu por todos os pecados registrados contra nós. Além do perdão de Cristo para nossos erros e pecados do passado, e de Sua graça, que nos capacita a viver segundo Sua vontade no presente, não há nada de bom em nós. Que inspiração para conduzir nossa vida recebemos da pergunta: "O que desejo que esteja no registro da minha vida?"


Se lhe pedissem que concluísse a declaração a seguir, o que você diria? "A principal coisa que impede a minha comunhão com Deus é ...".


Perguntas para testemunhar:

1. A maioria dos cristãos provavelmente diria que falar às pessoas sobre as boas novas da salvação através de Jesus Cristo é o coração da mensagem a ser compartilhada com o mundo. Qual é o momento adequado para compartilhar com um infiel os mandamentos e requisitos divinos? Como saber se ainda não é o tempo? Comente.
2. 
Mateus 7:1, 2 nos alerta para não julgar os outros, "Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês" (v. 2, NVI). Tendo em conta essa advertência, como devemos nos aproximar de um irmão ou irmã que professa o cristianismo, mas vive em pecado aberto? Que orientação especial é dada em Mateus 18:15-17?

Criatividade
Só para o professor: Compartilhe com a classe os dilemas éticos a seguir, e solicite suas respostas. O objetivo deste exercício é analisar os desafios de viver nossa fé neste mundo que muitas vezes se opõe a essa fé.


1. Você está fazendo compras e percebe uma mulher colocando na bolsa um par de meias. Você também nota que, com base em suas roupas, ela provavelmente esteja enfrentando dificuldades financeiras. Você a denunciaria? Comente.
2. Você administra um orfanato e tem dificuldades para cobrir as despesas. Uma concessionária de carros oferece uma caminhonete nova no valor de 30.000 reais gratuitamente, se você falsamente informar ao governo que a concessionária doou o veículo no valor de 60.000 reais. Você realmente precisa de uma caminhonete, e isso lhe dará a oportunidade de fazer as crianças felizes. Você concordaria em levar o veículo? Comente.

 


 FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2011/aux932011.html


 

Lição 9 – "NÃO CONFIE EM PALAVRAS ENGANOSAS": OS PROFETAS E A ADORAÇÃO


Ruben Aguilar

 

Aristóteles, o filósofo estagirita, chamado assim por ter nascido em Estagira; incluiu, nas suas obras, algumas referências do pensamento de filósofos anteriores a ele e de outros, contemporâneos seus. Na sua obra "Discursos", Aristóteles transcreveu uma declaração de Epicteto, pensador grego que, ao que parece projetou com sua verbalização muitos conceitos, não deixando nada escrito.  Segundo Aristóteles, a declaração de Epicteto é a seguinte: "Se eu fosse um rouxinol, eu agiria como rouxinol; se fosse um cisne, agiria como um cisne. Mas, eu sou uma criatura racional, e devo louvar a Deus; este é meu trabalho; eu farei isso, não abandonarei essa posição; tanto quanto possa, eu guardarei isto e cantarei assim".


A declaração de Epicteto deve ter provocado profunda impressão na mente do filósofo grego, ao ponto de destacar seu conteúdo. Nas frases que compõem essa sentença, se encontra explicitado o propósito da existência de todo ser humano; o qual pode ser sintetizado na seguinte afirmação: sendo o homem um ser racional, deve viver para louvar a Deus. Se o viver pleno de uma pessoa é louvar a Deus, isso significa que toda atividade ou conduta humana deve atingir esse propósito. A conduta humana foi tema de demoradas elucubrações por parte de Aristóteles, cujos conceitos a esse respeito, permitiram sua sistematização como um dos ramos da Filosofia: a Ética.


A palavra Ética deriva do grego "ethos" que significa "costume". Por sua raiz etimológica esse termo faz alusão ao estudo da conduta ideal do indivíduo. Qual é essa conduta ideal? Devido à variedade de sistemas sociais, políticos e filosóficos, não é fácil chegar a uma conceituação única sobre o que é a Ética. Por exemplo, para o hedonismo, a conduta ideal é a que conduz ao prazer; para o eudemonismo, a que leva à felicidade; para o naturalismo, a que estimula a evolução progressiva da raça; para o pragmatismo, um ato bom é quando é útil, e ruim, quando não o é. Nessa linha de pensamento cabe afirmar que, para o cristianismo, a conduta ideal é a que louva a Deus; e o resto, é sequela de sistemas de comportamento convencionais vertidas em palavras enganosas.


Na Bíblia encontram-se as normas que orientam a conduta ideal que louva a Deus, principalmente nas mensagens dos profetas. As sérias repreensões pronunciadas por esses instrumentos de Deus ao povo de Israel foram propaladas para elucidar o verdadeiro conceito da adoração genuína e para contrastara artificialidade de uma religiosidade ritualista com a prática do amor a Deus e ao próximo.

 

PROSPERIDADE EM ISRAEL
A mensagem dos profetas destaca em relevo o conceito da adoração aceita por Deus diante de uma visão religiosa sustentada pela prosperidade material. Ao que parece, essa prosperidade, nos tempos do Antigo Testamento, começou a ser sentida durante o governo de Jeroboão II, rei de Israel. A nação não temia a ameaça de invasão por parte das grandes potências da época: Assíria e Egito. Jeroboão II governou 41 anos (2Rs 14:23) em Samaria; "restabeleceu... os limites de Israel, desde a entrada de Hamate até ao mar da Planície..."(v. 25); "reconquistou Damasco e Hamate, pertencentes a Judá, para Israel" (v. 28). Seu governo foi de relativa paz e prosperidade estimulada por uma economia baseada na agricultura, comércio internacional, desenvolvimento da indústria têxtil e expansão populacional através das grandes construções.


Alguns profetas testemunharam vividamente essa prosperidade fazendo referência aos castelos construídos em Samaria (Am 3:9-11); e às aconchegantes casas de inverno e casas de verão, com sofisticadas casas de marfim e outras de tamanho faustoso (Am 3:15); e ao espírito altaneiro que levou a construir casas de pedras lavradas (Am 5:11); e as casas decoradas com riquíssimos móveis como: camas de marfim (Am 6:4); todo conforto alcançado para levar uma vida de prazeres, bebendo vinhos e mostrando prodigalidade no uso de óleos caríssimos (Am 6:6).


A prosperidade é uma benção quando obtida no ambiente da honestidade e do trabalho servil. Não era esse o método usado por essa classe de privilegiados que ostentavam luxo e bom viver. No comércio, adulteravam os pesos e as medidas, diminuindo o efa, usando balanças enganadoras (Am 8:5); os governantes afligiam os pobres exigindo elevados tributos (Am 5:11); os poderosos deitavam por terra a justiça (Am 5:7); o necessitado ou o justo humilde era oprimido por juízes que aceitavam suborno (Am 5:12); e nessa atitude os juízes vendiam o justo por dinheiro e as prisões ficavam lotadas de "ladrões de galinhas" ou por aqueles que furtaram sandálias (Am 2:6); a angústia dos pobres se estendia na esfera da humilhação com suas cabeças calcadas até o pó da terra (Am 2:7); tamanha opressão social suprimia qualquer ideia de igualdade, pois o pobre valia tanto quanto um par de sandálias (Am 8:6). Em resumo, a prosperidade material era exclusiva de uma classe privilegiada enquanto a massa plena da população amargava sua existência bebendo do cálice da injustiça social.

 

MIL CARNEIROS? NÃO TRAGAM OFERTAS INÚTEIS
Na atmosfera poluída pela injustiça e a opressão, para desgraça dos menos favorecidos, Deus determinou a evocação de uma mensagem cujo conteúdo incluía a reprovação da falsa adoração e ao mesmo tempo a exortação para o cumprimento da caridade. Para que essa voz fosse ouvida, vários profetas foram chamados e preparados por Deus para atuar nas suas esferas geográficas respectivas, sendo quase contemporâneos. O chamado do profeta Isaías é um exemplo de como é imposta a comissão divina para atuar num momento oportuno e de grande transcendência. Ele viu a santidade de Deus e se sentiu, por esse fato, indigno e sujeito à morte. Esse sentimento era uma parte da experiência espiritual do profeta que, no seu todo, representava a autêntica forma de adoração. Arrependido e purificado das suas transgressões, Isaías recebeu o convite para transmitir a mensagem do momento, ao qual respondeu com a intrepidez necessária: "eis-me aqui, envia-me a mim".


A prosperidade e todo bem material é uma benção divina; mas, não quando obtidos por mecanismos ilícitos de enriquecimento; então, a riqueza pode ser uma concessão de quem assim tenta aos filhos de Deus, como o fez com Jesus.


Na época dos profetas do Antigo Testamento, os que detinham riqueza podiam oferecer centenas ou milhares de animais como prova do seu sentimento de adoração a Deus. O oferecimento certamente impressionava a maioria dos adoradores reunidos em torno do Templo. Nessas circunstâncias a liturgia era completada com enlevo e deleite para os olhos. O brilho das vestes dos oficiantes e dos que concediam a oferenda parecia refletir os raios luminosos da natureza. Todo o ritual seria um glorioso culto de adoração a Deus e aceito como tal por toda a natureza Divina. Mas a oferta não mereceu aprovação e o ritual de adoração foi rejeitado por causa da vida inadequada do ofertante. Deus que vê o coração e examina todo espírito, deixa revelada a transgressão que desmerece toda forma de adoração.


É a voz do profeta que dilui a magnificência da oferta diante da transgressão velada dos que pretendem cumprir uma prescrição religiosa. Pelas palavras do profeta, toda riqueza concentrada na dádiva, como forma exata de adoração, torna-se uma oferta inútil. É um torrão de sal que mergulha num copo de água e logo desaparece. Para Deus, a adoração genuína e verdadeira, não está no valor material da oferta, a qual na sua essência pode simplesmente representar exibicionismo autêntico; mas, na caridade e justiça praticada como expressão de uma consciência humilde. "Agradar-se-á o Senhor de milhares de carneiros? De dez mil ribeiros de azeite?" (Mq 6:7); é a reprovação exposta pelo profeta mesmo na forma interrogativa com certo traço de ironia. Essa reprovação é ainda mais incisiva quando o profeta evoca as palavras divinas, sentenciando: "de que Me serve a Mim a multidão de vossos sacrifícios? ... Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes" (Is 1:11).
A palavra hebraica para oferta é o vocábulo "korban" que assinala um objeto que faz ligação com o divino; seu sentido básico é: "aquilo que une a Deus". O significado desse termo é imperativo quando se declara que ninguém se aproxime de Deus sem trazer sua oferta. Nessa prática exclui-se a quantidade ou valor da oferta; sendo eminente a intenção de adorar a Deus. Assim, uma parte da liturgia no culto sagrado é o ofertório no qual se dedica a Deus uma oferta, como parte da adoração; mas, o qualificativo divino pode ser negativo e excludente, como recomenda a voz do profeta: "não continueis a trazer ofertas vãs" (Is 1:13).


Os profetas expõem o contraste das ofertas vãs, com uma exortação apelativa; mas na sua forma é concludente sobre o sentido da adoração que Deus aceita. A voz profética declara o que o Senhor deseja: "que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus" (Mq 6:8). E o profeta complementa a instrução da correta adoração: "Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas" (Is 1:17).


A adoração a Deus é uma atitude consciente de dedicação e obediência aos preceitos divinos. Ninguém pode adorar a Deus com uma duplicidade de conduta, demonstrando no templo, os artifícios de uma religiosidade aparente, enquanto o restante das suas atividades escorregam sobre uma superfície de dolo e engano. Nessas condições de vida, Deus afasta Seus olhos da mão estendida e nem as orações são ouvidas (Is 1:15); o jejum não beneficia ao participante e a aflição de espírito é inconsequente (Is 58:3). O que fazer? A voz do profeta referenda mais uma vez a prática da caridade, para que a participação no templo, como adorador, seja eficaz e alcance o objetivo primário da adoração. Para tanto, é necessário dar ouvidos à recomendação profética que transmite o requerimento divino em forma imperativa, nos seguintes termos: "que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, ...  que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados; e se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante" (Is 58:6, 7).

 

SEM NENHUM VALOR?
Platão, grande mestre da Grécia clássica, ensinava filosofia nos jardins da mansão do seu amigo Academus. No portão principal do ostentoso casarão, o filósofo dependurou um cartaz que dizia: "Não entre se não souber geometria". Considerava Platão que, para compreender os intrincados e sutis princípios do pensamento filosófico, era básico conhecer geometria. O eminente pensador, afirmava que o ideal de uma sociedade é quando seus membros alcançam o pleno conhecimento filosófico e sejam filósofos. Na vida pratica, porém, a porcentagem de pessoas que conhecem geometria é exígua. Muitos homens de sucesso nas artes, na política, na medicina ou na literatura, ignoram os teoremas de tal disciplina ou pelo menos nunca os usaram.  Poderia até ser considerado um conhecimento sem nenhum valor.


Claro que não é possível ser radical, ou presumir ter certeza absoluta ao qualificar com o grau de nenhum valor, o que uma pessoa conhece ou faz. Não se deve deixar de lado o consenso popular de que todo conhecimento contribui para se obter um resultado, seja bom ou mau, ou simplesmente é causa da perda de tempo. O lamento das pessoas idosas com frequência é de ter procedido erroneamente em anos passados e, se tivessem uma chance de voltar a viver, fariam tudo de maneira diferente. Isso significa que conheceram ou fizeram coisas que não beneficiaram sua vida; coisas sem nenhum valor.


Não é fácil a tarefa de assinalar as coisas ou os conhecimentos no transcurso da vida, a ser qualificados como de nenhum valor. Mas, um exame à luz das promessas divinas e dos seus atributos, da esperança da salvação e da vida eterna, dará possibilidade de eliminar aquilo que é sem valor.


O capítulo 44 do livro do profeta Isaías, apresenta uma atitude que definidamente é sem nenhum valor para a vida eterna. O apelo é para considerar a natureza divina com seus atributos de sabedoria e poder. Só Ele é criador e sustentador, só Ele é quem conhece as necessidades de cada ser humano e as atende no momento preciso. Não há no Universo outra entidade capaz de manifestar tanto interesse na salvação do homem como o faz o Deus triúno. Mas o homem deposita sua confiança em objetos materiais e até de caráter abstrato, que substituem Deus, como se esses objetos tivessem todo o poder para suprir as necessidades humanas. Segundo a versão profética, isso é idolatria.


Etimologicamente, idolatria significa adoração a ídolos. Ídolo é todo objeto que ocupa o lugar de Deus. Aos ídolos, as pessoas atribuem adoração que é devida unicamente ao Criador. Um ídolo surge na mente de uma pessoa, como uma forma ou figura de algo que ocupa uma posição ideal de poder. Na imagem dos que cultivam o ídolo, este existe num ambiente supraterreal. É detentor de atributos magníficos e capaz de beneficiar com graças aos seus adoradores. O ídolo passa da imaginação à objetividade, quando o idólatra concebe uma forma física e confecciona essa figura usando materiais fortes como ouro, prata, pedras nobres, madeira, etc.


Nos seus escritos, o profeta Isaías procura levar seus leitores a raciocinar sobre a futilidade dessa ação, e em forma irônica menciona a atividade do ferreiro que usa os metais para fabricar uma ferradura e com o restante fabricar um deus. É também fútil a conduta do artífice em madeira que corta árvores para fazer fogo com a lenha, cozer pão e, com o restante da madeira talhar um deus (Is 44:9-17). Pode-se atribuir a essas imagens algum poder? Certamente não! Esses ídolos não têm nenhum valor.


Os ídolos preservados em materiais diversos prevalecem através das épocas; mas, outros surgem, sempre com o magnetismo que induz as pessoas a prestar atenção, manifestar sentimentos de respeito, reverência e adoração. Na atualidade, nessa classe de idolatria devem ser incluídos: as imagens de santos; relíquias sagradas; ícones representativos da terra, do mar, do sol e da lua; números de loterias; objetos de adivinhação e magia; objetos de valor inapreciável; certos objetos de recordação; objetos que cativam as emoções ao ponto de provocar obsessão; personalidades que despertam as paixões; literatura subliminar como as aventuras novelescas; e tudo aquilo que priva ou diminui a adoração devida a Deus.

 


 FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2011/com932011.html


COMENTÁRIOS SIKBERTO MARKS

 

Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Terceiro Trimestre de 2011

Tema geral do trimestre: Adoração

Estudo nº 09 –  "Não confie em palavras enganosas": os profetas e a adoração

Semana de  20 a 27 de agosto

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí - RS)

Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original

www.cristovoltara.com.br - marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Verso para memorizar: "Quem então é como Eu? Que ele o anuncie, que ele declare e exponha diante de Mim o que aconteceu desde que estabeleci Meu antigo povo, e o que ainda está para vir; que todos eles predigam as coisas futuras e o que irá acontecer" (Isa. 44:7, NVI).


Introdução de sábado à tarde


Que lições duras estão sendo estas! Desde que as estudo, nunca vi algo assim. Como estão indo direto ao ponto de nossas falhas! Aqui em nossa casa, estamos aproveitando para fazer uma faxina (limpeza) na vida espiritual. Onde encontramos algo errado, oramos, e humildemente pedimos a DEUS que nos dê as forças para mudarmos de hábito. Se os meus comentários da lição às vezes parecem duros, ou muito diretos, eles também são direcionados ao nosso lar. É que estamos em dias que satanás está usando seu máximo poder de enganar, e todos somos alvos dele. É tempo de reavivamento e reforma. E esse assunto centra na adoração, que é o modo de relacionamento com nosso DEUS e nosso Salvador.

No Israel antigo, eles cometeram muitos erros. Mas não podemos condená-los, pois somos ainda mais pecadores que eles, já que temos, a mais que eles, dois mil anos de degeneração. E temos ainda que enfrentar maior experiência do mal. Não esqueçamos: houve 1260 anos de severa perseguição, de cristãos contra cristãos. E aqui nos encontramos justo no auge do drama.

Nesses últimos tempos, pelo que se está vendo, grande parte do povo judeu assumirá uma importante e poderosa posição ao lado da verdade. Só eles podem dar um determinado testemunho que vai impressionar o mundo cristão e o pagão também. Essa parte de judeus, quando aceitar JESUS como Salvador, obviamente mantendo a santificação do sábado, dará uma força única e exclusiva aos demais santificadores do sábado. Imagina só, quando muitos deles tomarem essa decisão, com que moral aqueles que defendem a abolição da lei e do sábado continuarão mantendo essa idéia!? DEUS tem reservado grandes emoções para bem pouco tempo, quem sabe, para o próximo ano, mas se não for, não demora muito tempo mais. Preparemo-nos para nos posicionar, em definitivo, do lado certo quanto à adoração, pois essa é a grande questão. Para isto, façamos o reavivamento e a reforma em nossa vida, urgentemente.

Em que erro o povo judeu antigo caiu, e que nós, adventistas, também estamos caindo (e não adianta tentar esconder, pois isso é verdade)? Eles adentraram no formalismo. Acharam que o importante eram os rituais. Pois o que se vê em muitas de nossas igrejas não é diferente. As pessoas observam a liturgia (ritual eclesiástico, ordem das cerimônias), e se bem que ela tem sua importância, ela nunca substitui O adorado. Ela é apenas o meio respeitoso para se chegar a quem se adora. Então, se o nosso foco for em liturgia, o que vai acontecer? O que vemos por aí? Pessoas santíssimas dentro da igreja, e assim que saem, se tornam outras pessoas, bem diferentes, como o mundo gosta. E muitas vezes, esse estilo até entra junto na igreja. Ou seja, é "faz de conta", mas não há genuinidade. Durante a semana, são em geral, apenas um pouco melhores que os do mundo. É por esse motivo que carecemos todos, de uma reforma em nossa vida. Estudemos bem as lições dessa semana, pois elas têm muito a ensinar. Mas também nós devemos mudar nossa vida.


  1. Primeiro dia: Mil carneiros?

Se pudéssemos ser salvos pelas obras, então o plano de salvação seria outro. JESUS não teria vindo morrer por nós. O Céu provavelmente teria enviado diretamente o ESPÍRITO SANTO para nos assessorar a praticarmos boas obras, e assim, aos poucos, nos tornaríamos pessoas boas. Ao longo do tempo a nossa natureza seria purificada, ela se transformaria, e, por esforço próprio, alcançaríamos outra vez a perfeição.

Achou absurdo? Mas essa pregação é a que mais se ouve pelo mundo afora. É só colocar um ingrediente a mais, e já vai entender. E aqui vai o ingrediente. Se a salvação fosse pelas obras, então faz sentido não haver morte de alguma parte do ser humano, digamos, o seu pensamento, que chamam de espírito, ou alma. Nesse caso, se uma vida não fosse suficiente para chegar outra vez ao ponto de ser aceito no Céu, então aquela alma reencarna e retorna à vida em outro corpo, e assim vai, e pelas obras vai se aperfeiçoando, até que se torne outra vez digna da vida eterna com corpo, ou seja lá como for.

De primeira, podemos ver que realmente essa idéia, de salvar-se (note, salvar-SE) pelas obras coloca o reino de DEUS em risco. Quer ver? A Lei de DEUS valeria pouco, quase nada, e DEUS também teria pouco poder. Afinal, o sujeito peca, depois, ele mesmo, com algum auxílio da divindade, se recupera e retorna a ser bom. Esse é, em nosso mundo, o princípio da impunidade. Por isso a nossa sociedade vai de mal a pior! Pode pecar, você mesmo se recupera. E se não conseguir, teríamos o ESPÍRITO SANTO para ajudar. É de se notar que nesse caso, o ESPÍRITO SANTO não transforma, ele ajudaria a pessoa a praticar boas obras. Seria a banalização da Lei, o rebaixamento do poder de DEUS, e o aviltamento de Seu Reino. Obedeça, ou não, você mesmo resolve a sua situação. Resumindo, seria um governo anárquico, no sentido direto dessa palavra, ou como dizem, a casa onde todo mundo manda, e do seu jeito.

E o que foram todos aqueles cordeiros e carneiros que se matavam todos os dias? Foram obras? Eles foram uma representação prática da dramaticidade do pecado. Indo direto ao ponto: pecado mata! Quem peca, morre por inteiro, não fica algo dessa pessoa para reencarnar. Nesse caso, a Lei tem força, o Rei tem poder, e esse é um reino onde a impunidade e a confusão não tem lugar. Resumindo isto, é um lugar 100% seguro para quem obedece, pois há lei e ela tem valor.

Mas o povo de DEUS naqueles tempos transformou o ritual do santuário, em que se matavam animais, em o fim em si mesmo. O ritual era procedido por seres humanos, e o povo participava. Então, enfatizar no ritual é o mesmo que enfatizar no ser humano e em suas obras, não em quem o ritual representa, que era JESUS. Nesse caso, é o mesmo que dizer: faça sacrifícios que por meio deles você se salva.

Mas o que DEUS quer mesmo, conforme Miq. 6:1 a 8? Ele quer que pratiquemos a justiça, que amemos a misericórdia e que andemos humildemente com nosso DEUS. Ou seja, Ele quer nos perdoar para que, tendo o perdão, não pequemos mais. E não pecar mais é praticar boas obras. Resumindo, por meio da prática de obras más (desobediência) podemos nos perder, pois estamos desobedecendo a Lei, e ela tem que nos condenar. Portanto, sempre que praticarmos uma obra má, anulamos a graça em nossa vida, e necessitamos outra vez ser perdoados. Mas depois de perdoados, aí sim, devemos obedecer, e obediência é a prática de boas obras, que estão em conformidade com a Lei de DEUS.

Qual é a lógica de tudo isso? Ela é bem simples. O ser humano pecou, portanto tem que morrer, pois o salário do pecado é a morte. Assim exige a Lei. E atentem, a Lei não perdoa, ela condena. A função dela não é perdoar, mas condenar à morte, e esse é o seu poder. Por isso a lei serve também para prevenir contra a morte, orientando a não pecar para não morrer. Mas pecando, entra o amor de DEUS, que vendo-nos condenados, quer nos salvar. Veio o Seu Filho, para morrer em nosso lugar. Isso satisfaz a Lei, que exige a morte do pecador. JESUS colocou-Se em nosso lugar nessa morte. A partir dessa morte, como Ele pagou o preço do pecado dos pecadores, tem todo direito de perdoar a quem sinta a necessidade e queira ser perdoado. E isso é a graça. Ele perdoa, e a pessoa está livre de morrer para sempre. Mas atenção, ela estará livre até que cometa outro pecado, aí o processo reinicia, se ela desejar ser salva. Se não desejar, esteve por um tempo livre de morrer, mas pecando outra vez, voltou à condição de condenada. Portanto, uma vez aceita a graça, precisa ter o desejo de não pecar mais, isto é, ter o desejo de praticar somente boas obras. E é para isso que o ESPÍRITO SANTO foi enviado: nos ajudar no processo de santificação, que é a capacidade de cada vez mais conseguir praticar boas obras evitando as más obras. Resumindo mais uma vez: as boas obras, obras da obediência à lei de DEUS, se praticadas antes do perdão, são louváveis, mas não servem para obter o perdão de pecados anteriores, e, se praticadas após o perdão pela graça, servem para não ser condenado outra vez e manter-se salvo.


  1. Segunda: O chamado de Isaías

Isaías, filho de Amoz, que, segundo o Talmude era irmão do rei Uzias, profetizou no tempo dos reis Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias. Isaías viveu 79 anos, iniciou seu ministério em 740 aC, aos 20 anos, ano em que Uzias morreu. Era contemporâneo dos profetas Amós, Oséias e Miquéias. Consta que Isaías tenha sido serrado ao meio pelo iníquo rei Manassés.

Uzias foi um rei bom por muitos anos, mas não no final. Reinou 55 anos, e levou Judá à grande prosperidade espiritual como material. Mas, o rei Uzias, no auge de seu sucesso, tornou-se orgulhoso e convencido de seu poder. Esqueceu que DEUS era seu superior, exaltou-se sobre o sacerdócio, e foi realizar tarefas que só eram permitidas, por DEUS, aos descendentes de Arão. "Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração até se corromper; e transgrediu contra o SENHOR seu Deus, porque entrou no templo do SENHOR para queimar incenso no altar do incenso" (2 Crônicas 26:16-17). Ele foi repreendido pelo sacerdote ao que se indignou tanto que contraiu lepra. Foi separado do palácio, perdeu o poder, e assim morreu, e seu filho Jotão assumiu o poder. Uzias omeçou bem, mas terminou mal.

Seu sucessor, Jotão, foi um bom rei. Reinou por 16 anos, e fez muitas construções. Mas a corrupção na adoração começou em seus auxiliares. Morrendo, assumiu seu filho Acaz, e este foi um rei mau. Levou o reino ao declínio, vindo a tornar-se vassalo da Assíria. Judá estava se corrompendo. Depois de Acaz, reinou seu filho Ezequias que foi um rei à semelhança de Davi, seu ancestral.

Isaías iniciou seu ministério, por chamado de DEUS, no final do reinado de Uzias. Judá já estava se corrompendo, por causa do rei que se tornara mau sujeito. A situação piorou muito no tempo do neto de Uzias, que foi Acaz.

Como foi o chamado de Isaías? Era o último ano do reinado de Uzias. Iniciava-se a corrupção no reino, a partir do seu rei. Ele foi, em visão, levado até diante do trono de DEUS. Lá viu a DEUS. O cenário é descrito em Isaías 6:1 a 8, e foi para ele algo tão impressionante que foi indescritível. Ao ver a DEUS, Sua santidade, Seu poder, Sua imponência, Isaías exclamou: "Ai de mim! Estou perdido, porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos Exércitos!" (Isa. 6:5). Então um anjo tomou, com uma tenaz, uma brasa acesa, e com ela tocou os lábios de Isaías, assim ficando purificado. É que Isaías, arrependido de seus pecados, se confessou como pecador, num povo pecador, vendo-se perdido. Por isso foi perdoado. Logo veio a pergunta por parte de DEUS: "a quem enviarei, e quem há de ir por nós?" Isaías disse: "Eis-me aqui, envia-me a mim" (Isa. 6:8).

Isaías sentiu o contraste de seu estado de pecador e a santidade do Criador à Sua frente. Ele reconheceu sua pecaminosidade e sentiu a necessidade de perdão. Por isso ele falou que seus lábios eram impuros.

Agora a lição nos leva a uma reflexão. E nós hoje, sentimos esse contraste? Ou achamos que não necessitamos de perdão, isto é, de mudança? Os nossos cultos são coerentes com as nossas doutrinas? Nossos hinos todos são como DEUS deseja? Esses cultos são solenes e ao mesmo tempo alegres, inspiradores e que nos deixam mais santos que quando entramos? Ou saímos assim como entramos? Seguimos os escritos deixados pela Bíblia, pelo Espírito de Profecia e pelos atuais pastores pesquisadores que escrevem atualmente, ou seguimos costumes e ritmos vindos do mundo? Enfim, há coerência entre nossa fé e o nosso culto?


  1. Terça: Não tragam ofertas inúteis

O contexto do estudo de hoje está em Isa. 1:11 a 15 e 58:1 a 10. São duas situações bem parecidas.

O que se passava entre o povo de DEUS? Havia dois problemas: um era o ritual do santuário, outro, era o estilo de vida deles. Mas o que havia de errado com o ritual? Nada, exceto que eles estavam, digamos, adorando esse ritual, e não O que havia estabelecido o ritual, ou a quem ele apontava. É algo como comprar uma bíblia muito bonita, cheia de recursos, de elevado preço, e colocá-la, aberta, sobre uma estante na sala de visitas, e por essa razão exigir que DEUS derrame as Suas bênçãos. Esses estão adorando a Bíblia, e não o Senhor que ela apresenta. E talvez façam ainda pior: dizendo que servem ao DEUS da sua bíblia, no entanto, na sociedade e na igreja dão mau testemunho. Agora tente refletir: deve DEUS abençoar alguém assim? Ora, se Ele abençoar, que mensagem estará dando aos demais? Alguém assim serve de embaixador da vontade de DEUS nessa Terra?

O povo de DEUS naqueles tempos jejuava, e no entanto, DEUS não lhes abençoava. E eles estavam reclamando disso. Hoje em dia, ir à igreja para receber bênçãos é usual. Muitos vão à igreja para enriquecer, para receber saúde ou ser curado em caso de doença, para obter a solução de qualquer tipo de problema. Vão por muitos motivos, mas não para serem transformadas pelo Salvador. Isso nas igrejas populares. Mas nós também, em parte, estamos sendo afetados. Já não somos mais o povo "bom de Bíblia" como éramos no passado recente. Mas nos imaginamos ser o povo de DEUS, que tem a verdade, mas que em grande parte a desconhece. Aliás, muitos de nós não conhece bem nem mesmo o Salvador. E queremos ser abençoados, queremos ter poder do alto.

À semelhança do antigo povo de DEUS, também devemos mudar. Eles tiveram que mudar, pois praticavam os rituais como uma mera rotina, que assim, perdeu o sentido e o significado. Desprezando os escritos, viviam conforme imaginavam ser bom. Eles exploravam uns aos outros e não amparavam o necessitado. DEUS lhes disse que já estava farto dos rituais que Ele mesmo havia estabelecido. Não porque havia enjoado dos rituais, mas porque o Seu povo perdeu de vista o significado deles. Praticavam os rituais mas viviam conforme o diabo gostava. Alguém iria gostar de um ritual assim?

Comparando, vamos supor um aniversário seu. E você resolveu dar uma festa. Prepara tudo: bolo, doces, bebida, ambiente agradável, etc. Mas quando chegam os convidados, o que acontece? Eles comem, bebem, mas falam mal um do outro, fazem fofocas, criticam os ausentes, e assim por diante. Em pouco tempo, você mesmo ficará farto da festa, que era para ser algo bom para confraternizar. E mais um pouco, é capaz de dizer: 'pessoal, vamos encerrar a festa por aqui mesmo, pois já estou cansado de ouvir tanto falatório da vida alheia.' A festa era para comemorar um aniversário, não para falar mal dos outros.

Assim era o ritual do santuário. Era para preparar as pessoas para a vinda do Salvador, para serem perdoadas e para serem salvas do pecado, não para afundarem mais ainda no pecado, como estava acontecendo.

Que jejum DEUS pediu? Um jejum das maldades desse mundo. Que deixassem essas coisas, e praticassem a justiça. Que fizessem o bem aos pobres, que fossem cuidadosos no que falavam, e que se arrependessem de seus pecados e andassem humildemente diante de DEUS.

Não seria isso que Ele também pede de nós hoje? Nossos cultos são bonitos, sem dúvida, e neles, especialmente na Escola Sabatina, pode-se aprender muitas coisas boas. Mas se nada mudar em nossa vida, DEUS vai ficar farto de irmos e voltarmos da igreja e seus cultos, e continuarmos sendo sempre os mesmos, ou piorando em nossa vida espiritual.


  1. Quarta: Sem nenhum valor?

O "fardo da insignificância" – gostei da idéia. Não conhecia. O que vem a ser esse fardo citado na lição? Vamos a alguns fatos da história. Lembrem dos faraós. Eles enriqueciam explorando o povo, se proclamavam até como deuses. Mas morriam como qualquer súdito. E curiosamente, iam com eles, muitas de suas riquezas. Atentem bem, morriam e levavam junto riquezas. E para quê? Tempos depois outros saqueavam tudo! Perceba que com a morte, foi-se a glória. A glória, a honra, o poder, só existem para os vivos; os mortos, perderam tudo, outros levam e fazem o que bem desejarem com seus bens.

Na verdade, com o orgulhoso faraó, que se gabava pelo seu poder e riquezas, ao morrer, tudo foi para a sepultura. Acabou tudo, só restou história, que na verdade pouca gente conhece. O que adianta ter sido famoso, se não existe mais, e se um dia vai acordar para ser queimado no fogo do inferno? Conquistou tanto, só para perder tudo. Diria Salomão, tudo foi vaidade.

Agora reflitamos em outro personagem: Moisés. O que ele tinha na vida? Poderia ter sido um faraó, mas renunciou às honras. Então ficou pobre, tornou-se pastor de ovelhas em lugares de gente humilde. Hoje se diria de Moisés, que ele fez uma péssima troca. É o que parece. Mas onde ele está atualmente? Não embaixo de alguma pirâmide, que não passa de um montão de pedras, mas num lugar que faraó algum sequer poderia sonhar, e pode falar com o Criador do Universo, e está aguardando que JESUS volte à Terra para buscar os demais amigos e irmãos, para estarem junto com ele.

Entre o faraó do tempo de Moisés e Moisés, quem fez a melhor escolha da vida? E nós, o que estamos escolhendo? Há coisas que nesse mudo aparentemente valem muito, mas que, no máximo, podemos deixar para outros, ou levar para o túmulo. Só um bom caráter irá junto para a eternidade. E bom caráter só pode ser formado em pessoas humildes.

É bom ler Isaías 44. Lá descreve uma das capacidades de DEUS, a de conhecer o futuro. Não consigo explicar como Ele consegue isso. E fico fascinado com esse poder, tanto que gosto de estudar profecias. Um dos motivos dessa predileção é poder adentrar nesse conhecimento. Alguém revelou o futuro, e é algo impressionante poder ver o futuro se tornando presente, e nós já sabermos de muitos detalhes. A revelação profética tem um grande motivo, o maior de todos: é quando o previsto se tornar fato, rigorosamente como previsto, que creiamos que DEUS é realmente DEUS. Porque, quem mais nesse Universo é capaz de tal proeza? Ora, se DEUS tem tanto poder assim, e se Ele é amor, então, qualquer ser razoavelmente inteligente certamente optará por segui-Lo, pois com alguém assim o futuro estará garantido. Afinal, Ele conhece o futuro. Imagina se alguém assim não seria capaz de cumprir suas promessas!

Mas em Isaías 44 também o profeta ridiculariza das pessoas que adoram ídolos. Um homem pegou seu machado, cortou uma árvore, e com parte dela fez lenha, e fez fogo, e assou carne e dela comeu. E com outra parte daquela arvore esculpiu um ídolo, e se ajoelhou perante ele e disse: 'livra-me, pois tu és meu deus.' Alguém assim é digno de ser internado num hospital psiquiátrico, mas não haveria lugar para tantos. Hoje a maioria dos seres humanos confia nesses tipos de ídolos, feitos de papel (dinheiro); feitos de material (ouro, pérolas, imóveis); feitos de conceitos (fama, prestígio, honra); feitos de alegria passageira (festanças, orgias, drogas); feitos de todo tipo de material como aquela madeira, que também servia para assar carne. Ora, se o tal deus serve também para algo tão comum, como fazer fogo para cozinhar, a mesma matéria certamente não poderia servir para salvar. Assim é com os nossos deuses de hoje, cujo principal é a ganância por dinheiro e o que ele pode proporcionar.

Será que nós, povo de DEUS, não estamos sendo afetados pelos deuses modernos? É só parar para pensar, em quem confiamos mais!


  1. Quinta: "Este é o templo do Senhor, o templo do Senhor..."

DEUS incumbiu Jeremias de proclamar uma palavra ao povo judeu. Eles estavam adorando a Baal e outros deuses pagãos; furtavam, oprimiam os pobres e as viúvas, adulteravam, mentiam, juravam falsamente, entre outras coisas. E, contraditoriamente, confiavam no templo do Senhor, e não no Senhor do templo. O templo tornou-se um amuleto. Confiavam no prédio e nos rituais, mas não adoravam o Senhor, nem lhe prestavam culto, e também não lhe obedeciam. Viviam como os pagãos, mas queriam a proteção de DEUS. E falavam: "templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este" (Jer. 7:4). Em resumo, eles gostavam das bênçãos e do poder de DEUS, ao mesmo tempo em que gostavam da adoração aos deuses pagãos, e também gostavam de se aproveitar dos outros em benefício próprio, assim como faziam os pagãos. Viviam a cultura dos povos ao redor. Ai de nós, que estamos na mesma direção. Muitos de nós!

Foi nesse cenário que DEUS chamou Jeremias, que era um rapaz muito humilde, filho de Ilquias, sacerdote descendente de Arão. Jeremias era estudioso, escritor, historiador e profeta. Viveu em uma época de decadência espiritual, política, social e econômica de Judá, e viu a queda do reino ante Babilônia. Por ele DEUS tentou salvar a nação, mas, eles escolheram o caminho que a história registrou.

Em Jeremias 7:11, ele escreveu algo pesado que DEUS disse: "Será esta casa que se chama pelo meu nome, um covil de salteadores?" Por que DEUS falou assim? Porque eles praticavam tudo de mau que acima descrevemos, e tentavam se proteger pelo templo, pelo prédio, o edifício. Ou seja, a casa do Senhor tornou-se o esconderijo de gente de má índole, assaltantes, exploradores, adoradores do demônio, etc. Um verdadeiro covil de salteadores. Moravam na morada de DEUS, e praticavam as maldades dos mundanos.

Naqueles tempos antigos, os salteadores, ao menos muitos deles, viviam escondidos em cavernas e covas naturais, e a sua vida era assaltar pessoas de bem, e refugiar-se nesses lugares. Esses professos, que praticavam muitas coisas condenáveis, transformaram o templo do Senhor em algo assim.

E em relação a nós, hoje, como será? Para muitos não é tão diferente. Ouvir bons sermões no sábado, confraternizar com amigos na igreja, dar alguma oferta, participar do louvor, participar de diversos rituais. Durante a semana, negociar com astúcia, mentir aqui e ali, não ser de todo honesto, ser ganancioso por dinheiro, ser invejoso e/ou orgulhoso, etc. Ora, quem age assim, está em igual situação. São pessoas que querem ser salvas, não há dúvida, mas, ao mesmo tempo, também não querem largar das coisas e dos métodos do mundo. Querem o bem que DEUS promete, a vida eterna, a proteção divina, prosperidade sob Suas bênçãos, enquanto também apreciam, sem disposição de mudança, o que de mau o mundo oferece. Um caso típico, é aquele crente que sábado pela manhã vai à igreja, à tarde dorme e à noite assiste filmes não recomendáveis a cidadãos do Reino de DEUS, durante a noite toda.

Excetuando-se os verdadeiros servos de DEUS, e existem muitos, esses que se assemelham aos que Jeremias condenou, são o joio, que estão, ainda, e por pouco tempo, não só dando mau testemunho, mas servindo para que outros lhes sigam o exemplo, para se perderem e serem sacudidos fora da igreja, por ocasião do decreto dominical.

Por enquanto, e por pouco tempo, ainda se pode mudar de vida.


  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Sempre houve compreensão errada sobre DEUS, e em nossos dias continua assim. Nos tempos antigos, e durante a Idade Média, DEUS era visto como os deuses pagãos (a influência do paganismo na formação do conceito sobre DEUS foi forte). Ele era visto como um Ser majestoso e poderoso, em extremo exigente e vingativo, que mandava para o inferno quem não se comportasse conforme os requisitos. Era visto como perseguidor, que exigia perseguição e morte de quem fosse herege.

Em nossos dias, a idéia que em geral fazem de DEUS é um ser de amor e liberal, que salva todo mundo. Pode viver como quiser, pois uma vez salvo, salvo para sempre. Além disso, é visto como um DEUS que, como pensavam os judeus no tempo de JESUS, vai fundar o Seu reino aqui mesmo. Por isso ganha cada vez mais força a "Teologia da Prosperidade", pois a maioria das pessoas se torna cada vez mais gananciosa e presa aos negócios desse mundo.

Se durante a Idade Média DEUS era visto como um tirano, hoje Ele está sendo visto quase como permissivo. O foco centra no "eu"; essa é a visão atual, chamada de pós-moderna. E há os ultra liberais, que com a Bíblia na mão, pregam e ensinam exatamente ao contrário das normas da própria Bíblia, como os atuais casamentos entre pessoas de mesmo sexo. E dizem que DEUS aprova. Para esse foco, a oração seria assim: 'faça-se a minha vontade assim na Terra como no Céu." É isso mesmo que muitos pregadores pensam, e que atrai tanta gente: faça o que quiser, assim mesmo vai se salvar, pois DEUS é amor. Mas esquecem que DEUS também é justiça.

Ainda há outras compreensões a respeito de DEUS, muitas, e cresce o número delas. Há, por exemplo, aqueles que não acreditam na existência de DEUS. São os ateus. Esse é um mundo típico de pecadores, pois, a respeito de um assunto, DEUS, como é que pode haver tantas diferenças de entendimento? É evidente que um só entendimento pode estar correto, pois não há como existirem duas explicações diferentes e as duas serem corretas. Assim, está estabelecida a confusão sobre esse assunto, que favorece os interesses de satanás.

Em meio a essa confusão babilônica de conceitos, e de aviltamento sobre o que se pensa a respeito de DEUS, cabe a nós, povo adventista do sétimo dia, ensinar e testemunhar a verdade sobre DEUS. Não é só ensinar, é também demonstrar através da vida diária, em todos os lugares e momentos. Para isso, o requisito inicial é ser humilde. Quem não for humilde estará fechando o coração ao trabalho do ESPÍRITO SANTO.

escrito entre  20 e 26/07/2011 - revisado em 27/07/2011

corrigido por Jair Bezerra

 Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

 

FONTE: http://www.cristovoltara.com.br/


COMENTÁRIOS BRUCE CAMERON

 

Adoração - Lição 09 - "Não Confie Em Palavras Enganosas": Os Profetas e a Adoração - (Jeremias 7; Isaí9as 58; Miquéias 6)

Introdução: Há muitos anos atrás, eu estava na região de Michigan para um encontro com um grupo de professores que tinham objeções religiosas acerca de dar apoio ao sindicato dos professores. A maior parte dos professores estava muito ansiosa pela minha ajuda, porque eles estavam convencidos que não era agradável a Deus permanecer em um sindicato que se opunha aos princípios divinos. Certo professor estava preocupado com suas obrigações para com Deus, mas também estava preocupado com o seguro do seu carro, feito através do sindicato. Ele queria saber se, caso se desligasse do sindicato, poderia continuar com seu seguro pelo sindicato. Quando eu lhe disse "Não", pessoas que não são membros do sindicato não têm o direito de manter um seguro feito pelo sindicato, ele respondeu que seria muito custoso para ele levantar uma objeção de cunho religioso. Conforme saí da reunião, notei que ele estava dirigindo um Cadillac novo em folha. Sua fé poderia ser avaliada pela quantia que ele economizou com o seguro do sindicato. E nós? A nossa fé faz alguma diferença em nossa vida? Ou, será que a justificação pela fé nos alivia de tais preocupações? Vamos mergulhar em nosso estudo da Bíblia e aprender acerca da fé que faz a diferença!

I. Povo de Deus, Igreja de Deus

A. Leia Jeremias 7:1-2. A quem Deus tinha em mente como público para esta mensagem? (Seu povo. Ele queria que aqueles que viessem adorá-Lo ouvissem esta mensagem.)

B. Leia Jeremias 7:3-4. Deus diz, "Vocês precisam fazer mudanças em suas vidas." Algumas das pessoas respondem com um comentário sobre geografia: "Este é o templo do Senhor". O que as pessoas estão realmente dizendo? (Elas estão adorando na igreja certa.)

1. Note que as pessoas repetem a sua resposta três vezes. Por que? (Repetir algo duas vezes é uma forma comum na Bíblia para dizer que algo é importante. Talvez eles falem isto pela terceira vez para convencerem a si mesmos.)

2. O texto sugere que "Este é o templo do Senhor" é uma frase que as pessoas usavam frequentemente. Deus chama esta frase de "palavras enganosas". Acerca do que esta frase está enganando? (A identidade de uma igreja não é o que te salva.)

a. Note que essas pessoas não apenas estão na "igreja" certa, elas estão ingressando na forma correta de adoração. Ainda mais importante, elas estão adorando o Deus correto. Pode a forma correta de adoração ao Deus correto ser enganosa?

C. Leia Jeremias 7:5. O que Deus está ordenando que seu povo faça? (Que mude a sua "conduta". A palavra hebraica é uma referência a "caminho", assim, ela significa o rumo da vida, a atitude. Deus deseja uma mudança de atitude.)

1. Vamos parar um minuto e considerar isso. Essas pessoas tinham a igreja certa, o Deus certo, a adoração certa, mas Deus os chama de enganadores. O que isso nos ensina a respeito da adoração? (Que ela não termina quando saímos da igreja.)

II. Adoração Viva

A. Leia Jeremias 7:6-7. O que o estrangeiro, o órfão e a viúva têm em comum? (Eles não têm força na comunidade.)

1. Você os oprimiria, deixando de ajudá-los? (Existem outros textos na Bíblia que discutem sobre ajudarmos ao necessitado, mas este não é um deles. A palavra hebraica para "oprimir" se refere a "defraudar" ou "violar". Essas pessoas estavam ativamente tirando vantagem dos necessitados.)

2. Além de prejudicar os necessitados, o que mais essas pessoas estavam fazendo? (Estavam matando inocentes.)

3. Como você descreveria a atitude em geral deste povo de Deus? (Eles usam o poder de maneira errada.)

4. Nos Estados Unidos, o governo paga para pessoas que são pobres e não trabalham, e impõe impostos extras sobre as pessoas que trabalham duro e são bem sucedidas. Em uma democracia, nós decidimos as coisas através do voto, e temos um número maior de eleitores potenciais pobres do que de eleitores potenciais ricos. Os pobres podem usar mal o seu poder, ou isto é apenas um pecado dos ricos?

B. Leia Jeremias 7:7-8. Deus abençoará os que abusam do poder? (Eles não podem confiar em Deus, porque Deus diz que eles estão enganando a si mesmos. Deus lhes diz que Ele lhes tirará de suas casas e suas terras.)

C. Leia Jeremias 9:9-11. Estamos adorando a Deus de maneira apropriada se abusamos do nosso poder? (Não! Deus diz que essas pessoas estão prejudicando aos outros de maneiras muito sérias. Além disso, eles ainda prestam homenagens a outros deuses.)

1. O que este texto nos diz sobre a justificação pela fé? (Não penso que a justificação pela fé é o assunto aqui, porque essas pessoas estão colocando a sua fé em Baal, embora estejam frequentando a igreja certa. Ações erradas simplesmente demonstram que eles não têm uma atitude de obediência para com Deus.)

2. Note que Deus diz que está observando essas pessoas. Ele está nos observando?

a. Se você diz "sim", deixe-me fazer uma pergunta pessoal: As tuas ações variam com base em se há outras pessoas te observando? Você assistiria aos mesmos programas na televisão, veria os mesmos sites na Internet, ou ouviria as mesmas músicas se o teu líder religioso estivesse com você?

(1) Se você disse que não, então por que estaria envolvido com essas coisas, quando Deus está observando?

(2) O teu comportamento diante de Deus (que diz que está observando o tempo todo) é uma questão de adoração? (Adorar é honrar a Deus e mostrar a Ele o nosso comprometimento. Em certo sentido, obediência é adoração.)

III. Seguidores Honestos

A. Leia Isaías 58:1. Deus está aborrecido com os pecados do povo?

1. Como Deus considera os pecados do povo? (Rebelião.)

a. Esta é uma palavra muito interessante. Eu acredito na justificação pela fé. Esta é a única maneira de entrar na vida eterna. Mas vamos examinar o problema do pecado. Como Deus vê o pecado, e o que isso nos diz a respeito da justificação pela fé? (O pecado é a rebelião contra Deus. É uma rejeição de Seu reino. A fé e as obras não poder ser logicamente separadas, pois as nossas ações brotam a partir de nossas atitudes. O pecado resulta de uma atitude de rebelião contra Deus.)

B. Leia Isaías 58:2. Essas pessoas parecem rebeldes para você?

C. Leia Isaías 58:3. Vamos olhar a primeira parte deste verso Todas essas pessoas estão negando a si mesmas?

D. Leia Isaías 58:3-4 e Romanos 7:14-15. Isaías está se dirigindo a um grupo de pessoas que é assim como o apóstolo Paulo (e, a verdade seja dita, assim como você e eu)?

1. Qual é o objetivo do jejum e do ato de humilhar-se, que as pessoas dizem que estão fazendo? (Negação de si mesmo.)

2. Por que você iria "explorar os seus empregados" ou entraria em "brigas de socos brutais"? (Essas pessoas preferem a si mesmas aos seus empregados. Insistem em fazer valer seus pontos de vista sobre outros membros da igreja. Isto é exatamente o oposto da negação de si mesmo.)

E. Leia Isaías 58:6-7. O que Deus está pedindo em nosso jejum? (Coerência! Autoanálise. Como podemos dizer que estamos negando a nós mesmos se estamos oprimindo outras pessoas para nosso benefício próprio? Deus nos diz para abrirmos os nossos olhos e vermos as coisas como Ele vê.)

F. Vamos pular de volta para o início deste debate. Leia novamente Isaías 58:2. À luz do que está acontecendo, como podemos explicar essas pessoas? (Já aconteceu com você de alguém pedir a tua opinião, e parecia que esta pessoa não tinha interesse na tua opinião – a menos que você concordasse com ela? Essas pessoas não estão pedindo uma opinião porque possuem uma disposição séria para mudar. Estão procurando uma aprovação oficial para seus próprios atos egoístas.)

1. Quão sério você é acerca de buscar a seguir a opinião de Deus?

G. Leia Miquéias 6:6-8. As ofertas queimadas, os carneiros, o óleo, todos são exemplos do sacrifício vindouro de Jesus em nosso favor. O que isto nos ensina a respeito da verdadeira justificação pela fé? Da verdadeira adoração? (Oferecer o sacrifício, invocar o nome de Jesus, não importa com que frequência fazemos isso, não nos salva. Essas coisas não são como uma frase mágica, ou a senha final. Em vez disso, a verdadeira adoração, o verdadeiro sacrifício, a verdadeira justificação pela fé envolve uma atitude que é refletida em nossa vida diária: misericórdia, justiça, procurar andar no mesmo passo de Deus.)

H. Amigo, você já examinou a tua vida? A tua adoração é superficial? A tua atitude diária está em sintonia com a tua atitude na igreja? Você pergunta a opinião de Deus, mas não quer realmente saber a Sua resposta? Você é sempre egoísta, tirando vantagem dos outros? Peça ao Espírito Santo, agora mesmo, para converter o teu coração e a tua atitude, para que você "ande humildemente com o seu Deus". 

IV. Próxima Semana: Adoração: Do Exílio à Restauração

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Direito de Cópia de 2011, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.

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 (2011-03) Adoração Adoração (2011-03)

FONTE: http://brucecameron.blogspot.com/


COMENTÁRIOS GILBERTO THEISS

 

Comentário da Lição da Escola Sabatina – Lição 9 – 4º Trimestre 2011 (20 a 27 de agosto)

 

Comentário: Gilberto G. Theiss


SÁBADO, 20 DE AGOSTO - "Não confie em palavras enganosas": os profetas e a adoração - (Is 44:7)


Não há dúvidas que Deus oferece um caminho excessivamente melhor. Todos nós temos o direito de escolher segui-lo ou não, mas, é bom sabermos antes que, por mais que confiemos nos caminhos que traçamos para nós mesmos, os caminhos do Senhor são mais seguros e repletos de soluções para nossos problemas. E claro especialmente segurança e solução para o pecado e a morte.

Em tudo o que temos aprendido neste trimestre, não podemos perder o foco original – verdadeira x falsa adoração. O centro do que define verdadeira de falsa adoração é a vontade. Vontade de Deus exposta em Sua palavra e vontade determinada pelos gostos, entendimentos e achismos humanos. Com base neste conflito é que serão determinados o cumprimento das palavras enganosas dos falsos profetas, e nós poderemos muito bem nos encaixar neste paradigma. Hoje mesmo devemos fazer um checape de nossas vidas, comportamentos, atitudes, palavras e pensamentos para determinar com precisão – a quem estou seguindo? Que profeta estou me inclinando a ouvir as palavras? Os profetas de Deus ou o profeta chamado EU? O que penso, faço e determino pode ser melhor?


DOMINGO, 21 DE AGOSTO - Mil carneiros? - (Dt 10:12,13)


A igreja não é um ambiente para entretenimento social. Embora ali nos encontremos com nossos irmãos e o calor da irmandade seja manifesto em atos, a igreja é o lugar apropriado para, elevarmos a Ele nossa devoção permeada de fidelidade, amor e justiça. Devemos ir à presença de Deus com o objetivo de oferecer-lhe o melhor que podemos, porém de acordo com o que nos foi solicitado. Não podemos ofertar ao Senhor simplesmente o que está em nosso coração. Deve ser com sinceridade, no entanto também deve ser segundo o que a revelação nos orientou. Imagine se o povo tivesse passado qualquer outra coisa nas umbrais da porta menos o sangue exigido! Com certeza, os primogênitos daquelas casas teriam deixado sido removidos da lista dos que deveriam permanecer vivos. Imagine se o povo tivesse construído o santuário, porém de uma forma diferente da que lhes foi mostrado no monte! Com certeza o tempo não teria recebido a glória da presença de Deus no santíssimo. Enfim, como bem entendido até o momento, nossas obras não possuem nenhum valor salvífico, mas isto não indica que, diante da graça, a obediência e a intregridade perdem sua importância. Pelo contrário, pois a graça na verdade nos conduz a cumprir os deveres da vida cristã (Santificação, p. 81, 87).


SEGUNDA, 22 DE AGOSTO - O chamado de Isaias - (Is 6:1-8)


Isaias, assim como outros profetas, foram levantados por Deus para ajudar o povo e reconhece os caminhos errôneos em que estavam trilhando. No caso de Isaias, o povo se encontrava em uma situação espiritual nefasta. A idolatria e a transgressão estavam corroendo a vida espiritual do povo. Sempre que Deus levanta um profeta é porque geralmente o povo se encontra distante da verdade ou apostatado dela. No entanto, nem sempre os profetas são ouvidos, pois o povo de Israel muitas das vezes recusava ouvir a voz de Deus por intermédio de seus profetas. Isaias enfrentou problemas assim e chegou a ser cassado por suas mensagens. Em nosso tempo, Deus também levantou um profeta como Isaias e parece que esse profeta contemporâneo não é muito estimado pelo povo atual. Muitas de suas mensagens são recusadas ou interpretadas a bonificar seus gostos pessoais. Isto indica que, assim como o povo do passado, todos nós corremos o mesmo risco de recusar ouvir a voz de Deus por intermédio de Seus profetas.

Com relação ao culto, quão diferente seria se déssemos ouvidos aos conselhos de Deus e praticássemos as orientações como nos são oferecidas através da revelação? Quão diferente seria se deixássemos o orgulho, arrogância, soberba, egoísmo e o desejo por supremacia. Quão diferente seria o culto e a adoração se fôssemos ao templo para agradar unicamente a Deus? Quão diferente tudo seria para nós se exercêssemos maior fé e amor a Deus incondicionais! Uma pergunta nos cabe bem aqui: O que você pode fazer para que sua igreja seja assim?


TERÇA, 23 DE AGOSTO - Não tragam ofertas inúteis - (Is 1:11-15; Is 58:1-10)


Há pessoas que terão de morrer solteiras, pois no dia em que se casam se perdem. Há pessoas que terão de morrer pobre, pois no dia em que ficam ricas se perdem. Da mesma forma, há pessoas que terão de morrer analfabetas, pois no dia em que começam a se tornar muito entendidos acabam se perdendo. Na igreja não parece ser muito diferente. Muitas pessoas confundem conhecimento com vida prática. Não adianta absolutamente nada conhecer todos os grandes mistérios e segredos da verdade e da teologia se não houver vida prática. O conhecimento sem ser vivido é como um carro sem motor. Não irá para lugar algum. É como um avião sem asas ou uma árvore frutífera sem frutos. O conhecimento é importante, pois é ele que nos conduz ao Deus verdadeiro. Porém, se o conhecimento não conduzir-nos à obediência por amor, este conhecimento se tornará uma maldição na vida dessas pessoas. O conhecimento que não salva, com certeza condenará.

Deus não se agrada de ofertas inúteis. Assim como na experiência de Saul ao ter trazido os despojos dos inimigos para oferecer a Deus, na certa será rejeitado. Saul tinha um bom propósito ao ter poupado os despojos, mas não era o que Deus havia solicitado.

Isto indica claramente que, por melhores que sejam as nossas intenções no que fazemos ou oferecemos para Deus, elas jamais poderão substituir o que Deus pede.


QUARTA, 24 DE AGOSTO - Sem nenhum valor? - (Is 44)


Certa feita, uma irmã que conheci que fora adventista por vários anos, devido a alguns problemas da vida, acabou saindo da igreja. Esta irmã conhecia a verdade e foi uma defensora da verdade. Um dia resolvi fazer-lhe uma visita e para minha surpresa, quando entrei em sua sala, me deparei com uma imagem enorme de quase 50 centímetros de altura. Impressionante notar que, até que ponto uma pessoa que conheceu a verdade pode afastar-se de Deus pra chegar a esse ponto? A resposta é que, longe de Deus somos capazes fazer as piores atrocidades da vida. Quanto mais distante, maior o ato que corresponda a apostasia.

 

Isaias enfrentou um povo corrompido e cheio de misérias no coração. Eles conheciam a verdade e provavelmente conheciam a linha que separa o erro da verdade. No entanto, uma cegueira espiritual fez com que transformassem o santo em profano e o profano em santo. Assim como o povo de Israel do passado, ninguém está livre das piores mazelas da vida e do pecado. Basta estar longe de Deus e muitas coisas poderão se tornar bem diferentes. Sem Deus somos capazes de fazer coisas inimagináveis. Somente estando muito próximo de Deus e sobre a influência do Espírito Santo é que estaremos seguros. Infelizmente os nossos dias não serão muito diferentes. Muitos têm transformado o santo em profano e o profano em santo. E você o que tem feito da verdade?


QUINTA E SEXTA, 25 DE AGOSTO - "Este é o templo do Senhor, o templo do Senhor..." - (Jr 7:1-10)


Estar no templo do Senhor não significa estar salvo. Aliás, é possível ser um bom pregador, cantor e diretor de algum departamento e estar totalmente perdido.

Certa vez, uma esposa e mãe fez suas malas e as levou para a igreja. Seu esposo, ancião da igreja, não entendendo do que se tratava perguntou à sua esposa qual seria o motivo de estar levando as malas para a igreja. Sua esposa respondeu que estava se mudando para a igreja. O marido confuso perguntou-lhe qual seria o motivo. Então a esposa, com muita firmeza disse que estava se mudando para a igreja porque ele, o esposo, na igreja era um ótimo marido, ótimo pai e ótimo cristão. Esta hestória serve para avaliarmos a nossa própria história de vida. Como temos nos comportado em casa, nas ruas, no trabalho e na igreja? Geralmente na igreja somos os melhores cristãos, mas, infelizmente, muitos, ao sair das portas da igreja para fora, se tornam diferentes.

Por outro lado, há aqueles que, mesmo movidos pela sinceridade podem estar oferecendo a Deus na igreja coisas indevidas que não refletem a mais pura santidade desse Deus sublime e grandioso. Podemos estar cegamente fazendo coisas que desagradam a Deus imaginando estarmos fazendo o que é certo. Precisamos questionar nossa sinceridade e vigiar nossas atitudes a todo o momento. Se não fizermos isto, com certeza seremos enganados por nós mesmos.

Gilberto G. Theiss, nascido no estado do Paraná, é membro da Igreja adventista do Sétimo dia desde 1996. Crê integralmente nas 28 doutrinas Adventista como consta no livro "Nisto Cremos" lançado pela "Casa Publicadora Brasileira". Foi ancião por 3 anos na Igreja Adventista do Sétimo dia da cidade Nova Rezende/MG e por 6 anos na Igreja Central de Guaxupé/MG. Foi Obreiro bíblico na mesma cidade e hoje, além de ser coordenador do curso básico de reforço teológico para líderes de igreja pelo site www.altoclamor.com, está Bacharelando no Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia. Gilberto G. Theiss é autor de alguns livros e é inteiramente submisso e fiel tanto a mensagem bíblico-adventista quanto a seus superiores no movimento Adventista como pede hebreus 13:17. Toda a mensagem falada ou escrita por este autor é filtrada plenamente pelo que rege a doutrina bíblica-adventista do sétimo dia. Contato: gilbertotheiss@yahoo.com.br

 Gilberto Theiss  Sexta-feira, Agosto 19, 2011 0 comentários Descrição: http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gifLinks para esta postagem 

 Comentários da lição da Escola Sabatina


FONTE: http://gilbertotheiss.blogspot.com/


COMENTÁRIOS ESCOLA NO AR

 



 3º Trimestre de 2011 - Adoração

Comentário da Lição 09 - "Não confie em palavras enganosas": os profetas e a adoração

 

Sábado, 20/8/2011 - › "NÃO CONFIE EM PALAVRAS ENGANOSAS": OS PROFETAS E A ADORAÇÃO

"Quem então é como eu? Que ele o anuncie, que ele declare e exponha diante de Mim o que aconteceu desde que estabeleci Meu antigo povo, e o que ainda está para vir, que todos eles predigam as coisas futuras e o que irá acontecer". – Is 44:7 – Nova Versão Internacional.

O sábio Salomão descreve com duas frases o que o homem era, quando saiu das mãos de Deus e o que aconteceu com a queda: "Eis a única coisa que achei: Deus fez o ser humano reto, mas eles procuraram maquinações sem conta". – Ec 7:29 – Tradução Ecumênica da Bíblia.

O homem foi criado reto, perfeito, em completa harmonia com o Criador, pois trazia em si a imagem e a semelhança do Criador. Adorava o Criador em harmonia com as determinações deste. O pecado separou o homem de Deus, a sua fonte de equilíbrio e felicidade, corrompeu o seu delicado sistema mental e emocional e em inquietantes frustrações foi e continua indo em busca de maquinações sem conta. Isto também é verdade no terreno da adoração.

O profeta Isaias retrata esta situação com estas palavras candentes de advertência: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal, dos que transformam as trevas em luz e a luz em trevas, dos que mudam o amargo em doce e o doce em amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e inteligentes na sua própria opinião". - Is. 5:20 e 21 – Bíblia de Jerusalém.

Com a mente emocionalmente desequilibrada, por separar-se da fonte do equilíbrio, não consegue discernir os valores espirituais e morais. Perdeu o senso do certo e do errado.

Assim como Satanás tentou a Jesus para corromper a verdadeira adoração, do mesmo modo ele atua hoje. A mente do ser humano, sem o poder de resistência contra o mal, passa a ser controlada pelo inimigo. Este, com o seu grande poder de engano, induz o homem a aceitar falsos elementos na adoração. E tudo é praticado como se estivesse correto e em harmonia com a vontade de Deus.

Pense: "E lhe disse: 'Tudo isto te darei, se te prostrares e me adorares'". – Mt 4:9 – Nova Versão Internacional.

Desafio: "Jesus lhe disse: 'Retire-se, Satanás! Pois está escrito: 'Adore o Senhor, o seu Deus, e só a ele preste culto'". – Mt 4:10 Nova Versão Internacional.



Domingo, 21/8/2011 - › MIL CARNEIROS 

O sistema ritual dos sacrifícios foi instituído por Deus para ensinar aos israelitas o plano da salvação pela graça. Ninguém é salvo por méritos próprios ou, por apresentar grande número de sacrifícios, como tentando comprar a salvação. O sacrifício substituto tipificava a graça que se manifestaria de modo real na morte substituta de Jesus.

Os israelitas, com o passar do tempo perderam de vista o ensino do Redentor substituto tipificado, transformando os ritos dos sacrifícios em si, como o meio salvador. As cerimônias do santuário receberam o significado pagão de salvação por suas próprias obras ou meios. Assim foi criado o comércio espiritual girando em torno das cerimônias e sacrifícios da lei cerimonial. Toda a justiça própria era expressa nas práticas rituais e nas práticas acrescidas pela tradição. 

A busca do perdão e da justificação por meio da prática de cerimônias e na apresentação de sacrifícios transformou-se na salvação pelas obras. O legalismo israelita e judeu estava centralizado na prática da lei cerimonial. A lei moral orienta a conduta e quando o israelita a transgredia, sentindo-se no desfavor de Deus, recorria ao cerimonialismo sem a fé no Redentor prometido, para desfazer as ofensas. Era este o verdadeiro sistema legalista que Paulo condenou com toda a veemência. "Pois por obras da lei ninguém será justificado".

O profeta Miquéias advertiu com muita clareza: "Com que poderia comparecer diante do Senhor... Ficaria o Senhor satisfeito com milhares de carneiros, com dez mil ribeiros de azeite? Devo oferecer o meu filho mais velho por causa da minha transgressão,... por causa do pecado que cometi?" – Mq 6:6 e 7 - Nova Versão Internacional.

Pense: "Mas todas essas coisas, que eram para mim um lucro, considerei-as, por amor de Cristo, um prejuízo. Antes considero todas as coisas como um prejuízo ante o valor bem superior do conhecimento de Cristo Jesus, Senhor meu. Por amor dele renunciei a todas as coisas e reputo-as como lixo, a fim de ganhar a Cristo, e de ser encontrado unido a ele, não com a minha justiça, que venha da lei, mas com a justiça que se recebe da fé em Cristo, a justiça que vem de Deus e se funda na fé". – Fp 3:2-9 – Pontifício Instituto Bíblico de Roma.

Desafio: "Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus" – Mq 6:8 – Nova Versão Internacional.



Segunda-Feira, 22/8/2011 - › O CHAMADO DE ISAÍAS 

O rei Uzias reconquistou diversos territórios perdidos no passado. Reviveu o comércio fortalecendo financeira e economicamente a nação. A prosperidade material trouxe o declínio do poder espiritual e o serviço de adoração caiu para o formalismo.

Nestas circunstâncias espirituais, políticas e sócio-econômicas da nação de Judá, Isaías recebeu o chamado de Deus para reconduzir o povo no retorno à submissão a Deus, à adoração em harmonia com a Sua vontade e aos Seus princípios de conduta.

Serafins em reverente adoração exaltavam em permanente louvor a santidade e a glória de Deus: "Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia de Sua glória". – Is 6:3 – Almeida Revista e Atualizada.

Contemplando esta cena de santidade e glória e a adoração reverente em contraste com a impureza e a adoração corrompida de seu povo, a exclamação brota espontânea: "Ai de mim! Estou perdido!". – Is 6:5 – Almeida Revista e Atualizada.

Aterrorizado, Isaías humilhou-se até o pó, sentindo o terrível senso de culpa. "Sou um homem de lábios impuros!", exclamou angustiado.
A importante lição para nós é: Como estamos reagindo ante as advertências dos mensageiros de Deus em nossos dias? Como estamos aceitando as orientações de Sua Palavra que "permanece para sempre". – Is 40:8.

Praza aos céus que cada um nós, neste tempo de tanta depravação pecaminosa, sinta o poderoso impacto da mensagem da santidade, pureza e glória de nosso Criador. Que humildes e contritos O adoremos na beleza da Sua santidade. 

Pense: "Contemplando Isaías esta revelação da glória e majestade de seu Senhor, sentiu-se oprimido com o senso da pureza e santidade de Deus. Quão saliente o contraste entre a incomparável perfeição de seu Criador, e a conduta pecaminosa dos que, como ele, havia muito foram contados entre o povo escolhido de Israel e Judá". – Profetas e Reis, pág. 307.

Desafio: "Um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás". – Sl 51:17 – Nova Versão Internacional.



Terça-Feira, 23/8/2011 - › NÃO TRAGAM OFERTAS INÚTEIS 

Por que Deus pediu aos israelitas para não trazer ofertas, porque eram inúteis? Não fora Ele que instituíra os serviços do santuário para ensinar as verdades espirituais para Seu povo através dos sacrifícios?

O que realmente aconteceu com estes serviços? "Sua religião se centralizara nas cerimônias do sistema sacrifical. Haviam tornado todo-importante as formas exteriores, ao perderem o espírito da verdadeira adoração... O Senhor atuara para levar o povo ao cativeiro e suspender os serviços do templo, a fim de que as cerimônias exteriores não se tornassem a totalidade de sua religião... A glória exterior foi removida, para que se revelasse a espiritual...". – Meditação Matinal, 2002, pág. 335.

Os israelitas excluíram a Cristo, o Antítipo, do sistema de símbolos e cerimônias, estabelecido por Deus para ensinar o plano da salvação pela fé no Redentor prometido. Passaram a praticar os símbolos e cerimônias destituídos de seu ensino tipificador. O plano da graça de Deus centralizado no Substituto – Cristo Jesus – foi mutilado e feito o plano legalista, centralizado na lei dos símbolos e cerimônias que se apóia nas obras.

Muitos em sua vivência espiritual, correm o risco de centralizar a sua fé e a sua devoção em formalismos, em detrimento da comunhão com o Senhor de sua vida. As formas têm o seu lugar e valor na liturgia, mas nunca devem tornar-se o centro da adoração, ocupando o lugar dAquele que determina as formas de como quer ser adorado. Esta prática desvirtua a graça de Deus, e estimula o legalismo das obras e da justiça própria.

Pense: "Ao mesmo tempo os judeus, por seus pecados, estavam-se separando de Deus. Eram incapazes de discernir o profundo significado espiritual do seu serviço simbólico. Em sua justiça própria confiaram em suas próprias obras, nos sacrifícios e ordenanças em si, em vez de descansar nos méritos dAquele a quem todas essas coisas apontavam... Faltando-lhes o Espírito e a graça de Deus, procuravam ressarcir a falta mediante rigorosa observância das cerimônias e ritos religiosos. - Profetas e Reis, págs. 708 e 709.

Desafio: "Em cada ato da vida deveis tornar manifesto o nome de Deus... Não lhe podeis santificar o nome, nem podeis representá-Lo perante o mundo, a menos que na vida e no caráter representeis a própria vida e caráter de Deus. Isto só podereis fazer mediante a aceitação da graça e justiça de Cristo... É porque os homens usam o nome de Cristo ao passo que Lhe negam o caráter na vida que vivem, que o cristianismo tem no mundo tão pouco poder". - O Maior Discurso de Cristo, págs. 107 e 137.



Quarta-Feira, 24/8/2011 - › SEM NENHUM VALOR 

O profeta Isaías é o que mais contrasta a eternidade, a grandeza, o poder, o cuidado por Suas criaturas, do Deus eterno e Criador, com a inutilidade dos deuses fabricados por mãos humanas. No capítulo 44, Isaías é irônico e contundente no estabelecer os contrastes.

Na introdução apresenta o Deus do céu como Aquele que com paternal cuidado vela sobre Israel, Seu povo escolhido. Ele é o seu redentor. É o primeiro, o último e único. Além dEle, não há deus.
Ironiza o ferreiro modelando um ídolo com as suas ferramentas. Faz o mesmo com o carpinteiro, que busca uma madeira escolhida entre as árvores por ele mesmo plantadas. Leva-a para casa, acende um fogo, se aquece e assa o pão. Da parte de madeira que sobra fabrica um ídolo e o adora.

Argumenta: "Ninguém pára para pensar, ninguém tem o conhecimento ou o entendimento para dizer: 'Metade dela usei como combustível; até mesmo assei pão sobre suas brasas, assei carne e comi. Faria eu algo repugnante com o que sobrou? Iria eu ajoelhar-me diante de um pedaço de madeira?'" – Is 44:19 – Nova Versão Internacional.

Em verdade quem fabricou esse deus não se dá conta que para "nada lhe serve". – Is 44:10. O trágico em toda essa questão é que o ser humano adora um pedaço de madeira, faz pedidos e promessas para ele, esquecendo-se que tem um Criador que com carinhoso cuidado supre todas as suas necessidades.

Pense: "Todos os que fazem imagens nada são, e as coisas que estimam são sem valor. As suas testemunhas nada vêem e nada sabem para que sejam envergonhados". -´Is 45:9 – Nova Versão Internacional

Desafio: "Lembre-se disso, ó Jacó, pois você é meu servo, ó Israel. Eu o fiz, você é meu servo; ó Israel, eu não o esquecerei". – Is 44:21 – Nova Versão Internacional.



Quinta-Feira, 25/8/2011 - › "ESTE É O TEMPLO DO SENHOR, O TEMPLO DO SENHOR..." 

Se o quadro apresentado por Isaías é decepcionante, quando avaliamos que seres humanos inteligentes fabricam um ídolo e conferem-lhe o status de um deus, que dizer do quadro apresentado pelo profeta Jeremias?

Aqueles que foram escolhidos por Deus para desempenhar o papel de depositários da mensagem de salvação para os pecadores, envolveram-se com as mesmas práticas e adoração a coisas sem significado. Bem pior do que isso, apresentavam-se perante o Senhor com o coração dividido, mas considerando-se seguros por que estavam no templo do Senhor.

A piedade prática deixou de existir. O respeito para os princípios de conduta estabelecidos por Deus, foi ousada e atrevidamente banido. Mas o forte argumento era: Estamos no templo do Senhor e na Sua presença.

Que lições espirituais podemos aprender destas situações do passado? Estamos no templo do Senhor e na Sua presença, mas o deus da irreverência domina nossa conduta. Vamos para o templo para adorar o Soberano do Universo, mas o deus da moda dita nossa apresentação indecente e sensual. Ouvimos a mensagem, mas o deus do desinteresse não permite que a coloquemos em prática. Estamos na presença de Deus, mas o deus da indiferença nos impede sentir Sua presença.

Que podemos dizer sobre o deus da hipocrisia? Deus o acusa: "O Senhor diz: esse povo ora a mim com a boca e me louva com os lábios, mas os seus corações estão longe de mim". - Is 29:13 – Bíblia na Linguagem de Hoje.

Pense: "A cada reunião religiosa devemos levar a viva consciência espiritual de que Deus e os anjos estão presentes, a fim de cooperar com todos os verdadeiros crentes. Ao transpor as portas da casa de Deus, pedi ao Senhor que vos afaste do coração tudo o que é mau. Introduzi em Sua casa somente o que Ele possa abençoar. Ajoelhai-vos diante de Deus, em Seu templo, e consagrai-Lhe aquilo que Lhe pertence e que Ele adquiriu com o sangue de Cristo. Orai a favor da pessoa que dirigirá a reunião. Orai para que grande bênção advenha à congregação, por meio daquele que deve ministrar a palavra da vida. Esforçai-vos fervorosamente para alcançar vós mesmos uma bênção. Deus abençoará todos quantos dessa maneira se preparam para o Seu culto, e eles compreenderão o que significa ter o penhor do Espírito". – Testemunhos Seletos, vol. 3 - págs. 28 e 29.

Desafio: "Como a corça bramindo por águas correntes, assim minha alma está bramindo por ti, ó meu Deus! Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando voltarei a ver a face de Deus?" - Sl 42:1 e 2 – Bíblia de Jerusalém.



Sexta-Feira, 26/8/2011 - › ESTUDO ADICIONAL 

Importante também é a maneira como adoramos. A verdadeira adoração é racional, inteligente e fundamentada em princípios orientadores.

Os sentimentos não são um guia seguro para o ato de adoração, porque mudam como as nuvens. A adoração genuína precisa assentar-se sobre alicerce mais firme.

Um dos mais graves problemas da adoração é degenerar em formalidades vazias e inoperantes. Formalidades que não conduzem à comunhão. Essa experiência é relatada pelo profeta Ezequiel: "Assim o Meu povo se ajunta em grande número para ouvir o que você tem para dizer, mas eles não querem pôr em prática o que você diz. 'Ele fala bonito'- eles dizem, mas o que querem é ganhar dinheiro. Para eles você não passa de um cantor de canções de amor ou tocador de harpa. Eles ouvem o que você diz, porém não fazem nada daquilo que você manda. Porém, quando acontecer tudo o que você diz - e vai acontecer mesmo - aí eles ficarão sabendo que um profeta esteve no meio deles". - Ez 33:31-33 – Bíblia na Linguagem de Hoje.

Eis aí um povo cujo culto degenerou em formalidades sem o poder transformador. Vinham ouvir o pregador, mas a sua mensagem era tida como uma canção de seresteiro, excelente para embalar o sono. Não sentiam a malignidade do pecado, muito menos a necessidade do Salvador e de desenvolvimento espiritual. Esta espécie de culto não agrada a Deus.

Pense: "Os males de um culto formal não podem ser acentuados com demasiada força, mas não há palavras capazes de descrever devidamente os profundos benefícios do culto genuíno". – Testemunhos, Vol. 9 pág. 143.

Desafio: "Certamente guardareis os Meus sábados; pois é sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica". - Êx 31:13 Almeida Revista e Atualizada.


 

Conheça o autor

Pr. Albino Marks
Especialista em aconselhamento familiar e profundo estudioso da Bíblia, o pastor Albino Marks já atuou como preceptor (IAP, IACS, IAE-SP); capelão (IACS e Hospital do Pênfigo); diretor geral do IAP; departamental em várias associações e na UCB.

 

www.escolanoar.org.br

© Escola no Ar 2001-2008 • Todos os direitos reservados 
Coordenação › Wanderley Gazeta • Projeto gráfico › Rodrigo Matias

 

FONTE: http://www.escolanoar.org.br/Novo/impressao.asp?nivel=adultos_pt&data=26/8/2011

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SÃO DEZ MANDAMENTOS – LEMBRA-TE? GUARDA-SE OS DEZ!

ÊXODO 20:3-17

1º MANDAMENTO

Não terás outros deuses diante de mim.

2º MANDAMENTO

Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

E uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

3º MANDAMENTO

Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

4º MANDAMENTO

LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR.

Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;
MAS O SÉTIMO DIA É O SÁBADO DO SENHOR TEU DEUS.

Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.

Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, E AO SÉTIMO DIA DESCANSOU; POR ISSO O SENHOR ABENÇOOU O DIA DO SÁBADO, E O SANTIFICOU.

5º MANDAMENTO

Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

6º MANDAMENTO

Não matarás.

7º MANDAMENTO

Não adulterarás.

8º MANDAMENTO

Não furtarás.

9º MANDAMENTO

Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10º MANDAMENTO

Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO!

4º Mandamento

Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.

Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.

Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.

(Êxodo 20:8-11)

BEM-AVENTURADOS OS QUE OBEDECEM A LEI DE DEUS!


Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. (Ap. 1:3)

PERSEVERANÇA DOS SANTOS!


Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Ap. 14:12)

UM SIMPLES CASO DE OBEDIÊNCIA A DEUS OU AO HOMEM!


E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus. (Ap. 12:17)

Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. (Ap. 14:12)

Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. (Mt 5:18)

Jesus veio cumprir a Lei e não abolir.

Ele "NÃO" veio fazer mudanças na Sua Lei.

Depois lhe disse: São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. (Lucas 24:44)

Veio dizer que aquela forma de adoração a Deus estava errada.

Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a minha voz; e haverá um rebanho e um pastor. (João 10:16)

Satanás utiliza a igreja (PODER ROMANO = PODER PAPAL) através do homem (PAPA) para mudar a Lei de Deus (DEZ MANDAMENTOS).

Muito em breve (uma questão de dias, meses ou anos, quem viver verá), teremos a promulgação do DECRETO DOMINICAL, já tão encabeçado pela igreja católica, que se auto intitula a representante de Deus na Terra.

O próprio Bush já vê que o papa é Deus. Então falta pouco mesmo.

A Igreja romana e suas filhas (ECUMENÍSMO), apoiada por uma grande nação, os E.U.A. (falsos cristãos e os espíritas), vão impor uma grande perseguição aos verdadeiros cristãos:

O povo de Deus que guarda o SÁBADO!

Respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Importa antes obedecer a Deus que aos homens. (Atos 5:29)

Pense nisto!

É PRECISO OBEDECER 10 MANDAMENTOS?


Pois qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tem-se tornado culpado de todos. (Tg 2:10)

A MISERICÓRDIA DE DEUS!

O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor levante sobre ti o seu rosto, e te dê a paz. (Nm. 6:24-26)

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Bíblia Sagrada - Revista e Corrigida - SBB

Bíblia Sagrada - Revista e Atualizada - SBB

Atos dos Apóstolos - Ellen G. White - CPB

Profetas e Reis - Ellen G. White - CPB

Patriarcas e Profetas - Ellen G. White - CPB

Primeiros Escritos - Ellen G. White - CPB

Nisto Cremos - Tradução de Hélio L. Grellmann - CPB

O Grande Conflito - Ellen G. White - CPB (Casa Publicadora Brasileira)

O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - (Instituto de Difusão Espirita)

- Minha observação: O Livro dos Espíritos "NÃO" está de acordo com a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada! - Leia mais a "Bíblia" e o livro "O Grande Conflito" para entender melhor quem são os outros espíritos enganadores.

Manual de Manutenção e Expansão de PCS - Láercio Vasconcelos - MAKRON Books

Montagem, Configuração e Expansão de PCS - Laércio Vasconcelos - MAKRON Books

Manual Prático de Redes - Laércio Vasconcelos e Marcelo Vasconcelos - LVC

Hardware na Prática - Laércio Vasconcelos - LVC

Nisto Cremos - 27 Crenças

01 As Escrituras Sagradas
02 A Trindade
03 Deus Pai
04 Deus Filho
05 Deus Espírito Santo
06 A Criação
07 A Natureza do Homem
08 O Grande Conflito
09 Vida, Morte e Ressurreição de Cristo
10 A Experiência da Salvação
11 A Igreja
12 O Remanescente e Sua Missão
13 Unidade no Corpo de Cristo
14 O Batismo
15 A Ceia do Senhor
16 Dons e Ministérios Espirituais
17 O Dom de Profecia
18 A Lei de Deus
19 O Sábado
20 Mordomia
21 Conduta Cristã
22 Matrimônio e Família
23 O Ministério de Cristo no Santuário Celestial
24 A Segunda Vinda de Cristo
25 Morte e Ressurreição
26 O Milênio e o Fim do Pecado
27 A Nova Terra

NISTO CREMOS – 28 CRENÇAS FUNDAMENTAIS!

01. As Escrituras Sagradas
02. A Trindade
03. Deus Pai
04. Deus Filho
05. Deus Espírito Santo
06. Deus é o Criador
07. A Natureza do Homem
08. O Grande Conflito
09. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo
10. A Experiência da Salvação
11. Crescimento em Cristo
12. A Igreja
13. O Remanescente e sua Missão
14. Unidade no Corpo de Cristo
15. O Batismo
16. A Ceia do Senhor
17. Dons e Ministérios Espirituais
18. O Dom de Profecia
19. A Lei de Deus
20. O Sábado
21. Mordomia
22. Conduta Cristã
23. Matrimônio e Família
24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial
25. A Segunda Vinda de Cristo
26. Morte e Ressurreição
27. O Milênio e o Fim do Pecado
28. A Nova Terra

NISTO CREMOS

NISTO CREMOS

Crenças Fundamentais

Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm crenças fundamentais como ensinam as Sagradas Escrituras. Estas crenças aqui expostas constituem a percepção e expressão que a Igreja sustém com respeito aos ensinos bíblicos.

1. As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo.

(II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12).

2. A Trindade

Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente.

(Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).

3. Deus Pai

Deus, O Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade.

(Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; João 3:16; I João 4:8; I Tim. 1:17: Êxo. 34:6 e 7; João 14:9).

4. Deus Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas.

(João 1:1-3 e 14; 5:22; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 5:18; 6:23; II Cor. 5:17-21; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; I Cor. 15:3 e 4; Heb. 2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; João 14:1-3; I Ped. 2:21; Apoc. 22:20).

5. Deus Espírito Santo

Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis, são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Concede dons espirituais à Igreja.

(Gên. 1:1 e 2; Lucas 1:35; II Pedro 1:21; Lucas 4:18; Atos 10:38; II Cor. 3:18; Efés. 4:11 e 12; Atos 1:8; João 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13; Rom. 1:1-4).

6. Deus é o Criador

Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico de Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana.

(Gên. 1;2; Êxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3; João 1:1-3; Col. 1:16 e 17).

7. A Natureza do Homem

O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade e com o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas conseqüências.

(Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; Gên. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20).
8. O Grande Conflito

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua Lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu, quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo. Observado por toda a Criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor.

(Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 3; Gên. 6-8; II Pedro 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9).

9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação, pela fé, possam ter vida eterna, e toda a Criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador.

(João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Col. 2:15).

10. A Experiência da Salvação

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação, advém do poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos justificados. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo.

(Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; João 3:16; II Cor. 5:17-21; Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; João 3:3-8; Mat. 18:3; I Pedro 1:23; 2:21; Heb. 8:7-12).

11. Crescimento em Cristo

Por sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele, que subjugou os espíritos demoníacos durante Seu ministério terrestre, quebrantou o poder deles e garantiu Sua condenação final. A vitória de Jesus nos dá a vitória sobre as forças do mal que ainda buscam controlar-nos, enquanto caminhamos com Cristo em paz, gozo e na segurança de Seu amor. Agora, o Espírito Santo mora em nosso interior e nos dá poder. Continuamente consagrados a Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertos do fardo de nossas ações passadas. Não mais vivemos nas trevas, sob o temor dos poderes do mal, da ignorância e a insensatez de nossa antiga maneira de viver. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer à semelhança de Seu caráter, mantendo uma comunhão diária com Ele por meio da oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na providência divina, cantando em Seu louvor, reunindo-nos para adorá-Lo e participando na missão da Igreja. Ao entregar-nos ao Seu amorável serviço por aqueles que nos rodeiam e ao testemunharmos de sua salvação, a presença constante do Senhor em nós, por meio do Espírito, transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual.

(Sal. 1:1,2; 23:4; 77:11,12; Col. 1:13, 14; 2:6, 14,15; Luc. 10:17-20; Efés. 5:19, 20; 6:12-18; I Tess. 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Cor. 3:17,18; Filip. 3:7-14; I Tess. 5:16-18; Mat. 20:25-28; João 20:21; Gál. 5:22-25; Rom. 8:38,39; I João 4:4; Heb. 10:25.

12. A Igreja

A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Unimo-nos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja é a Família de Deus. A Igreja é o corpo de Cristo.

(Gên. 12:3; Atos 7:38; Mat. 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15).

13. O Remanescente e sua Missão

A Igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento.

(Mar. 16:15; Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14).

14. Unidade no Corpo de Cristo

A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Todos somos iguais em Cristo. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos.

(Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1).

15. O Batismo

Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida, sendo aceitos como membros por Sua Igreja. É por imersão na água e segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos.

(Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6; Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:12 e 13; I Pedro 3:21).

16. A Ceia do Senhor

A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a Cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo, e para unir nossos corações em amor.

(Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apoc. 3:20; João 13:1-17).

17. Dons e Ministérios Espirituais

Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o Qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino.

(Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Col. 2:19; Mat. 25:31-36).

18. O Dom de Profecia

Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja.

(Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10).

19. A Lei de Deus

Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma do julgamento de Deus.

(Êxo. 20:1-17; Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; João 14:15; Rom. 8:1-4; I João 5:3; Mat. 22:36-40; Efés. 2:8).

20. O Sábado

O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância deste Sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado.

(Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Heb. 4:1-11; Deut. 5:12-15; Isa. 56:5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; Mar. 2:27 e 28).

21. Mordomia

Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus, por meio de fiel serviço à Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu Evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua igreja.

(Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14).


22. Conduta Cristã

Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão em nossa vida, pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo.

(I João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I Pedro 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8).

23. Matrimônio e Família

O Casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe.

(Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; João 2:1-11; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11).

24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento.

(Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12).

25. A Segunda Vinda de Cristo

A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal.

(Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9-11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; Mat. 24; Mar. 13; Lucas 21; II Tim. 3:1-5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28).


26. Morte e Ressurreição

O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas.

(I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6:23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; João 5:24).

27. O Milênio e o Fim do Pecado

O milênio é o reinado de mil anos, de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante este tempo serão julgados os ímpios mortos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores.

(Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Mal. 4:1; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II Pedro 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21).

28. A Nova Terra

Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença.

(II Pedro 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15).

Fonte:
http://www.portaladventista.com/site/

ESTUDO BÍBLICO - Ouvindo a Voz de Deus

ESTUDO 01 - Ouvindo a Voz de Deus – A Bíblia Sagrada

ESTUDO 02 - Ouvindo a Voz de Deus – A beleza da criação divina

ESTUDO 03 - Ouvindo a Voz de Deus – A origem do mal

ESTUDO 04 - Ouvindo a Voz de Deus – O plano da salvação

ESTUDO 05 - Ouvindo a Voz de Deus – Fé, arrependimento e confissão

ESTUDO 06 - Ouvindo a Voz de Deus – Sinais da volta de Cristo

ESTUDO 07 - Ouvindo a Voz de Deus – A volta de Cristo

ESTUDO 08 - Ouvindo a Voz de Deus – O Milênio

ESTUDO 09 - Ouvindo a Voz de Deus – A verdade sobre a morte

ESTUDO 10 - Ouvindo a Voz de Deus – A Nova Terra

ESTUDO 11 - Ouvindo a Voz de Deus – Salvação pela graça

ESTUDO 12 - Ouvindo a Voz de Deus – O santuário de Deus

ESTUDO 13 - Ouvindo a Voz de Deus – O Juízo

ESTUDO 14 - Ouvindo a Voz de Deus – As leis na Bíblia

ESTUDO 15 - Ouvindo a Voz de Deus – A lei moral

ESTUDO 16 - Ouvindo a Voz de Deus – O mandamento esquecido

ESTUDO 17 - Ouvindo a Voz de Deus – Do sábado para o domingo

ESTUDO 18 - Ouvindo a Voz de Deus – Princípios de saúde

ESTUDO 19 - Ouvindo a Voz de Deus – O dom de profecia

ESTUDO 20 - Ouvindo a Voz de Deus – O dízimo

ESTUDO 21 - Ouvindo a Voz de Deus – Ofertar, um ato de adoração

ESTUDO 22 - Ouvindo a Voz de Deus – Como identificar a igreja verdadeira

ESTUDO 23 - Ouvindo a Voz de Deus – Por que devo ser batizado

ESTUDO 24 - Ouvindo a Voz de Deus – Princípios de vida cristã

ESTUDO 25 – Ouvindo a Voz de Deus - Educação Cristã

ESTUDO 26 – Ouvindo a Voz de Deus - A Vida no Espírito

ESTUDO 27 – Ouvindo a Voz de Deus - Um ministério para todos

http://www.curso-biblico.blogspot.com/

Lição 1 - Deus quer falar com você

A Bíblia Sagrada é uma coleção de livros impressionante. Por cerca de 1600 anos, mais de 40 autores diferentes a escreveram. Só este fato já chama a atenção: podemos lê-la do começo ao fim, e não encontraremos nenhuma contradição, embora muitos de seus autores jamais tenham se conhecido. Ela é composta por 66 livros (39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento), e é o Livro mais traduzido e lido no mundo.

1. Embora não seja um livro de ciência, a Bíblia traz alguma antecipação científica? (Confira os textos em sua Bíblia ou clique nos textos para lê-los em outra tela.)

Terra redonda –
Isaías 40:22 (texto escrito há mais de 2700 anos); Terra no vácuo – Jó 26:7 (escrito há mais de 3500 anos); Princípio da quarentena – Levítico 13:46.

2. Quem é o personagem central da Bíblia?
João 5:39

3. O que diz Jesus ser a Palavra de Deus? João 17:17

4. Quanto das Escrituras é inspirado por Deus e para que elas servem? II Timóteo 3:16

5. Quem inspirou os escritores da Bíblia? II Pedro 1:21

6. Ao que é comparada a Bíblia? Salmo 119:105

7. O que acontece quando estudamos as Escrituras? II Timóteo 3:15

8. Como estudar a Palavra de Deus? Isaías 28:10 e 13; Lucas 24:27

No caminho para a aldeia de Emaús, Jesus deu um verdadeiro estudo bíblico para os dois discípulos. Em Lucas 24:27 é dito que Jesus usou vários livros da Bíblia para explicar o assunto – Sua morte e ressurreição. Já Isaías 28:10 e 13 nos recomenda comparar texto com texto, “um pouco aqui, um pouco ali”, para compreender o contexto.

9. Basta ler a Bíblia e estudá-la?
Apocalipse 1:3; Tiago 1:22; Mateus 7:21

10. O que precisamos fazer para ter a certeza de que entenderemos a Bíblia e não seremos enganados? João 7:17

11. Para que, principalmente, foi escrita a Bíblia? Romanos 15:4

Minha Decisão:

Em Atos 17:11, Paulo diz o seguinte sobre os moradores de Beréia: “Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a Palavra com toda a avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.” Por isso, reconhecendo que a Bíblia é a Palavra de Deus, aceito-a como regra de fé e prática, e resolvo estudá-la diariamente a fim de, com a ajuda de Deus, praticar seus ensinos.

Lição 2 - Deus quer ouvir você

A escritora cristã Ellen G. White diz que orar é abrir o coração a Deus como a um amigo. Outros ainda dizem que a oração é a “respiração da alma”, querendo com isso indicar a importância de se desenvolver esse hábito. Assim como Deus fala conosco também através da Bíblia, Ele quer ouvir-nos através da oração.

1. O que os discípulos pediram a Jesus com respeito à oração? Lucas 11:1

2. Qual a oração modelo ensinada por Jesus? Mateus 6:9-13

3. Deus ouve mesmo nossas orações? Ele está disposto a atendê-las? Mateus 7:7, 8-11

4. O que é necessário para recebermos o que pedimos em oração? Marcos 11:24

5. Embora Deus sempre nos ouça, por que Ele, às vezes, não nos atende? Tiago 4:3; Provérbios 14:12

É preciso entender que Deus sempre responde nossas orações, pelo menos de três maneiras: “Está bem”, “Espere um pouco” e “Não”. Ele sempre tem em vista nosso bem.

6. Que outra condição é indispensável para sermos atendidos em nossas orações? I João 5:14; Mateus 6:10

7. Sob que condições Jesus Cristo prometeu atender a todos os nossos pedidos? João 15:7

8. Em nome de quem somente devemos orar? João 14:13

9. Qual era o costume de Jesus? Mateus 14:23

10. Que conselho nos dá a Bíblia quanto à oração? I Tessalonicenses 5:17

“Orar sem cessar” não significa ficar de joelhos o dia todo. Devemos estar sempre pensando em Deus e sentindo Sua presença conosco, onde quer que estivermos.

11. Em que momentos especiais do dia o salmista orava? Salmo 55:17

O objetivo principal da oração não é apenas pedir, mas promover um relacionamento de amizade com o Criador.

Minha Decisão:

Entendo que a oração é um privilégio e que o Senhor está disposto a me ouvir, em nome de Jesus. Por isso, decido dedicar tempo todos os dias para conversar com Deus, a fim de tornar a oração um hábito prazeroso.

Como manter comunhão com Jesus

(1) Escolha um lugar habitual para seus momentos de comunhão: o quarto, a sala, o escritório, etc., e um horário apropriado;

(2) faça uma oração curta pedindo a direção divina;

(3) leia uma passagem bíblica – comece, quem sabe, pelos evangelhos;

(4) medite, tentando aplicar a mensagem à sua experiência diária;

(5) fique em silêncio por um momento;

(6) ore, abrindo o coração e conversando com Jesus como se fosse seu melhor amigo. Faça isso todos os dias. Se, por algum motivo, falhar um dia, não desanime; continue no dia seguinte.

Lição 3 - Como é Deus

Certa vez, o próprio Jesus fez a seguinte pergunta a Seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem.” E Pedro, inspirado pelo Espírito Santo, disse: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:13 e 16). Noutra ocasião Jesus disse: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que Tu enviaste” (João 17:3). Portanto, é muito importante saber quem é Deus.

1. Segundo a Bíblia, quantos deuses há? Efésios 4:5 e 6; Isaías 45:22

2. Deus Se manifesta através de quantas pessoas? Quais são elas? Mateus 28:19

3. É possível compreender tudo sobre Deus? Deuteronômio 29:29

4. Quem é Jesus e desde quando existia? Romanos 9:5; Miquéias 5:2; João 1:1-3

5. O Espírito Santo é uma Pessoa? Tem intelecto, ou poder de pensar (I Cor. 2:10 e 11); tem sensibilidade, ou poder de sentir (Efésios 4:30; Rom. 15:30); tem vontade própria (I Cor. 12:11).

6. Quem criou o mundo? Gên. 1:26 e 3:22

A utilização do plural “façamos” sugere a existência da Trindade Divina. Aqui não se está falando de anjos, pois eles não são criadores. Só Deus – Pai, Filho e Espírito Santo – tem poder de criar (João 1:3; Col. 1:15 e 16; Heb. 1:2; Gên. 1:2).

7. Qual é a base do governo de Deus? Salmo 89:14

8. Pode o homem pecador e mortal ver a Deus? Através de quem Ele Se revelou? João 1:18

9. Deus Se preocupa conosco? Salmo 40:1; Tiago 4:8

10. O que Deus deseja que façamos em relação a Ele? Hebreus 4:16; Jeremias 29:13

A parábola do filho pródigo (Lucas 15:11-32), contada por Jesus, deixa claro o desejo que Deus tem de ter-nos perto dEle, não importa o que tenhamos feito no passado.

Minha Decisão:

O Pai, o Filho e o Espírito Santo me amam, por isso desejo conhecer e amar cada vez mais a Deus. Quero confiar nEle e entregar-Lhe meus caminhos e minha vida.

Lição 4 - Quem são os anjos

Angelologia (estudo sobre os anjos) é um assunto bastante discutido atualmente. Centenas de livros e revistas têm sido publicados sobre este tema, expondo as mais diversas opiniões e experiências. No entanto, a única fonte confiável de informações sobre este e outros assuntos semelhantes é a Bíblia Sagrada. O que ela diz sobre os anjos? Quando foram criados? Quantos são? Antes de abrir a Bíblia, não esqueça de orar pedindo a orientação divina.

1. Qual a origem dos anjos? Salmo 148:2 e 5

2. São eles espíritos de mortos? Gênesis 3:24

Já havia anjos antes da morte de um ser humano.

3. Quantos são os anjos? Apocalipse 5:11

4. Que duas classes de anjos há? Apocalipse 12:7 e 9

Miguel, em hebraico, significa “Quem é como Deus”. E esse não é outro, senão Jesus.

5. Quem foi o primeiro anjo a se tornar mau e por quê? Ezequiel 28:13-19; Isaías 14:12-14

Deus não criou Satanás (o inimigo). Criou, sim, um anjo perfeito e livre. Infelizmente – não sabemos por que -, Lúcifer ambicionou o poder e a posição de Deus, no Céu. E o Criador não destruiu o rebelde imediatamente para que os outros anjos pudessem comparar os dois governos e fazer também sua escolha, sem servir a Deus por medo, caso escolhessem ficar ao lado dEle.

6. Além de 1/3 dos anjos (Apoc. 12:3 e 4), a quem mais Lúcifer envolveu em sua rebelião? Gênesis 3:1-6

Envolvendo Adão e Eva, Lúcifer transferiu o palco do grande conflito para a recém-criada Terra. Portanto, Satanás é o responsável direto por tudo o que há de ruim no mundo. E às vezes tem obtido sucesso em atribuir seus atos diabólicos a Deus.

7. Que fazem os anjos maus? II Coríntios 11:14 e 15; Efésios 6:11 e 12; I Timóteo 4:1

8. Que fazem os anjos bons? Salmo 34:7; Salmo 91:11; Eclesiastes 5:6; Daniel 7:10

9. Os anjos bons aceitam adoração? Apocalipse 19:10 (Este texto se refere ao anjo Gabriel)

10. Que farão os anjos bons quando Jesus voltar? Mateus 24:31

Continuamente anjos bons e maus disputam influência sobre nós. A qual deles nos submeteremos? Lembremo-nos de que “não é contra a carne e o sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes” (Efésios 6:12).

Minha Decisão:

Sabendo que existe uma batalha pelo coração de cada ser humano, decido, através do estudo da Bíblia e da oração diária, colocar-me ao lado de Deus, pedindo sempre a proteção de Seus santos anjos.

Lição 5 - Como ser e permanecer salvo

Existe no coração de cada ser humano a sensação inconsciente de estar perdido. “Como obter a salvação? E salvação do quê? Para quê?” – são perguntas comuns. Tome sua Bíblia, faça uma oração e descubra por você mesmo.

1. Quantas pessoas são pecadoras? Romanos 3:23

2. Qual é o salário do pecado? Romanos 6:23; 5:12

3. Como Deus resolveu nosso problema? Romanos 5:8; Isaías 53:6

Note: Você merecia morrer por ser pecador; Jesus não merecia morrer porque nunca pecou; mas Jesus morreu em seu lugar, para que você possa viver. Isto é substituição.

4. Devemos pagar pela salvação ou merecê-la? Efésios 2:8

5. Leia Lucas 19:9 e complete a frase: Um dia Jesus entrou na casa de Zaqueu e afirmou que quem havia entrado era a ...............

6. Se a salvação é Jesus, e Jesus é uma pessoa, o que devemos fazer, então, para ser salvos? João 15:4 e 5

7. Além de Cristo, há algum outro em quem poderíamos encontrar a salvação? Atos 4:12; João 14:14; I Timóteo 2:5-6

8. Qual o primeiro passo para a salvação? Atos 16:31

9. Por que Jesus decidiu morrer por nós? João 3:16

Minha Decisão:

Em Mateus 11:28, Jesus diz: “Vinde a Mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei.” Decido atender a este convite e ir a Jesus diariamente, a fim de manter uma vida de comunhão com Ele.

Estudo Adicional

Como se permanece em Jesus?
 Orando diariamente;
 Lendo e meditando numa passagem bíblica, todos os dias;
 Contando aos outros do amor de Jesus e do que você está aprendendo na Bíblia;
 Assistindo aos cultos na igreja;
 Pensando sempre em Deus.

Lição 6 - O que significa ser cristão

Muitas pessoas acham que cristão é aquele que não rouba, não mente, freqüenta uma igreja, veste-se de forma modesta e decente e não fala coisas inconvenientes. Embora tudo isso seja importante, cristianismo é algo mais profundo, pois tem que ver com a mente e o coração, e não com meras atitudes exteriores. Descubra agora o que significa ser cristão.

1. Considere os seguintes personagens bíblicos e diga por que eles poderiam ter sido chamados de “bons cristãos”:

Enoque (Gênesis 5:24)
Noé (Gênesis 6:9)
Abraão (Gênesis 17:1)
Davi (Salmo 116:9)

Todos eles poderiam ser considerados “bons cristãos” porque ...................

2. O que Jesus perguntou a Pedro, antes de pedir que ele O seguisse? O que devemos fazer, também, antes de seguir e obedecer a Jesus? João 21:15-19

3. O que Pedro disse um dia a Jesus, quando todo mundo estava abandonando o Mestre? João 6:67 e 68

Jesus havia Se tornado tão importante para os discípulos, que, sem Ele, a vida não teria mais sentido.

4. O que Deus quer em primeiro lugar de Seus filhos? Provérbios 23:26

5. Qual é o convite amoroso de Jesus? Mateus 11:28 e 29

Note: Primeiro é preciso entregar o coração a Deus e ir a Jesus como estamos. Depois o jugo (a direção de Cristo) e a obediência à Palavra de Deus se tornam leves.

6. Qual foi a ordem que Jesus deixou aos seus discípulos antes de Sua morte? João 15:4

7. Pode alguém guardar os mandamentos de Deus sem permanecer em Cristo? Marcos 10:17-22

8. Quando alguém tenta guardar os mandamentos sem ter comunhão com Jesus, como Deus considera esse tipo de justiça? Isaías 64:6

9. Pode alguém ter comunhão com Jesus e continuar fazendo coisas erradas? II Coríntios 6:14 e 15. Se não, por que isso acontece? Gálatas 2:20

Minha Decisão:

A vida cristã e a obediência à Palavra de Deus só fazem sentido quando são conseqüência de um relacionamento de amor com Jesus. Decido melhorar minha comunhão com Cristo, orando, lendo a Bíblia e “andando com Ele”, a fim de tornar-me verdadeiro cristão.

Estudo Adicional

 Enoque, Noé, Abraão, Davi e outros, foram homens e mulheres extraordinários porque andavam com Deus.
 O bom comportamento é fruto do cristianismo. Você não é cristão porque se porta bem. Você se porta bem porque é cristão.
 Sozinhos, com um pouco de esforço, podemos mudar nosso comportamento. Se formos a Jesus, Ele mudará nosso coração. Os primeiros cristãos viviam uma vida de tal comunhão com Jesus que Ele era o tema de seus pensamentos e conversas. Por isso acabaram sendo chamados de “cristãos”.
 O que Deus mais quer é manter um relacionamento de amor com você, a tal ponto de você chegar a dizer como Pedro: “A quem iremos nós? Só Tu tens palavras de vida.”

Lição 7 - Veremos jesus

Uma das mais belas promessas bíblicas é a da segunda vinda de Cristo. Em todas as Escrituras há mais de 2500 referências a esse grande evento futuro. Como Jesus voltará? Todas as pessoas O verão? O que Ele vai fazer nessa ocasião? Abra a Bíblia e descubra.

1. Que promessa fez nosso Senhor Jesus antes de subir ao Céu? João 14:1-3

2. Quem mais garantiu que Jesus voltará? Atos 1:11

3. Quem acompanhará Jesus, quando Ele voltar? Mateus 25:31

4. Por que é importante saber exatamente como Jesus voltará? Mateus 24:5, 23 e 24

É muito importante conhecer a forma como Jesus voltará, porque um dos grandes enganos finais de Satanás será imitar a volta de Cristo.

5. Quantos verão Jesus Cristo voltando? Apocalipse 1:7; Mateus 24:30

6. Como será a volta de Jesus? Com o que Ele comparou Sua vinda? Lucas 21:27 e Mateus 24:27

A volta de Cristo será pessoal (Atos 1:11), real (João 20:24-29) e visível (Apocalipse 1:7).

7. Que acontecerá com os que morreram crendo em Jesus? I Tessalonicenses 4:16

8. Que acontecerá com os fiéis que estiverem vivos naquela ocasião? I Tessalonicenses 4:17; I Coríntios 15:51-53

9. Compare a atitude dos ímpios e dos justos, por ocasião da volta de Cristo.
Ímpios (Apocalipse 6:15-17): ..............................
Justos (Isaías 25:9): .....................................

10. Sabendo que Jesus voltará para levar os que O aceitaram como Salvador, que conselho nos dá a Bíblia? Lucas 21:34 e 36

Minha Decisão:

Creio que Jesus em breve voltará, por isso decido me preparar para aquele grande dia, mantendo uma vida de comunhão com Deus, a fim de viver com Ele por toda a eternidade.

Lição 8 - Quando Jesus voltará

Na lição passada, vimos que Jesus voltará de forma pessoal e visível, sendo visto por todas as pessoas do mundo. Embora a Bíblia seja bem clara ao afirmar que “o dia e a hora” da volta de Cristo ninguém sabe (ver Marcos 13:32), ela nos dá informações e profecias que nos ajudam a entender em que momento da história estamos. Falta muito para a volta de Cristo? Que sinais são esses deixados por Jesus? Descubra agora mesmo.

1. Que pergunta interessante fizeram os discípulos a Jesus, sobre o fim do mundo? Mateus 24:3

2. Que sinais deixou Jesus? Leia as passagens e marque um X ao lado dos sinais que estão acontecendo hoje.
( ) Guerras e preparativos de guerra. Mateus 24:6 e 7
( ) Fomes, pestes e doenças. Mateus 24:7
( ) Terremotos em vários lugares. Mateus 24:7
( ) Aumento do crime e da maldade. Mateus 24:10 e 12
( ) Acúmulo de riquezas nas mãos de poucos e maioria pobre. Tiago 5:1-3
( ) Conflitos trabalhistas. Tiago 5:4-6
( ) Falsa segurança e paz incerta. I Tessalonicenses 5:3
( ) Aumento do conhecimento das profecias e da ciência. Daniel 12:4
( ) Temor e angústia com relação ao futuro. Lucas 21:25-27
( ) Busca insaciável de prazeres. II Timóteo 3:1-4
( ) Declínio moral e religioso. Romanos 1:24-27
( ) Abandono das verdades bíblicas em busca de uma religião “fácil”. II Tessalonicenses 2:3
( ) Milagres mentirosos. Apocalipse 16:14
( ) Aumento das falsas religiões. II Pedro 2:1
( ) Ceticismo religioso e volta da crença em fábulas (duendes, cristais, etc.). Lucas 18:8 e II Timóteo 4:4
( ) Falsos cristos e falsos profetas. Mateus 24:24
( ) Tempos difíceis, vida complicada, estresse. II Timóteo 3:1 e Tiago 5:1-3

A intensidade com que estes sinais têm ocorrido em nossos dias aponta para o breve retorno de Cristo.

3. Qual o último sinal a ser cumprido? Mateus 24:14

O avanço evangelístico em países antes inacessíveis é uma boa notícia para os cristãos.

4. Há pessoas que duvidam da volta de Cristo e até zombam daqueles que crêem nisto. Como elas cumprem, também, a profecia? II Pedro 3:3 e 4

5. Ao ver todos esses sinais sendo cumpridos, o que devemos fazer? Marcos 13:28 e 29; Lucas 21:28

6. O que devemos fazer para estar preparados para a volta de Cristo? Lucas 21:36

Devemos vigiar o cumprimento dos sinais e, principalmente, vigiar nosso coração e nossa relação com Cristo hoje.

Minha Decisão:

Em II Pedro 3:9 lemos: “O Senhor não retarda a Sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham arrepender-se.” Talvez Jesus esteja esperando por você. Não adie seu preparo. Entregue sua vida a Jesus hoje para encontrá-Lo pessoalmente logo mais.

Lição 9 - Mil anos no Céu com Jesus

O que acontecerá depois da volta de Cristo? Para onde irão os salvos? O que você acha de participar de umas “férias” de mil anos, ao lado daqueles a quem você ama e junto com Jesus? Então prepare-se, pois Deus tem reservado as “passagens” dessa viagem maravilhosa para aqueles que mantiveram uma vida de comunhão com Jesus.

1. Para onde Jesus levará os salvos, quando Ele voltar à Terra? João 14:1-3

2. O que acontecerá com os que morreram crendo em Jesus, quando Ele voltar? I Tessalonicenses 4:16

3. E o que ocorrerá com os salvos que estiverem vivos, naquela ocasião? I Coríntios 15:51-53; I Tessalonicenses 4:17

4. Que efeito terá a vinda de Cristo sobre aqueles que escolheram viver sem Deus? II Tessalonicenses 2:8

5. Por quanto tempo os salvos permanecerão no Céu? E o que farão lá? Apocalipse 20:4; I Coríntios 6:2 e 3

6. Enquanto os salvos estiverem reinando com Cristo, no Céu, onde e como estarão os perdidos? Apocalipse 20:5

7. Como permanecerá a Terra durante o Milênio? Jeremias 4:23-26

8. Como ficará Satanás durante os mil anos na Terra? Apocalipse 20:1-3

A prisão de Satanás será uma cadeia de circunstâncias, pois não poderá sair deste planeta e aqui não terá ninguém para enganar, uma vez que os ímpios estarão mortos e os salvos estarão no Céu.

9. No fim do Milênio, qual será o fim de Satanás, seus anjos e os ímpios, ao tentarem tomar a cidade de Deus, que descerá do céu? Apocalipse 20:7-10

10. Depois de eliminados o pecado e os pecadores pelo fogo purificador, o que Deus dará aos salvos? II Pedro 3:10 e 13

11. O que não sofrerão os que ressuscitarem na primeira ressurreição (por ocasião da volta de Cristo)? Apocalipse 20:6

Minha Decisão:

Em Ezequiel 18:23, lemos: “Tenho Eu algum prazer na morte do ímpio? Diz o Senhor Deus. Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?” Somente ficarão fora da Nova Terra aqueles que assim decidirem, pois Deus respeita a decisão humana. Decida estar junto aos remidos de Deus e desfrutar a vida eterna ao lado de Jesus.

Lição 10 - Nosso lar eterno

Você já imaginou como seria o mundo se não houvesse guerras, fome, desastres, injustiças e morte? Consegue imaginar um lugar onde todas as nações vivem em harmonia, num relacionamento de perfeito amor? Agora pense nesse lugar e imagine o próprio Deus conversando com você, face a face. A boa notícia é que esse Lar existe e será nosso após o período de mil anos, em que os salvos estarão no céu.

1. O que Jesus prometeu preparar para Seus seguidores? João 14:1-3

2. Quem é o arquiteto e construtor da Santa Cidade? Hebreus 11:10

Para uma descrição detalhada da Nova Jerusalém, leia Apocalipse 21:9-27.

3. No fim do Milênio, onde estará a Nova Jerusalém? Apocalipse 21:2

4. Que acontecerá com a Terra quando os ímpios receberem o castigo da segunda morte? II Pedro 3:10

5. Que esperamos para depois disso? II Pedro 3:13; Apocalipse 21:1

6. Para quem é a Nova Terra? I Coríntios 2:9

7. Na Nova Terra haverá lembrança das coisas ruins pelas quais aqui passamos? Isaías 65:17

8. Quem habitará a Nova Terra, junto com os salvos? Apocalipse 22:3

9. O que não haverá mais na Nova Terra? Apocalipse 21:4

10. O que é essencial fazer para ter a vida eterna? João 3:16

11. Somente quem entrará no Reino dos Céus? Mateus 7:21

Minha Decisão:

Creio que este mundo será destruído e a Terra será renovada, após o Milênio. Por isso resolvo manter comunhão com Jesus e fazer a vontade de Deus a fim de estar preparado para viver na Nova Terra.

Conceitos que devem ficar bem claros:

1. Nossa passagem pelo céu, a bordo da Nova Jerusalém, levará mil anos.
2. Ao final do Milênio, nosso Lar eterno será finalmente estabelecido neste planeta, porém renovado.
3. A Nova Jerusalém, que descerá sobre o Monte das Oliveiras (Zacarias 14:3 e 4), será a capital da Nova Terra.
4. Deus morará com os remidos para sempre.
5. A vida dos salvos na Nova Terra será repleta de atividades prazerosas. Não haverá mais injustiças, egoísmo, doença, separação ou morte.

Lição 11 - A restauração da verdade

Certamente você já se perguntou por que há tantas igrejas e credos no mundo. Por que alguns guardam um dia para os serviços religiosos enquanto outros observam outro dia? Por que tantas interpretações sobre o que ocorre quando as pessoas morrem? Se a verdade é uma só, por que tantas interpretações? Onde e como começou o problema? Quem desvirtuou a verdade bíblica? Vamos às respostas.

1. Que viu o profeta Daniel em visão? Daniel 8:1-9

a) Um ............... com dois ....................
b) Um ............... com um ......................
c) Quatro ............................... notáveis.
d) Um ............ que saiu de um dos quatro ventos (direção), e que cresceu muito.

2. O que Daniel queria entender? Daniel 8:15

3. Qual o significado, segundo a própria Bíblia?

a) Carneiro ................... (538-331 a.C.) Daniel 8:20
b) Bode ....................... (331 a.C.) Daniel 8:21
c) Chifre grande .............. (Alexandre, o grande) Daniel 8:21
d) Quatro chifres ............. Daniel 8:22

Alexandre morreu em 323 a.C., e seus quatro generais (Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Ptolomeu) dividiram o reino entre si. Da divisão, surgiram: Roma, Grécia, Síria e Egito.

e) Daniel 8:23 ................A Bíblia não identifica este rei pelo nome, mas diz o que haveria de fazer.

4. Que haveria de fazer esse rei?

Daniel 8:10 e 24 ......................
Daniel 8:11 e 25 ...................... (ver I Timóteo 2:5)
Daniel 8:12 ...........................
Daniel 7:25 ...........................

Para descobrir em que esse poder mudou a Lei de Deus, confira Êxodo 20:3-17. Depois compare com os mandamentos do Catecismo (veja abaixo).

5. Que pergunta surgiu e qual foi a resposta? Daniel 8:13 e 14

Ao se acabarem as 2.300 tardes e manhãs, a verdade haveria de ser restaurada na Terra; e no Céu, o Santuário seria purificado.

6. Para que foram dadas as profecias? Provérbios 29:18

Minha Decisão:

Entendo que a verdade Bíblica foi pervertida por um poder humano, na Terra. Por isso peço a Deus forças para continuar descobrindo qual é Sua vontade para minha vida e colocá-la em prática.

Os Dez Mandamentos, conforme o Catecismo (Meu Catecismo, de A. Negromonte, pág. 22)

1. Amar a Deus sobre todas as coisas.
2. Não tomar Seu santo nome em vão.
3. Guardar domingos e festas.
4. Honrar pai e mãe.
5. Não matar.
6. Não pecar contra a castidade.
7. Não furtar.
8. Não levantar falso testemunho.
9. Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar as coisas alheias.

Os Dez Mandamentos, conforme a Bíblia (Êxodo 20:3-17 – resumidos)

1. Não terás outros deuses diante de Mim.
2. Não farás imagem de escultura ... não te encurvarás a elas.
3. Não tomarás o nome do Senhor ... em vão.
4. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar ... o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Não farás nenhum trabalho...
5. Honra a teu pai e a tua mãe.
6. Não matarás.
7. Não adulterarás.
8. Não furtarás.
9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
10. Não cobiçarás a casa ... a mulher [ou] ... coisa alguma do teu próximo.

Lição 12 - O santuário terrestre

Na lição passada vimos que houve um poder (representado pelo chifre pequeno que cresceu muito – Daniel 8:9 e 23) que mudou “os tempos e a lei” e “lançou a verdade por terra” (Daniel 7:25 e 8:12). Daniel ficou admirado com a visão e ouviu a seguinte pergunta: “Até quando durará a visão do contínuo sacrifício e da transgressão assoladora, para que seja entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados?” Em seguida, ouviu a resposta: “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Daniel 8:13 e 14). O estudo do Santuário e das cerimônias que eram realizadas nele, nos dá uma compreensão mais profunda do plano da salvação e da eliminação do mal.

1. Para que Deus ordenou a construção do Santuário? Êxodo 25:8

2. Além do pátio, quantos compartimentos tinha o Santuário? Hebreus 9:2 e 3
O lugar ....................e o lugar ........................

3. O que havia nesses compartimentos?
a) No Santíssimo havia ................... Êxodo 40:20 e 21; 26:33
b) No Santo havia ........................ Êxodo 40:22, 24 e 26
c) No Pátio havia ........................ Êxodo 40:29 e 30

4. Quem entrava em cada compartimento?

a) No Santo ..................... Hebreus 9:6
b) No Santíssimo ................ Hebreus 9:7
c) No Pátio: os pecadores arrependidos.

5. O que se fazia no Santuário?

a) .............................. Números 28:1-4

O sacrifício contínuo simbolizava a salvação à disposição de todos, a cada instante.

b) .............................. Levítico 4:2, 27-31

O sacrifício pelo pecado simbolizava a transferência do pecado, do pecador para o Santuário, via sacerdote, pelo sangue.

c) .............................. Levítico 16:5, 8, 15, 16, 30 e 34

O Dia da Expiação simbolizava a remoção completa dos pecados.

6. A quem representavam todos os sacrifícios do Antigo Testamento? Hebreus 9:9, 13 e 14; João 1:29; Apocalipse 1:5

7. De que o Santuário terrestre era cópia? Êxodo 25:40; Hebreus 8:5; 9:24

8. Quando o Santuário da Terra perdeu a vigência? Mateus 27:50 e 51

9. Que Santuário está em função atualmente? Hebreus 8:1 e 2

Minha Decisão:

Assim como os pecados do antigo Israel eram simbolicamente transferidos para o Santuário terrestre através do sangue dos sacrifícios, desejo que o sangue de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, purifique todos os meus pecados, tornando-me nova criatura.

Lição 13 - O santuário celestial e o juízo

No último estudo analisamos o Santuário terrestre e os rituais que eram nele realizados. Vimos que tudo o que era feito no Santuário (os sacrifícios, a aplicação do sangue dos animais, o serviço dos sacerdotes) era uma representação em símbolo da obra redentora de Cristo. Por isso mesmo, o Santuário terrestre teve validade até o momento em que Cristo morreu na cruz, quando o véu do templo judaico rasgou-se de alto a baixo (Mat. 27:50 e 51). A partir dali entrou “em ação” o Santuário Celestial. Sabendo o que era feito no Santuário terrestre, fica mais fácil compreender a obra de Cristo no Santuário Celestial.

1. O Santuário terrestre era uma cópia do Santuário Celestial. Confira Apocalipse 8:3; 11:19; 15:5; Hebreus 8:2 e 5

2. Quem é o Sacerdote e a vítima (Cordeiro) do Santuário do Céu? Hebreus 4:14 e 7:27

3. Onde entrou Jesus, após Sua morte e para quê? Hebreus 8:1 e 2; 9:24 e 7:25; I João 1:9

4. Que fará Deus? E quem é o Juiz? Eclesiastes 12:14; II Coríntios 5:10; João 5:22 e 27; Atos 17:31

5. Quais são os livros envolvidos no julgamento?

a) Da vida. Apocalipse 20:15; 21:27 – Nele estão registrados os nomes dos salvos.
b) Memorial. Malaquias 3:16 – Registro das atitudes das pessoas.

6. Quando o nome de alguém é inscrito no Livro da Vida? João 5:24

7. Se alguém não confessou ou não abandonou todos os pecados, o que ocorre no Juízo? Êxodo 32:33

8. E se venceu todos os pecados, pelo poder de Cristo? Apocalipse 3:5

9. Se pecarmos, a quem devemos recorrer como nosso advogado ou mediador? I João 2:1

10. Qual será a norma de julgamento para todos? Tiago 2:12

11. Que decreto é feito na conclusão do Juízo? E que fará Jesus logo a seguir? Apocalipse 22:11 e 12

Minha Decisão:

Sabendo que há um Juízo se processando e que preciso abandonar todos os pecados, peço perdão a Cristo e forças para vencer minhas más tendências. Quero que meu nome permaneça no Livro da Vida.

As três fases do Juízo:

1. Juízo Investigativo (ocorre no Céu, para determinar quem dentre os vivos e os mortos estará salvo – I Ped. 4:17 e Apoc. 14:6 e 7).
2. Juízo de Comprovação (realizado por Cristo e pelos salvos, durante o Milênio no Céu, a fim de verificar o caso dos perdidos que ficaram mortos na Terra – Apoc. 20:4 e 6; I Cor. 6:1-3).
3. Juízo Executivo (será aplicado sobre os ímpios e sobre Satanás e seus anjos, no fim do Milênio – Apoc. 20:11-15).

Lição 14 - O tempo do juízo

Em Apocalipse 14:6 e 7 lemos: “E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória; porque é chegada a hora do Seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Na última lição vimos que o juízo de Deus se compõe de três etapas (juízo investigativo, juízo de comprovação e juízo executivo). Neste estudo veremos quando teve início o juízo.

1. No tempo do antigo Israel havia um dia para a purificação do Santuário terrestre (uma vez por ano). Ao final de quanto tempo o Santuário Celestial seria purificado? Daniel 8:14

2. O que a Bíblia quer dizer com “tarde e manhã”?Gênesis 1:5, 8, 13 e 19

3. Quanto vale um dia profético? Ezequiel 4:6 e 7; Números 14:34

A linguagem profética possui muitos símbolos. Em Apocalipse, por exemplo, a palavra “águas” significa “povos”, “multidões” e “nações” (ver Apoc. 17:1 e 15). De maneira semelhante, profeticamente um dia representa um ano literal.

4. Quando começaram os 2.300 anos? Daniel 9:25

De acordo com Esdras 7:7 e 8, o decreto ao qual o livro de Daniel faz referênciaentrou em vigor logo após o retorno de Esdras no 7º ano do rei Artaxerxes, e aHistória registra que esse ano foi 457a.C. (Para mais informações, visite o site
http://www.concertoeterno.com/)

5. Quando terminaram os 2.300 anos?

Contando 2.300 anos a partir de 457 antes de Cristo (e levando em conta que oano zero que não existe entre 1 a.C. e 1 d.C.), chegamos ao ano de 1844.
Portanto, em 1844 teve início o juízo no Santuário Celestial; e na Terra, arestauração da verdade.

6. Prova real da profecia. Daniel 9:24 a 27

a) Após 483 anos (7 + 62 = 69 semanas = 69 x 7 = 483), o Messias seria ungido. Portanto, 483 – 456 = 27, exatamente o ano em que Jesus foi batizado por João Batista (Mat. 3:16; Atos 10:38).

b) Na metade da última semana das 70, o Messias seria morto. Exatamente três anos e meio após Seu batismo, Jesus foi crucificado e morto. A profecia estava confirmada (Daniel 9:24).

c) No fim das 70 semanas (70 x 7 = 490 anos), Paulo se converteu e o evangelho começou a ser pregado também aos gentios. A nação de Israel perdeu o status de povo escolhido.

Minha Decisão:

Sabendo que o juízo investigativo teve início em 1844 e está se processando hoje, decido, pelo poder de Cristo, colocar minha vida em conformidade com a Palavra de Deus.

Lição 15 - A eterna lei de Deus

Quando ocorre um julgamento, entende-se que uma lei foi transgredida. Onde não há lei, não há transgressão. Por outro lado, quando a lei é devidamente cumprida, não há condenação. Neste estudo veremos se a lei de Deus ainda está em vigor, qual sua importância e como cumpri-la.

1. Segundo o plano divino, qual é o segredo de uma vida longa? Provérbios 3:1 e 2

2. Como devemos proceder? Tiago 2:12

3. Que lei é essa? Tiago 2:10 e 11

4. Qual é a lei que tem mandamentos como estes: “Não matarás”, “Não adulterarás”? Êxodo 20:3-17

5. Segundo a Bíblia, quem escreveu os mandamentos entregues a Moisés? Êxodo 31:18

6. Como o apóstolo Paulo considerava a Lei de Deus? Romanos 7:12

7. Jesus mudou ou anulou a Lei de Deus? Mateus 5:17-19

8. Qual foi a atitude de Jesus em relação aos mandamentos de Deus? João 15:10

9. Quem tem fé não precisa obedecer à Lei de Deus? Romanos 3:31

10. A Lei de Deus pode nos salvar? Romanos 3:20

11. Para que serve, então, a Lei de Deus? Tiago 1:23-25

Tiago compara a Lei de Deus a um espelho. Somente através da Lei podemos conhecer nossos defeitos de caráter e pecados. A Lei diagnostica o problema. Cristo o resolve.

12. Como a Bíblia chama a pessoa que diz conhecer a Jesus Cristo mas recusa obedecer-Lhe? I João 2:3 e 4

13. Por quanto tempo durará a Lei de Deus? Mateus 5:17 e 18; Salmo 111:7 e 8; Eclesiastes 3:14

14. Qual o principal motivo para guardarmos (praticarmos) a Lei de Deus? João 14:15

Minha Decisão:

Aceito os Dez Mandamentos como padrão de conduta para minha vida. Creio que, através do poder de Cristo, serei capaz de obedecer a cada um de Seus mandamentos.

Lembre-se: O objetivo da Lei não é salvar, mas mostrar a necessidade de salvação.

Os Dez Mandamentos, conforme a Bíblia (Êxodo 20:3-17 – resumidos)

1. Não terás outros deuses diante de Mim.
2. Não farás imagem de escultura ... não te encurvarás a elas.
3. Não tomarás o nome do Senhor ... em vão.
4. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar ... o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Não farás nenhum trabalho...
5. Honra a teu pai e a tua mãe.
6. Não matarás.
7. Não adulterarás.
8. Não furtarás.
9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
10. Não cobiçarás a casa ... a mulher [ou] ... coisa alguma do teu próximo.

Lição 16 - Leis em contraste

Na lição passada, vimos que Jesus veio para cumprir a Lei de Deus, a fim de dar-nos exemplo (ver Mateus 5:17-19). O apóstolo Paulo afirma que os mandamentos de Deus são puros, santos e bons (Romanos 7:12). Por que, então, há passagens que parecem depreciar a Lei? Um estudo cuidadoso revelará que a Bíblia faz menção a mais de uma lei, deixando clara a superioridade da Lei de Deus, os Dez Mandamentos.

1. Que título de distinção é dado à Lei de Deus? Tiago 2:8 e 9

2. Por que meio vem o conhecimento do pecado e através de que seremos julgados? Romanos 7:7; Tiago 2:12

A lei que diz “Não cobiçarás” é a dos Dez Mandamentos. E a “lei da liberdade” é, também, a dos Dez Mandamentos, pois nos versículos anteriores a Tiago 2:12 são mencionados os mandamentos “Não matarás” e “Não adulterarás”.

3. Que sistema foi estabelecido em virtude da transgressão da Lei de Deus por parte do homem?
O sistema sacrifical, com seus ritos e cerimônias (como os sacrifícios do Santuário), que apontavam para Cristo.

4. Por quem foi proclamada a lei dos Dez Mandamentos? Deuteronômio 4:12 e 13

5. Como a lei cerimonial foi transmitida a Israel? Levítico 1:1 e 2

6. A lei cerimonial era completa em si mesma? Efésios 2:15

7. Em que Deus escreveu os Dez Mandamentos? Deuteronômio 4:13

8. Em que foram escritas as leis cerimoniais (que continham orientações sobre sacrifícios e holocaustos)? II Crônicas 35:12

9. Onde foram colocadas as tábuas dos Dez Mandamentos? Êxodo 40:20

10. Onde Moisés ordenou que pusessem a lei cerimonial que ele escrevera? Deuteronômio 31:25 e 26

11. Qual a natureza dos Dez Mandamentos, ou lei moral? Salmo 19:7; Romanos 7:14

12. Poderiam as ofertas ordenadas pela lei cerimonial satisfazer ou tornar perfeita a consciência do crente? Hebreus 9:9

13. Até que tempo deveriam ser realizados os serviços cerimoniais no santuário terrestre? Hebreus 9:10

14. Quando foi esse “tempo de reforma” ou “nova ordem”? Hebreus 9:11-14

15. O que a morte de Cristo fez com a lei cerimonial? Colossenses 2:14; Efésios 2:15

16. Por que a lei cerimonial foi ab-rogada (anulada) e o que marcou esse acontecimento? Hebreus 7:18 e 19; Mateus 27:50 e 51

17. Com que palavras o profeta Daniel profetizara isto? Daniel 9:27

18. Por quanto tempo perdurará a lei moral (Dez Mandamentos)? Salmo 111:7 e 8

Minha Decisão:

Reafirmo minha posição de que os Dez Mandamentos estão em vigor e são uma bênção na vida daqueles que, pelo poder de Cristo, colocam-nos em prática. Decido obedecê-los.

Contraste entre as duas leis (Moral e Cerimonial)

Lei moral

É chamada “lei régia” (do Rei) – Tiago 2:8
Foi proferida por Deus – Deuteronômio 4:12 e 13
Foi escrita por Deus em tábuas de pedra – Êxodo 31:18
Foi escrita “pelo Dedo de Deus” – Êxodo 31:18
Foi posta dentro da arca – Êxodo 40:20; I Reis 8:9; Hebreus 9:4
É perfeita – Salmo 19:7
Deverá “permanecer firme para todo o sempre” – Salmo 111:7 e 8
Não foi abolida por Cristo – Mateus 5:17
Devia ser engrandecida por Cristo – Isaías 42:21
Comunica conhecimento do pecado – Romanos 3:20; 7:7

Lei Cerimonial

É chamada “a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” – Efésios 2:15
Foi ditada por Moisés – Levítico 1:1-3
Era em “forma de ordenanças” – Colossenses 2:14
Foi escrita por Moisés num livro – II Crônicas 35:12
Foi posta ao lado da arca – Deuteronômio 31:24-26
“Nunca aperfeiçoou coisa alguma” – Hebreus 7:19
Foi cravada na cruz – Colossenses 2:14
Foi abolida por Cristo – Efésios 2:15
Foi anulada por Cristo – Colossenses 2:14
Foi instituída em conseqüência do pecado – Levítico 3-7

Lição 17 - O verdadeiro dia de guarda

As recomendações de Deus sempre visam ao nosso bem-estar. Ao colocar em Sua Lei um mandamento específico sobre a santificação de um dia da semana, Ele, na verdade, estava nos prevenindo a respeito da correria em busca de posses e do desgaste físico e mental que dela advém. Hoje, poderíamos dizer que, ao obedecer ao quarto mandamento, estamos, na verdade, melhorando nossa qualidade de vida e evitando o estresse.

1. Que três coisas fez Deus quando acabou de criar o mundo? Gênesis 2:1-3

2. Você acha que Deus descansou porque estava cansado? Isaías 40:28

Jesus não precisava ser batizado porque não tinha pecados, mas fez isso para dar-nos exemplo. Da mesma forma, Deus nos deu exemplo “descansando” no sétimo dia.

3. Por que Deus separou o sábado como dia especial? Marcos 2:27

4. Além de abençoar o sábado, Deus o santificou. Como deveria o ser humano agir diante de algo santo? Êxodo 3:5

5. Que dia da semana é o sábado? Êxodo 20:8-11; Levítico 23:3; Mateus 28:1

6. Além de ser o quarto mandamento, o que mais é o sábado? Ezequiel 20:12 e 20

7. Será que o sábado foi estabelecido apenas para o povo judeu? Isaías 56:6 e 7; Eclesiastes 12:13

Segundo o livro de Gênesis (ver pergunta nº 1), o sábado foi estabelecido na Criação, quando só havia Adão e Eva. Não havia judeus e nem outro povo qualquer.

8. Que dia Jesus guardava? Lucas 4:16

9. Que dia o apóstolo Paulo guardava? Atos 16:13; 17:2

10. Que dia Maria, mãe de Jesus, e as mulheres seguidoras de Cristo guardavam? Lucas 23:56

11. Quando começa o sábado, segundo a Bíblia? Neemias 13:19; Gênesis 1:19; Marcos 1:32; Levítico 23:32

12. Como Deus deseja que guardemos o sábado? Isaías 58:13 e 14; Mateus 12:12

13. Após a morte de Jesus, seria o sábado observado pelos Seus seguidores? Mateus 24:20

Jerusalém foi destruída no ano 70 depois de Cristo. Portanto, mais de 30 anos depois da previsão de Jesus, Ele vê Seus fiéis seguidores ainda guardando o sábado.

14. Adianta guardar nove mandamentos? Tiago 2:10; I João 2:4

15. Que dia será santificado na Nova Terra? Isaías 66:22 e 23

Minha Decisão:

Resolvo guardar o sábado como um sinal do reconhecimento de que Deus é meu Criador e Salvador. Decido reservar as horas do sábado somente para a adoração e para obras em favor de meu próximo.

Como tornar o sábado deleitoso

• Programe-se para receber o sábado, desde o início da semana.
• Espere o sábado como o dia especial de comunhão com Jesus.
• Ao pôr-do-sol de sexta-feira, reúna sua família, cantem, orem e recebam o sábado juntos.
• No sábado pela manhã, vá à igreja como fazia Jesus.
• Prepare (se possível na sexta-feira) uma refeição diferente e deliciosa para o almoço de sábado.
• À tarde, se tiver filhos pequenos, programe um passeio por um parque ou outro local em que possam conversar sobre o poder e o amor de Deus manifestados na natureza.
• Ao pôr-do-sol de sábado reúna novamente a família para orar e se despedir do sábado, pedindo as bênçãos de Deus para a semana que se inicia.

Nota: A palavra “Domingo” não se encontra na Bíblia. No entanto, há oito referências ao primeiro dia da semana no Novo Testamento (Mateus 28:1; Marcos 16:1 e 2; Lucas 24:1; João 20:1; Marcos 16:9; João 20:19; Atos 20:7; I Coríntios 16:2). Basta lê-las para perceber que em nenhuma delas há qualquer indicação de ser o domingo um dia diferente dos demais ou santificado. O cardeal Gibbons, arcebispo de Baltimore e primaz da Igreja Católica nos EUA, disse: “Podereis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca santificamos” (Faith of Our Fathers, pág. 89).

O primeiro dia da semana era dedicado ao culto do Sol, pelos antigos babilônios. Em 274 d.C., o imperador Aureliano adotou o culto do Sol como a religião oficial do Império Romano. Ao culto do Sol foi dedicado o primeiro dia da semana (em inglês, domingo ainda significa “Dia do Sol” – Sunday; e em alemão, também – Sonntag). Com o tempo, esse dia santo dos pagãos foi sendo adotado pela cristandade, até que no dia 7 de março de 321, o imperador Constantino assinou um decreto que oficializava o domingo como dia de guarda, o que foi aprovado pela Igreja Católica no ano 364. Porém, sempre houve fiéis que não aceitaram as tradições humanas, permanecendo leais às Escrituras e sendo perseguidos por isso.

Lição 18 - A Bíblia e a saúde

A Palavra de Deus nos traz importantes recomendações quanto ao estilo de vida apropriado ao cristão. Na verdade, é o estilo de vida ideal para o ser humano, através do qual se pode ter uma vida mais longa e saudável.

1. Quando o ser humano foi criado, que alimentos foram indicados no regime alimentar original dado por Deus? Gênesis 1:29

2. Quando foi permitido ao homem comer carne? Gênesis 9:1, 3 e 4

Após o Dilúvio e antes de as plantas crescerem, numa situação de emergência, Deus permitiu que Noé e sua família comessem carne (de animais “limpos”, que estavam em maior quantidade na arca).

3. Quais as duas característica dos animais limpos indicados por Deus? Levítico 11:3; Deuteronômio 14:2-8

A cisticercose e a triquinose são graves problemas oriundos da utilização da carne de porco.

4. Quais as duas características dos peixes limpos? Deuteronômio 14:9

A Bíblia não faz diferenciação entre peixes e crustáceos, por exemplo. Portanto, camarão, lagosta e siri são também considerados imundos, ou inapropriados para alimentação humana.

5. A Bíblia aprova o consumo de bebidas alcoólicas? Provérbios 20:1; Isaías 5:11 e Efésios 5:18

Está cientificamente provado que o álcool, mesmo ingerido em pequenas quantidades, interfere na atividade cerebral. O cérebro é nossa “antena” de comunicação com Deus, e não deve ser prejudicado com qualquer substância nociva.

6. Qual o fim dos que comem e bebem aquilo que Deus proibiu? Isaías 66:17

7. O que devemos ter em mente em tudo o que fazemos, inclusive no comer e no beber? I Coríntios 10:31

8. Qual o principal motivo por que devemos cuidar da saúde? I Coríntios 3:16 e 17; 6:19

Devemos descartar todos os alimentos, bebidas e hábitos que prejudiquem nosso corpo. Os estimulantes como o café e o chá preto, por exemplo, também devem ser evitados por aqueles que buscam uma melhor saúde física e mental.

9. Por que devemos glorificar a Deus em nosso corpo? I Coríntios 6:20

10. Como devemos apresentar nosso corpo a Deus? Romanos 12:1

11. Qual o desejo de Deus quanto à nossa saúde? III João 2

12. Resumindo: O que devemos fazer para ter saúde? Êxodo 15:26

Minha Decisão:

Creio que a intemperança acarreta enfermidades. Decido seguir as recomendações bíblicas de saúde para ser sadio, feliz e favorecer minha comunhão com Deus.

Remédios naturais de Deus:

Temperança (equilíbrio em tudo); regime alimentar apropriado (o mais natural possível); uso abundante de água (6 a 8 copos por dia, entre as refeições); ar puro; luz solar em horários apropriados; exercício físico e repouso; confiança em Deus.

Lição 19 - O que é a morte

O último inimigo com o qual o homem se deparara na vida é a morte. Ninguém consegue escapar dela. Talvez por isso exista tanta preocupação em torno do assunto. Há muitas teorias sobre o que ocorre com o ser humano após a morte. Para onde vão os que morrem? Eles sabem alguma coisa a nosso respeito? É possível manter contato com os mortos? Jesus – que morreu e ressuscitou – é o único autorizado a falar sobre o assunto. E Ele o fez na Bíblia.

1. Para entender o que ocorre na morte, é preciso saber como o homem foi criado. Que dois elementos Deus usou para criar o homem, no sexto dia da Criação? Gênesis 2:7
.................... e .....................

É importante notar que o texto diz que “somos” uma alma vivente e não que “temos” uma alma. A palavra “alma”, no original hebraico, é “nephesh”, que significa “ser vivente”. Portanto: Pó da terra + Fôlego de vida = Alma vivente (ser vivo).

2. O que ocorreu com a alma vivente (o ser humano) quando pecou? Romanos 5:12

3. O que voltamos a ser depois de mortos? Gênesis 3:19

Pó da terra – fôlego de vida = Alma deixa de existir (pó volta ao pó; fôlego volta a Deus)

4. Então a alma pode morrer? Ezequiel 18:4

Como já vimos, no momento em que o ser humano morre, o fôlego (espírito) volta a Deus e o pó volta a terra. A alma vivente deixa de existir – morre.

5. Somente quem é imortal? I Timóteo 6:15 e 16

6. Os mortos sabem alguma coisa do que se passa com os vivos ou podem se comunicar? Eclesiastes 9:5 e 6; Salmo 146:4

7. Ao que Jesus comparou a morte? João 11:11-14

8. Onde e como começou a mentira de que o homem não morre? Gênesis 2:16 e 17 e 3:4

9. Quando os mortos ressuscitarão? I Tessalonicenses 4:16; I Coríntios 15:51

10. Em quem podemos ter a vida eterna? I João 5:12; João 3:16

11. Qual deve ser nossa atitude diante da morte? I Tessalonicenses 4:13 e 14

12. O que Deus prometeu dar àqueles que são amigos Seus? Romanos 2:7

14. Como serão as condições da vida eterna? Apocalipse 21:4

Minha Decisão:

Creio no que ensina a Bíblia: que sou mortal e que só terei a imortalidade pela fé em Jesus. Espero viver eternamente, pois creio em Jesus e O tenho como meu Salvador e Amigo.

Lição 20 - Deus guia Sua igreja

A Bíblia é o grande guia da igreja de Deus. Deve ser para ela como uma bússola a indicar o caminho. Mas é interessante notar a forma como Deus usou os profetas para orientar Seu povo. Nos grandes momentos da História Deus suscitou grandes homens e mulheres para serem portadores de mensagens especiais – antes do Dilúvio, Noé; antes do Êxodo, Moisés; antes do início do ministério terrestre de Jesus, João Batista. E em nossos dias, que precedem a segunda vinda de Cristo, suscitaria Deus um profeta?

1. Devemos crer em qualquer um que se diz profeta? I João 4:1

2. Como distinguir o falso do verdadeiro profeta?

• Crê na encarnação de Jesus (I João 4:1-3)
• Pelos seus frutos – vida e atitudes (Mateus 7:15-23)
• Suas profecias se cumprem (Deuteronômio 18:21 e 22; Jeremias 28:9)
• Seus ensinamentos não desviam o povo da Bíblia (Deuteronômio 13:1-3)
• Obedece a Lei de Deus e fala guiado pelo Espírito Santo (Isaías 8:19 e 20; II Pedro 1:21)

3. Que fenômenos físicos ocorrem durante a verdadeira manifestação do dom de profecia?

• O profeta fica de olhos abertos, alheio ao que se passa ao seu redor (Números 24:4 e Apocalipse 1:11)
• Outras pessoas não vêem o que ele vê (Daniel 10:7)
• O profeta vê, sente e fala (Daniel 10:16)
• O profeta não respira enquanto está em visão (Daniel 10:17)

4. Que haverá nos últimos dias? Mateus 24:24

A declaração de Jesus dá a entender que haveria, também, o verdadeiro profeta. Do contrário, seria como advertir as pessoas para terem cuidado com as notas de R$ 13,00 falsas.

5. Haverá também o verdadeiro dom profético nos últimos dias? Efésios 4:8, 11 e 12; Joel 2:28-32

6. Quais as duas características da igreja verdadeira? Apocalipse 12:17

7. O que é o Testemunho de Jesus? Apocalipse 19:10

8. O dom de profecia se manifestou na Igreja Adventista? Quando estudamos a história da Igreja Adventista do Sétimo Dia e vemos como em meio de um impressionante emaranhado de riscos e de dificuldades as mensagens inspiradas que chegavam por meio da Sra. Ellen G. White deram estabilidade, crescimento e solidez ao remanescente fiel, chegamos à conclusão de que a profecia bíblica se cumpre. Durante 70 anos, por meio de mais de duas mil visões e sonhos, Ellen White orientou o sólido sistema educacional e de saúde adventista. Embora não tivesse estudo formal, escreveu best-sellers reconhecidos mundialmente, sobre educação, medicina, religião e psicologia.

9. Qual a promessa para os que levam em conta a mensagem dos profetas? II Crônicas 20:20; Apocalipse 22:7

10. Para que nos foram dadas as profecias? Provérbios 29:18

11. Que apelo nos é feito em I Tessalonicenses 5:20 e 21?

Minha Decisão:

Creio que o dom de profecia foi dado por Deus para orientar Seu povo. Acredito que, assim como Deus usou a muitos no passado, usou Ellen G. White como Sua mensageira do tempo do fim. Decido dar atenção a seus escritos e, principalmente, às mensagens proféticas contidas na Bíblia.

Nota:

Conheça mais sobre Ellen White, seus escritos e ministério na seção
"Missão Profeta".

Lição 21 - Qual a igreja verdadeira

Há milhares de igrejas espalhadas pelo mundo, e a cada dia surgem outras. Uma das tarefas mais difíceis para as pessoas é descobrir qual delas é a verdadeira, já que todas alegam possuir a verdade. A essas alturas não seria surpresa para você dizermos que a Bíblia apresenta uma igreja como a portadora da verdade (embora todas as denominações religiosas mereçam nosso respeito e consideração).

1. Onde podemos encontrar a pura verdade divina? João 17:17

A Tua ..................... é a ........................

2. Quantos credos Deus reconhece como verdadeiros? Efésios 4:4-6

3. Como a Bíblia apresenta a verdadeira igreja de Deus? I Timóteo 3:15

4. Que verdade essa igreja sustenta e prega?

• Deus – o Autor da ......................... (Jeremias 10:10; Salmo 31:5; João 17:3)
• Jesus Cristo – o verdadeiro meio da salvação (João 14:6; Atos 4:12; I Timóteo 2:5)

• Espírito Santo – Guia do crente em toda a verdade (João 16:13; 3:5; Romanos 8:2; Tito 3:5; I Pedro 1:2)

• Bíblia – verdadeira orientação para a salvação (João 17:17; 5:39; II Timóteo 3:15 e 16)
• A .......................... é a verdade (Salmo 119:142; Romanos 2:12; 3:20; 7:7; Tiago 2:12; I João 3:4)

• Todos os Dez Mandamentos – verdadeiro padrão de conduta dos salvos (Salmo 119:86 e 151; Eclesiastes 12:13-14; Mateus 19:17; Tiago 2:10)

Teste as igrejas atuais com estas verdades bíblicas. A igreja verdadeira sustenta todas elas.

5. Que outra regra Jesus nos deu para conhecermos a igreja verdadeira? Mateus 7:16

6. Quais a duas principais características da igreja verdadeira? Apocalipse 12:17. O que é o Testemunho de Jesus? Apocalipse 19:10

7. O que Deus pede aos que descobrem estar em caminho errado? Apocalipse 18:4

No Apocalipse, Babilônia (confusão – Apoc. 14:8) representa simbolicamente todo sistema religioso em desacordo com a Bíblia.

8. Como é o caminho que conduz à vida eterna? Mateus 7:14

9. Quem somente entrará no Reino dos Céus? Mateus 7:21

Minha Decisão:

Decido unir-me à Igreja de Deus na Terra, a que guarda os mandamentos de Deus e tem o Testemunho de Jesus.

A verdadeira igreja de Deus...

1. Possui unidade – consenso de doutrina e crença (Atos 2:46; Efésios 4:3 e 13)
2. É universal – prega o evangelho ao mundo todo (Hebreus 12:23; Apocalipse 14:6; Marcos 16:15)
3. Está de acordo com a doutrina dos apóstolos – apostolicidade (Atos 2:42)
4. Guarda todos os dez mandamentos (Apocalipse 14:12; Êxodo 20:3-17)
5. Possui o dom de profecia (Apocalipse 12:17; 19:10)
6. Surgiu na época designada na profecia (Daniel 8:14; Apocalipse 14:6-12)
7. Não é maioria fácil, popular (Apocalipse 12:17; Romanos 9:27; Lucas 12:32)
8. Ensina a salvação pela fé em Jesus Cristo, pois prega o Evangelho Eterno (Apocalipse 14:6; 1:5)

Esperança para o pequeno povo – Isaías 41:14-16

Lição 22 - Como vive o cristão genuíno

Jesus Cristo, além de ser nosso Salvador, quer ser também nosso Senhor. Para aqueles que não mantêm uma relação de amizade com Ele, Suas recomendações e conselhos na Bíblia podem parecer um fardo. No entanto, aqueles que reconhecem a Jesus como amigo, percebem que Seus mandamentos e conselhos têm em vista nossa felicidade e bem eterno.

1. Como deve viver o cristão? Leia o texto a seguir e escreva aquilo que mais lhe chama a atenção. Romanos 12:9-21

2. Qual deve ser a única dívida do cristão? Romanos 13:8

3. Que conselhos dá a Bíblia aos:

a) Pais .......................................... Efésios 6:4; I Timóteo 5:8
b) Filhos ............................................................ Efésios 6:1-3
c) Empregados ........................................................ Efésios 6:5 e 6
d) Patrões ........................................................... Efésios 6:9
e) Maridos ....................................... Efésios 5:25; Colossenses 3:19
f) Esposas ....................................... Efésios 5:22; Provérbios 31:30

4. Com que tipo de pessoas devemos nos associar? I Coríntios 5:9 e 11

5. O que a Bíblia fala sobre namoro e casamento? I Coríntios 7:39; Deuteronômio 7:3; Malaquias 2:11; I Tessalonicenses 4:4-7; Provérbios 5:3 e 8

6. Como deve ser o vestuário do cristão? I Timóteo 2:9; I Pedro 3:3; Êxodo 33:6

7. Que lugares devemos freqüentar? Tiago 4:4: I João 2:15-17

8. Qual a vontade de Deus para nós? I Tessalonicenses 4:2-5 e 7

9. Que fruto Deus quer que manifestemos em nossa vida? Gálatas 5:22-23

Se o fruto é do Espírito, o que temos que fazer para tê-lo em nossa vida é manter uma viva e íntima comunhão com Deus, mediante a leitura da Bíblia e a oração.

Minha Decisão:

Decido colocar minha vida em conformidade com as recomendações bíblicas, pedindo a Deus forças para fazê-lo.

Lição 23 - Dons do Espírito

Antes de subir ao Céu, Jesus concedeu dons à igreja, para que os crentes pudessem levar avante a obra de pregar o evangelho ao mundo. Saiba um pouco mais sobre esses dons e sobre a falsificação deles nos dias atuais estudando mais esta lição.

1. A respeito de que devemos estar informados? I Coríntios 12:1

2. O que Cristo deu aos seres humanos antes de subir ao Céu? Efésios 4:8

3. Quais foram alguns desses dons que Jesus concedeu aos que O servem? Efésios 4:11; I Coríntios 12:28

4. Com que finalidade foram esses dons concedidos à igreja? Efésios 4:12-14

5. Qual o resultado final de se utilizar os dons na igreja? Efésios 4:13

6. Embora os dons sejam muitos e diversos, quem mantém a unidade dos crentes? I Coríntios 12:4

7. Quem escolhe os dons para as pessoas? Devem todos ter ou buscar o mesmo dom? I Coríntios 12:11, 29 e 30

É interessante notar que, em I Coríntios 12, Paulo compara a igreja com um corpo, deixando claro que todas as partes (órgãos e membros) do corpo são importantes e indispensáveis, e que não devemos querer ser todos uma só parte, pois assim o corpo não sobreviveria.

8. Devem os dons do Espírito permanecer para sempre? Quando não serão mais necessários? I Coríntios 13:8 e 10

Hoje em dia, um dos dons mais polêmicos é, sem dúvida, o “dom de línguas”. Para identificar a verdadeira manifestação desse dom, é preciso estudar com atenção alguns textos bíblicos e seus contextos. Leia o texto a seguir e descubra por si mesmo qual é o verdadeiro dom de línguas bíblico.

Minha Decisão:

Decido usar meu/meus dons em favor do povo de Deus e na pregação do evangelho, para que Cristo possa logo voltar.

Complemento: O DOM DE LÍNGUAS NA BÍBLIA

A LÍNGUA DE ÉFESO (Atos 19)
Primeiramente é preciso saber que Éfeso era a capital da Ásia Menor. Uma cidade pagã (Atos 19:27) e portuária e, por isso, muito carente da mensagem cristã. Mas como uma igreja tão fraca, despreparada e pequena (uns doze homens, Atos 19:7) poderia pregar em uma cidade na qual se falavam tantas línguas? Além de tudo, esses poucos homens haviam apenas sido batizados no batismo de João (Atos 19:3), e nunca haviam ouvido a respeito do Espírito Santo (Atos 19:2). Era um desafio e tanto!

A primeira imediata providência seria o rebatismo em nome da Trindade para poderem receber o poder celestial, e o receberam: “E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e tanto falavam em línguas como profetizavam” (Atos 19:6).

Paulo impôs as mãos, mas os irmãos não se contorceram, nem abriram a boca numa vozeria inconseqüente, emitindo ruídos incompreensíveis. Não. Eles, pelo poder do Espírito Santo, passaram a possuir o dom de línguas (verdadeiro) e o dom de profecia para edificar a Igreja. Estavam, portanto, aqueles doze homens capacitados para a implantação do Evangelho na pagã Éfeso.

Deus não os capacitou para satisfazer caprichos ou vaidades, ou porque queriam o dom a qualquer custo, mas para uma obra definida, necessária e urgente. Ninguém deve se valer deste texto para afirmar que existe a doutrina do falar línguas como um sinal do recebimento do Espírito Santo. Além do Pentecostes (comentaremos sobre isso mais à frente), que foi uma situação muito especial, e de Cornélio, em Cesaréia, só há este texto de Efésios em que ocorreu a posse imediata deste dom através do poder do Espírito Santo.

A posse do dom de línguas em Éfeso foi semelhante a de Pentecostes, pois a situação era praticamente a mesma: uma cidade com pessoas de várias nacionalidades e línguas precisando ser evangelizada. E Deus os capacitou para a missão.

A LÍNGUA DE CESARÉIA (Atos 10 e 11)“E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios. Porque se ouviam falar línguas e magnificar a Deus. Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós, o Espírito Santo?” (Atos 10:44-47).

A enfática “também receberam como nós” é uma expressão afirmativa, bem como comparativa (Pedro está se reportando à descida do Espírito Santo em Jerusalém, sete anos antes – Atos 2). O Pentecostes repetiu-se com Cornélio, romano que sofria a discriminação dos judeus “da circuncisão”. Assim, a concessão do dom aos gentios cumpriu um duplo propósito: a demonstração clara de que Deus não faz acepção de pessoas e a pregação do Evangelho em uma cidade que, também, abrigava pessoas de muitas nacionalidades por ser residência de procuradores romanos (Atos 10:1). Em Cesaréia, deu-se a repetição do Pentecostes.

A LÍNGUA DOS ANJOS (I Coríntios 13:1)
A “língua dos anjos” é mencionada uma única vez no Novo Testamento (I Coríntios 13:1) e é uma comparação de idiomas feita por Paulo, entre o Céu e a Terra, para enfatizar o fato de que o amor a tudo supera. Não há, tampouco, nenhuma conotação com o pseudo “fenômeno” descrito em I Coríntios 14:2. E, de passagem, deve ficar claro que Paulo também não falava a tal língua do anjos, pois afirmou: “Ainda que eu falasse ... a língua dos anjos” (I Cor. 13:1). Essa concessiva “ainda que” traduz uma negação. E Paulo diz mais: “Conheço um homem em Cristo que ... foi arrebatado até o terceiro céu ... e ouviu palavras inefáveis, que ao homem, não é lícito falar” (II Cor. 12:2-4). Embora não lhe fosse lícito falar, Paulo identifica palavras e não sons totalmente estranhos.

I CORÍNTIOS 14:2
“Porque o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala de mistérios” (I Cor. 14:2).

Os pentecostais fazem deste texto a principal “prova” de que têm o verdadeiro dom de línguas. O vocábulo “estranha” aqui, adquire para eles uma aura de mistério, impenetrável, ininteligível. Dizem, por isso, ser a língua dos anjos ou celestial.

Primeiramente, é importante notar que a palavra “estranha” não aparece em todas as versões bíblicas e, nas que aparece, vem grifada no texto, indicando que a palavra não existe no original grego da Bíblia. Foi uma adição especial dos tradutores para dar a idéia de algo desconhecido ou estrangeiro. Por exemplo: o fato de uma pessoa ser estranha não quer dizer que seja misteriosa, anormal ou extraordinária. Ela é, na verdade, desconhecida. Além do mais, este verso (I Cor. 14:2) não pode ser isolado de seu contexto geral, o qual analisaremos mais detidamente no final.

Veja o que diz Isaías sobre as línguas estranhas: “Não verás mais aquele povo cruel ... de língua estranha que não se pode entender” (Isaías 33:19). Se se pudesse entender deixaria de ser estranha, ou estrangeira. Portanto, língua estranha “que não se pode entender” é o idioma de uma outra nação, o qual é desconhecido para nós. Contudo, ele deixa de ser estranho quando o aprendemos

Mas aqui há outro problema, se ninguém entende, senão Deus, então os pentecostais erram ao dizer que se trata de língua dos anjos. Se só Deus entende, e ninguém mais, como pode ser “língua dos anjos”? E o pior é que alguns escritores pentecostais como Emílio Conde (O Testemunho dos Séculos, págs. 50, 51, 115, 139, 140, 152 e 156) e Brumback (Que Quer Isto Dizer, págs. 102 e 103) dizem que, algumas vezes, foram faladas línguas estranhas que alguém entendeu! Tremenda contradição.

No contexto de I Coríntios 14, fica claro o que o texto quer dizer: “Ninguém – NA IGREJA – entende”. É como se um japonês chegasse a uma igreja onde todos falam português e resolvesse orar em voz alta. Nenhum dos presentes iria entender palavra alguma, somente Deus, pois foi Ele quem criou os idiomas. Para os de fala portuguesa, portanto, o japonês “falaria de mistérios” enquanto ouviriam sem nada entender, embora o japonês não seja uma língua misteriosa para os que a conhecem.

A LÍNGUA DE CORINTO (I Coríntios 14)
É sabido que a Igreja de Corinto se caracterizava pela presença de problemas. Lendo esta carta de Paulo aos coríntios percebemos situações desconcertantes como: dissenção (I Cor. 1:11; 11:18); demandas (I Cor. 6:6 e 7); adultério (I Cor. 5:1); carnalidade (I Cor. 3:1 e 3); e outros problemas como prostituição (II Cor. 12:19-21); uso do véu (I Cor. 11:5 e 6); cabelo (I Cor. 11:15 e 16); usura (II Cor. 11:8 e 9); desvirtuação da Santa Ceia (I Cor. 11:20-34). Obviamente não era o melhor dos lugares para a descida do Espírito Santo e não é de se admirar que, justamente em Corinto, Paulo tenha enfrentado o problema do falso dom de línguas. Paulo estava convencido de que aqueles cristãos estavam, também, desvirtuando o dom de línguas, pois procediam de forma contrária ao que determinava o Espírito Santo. Desejavam o dom a qualquer custo, ainda que despreparados. Esqueciam-se de que o doador dos dons é Deus, e Ele os dá a quem Ele desejar (I Cor. 12:11).

“Quando checamos à condição espiritual da igreja de Corinto, e quando procuramos interpretar a natureza do dom de línguas, defrontamo-nos com o fato de que algo está radicalmente errado. Pela primeira vez na história cristã o falar em línguas tornou-se um problema. Isto levanta a pergunta: se a manifestação era genuíno dom do Espírito, ou era uma farsa – uma manifestação demoníaca, ou uma forma de histeria. Se bem que Paulo não denuncie essa manifestação, procura reprimi-la. Ela se havia tornado causa de embaraço. Devemos crer que no meio da desordem e confusão da igreja eles eram guiados pelo Espírito Santo?” (Dr. Eduard Heppenstall, professor de Teologia e Filosofia cristã da Universidade de Loma Linda, EUA. O Atalaia, março de 1976, pág. 12). Por isso são tão interessantes as restrições feitas por Paulo ao “dom” de línguas dos coríntios. Pena que os faladores de línguas atuais não dêem atenção a elas.

Mas, afinal, que restrições são essas? Como distinguir o verdadeiro do falso dom de línguas? Existem pelo menos sete princípios para verificá-lo:

1. Deve ser um idioma conhecido ou “idioma das nações”, conforme o do Pentecostes, onde cada um ouvia falar na sua própria língua materna: “...e começaram a falar em outras línguas ... e os ouvimos, cada um na nossa própria língua em que nascemos” (Atos 2:4 e 8).

2. Que seja para a edificação, isto é, que haja quem entenda o que se fala. “Assim também vós: se a vossa linguagem não se exprime em palavras inteligíveis, como se há de compreender o que dizeis? Estareis falando ao vento” (I Coríntios 14:9).

3. É um sinal para os ímpios, ou para a pregação do evangelho: “Por conseguinte, as línguas são um sinal não para os que crêem, mas para os que não crêem” (I Coríntios 14:22).

4. Que falem dois ou, no máximo, três a cada reunião da igreja: “Se há quem fale em línguas, falem dois ou, no máximo, três...” (I Coríntios14:27).

5. Estes dois ou três não devem falar juntos, ao mesmo tempo, mas sim um por vez: “...falem dois ou, no máximo, três, um após o outro” (I Coríntios14:27).

6. Além de falar “um após o outro”, deve-se ter um intérprete ao lado para que traduza tudo para a fala comum da congregação: “...e que alguém as interprete” (I Coríntios14:27).

7. Se não há tradutor, não se deve falar línguas na igreja, mas sim ficar calados: “Se não há intérprete, cale-se o irmão na assembléia; fale a si mesmo e a Deus” (I Coríntios14:28).

8. Se se usa I Coríntios 14 para se fundamentar o dom de línguas (o falso), é preciso que se dê atenção, também, à instrução de Paulo, dada nos versos 34 a 35. No entanto, não é o que se vê hoje nas igrejas pentecostais (a maioria, pelo menos), pois perece que são justamente as mulheres que mais falam línguas. É lógico que Paulo não é machista pois ele mesmo diz, em Romanos 2:11 e Efésios 6:9, que Deus não faz acepção de pessoas. A questão aqui era outra.

O Dom de Línguas numa igreja onde todos falam a mesma língua e ainda por cima não havendo intérprete, é como o dom de curas onde não há nenhum doente. O Espírito não desperdiça dons.

Para os pentecostais o Dom de línguas é um aspecto fundamental na vida cristã. Mas o que dizer dos: Samaritanos (Atos 8:15-17), João Batista (Lucas 1:15), Maria (Lucas 1:35), Isabel, prima de Maria (Lucas 1:41), Zacarias, pai de João Batista (Lucas 1:67), Jesus Cristo (Lucas 3:22), os sete diáconos da Igreja apostólica (Atos 6:1-7), Estêvão (Atos 6:5; 7:55)? Todos estes foram inegavelmente cheios do Espírito Santo, mas não falaram línguas. Os próprios apóstolos, em outra ocasião em que o Dom de Línguas não se fez necessário, mas indubitavelmente cheios do Espírito, não falaram línguas (ver Atos 4:31). “Paulo falava mais idiomas do que os membros da igreja de Corinto. Entretanto, ele diz ser o Dom de Profecia superior, pois os seus resultados atravessam os séculos, tais como as profecias de Daniel, enquanto a facilidade de falar outros idiomas, como os apóstolos em Atos, teve uma aplicação limitada a uns poucos anos de vida da pessoa” (Segue-Me, pág.232).

“A razão pela qual Paulo tratou da questão dos dons espirituais em I Coríntios 12 a 14 era que a igreja de Corinto fazia do ato de falar em línguas uma das provas de maturidade espiritual. Ele combateu essa prática incorreta dizendo que o Pai, o Filho e o Espírito Santo, conquanto estejam envolvidos em aspectos diferentes do ministério, ainda mantêm Sua unidade (I Coríntios 12:4-6). O apóstolo reforçou esse argumento declarando que o ‘corpo é uma unidade, embora se componha de muitas partes’ (verso 12 – New International Version). Assim, ele demonstrou que o ideal de Deus não é uniformidade, mas unidade na diversidade ... Paulo escreveu à igreja de Corinto sobre os dons do Espírito Santo para que eles não concentrassem a atenção num só dom, em detrimento dos outros. Deus age de muitas maneiras, por meio de instrumentos diferentes mas unidos, para a edificação do corpo de Cristo” (Lição da Escola Sabatina, Jan.-Março, 1994, págs.120 e 121).

A LÍNGUA DO PENTECOSTES (Atos 2)
Basta ler Atos 2:1-11 para perceber a enorme diferença entre o verdadeiro dom de línguas manifestado entre os discípulos de Jesus e o falso dom de línguas defendido pelos pentecostais de hoje.

A concessão do dom de línguas em Atos 2 foi a maravilhosa capacitação dos discípulos para cumprirem a ordem de ir e pregar o Evangelho a todo o mundo (Mat. 28:19). O grande desafio era: como homens simples – os discípulos – poderiam pregar o Evangelho para pessoas de tão diferentes nacionalidades, reunidas para a festa do Pentecostes? A promessa de Cristo: “Ficai em Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder”, cumpriu-se perfeitamente no momento em que “todos [os discípulos] foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas conforme o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:4).

Note que essas “outras línguas” não eram estranhas, pois os povos (16 idiomas) presentes entendiam o que os discípulos diziam: “Todos os temos ouvido em nossas próprias línguas...” (Atos 2:11). Este é o verdadeiro dom de línguas. O que difere disso, pode ser tudo, menos bíblico.

"Sons e enunciações ininteligíveis sempre foram características do paganismo, e hoje são comuns nas reuniões espíritas, nos candomblés e centros umbandistas. Ali são faladas também línguas estranhas" (Lourenço Gonzalez. Assim Diz o Senhor, pág. 156).

É uma pena que muitas pessoas sinceras sejam levadas ao desespero pelo fato de buscarem uma “experiência” que consideram a presença do Espírito Santo. Acham que, por não falarem “línguas estranhas”, não têm o Espírito de Deus. Mas como se sabe, então, que alguém tem ou não o Espírito Santo?

Jesus disse: "Pelos seus frutos os conhecereis" (Mat. 7:16) e Paulo diz que "o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio" (Gál. 5:22-23). Falar línguas e não apresentar esses atributos é, no mínimo, contraditório.

É interessante que muitos dos que afirmam possuir o Espírito Santo ignoram uma de Suas funções: "Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). E a Bíblia diz que "pecado é a transgressão da lei" (I João 3:4). Sabemos que existem muitos que violam conscientemente os dez mandamentos, além de poluir o "templo do Espírito Santo" [o corpo] com alimentos proibidos pela Bíblia (ver Levítico 11) e drogas como a cafeína. E, mesmo assim, falam "línguas estranhas"!

Para se ter uma compreensão correta do que é o verdadeiro dom de línguas, além de se ler Atos 2, é preciso ler os capítulos 12, 13 e 14 de I Coríntios. Qualquer leitor sincero, sem idéias preconcebidas, perceberá o seguinte: (1) Verdadeiro dom de línguas: capacidade de falar outros idiomas sem os haver estudado. Recurso divino para facilitar a pregação do Evangelho aos estrangeiros; (2) falso dom de línguas: “palavras” complicadas, esquisitas, incompreensíveis, proferidas por alguém em delírio, em transe, ou mesmo em estado normal (neste caso, por pura vaidade, condicionamento da mente ou exibicionismo).

Lembre-se: o Espírito Santo só atua assim: No silêncio absoluto (Hab. 2:20); sem confusão (I Cor. 14:33); com decência e ordem (I Cor. 14:40); com reverência (Heb. 12:28); e sem gritaria (Efés. 4:31).

Lição 24 - Contribuindo na obra de Deus

Quando criou este mundo, Deus confiou ao homem a tarefa de administrá-lo. Há um pensamento popular que expressa bem esta verdade: “Não sou dono do mundo; sou filho do Dono.” Portanto, é dever nosso aprender a usar com sabedoria o tempo, os talentos, o corpo e os tesouros que Deus nos empresta. Nesta lição estudaremos sobre a importância do Dízimo e seu papel na pregação do evangelho. Deus ama a quem dá com alegria, porque estes sabem que, com sua fidelidade, estarão apressando o retorno de Cristo.

1. A quem pertencemos com tudo o que temos? Salmo 24:1; Ageu 2:8

2. Quem dá ao ser humano capacidade para adquirir bens? Deuteronômio 8:18

3. Que porcentagem de nossa renda Deus pede? Levítico 27:30 e 32

4. Que apelo Deus nos faz e o que Ele promete aos fiéis? Malaquias 3:10 e 11

5. Deus é o dono de todo o Universo. Então por que Ele pede 10% de nossa renda? Para que serve o dízimo? I Coríntios 9:13 e 14

6. Cristo aprovou o dízimo? Onde Ele diz que devemos depositar nossos bens? Mateus 23:23; 6:19-21

7. Que fez Abraão, o “pai dos crentes”? Hebreus 7:1 e 2

8. Que ocorre com muitos? Ageu 1:6

9. Como são chamados os que não devolvem o dízimo? Malaquias 3:8 e 9

10. E o que ocorre ao justo? Salmo 37:25

Minha Decisão:

Decido contribuir com a obra de Deus na Terra através da devolução do santo dízimo e de minhas ofertas voluntárias, dando-as com alegria e amor.

Lição 25 - O verdadeiro batismo cristão

Uma das cerimônias mais bonitas do cristianismo é o batismo. Seu simbolismo é muito significativo e representa, basicamente, o início de uma nova vida ao lado de Cristo. Quem deve ser batizado, quando e como? Descubra as respostas para estas perguntas neste estudo.

1. De acordo com a Bíblia Sagrada, quantas formas de batismo há? Efésios 4:5

2. Em que três partes do sacrifício de Jesus o batizado mostra a sua fé? Romanos 6:3 e 4

3. Que simboliza o batismo? Romanos 6:10 e 12

4. De acordo com o apóstolo Paulo, o que acontece ao sermos batizados em Jesus Cristo? Gálatas 3:27

5. Quantas coisas, das que Jesus ordenou, devem ser ensinadas e praticadas pelos que são batizados? Mateus 28:20

6. Descreva o batismo de Jesus no Rio Jordão. Mateus 3:16

7. Como foi batizado o eunuco, funcionário da rainha da Etiópia? Atos 8:38

8. Por que o verdadeiro batismo bíblico deve ser por imersão na água? O que isso representa? Colossenses 2:12

9. Segundo Jesus, quem será salvo para o Reino de Deus? Marcos 16:16. Baseado neste texto, você acha correto batizar crianças?

10. Quão essencial é que a pessoa seja batizada na água? João 3:5

11. O batismo é para “remissão dos pecados”. Jesus não tinha pecados, então por que foi batizado? Mateus 3:13-17

Assim como Deus não Se cansa mas “descansou” no sétimo dia para dar-nos exemplo, Jesus foi batizado para dar-nos exemplo também.

12. O que devemos fazer antes de ser batizados? Atos 2:38

13. Como devemos viver depois de batizados? Romanos 6:4; Colossenses 3:1 e 2

14. Que pergunta ajudou Paulo a tomar a mais importante decisão de sua vida e demonstra que não é bom adiarmos nossas decisões nesse assunto? Atos 22:16

Minha Decisão:

Creio que existe apenas um tipo de batismo verdadeiro – o bíblico. E entendo que crer e não querer ser batizado é como amar e não querer casar-se; assumir compromisso. Decido ser batizado por imersão, como Jesus foi, e pertencer à Igreja Adventista do Sétimo Dia.

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O QUE OS ADVENTISTAS PENSAM SOBRE A LEI DE DEUS?

Extraído do livro “101 Razões Porque Sou Adventista do 7º Dia”, do prof. Gilson Medeiros.

1. A IASD crê que Deus tem uma Lei moral e eterna.

Infelizmente, aqueles que professam o Cristianismo em nossos dias, em sua grande maioria, pregam um desprezo à Lei de Deus, que beira a blasfêmia. Deus escreveu, com Seu próprio dedo, em tábuas de pedra, os 10 princípios que deveriam ser seguidos pelo Seu povo em todas as eras, pois tal Lei é o próprio reflexo do caráter do Senhor (cf. Êx 31:18; Jr 31:33; Hb 8:10). Por toda a Bíblia vemos que Ele sempre transmitiu mensagens de chamado à obediência para com a Lei moral. Através dos escritores bíblicos, muitas foram as mensagens que deveriam servir de motivação para que o povo nunca se afastasse do cumprimento da Lei (cf. Sal. 89:30-32; todo o Sal. 119; Êx 16:14; Pv 7:2; Jr 9:13; 16:11; Os 8:1, 12; etc.). Hoje em dia, porém, muitos alegam que “a Lei passou”, pois vivemos no chamado “tempo da graça”. Ora, isso soa estranho aos ouvidos de quem realmente conhece a Bíblia, pois a Lei e a graça sempre andaram juntas. A graça não existiu somente a partir do ministério terrestre de Jesus (cf. Sal. 6:4; 13:5; 40:10-11; 62:12; 66:20; 69:13; 89:14; Is 60:10; Zc 12:10; etc.); bem como a Lei moral não foi abolida na Cruz (cf. Mt 5:17-19; At 24:14; Rm 2:13; 3:20, 31; 7:7-8, 12; Tg 1:25; todo o cap. 2 de Tiago; 1Jo 3:4; etc.).

Importantes estudiosos não-adventistas têm afirmado que não devemos rejeitar o Antigo Testamento e seus ensinos, dando valor apenas ao Novo Testamento, especialmente porque eles estão intimamente ligados. Dentre estes teólogos, quero citar D. A. Carson, Douglas J. Moo e Leon Morris, que na sua Introdução ao Novo Testamento (ver Bibliografia) dizem o seguinte:
“... Não há nenhum indício de que os escritores do Novo Testamento queiram rejeitar alguma parte do Antigo Testamento canônico sob a alegação de ser incompatível com sua fé cristã em desenvolvimento. Paulo chega a insistir em que o motivo pelo qual as ‘Escrituras’ foram escritas foi a instrução e o encorajamento dos cristãos (Rm 15:3-6)” (p. 546). Aqueles que estudam a Bíblia destituídos de preconceitos, verão claramente que há uma Lei que nunca passou, nem passará, pois como poderíamos imaginar um Deus Criador e Mantenedor que não tem uma Lei para dirigir e julgar a vida do Seu povo?! Chega a ser um absurdo pensar assim! Porém, eu gostaria de convidar o caro leitor a ponderar comigo sobre um fato que observo entre aqueles que esbravejam com tanto zelo a mensagem de que a “Lei passou”.

Se você indagar qualquer pessoa que considera que a Lei de Deus não mais deve ser observada pelos cristãos atuais, você verá, assim como tenho visto inúmeras vezes, que a questão não é a Lei em si, pois há 9 pontos da Lei Moral que os protestantes aceitam sem pestanejar, enquanto que os católicos, apenas 8. Em qualquer igreja evangélica, uma pessoa que cometer adultério, assassinato, furto, idolatria, etc., certamente passará por alguma sanção disciplinar, podendo ser até mesmo excluída da comunhão da igreja.

Ora! Se “a Lei” passou, então porque condenar as pessoas que a transgridem? Se vivemos hoje no chamado “tempo da graça”, porque então a quebra dos Mandamentos não é imediatamente perdoada e relevada, uma vez que, como dizem, tal Lei não mais existe como norma para o povo de Deus dos nossos dias? Por que os protestantes condenam os católicos romanos pela adoração de imagens, se os primeiros acreditam que a Lei não vale mais (cf. Êx 20:4-6)?
Os católicos romanos, pelo menos aqui, são mais sinceros, pois não ficam dizendo que os 10 Mandamentos passaram; o que aconteceu, dizem os católicos romanos, foi que a igreja deles simplesmente mudou a Lei – basta conferir no Catecismo. Ou seja, tanto os católicos romanos, quanto os protestantes contrários à Lei, estão no mesmo barco, pois desprezam as claras palavras que o Todo-Poderoso do Universo escreveu com Sua própria caligrafia divina (cf. Êx 31:18) – a única parte da Bíblia que Deus não permitiu ao homem escrever por si mesmo! Pense nisso!

Vemos, então, que aqueles que afirmam que a Lei passou, na verdade, estão agindo de má fé, pois o que eles querem atacar não é a Lei como um todo, pois está evidente que as igrejas protestantes continuam seguindo 9 Mandamentos da Lei moral. O que está realmente na mente destas pessoas é a nulidade do 4º Mandamento, exatamente o que requer a adoração ao Senhor no dia em que Ele determinou – o sábado do sétimo dia (cf. Gên. 2:1-3; Êx 16:1-5; 20:8-11). É muito claro nas páginas das Escrituras, como vimos até aqui, que a Lei moral dos 10 Mandamentos nunca passou, e permanece até hoje como a norma pela qual o Senhor “medirá” o caráter daqueles que professam o nome de Cristo em suas vidas (cf. Tg 2:10-12; Mt 7:21-23; Jo 14:15; 1Jo 2:4).

Por esta razão, os Adventistas levantam bem alto a bandeira da guarda incondicional dos 10 Mandamentos da Lei moral de Deus, não como meio de salvação (como já expliquei antes), mas como demonstração de amor e gratidão pela graça que Deus derrama abundantemente em nossas vidas, e mais ainda porque Ele mesmo nos concede o poder necessário para guardarmos a Sua santa Lei (cf. Sal. 37:25; 1Pe 1:2; Dt 28:13; Tt 3:3-7; Ef 2:10).

2. A IASD ensina que haviam leis cerimoniais, que perderam o sentido de existir a partir do sacrifício da cruz.

Basta uma olhada rápida na Bíblia para percebermos que os seus escritores tratam de mais de um tipo de Lei, pois em alguns momentos ela é considerada abolida por Cristo (cf. Ef 2:15), mas em outros ela é chamada de “lei da liberdade” (cf. Tg 2:12). Há alguma contradição no texto bíblico? Os autores estão ensinando doutrinas opostas? Ou será que eles estão tratando de leis diferentes?! Tomemos o exemplo de Paulo:
Em Ef. 2:5 o apóstolo diz que Jesus “aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças”. Porém, no mesmo livro, em 6:1-3, Paulo aconselha os filhos a seguirem um Mandamento da Lei moral, que trata da honra devida ao pai e à mãe (cf. Êx 20:12). Como é possível!? A lei foi ou não abolida com o sacrifício de Cristo? Paulo está se contradizendo? Ou será
que ele está tratando de duas leis diferentes...?
Parece-me que esta última é a única alternativa lógica para solucionarmos tão “aparente” discrepância bíblica. É claro que o grande apóstolo da graça tinha conhecimento de que existiam leis diferentes que conduziam a vida do povo de Deus, na época representando por Israel.

Haviam as leis civis, que tratavam de assuntos ligados ao dia-a-dia comercial, político, econômico, familiar, pecuniário, etc (cf. Lv 25:35-38; Dt 15:12-18; etc.); haviam as leis de higiene, destinadas a manter um ambiente livre de contaminações (cf. Dt 23:9-14); tinham também as leis destinadas à distinção entre animais limpos e imundos (cf. Lv 11); também aquelas referentes aos sacrifícios expiatórios do santuário, com todo o seu ritual e símbolos que apontavam ao Messias – eram as chamadas “leis cerimoniais” (podem ser vistas, por exemplo, em quase todo o livro de Levítico); assim como também havia a Lei moral, baseada nos 10 Mandamentos entregues a Moisés no Sinai (cf. Êx 20).
Dessas leis, a que Jesus “cravou na cruz” foi a que tratava dos aspectos simbólicos que deveriam retratar o Messias vindouro, o “Cordeiro” que resgataria o povo de Deus da escravidão do pecado (cf. Is 53). Todo esse cerimonialismo (ofertas de animais, derramamento de sangue inocente,
purificações, rituais do santuário, etc.), TUDO se cumpriu no sacrifício perfeito e eficaz que o Senhor Jesus Cristo realizou por nós no Calvário. Era dessa lei que Paulo estava tratando em Ef 2:15, uma lei baseada em “ordenanças” – figuras.

Porém, a Lei moral, firmada em tábuas de pedra, escrita pelo dedo do Criador e Redentor do mundo, nunca passou. Ela reflete dois princípios básicos, sobre os quais deve estar firmada a vida do servo de Deus:

1. Amar a Deus sobre todas as coisas (cf. Dt 6:5; Mt 22:37-38). Isto está perfeitamente traçado nos primeiros 4 Mandamentos, pois através do cumprimento deste grupo de preceitos demonstramos, realmente, se amamos a Deus acima de tudo – trabalho, família, riquezas, prazeres, amigos, etc.
Muitos, por exemplo, não querem guardar o santo sábado para não perderem um emprego ou algum recurso financeiro que é conquistado aos sábados (feiras, comércio, etc.). Esses não estão amando a Deus sobre todas as coisas, pois estão demonstrando uma fé vacilante (cf. Sal. 37:25).

2. Amar ao próximo como a nós mesmos (cf. Lv 19:18; Mt 22:39; Tg 2:8). Neste princípio divino baseiam-se os outros 6 Mandamentos da Lei moral. Guardando tais Mandamentos, estaremos demonstrando amor, respeito e consideração pelo nosso próximo, a começar pela própria família, especialmente os pais.

Jesus, de forma sábia (como Lhe era peculiar), mostrou que destes dois grandes princípios dependem não só a Lei, mas toda a Bíblia (cf. Mt 22:40).
Os Adventistas crêem neste maravilhoso ensino de Jesus, de que o amor é o cumprimento da Lei de Deus – primeiro para com Ele, e depois para com Suas criaturas. Muitos hoje dizem que amam a Deus, mas suas vidas demonstram que este é um amor frágil e conveniente, pois está baseado em um falso sentimento de “liberdade” para desobedecer a Sua Lei.

Amar também envolve obedecer, pois a Bíblia é até “dura” ao chamar de “mentiroso” aquele que afirma amar e conhecer a Deus, mas que não está disposto a obedecê-Lo na guarda dos Mandamentos, custe o que custar (cf. 1Jo 2:4; Jo 14:15). Os que pensam assim (que a graça os liberta da obediência aos Mandamentos), encaixam-se perfeitamente na descrição bíblica sobre os apóstatas do primeiro século, que estavam transformando a graça de Deus em “libertinagem” (cf. Jd 4). Veja que coisa horrível! Espero que você, caro leitor, analise com carinho e paciência este tema tão importante, pois envolve aspectos eternos. Você acredita que uma pessoa que não obedece a Deus pode considerar-se um “servo” dEle?

3. A IASD crê que o sábado do 4º mandamento deve ser observado em nossos dias, assim como os outros 9 mandamentos da Lei do Senhor.

Vimos no tópico anterior que aqueles que combatem a validade eterna da Lei moral de Deus, na verdade, aceitam 9 Mandamentos, e rejeitam apenas um – o 4º (cf. Êx 20:8-11). Este Mandamento trata da “guarda”, ou seja, da santificação do sétimo dia da semana, separando-o exclusivamente para atividades de cunho espiritual.
Não encontramos em NENHUM lugar das Escrituras qualquer ordem, conselho, orientação, exortação ou insinuação de que o sábado deixou de ser um dia especial de adoração ao Criador. Pelo contrário; em toda a Bíblia, o povo de Deus SEMPRE preocupa-se com a santidade desse dia (cf. Êx 16:22-35; Ne 9:14; Is 56:2; Jr 17:27; Lc 23:56; At 16:13; etc.). Muito menos vemos
qualquer ensinamento na Bíblia de que o sábado era destinado só para os judeus, pois ele foi iniciado desde o Éden, quando não existia nenhum judeu, Adventista, católico, batista, metodista, etc., mostrando que o sábado foi criado como uma bênção para toda a humanidade (cf. Gên. 2:1-3).

Alguns até dizem que o sábado foi criado somente no Sinai, especialmente para os judeus, mas isto não é verdade, pois vemos que a Bíblia fala que o povo guardava o sábado antes mesmo de Deus ter inserido este mandamento nas tábuas da lei (cf. Êx 16). Isaías também afirma que o sábado era para
todo o mundo, e não apenas para o povo de Israel (cf. Is 56:1-8). Dizer que o sábado foi só para os judeus é uma prova de desconhecimento do texto bíblico ou, o que é pior, de uma tremenda falta de sinceridade e humildade diante da Palavra do Senhor.
Se a Lei moral de Deus nunca passou, é evidente que o sábado também não. Este mandamento está colocado numa posição de honra na Lei, pois ele é o único que diz o motivo pelo qual Deus deve ser honrado: “em seis dias fez o Senhor...” (cf. Êx 20:11). Santificando o sábado do sétimo dia, estaremos admitindo que Deus é o Senhor em nossa vida, e nossos filhos têm uma oportunidade semanal de aprenderem que Ele merece toda nossa honra, pois cria e mantém Seu povo em meio às adversidades desse mundo. Ao pôr-do-sol da sexta-feira, o povo de Deus deve reunir-se para receber o santo sábado, e permanecer durante todo este dia em um estado de comunhão e adoração
ao Senhor que nos criou, mantém e redime (cf. Lv 23:32; Ne 13:15-22; Lc 4:16, 31, 40; 23:54-26).

É interessante notar como a Bíblia destaca que o sábado é considerado por Deus como um “selo”, um “sinal” de fidelidade entre Ele e Seus filhos (cf. Ez 20:12, 20). De que forma podemos entender isso? Vamos fazer como Cristo fazia (cf. Mt 13:24-30, por exemplo), e utilizar uma ilustração para clarear nosso entendimento:

Deus passa a semana observando a movimentação de Suas criaturas aqui nesta Terra – trabalho, estudo, deveres familiares, participação em algum culto religioso, etc. Durante a semana (de domingo à sexta-feira), tudo é igual para todos, com pequenas variações de um para outro. Porém, no sábado, o Senhor fica esperando para ver aqueles que vão honrá-Lo neste dia em particular. Ele
observa para ver os que vão deixar de lado o trabalho, a escola, o cuidado normal do lar, e vão para Sua Casa – a Igreja – buscando uma adoração mais completa e integral.
É dessa maneira que o sábado funciona como um “sinal” de fidelidade. A grande maioria das pessoas faz do sábado um dia comum, igual aos outros, não dando qualquer conotação santa e reservada para este dia, desprezando, assim, as claras orientações de Deus. Em outras palavras, estão mostrando para o Senhor que não se importam com Sua vontade.

Na maioria das denominações cristãs o sábado é um dia em que os templos estão fechados. Como o costume de Jesus era freqüentar a Casa de Deus neste dia (cf. Lc 4:16), Ele não teria como adorar o Pai nestas igrejas, pois suas portas permanecem rebeldemente fechadas! Aquelas que abrem as portas no sábado, o fazem para realizar a faxina, lavar o templo ou alguma reunião, mas sem uma preocupação com a santidade deste dia especial. Estas igrejas trocaram a guarda do sábado pela do domingo, teimosamente em oposição ao que o Senhor determina em Sua Palavra.
É por isso que Jesus advertiu de que nem todo o que diz adorar o Seu “nome” entrará no reino do céu, mas apenas aqueles que “fazem a vontade” de Deus (cf. Mt 7:21). É muito maravilhoso analisar profundamente o texto bíblico, e descobrir que nesta mesma passagem, Jesus diz que tais pessoas que se confiam apenas no fato de falarem no nome dEle, mas não realizam a vontade de Deus, serão “apartadas” do Reino eterno do Senhor (cf. Mt 7:23); e o motivo que Ele apresenta é que elas praticam a “iniqüidade” (versão Almeida Revista e Atualizada).

A palavra grega que foi traduzida por iniqüidade nesta passagem é ANOMIA, a mesma utilizada em 1Jo 3:4 para descrever o que seja pecado (“transgressão da Lei”). Ou seja, o que Jesus estava realmente querendo dizer aqui, é que muitos ficarão fora do Reino de Deus por desprezarem a Sua Lei, achando que apenas pelo fato de falarem no nome de Jesus já garantem a salvação e a bênção do Espírito. Esta é a passagem mais triste de toda a Bíblia (Mt 7:21-
23), pois aqui não vemos Jesus criticando o procedimento de viciados, prostitutas, ateus, apóstatas, etc.
Não! Nesta passagem Jesus está advertindo pessoas que se consideram salvas e cheias de poder; que freqüentam igrejas que realizam curas, milagres, exorcismos, e tudo feito “em nome de Jesus”; mas que, na verdade, são rebeldes e arrogantes, por acharem que podem desprezar a Lei do Senhor e ainda serem aceitos no Reino de Deus (cf. Pv 28:9). Este é o mais terrível engano de satanás para estes últimos dias!

Pena que a grande maioria de cristãos da atualidade, tanto católicos quanto protestantes, insistem em não aceitarem tão límpida e cristalina mensagem bíblica – a guarda do sábado. Arrogam-se o direito de mudar um dia que a Bíblia, em nenhum lugar, autoriza tal mudança, e pensam que mesmo assim Deus os abençoa e envia Seu Santo Espírito.

Só há dois motivos para agirem dessa maneira – ou estão terrivelmente cegos, e não conseguem ver a beleza da verdade sobre o sábado do Senhor (cf. Jo 8:32), ou são arrogantes e rebeldes, preferindo servir a Deus à sua maneira, em vez de humildemente aceitar a orientação de Sua Palavra (cf. Marcos 7:7-8). Espero que você, estimado leitor, não esteja entre estes que serão, finalmente, desmascarados pelo Senhor, e colocados de lado, sendo impedidos de adentrarem os portais perolados da Cidade Santa (cf. Mt 7:21-23; Ap 21:1-8).

4. A IASD crê que Jesus não aboliu o sábado nem autorizou esta mudança.

Os que insistem em pregar que o sábado passou, e que os cristãos estão hoje desobrigados de sua observância, afirmam apoiarem-se nos ensinamentos de Jesus e dos apóstolos para justificarem tal mudança na Lei. Mas Jesus realmente ensinou que o sábado não mais deveria ser guardado? Aboliu
o Senhor este mandamento, e colocou o domingo em seu lugar, como o dia de adoração para os cristãos? Vejamos o que diz a Palavra do Senhor, pois o sábado aparece mais de 60 vezes no Novo Testamento.

Vamos analisar agora as passagens dos evangelhos que tratam sobre o sábado:
a) Mt 12:1-14 (cf. Mc 2:23-3:6; Lc 6:1-11) Nesta passagem Jesus é interrogado por estar colhendo espigas no sábado. São os fariseus que condenam esta ação, pois eles haviam sobrecarregado o sábado com inúmeras “mini-leis”, que
deveriam disciplinar a observância desse dia. Jesus, então, responde com a famosa frase: “O Filho do Homem é Senhor do sábado”. Ora, Jesus é Senhor de tudo, INCLUSIVE do sábado.
Esta declaração não dá nenhuma margem para que o sábado fosse abolido ou minimizado; apenas demonstra que Jesus possuía (e possui) uma autoridade superior àquela que os fariseus estavam dando a Ele, ou seja, para os fariseus Jesus não passava de um impostor, mas o Mestre demonstrou o erro dos “doutores”, ao declarar que o sábado era um dia criado por Ele, por isso, apenas Ele tinha total autoridade sobre esse dia.
Em seguida, surge a situação da cura do homem da mão ressequida. Jesus já sabia muito bem que os fariseus não concordariam com uma cura realizada no sábado, mas o Senhor conhecia o coração hipócrita desses líderes, que estavam dispostos a sacrificar uma vida humana (especialmente se fosse a de um pobre), mas não achavam errado socorrer um animal ferido no sábado, quando isso pudesse trazer algum ganho financeiro.
A passagem em questão termina de forma bastante interessante (cf. Mt 12:14), pois os fariseus estavam acusando Jesus de “transgredir” a Lei, mas eles próprios não estavam se dando conta de que um mandamento também dizia para “não matar”, e eles tramavam a morte de Jesus. Que ironia! O evangelho de Marcos (2:27) acrescenta a declaração de Jesus de que o “sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado”.
Isto é perfeitamente compreensível e verdadeiro, pois tudo neste mundo (natureza, animais, igreja, família, sexo, salvação, sábado, perdão, etc.) foi criador pelo Senhor para benefício da Sua mais importante criatura – o homem. Tudo foi feito “por causa”, ou seja, em benefício do homem. Dizer que nesta declaração Jesus está afirmando que não precisamos obedecer ao mandamento do sábado é, no mínimo, um desprezo às mais elementares regras de interpretação.
b) Mt 24:20 Esta é uma passagem que demonstra a verdadeira noção de importância que Jesus dava ao dia de sábado. Nesta profecia, o Senhor declara que a fuga dos discípulos nos períodos de tribulação não deveria ocorrer no sábado, pois isto certamente os encontraria desprevenidos por estarem envolvidos na preparação e santidade deste dia.
Jesus foi tão preciso em Sua profecia, que o exército romano entrou e destruiu Jerusalém no ano 70 d.C., ou seja, aproximadamente 40 anos após Jesus ter feito a declaração de Mt 24:40. Que importante e inquestionável testemunho da validade que o sábado tem na vida de adoração do crente, mesmo após a ressurreição do Salvador. Jesus desejava que o sábado permanecesse como
dia de adoração, mesmo após Sua morte e ressurreição, como fica evidente pela leitura desta passagem.
Este é um dos muitos versos que os inimigos do sábado nem mencionam em seus argumentos, pois não conseguem explicá-lo sem distorcer o real sentido da passagem.
c) Mt 28:1-10 (cf. Mc 16:1-11; Lc 24:1-12; Jo 20:1-10) Este texto trata da ocasião em que Jesus foi crucificado e ficou durante o sábado na sepultura.
Novamente, em nenhum momento há qualquer menção sobre a abolição do sábado para os cristãos.
Há o relato histórico de que foi numa sexta-feira (chamado de “dia da preparação” para o sábado – Mc 15:42) que Jesus foi crucificado, permanecendo durante todo o sábado na sepultura, e ressuscitando apenas na madrugada do domingo. Interessante notar que o sábado foi o único dia em
que Jesus ficou integralmente na sepultura, descansando do mesmo modo como havia feito na Criação (cf. Gên. 2:1-3; Jo 1:1-14).
d) Lc 4:16 Que texto maravilhoso! Uma declaração absolutamente clara de que era “costume”, ou seja, era um hábito normal de Jesus estar na sinagoga (a igreja da época) no dia de sábado. Ele, como Criador e Mantenedor de tudo, não poderia deixar de lado algo que Ele mesmo criou, santificou e abençoou como exemplo para toda a humanidade. Este é outro texto que os inimigos do sábado não conseguem contra-argumentar, sem distorcer o que a Bíblia está ensinando.
e) Lc 13:10-14:6 (cf. Jo 5:9-9:16) Novamente Jesus é interrogado sobre a legalidade de se realizarem curas no sábado. É evidente que não se pode usar o sábado como desculpa para não operar o bem ao próximo. Os fariseus, porém, atolados em sua hipocrisia e ganância, preferiam “fechar os olhos” para algo tão claro, revelado no amor de Deus. O texto é muito explícito em dizer que os fariseus “nada puderam responder” a Jesus (cf. Lc 14:6).
f) Lc 23:56 Outro verso para o qual os inimigos do sábado não conseguem dar uma explicação eficaz e verdadeira, sem distorcer o texto bíblico. Se Jesus REALMENTE havia ensinado ou insinuado que o sábado era desnecessário na nova aliança, e que o “tempo da graça” havia chegado, por que estas mulheres continuaram guardando-o? Não havia chegado a hora de colocar este “jugo” de lado, como o dizem muitos hoje? Estas santas mulheres, que permaneceram ao lado de Jesus durante Seu ministério terrestre; que ouviram os ensinamentos divinos dos lábios do próprio Senhor do Universo; que sabiam das respostas que Jesus havia dado aos fariseus acerca do tema do sábado, como vimos anteriormente; que presenciaram a crucifixão do Seu Mestre; estas mulheres não abandonaram o mandamento do sábado quando Jesus morreu, e muito menos adoraram no domingo, como fazem os pseudo-seguidores
de Jesus da atualidade. Elas permaneceram fiéis à Lei do Senhor, e “descansaram segundo o mandamento” (cf. Êx 20:8-11). Mais claro que isso é impossível...

Eu já li muitos livros escritos pelos inimigos do sábado que sempre citam a passagem de João 20:19 para apoiarem sua teoria de que os discípulos trocaram o sábado pelo domingo, após a ressurreição de Cristo. Basta uma leitura sincera do texto para ver que o motivo que levou os seguidores de Jesus a estarem reunidos naquele dia era o “medo dos judeus”. Não estavam ali
fazendo uma missa ou culto de adoração, mas estavam era se escondendo da perseguição que já se iniciava.

É muito fácil distorcer o texto bíblico, ou qualquer outro texto interpretativo, para favorecer um pensamento pessoal de um indivíduo ou denominação. Mas o Espírito Santo ajuda àqueles que, sinceramente, buscam descobrir a verdade acerca do viver que agrada ao Senhor. Não encontramos em nenhum lugar da Bíblia a palavra “domingo”, nem qualquer menção à mudança do sétimo para
o primeiro dia da semana, nem por Jesus, nem pelos Seus apóstolos (como veremos adiante). Se você deseja seguir o exemplo de Jesus e das pessoas que O seguiam, então você não pode mais desprezar a santidade do sábado, e deve procurar imediatamente consertar sua vida com o Senhor, pedindo perdão a Ele pela “cegueira” que fez com que este dia fosse menosprezado em sua vida.

Os Adventistas do Sétimo Dia sentem-se felizes e aliviados por terem a plena certeza de que a bênção do Senhor está sempre sobre aqueles que fazem Sua vontade, apesar de possíveis perseguições, humilhações, escárnios ou o desprezo daqueles que fecham os olhos para o claro ensino bíblico acerca do verdadeiro dia do Senhor – o sábado (cf. Ap 1:10: Is 58:13; Jo 20:1, 19).
Nosso próprio nome já é um testemunho ao mundo de que Jesus é o Senhor da Igreja Adventista (cf. Ez 20:12, 20).

5. A IASD crê que os apóstolos não ensinaram a abolição do sábado do sétimo dia.

Os atuais inimigos do sábado insistem em afirmar que, após a ressurreição, os discípulos não mais guardavam o sábado, trocando-o pelo primeiro dia da semana. Isto é verdade? Vejamos...

O SÁBADO NO LIVRO DE ATOS

Este livro é muito esclarecedor porque nos mostra um resumo de como era a vida na Igreja que estava iniciando seus primeiros passos. Certamente é no livro de Atos que poderemos encontrar alguma base de autoridade para a rejeição atual do sábado do sétimo dia, se é que existe tal base.

1:12 – Esta é a primeira menção ao sábado no livro de Atos, apenas fazendo referência ao costume de andar uma curta distância durante este dia (aproximadamente 1 Km).
13:14 – Os discípulos procuram uma sinagoga para pregar. São acolhidos com atenção e aproveitam para pregar sobre Jesus (vv. 16-41), acrescentando que em todos os sábados são lidos os ensinamentos de Deus nas sinagogas (v. 27).
13:42 – Os discípulos receberam o convite para retornar no outro sábado, e continuar a maravilhosa pregação sobre Jesus.
13:44 – Quase toda a cidade veio no sábado para ouvir o que os discípulos tinham ainda para falar. Percebemos que não eram todos judeus (como os inimigos do sábado dizem hoje), pois estes estavam tentando desfazer a pregação dos discípulos diante da multidão (v. 45).
15:12-21 – Esta é uma passagem reveladora, pois o Concílio determinou algumas coisas que não mais poderiam ser impostas sobre os gentios conversos ao cristianismo. Pergunta-se: Por que os apóstolos não incluíram o sábado entre os temas proibidos? Não dizem hoje que eles trocaram o
sábado pelo domingo, logo após a ressurreição?! Fica evidente que os inimigos do sábado hoje em dia estão mais interessados em tradições humanas, do que em seguir os princípios que os discípulos de Jesus demonstravam em sua própria vida.
16:11-15 – Alguns dizem que os discípulos pregavam no sábado apenas para aproveitar as sinagogas judaicas. Mas a passagem em questão revela claramente que não era este o real motivo.
Paulo, como você sabe, foi um apóstolo que não conviveu pessoalmente com Jesus, tendo sido convertido alguns anos após a ressurreição do Mestre. Paulo é encontrado aqui neste texto procurando “um lugar de oração”, no sábado, afastado da cidade? Por que??????????? Será que o Espírito Santo não havia orientado o apóstolo a abandonar os “rudimentos” do judaísmo, como dizem os inimigos do sábado? Fica muito claro para o leitor sincero que Paulo, um dos maiores apóstolos de Cristo, nunca ensinou a abolição do sábado do sétimo dia, e ele mesmo vivia a santidade deste dia especial por onde quer que andasse.
17:1-3 – Novamente, Paulo é visto aproveitando o sábado para pregar a salvação em Cristo àquelas cidades.
18:1-4 – O apóstolo da graça e dos gentios tinha uma profissão – fazer tendas. Mas o texto é claro ao dizer que Paulo fechava sua oficina no sábado (ou será no domingo, e a pessoa que digitou a Bíblia era Adventista e mudou a digitação para “sábado”?). Paulo adorava o Senhor Jesus no dia de sábado, como fica evidente pelo texto bíblico, e se dirigia ao local de adoração para pregar sobre
a salvação em Jesus. Percebe-se facilmente (basta ler sem preconceitos) que não era apenas para encontrar os judeus que Paulo ia à sinagoga no sábado, pois o próprio texto afirma que ele pregava também aos gregos neste dia, e bem sabemos que os gregos não santificavam o sábado.
19:17-27 – Nesta passagem, Paulo afirma enfaticamente que estava de consciência limpa porque ensinara TUDO que era importante para os gentios viverem uma vida de verdadeiros cristãos, bem como mostrara para eles TODO o desígnio de Deus para suas vidas. Mas em NENHUM momento
ele fala para eles abandonarem o sábado e adorarem o Senhor no domingo. Que interessante!

O SÁBADO NAS EPÍSTOLAS PAULINAS

Vamos analisar duas passagens nas quais Paulo refere-se ao sábado, sendo muito utilizadas pelos inimigos do 4° Mandamento para “provarem” que o apóstolo não aceitava a guarda deste dia, trocando-o pelo domingo.

1) Col. 2:16 – Paulo está dizendo aqui que o sábado não é importante para o crente da nova aliança? É mesmo isso que o texto está ensinando? É muito fácil para aqueles que agem com falsidade e infidelidade para com a Bíblia, simplesmente isolarem um texto de seu contexto, e ensinarem deturpações doutrinárias que a Bíblia nunca autorizou.
Eu conheço diversas denominações que surgem dessa forma, através da interpretação equivocada ou destituída de sinceridade com que alguns ensinam algum texto bíblico (por exemplo: batismo pelos mortos, arrebatamento secreto, dom de línguas, prosperidade material, imortalidade da alma, comer de tudo, uso de véu pelas mulheres, guarda do domingo, mariolatria, etc... apenas para citar algumas).
O contexto da passagem de Col. 2:16 revela claramente que o tema não era propriamente o sábado do sétimo dia. O verso 17 acrescenta que o que havia sido mencionado no v. 16 (lua nova, festas, sábados) era apenas uma SOMBRA de coisas futuras. Pergunto: O sábado do 4º mandamento (cf. Êx 20:8-11) era sombra de quê? De absolutamente nada!
Quando Paulo fala em Colossenses que o sábado era uma “sombra”, certamente ele se referia aos dias sabáticos cerimoniais (cf. Lv 23), que apontavam para a redenção que o Messias operaria em Israel, cujo cumprimento veio na Pessoa Divino-Humana de Jesus Cristo. No próximo tópico vamos analisar melhor estes “sábados” que apontavam ao Messias.

2) Hebreus 4:1-13 - Não é nosso propósito tratar aqui sobre as provas da autoria paulina do livro de Hebreus. A Igreja Adventista crê que foi Paulo quem escreveu este livro, dirigido especialmente aos primeiros cristãos de origem hebraica (utilizarei como base para a explicação a seguir, a interpretação do Comentário Adventista sobre esta passagem).
Alguns pensam que nesta passagem o autor indica que os cristãos devem deixar de guardar o sábado semanal, próprio dos judeus, trocando-o por algum outro “repouso” espiritual de Deus - possivelmente o domingo, ou mesmo a “graça”. Esta interpretação não encontra embasamento sólido nas Escrituras. A passagem simplesmente emprega uma figura, a do repouso do sábado, com
todas suas bênçãos e símbolos, para ilustrar a idéia do repouso de Deus.

A epístola aos Hebreus está dirigida a quem observava o sábado e gozava de suas bênçãos, entendendo perfeitamente o que o autor estava dizendo.
Este texto contém um convite aos cristãos hebreus de darem ao repouso sabático semanal uma amplitude maior: reconhecê-lo como uma referência clara do repouso eterno que Deus promete. O mesmo convite é para os cristãos observadores do sábado nos dias atuais. O Comentário Adventista
apresenta o seguinte resumo para o tema do “descanso de Deus” em Hb 4:
a) O “repouso” de Deus como originalmente foi prometido ao antigo o Israel, incluía: (1) um estabelecimento permanente na terra de Canaã; (2) uma transformação de caráter que faria da nação um adequado representante dos princípios do reino de Deus; e (3) faria deles o agente escolhido de Deus para a salvação do mundo.
b) A geração a qual originalmente foi feita a promessa do “repouso”, fracassou; não entrou em Canaã devido à “incredulidade” (cf. Hb 3:19) e “desobediência” (cf 4:6).
c) Josué presidiu a geração passada na entrada à terra que se lhes tinha sido prometida (cf. 3:11), mas como eram espiritualmente duros de coração, ele não pôde fazê-los entrar no “repouso” espiritual que Deus queria que desfrutassem (cf. 4:7-8).
d) A mesma promessa foi repetida nos dias do Davi (v. 7). Isto demonstra que Israel ainda não tinha entrado no “repouso” espiritual, e também que seu fracasso nos dias do Moisés e Josué não tinha invalidado a promessa original.
e) É seguro o cumprimento final dos propósitos de Deus apesar do fracasso de sucessivas gerações (cf. vv. 3 e 4).
f) O autor suplica ao povo de Deus dos dias apostólicos que entre “naquele repouso” (vv. 11 e 16). É uma comprovação a mais de que continuava a validez do convite, e de que o povo de Deus não havia entrado junto nesse “repouso”, nem mesmo nos tempos apostólicos.
g) Em conclusão, continua a validez da promessa de entrar no “repouso” espiritual de Deus (vv. 6 e 9), e os cristãos devem procurar “entrar naquele repouso” (v. 11). Deve notar-se que o “repouso” nos tempos do cristianismo é o mesmo “repouso” espiritual prometido originalmente a Israel (cf. v. 3).

O SÁBADO EM APOCALIPSE

1:10 – Alguns querem defender que este verso indica que o “dia do Senhor” é o domingo. Porém um estudo apurado do texto no seu original grego demonstra que traduzir “dia do Senhor” por “domingo”, como acontece com algumas versões tendenciosas da Bíblia, é um equívoco. A expressão que aparece no texto grego de Ap 1:10 é KURIAKÊ EMÊRA, que significa apenas “dia
do Senhor”, nada tendo a ver com o “domingo”. Relembremos qual era o dia que os discípulos consideravam como sendo o “dia do Senhor”. Basta ler alguns textos-chave, como João 20:1, 19, por exemplo, para vermos que João considerava o sábado semanal como sendo o verdadeiro “dia do Senhor”. Traduzir o verso de Apoc. 1:10, colocando a palavra “domingo” como sendo a correspondente de KURIAKÊ EMÊRA, é uma tentativa desesperada de incluir na Bíblia alguma base para a guarda de um dia, cuja Palavra de Deus nunca autoriza a ser guardado, muito menos em substituição ao sábado do sétimo dia.

14:6-7 – Interessante notar que a mensagem que o 1º anjo recebeu para levar a todo o mundo era uma exortação para adorarem a Deus como “Criador” de todas as coisas. O mais curioso é que o único mandamento que revela o motivo pelo qual o Senhor deve ser adorado é o 4º - o do sábado (cf. Gên. 2:1-3; Êx 20:8-11), e praticamente a mesma seqüência de palavras é utilizada em ambas as passagens (cf. Êx 20:11; Ap 14:7), ou seja, devemos adorar Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e tudo o mais. Coincidência? Não. A Bíblia é um livro de “providências”. Certamente o 1° anjo simboliza a mensagem de retorno da humanidade à obediência do santo sábado do Senhor. Os santos de Deus, no Apocalipse, são retratados como sendo aqueles que “guardam os mandamentos de Deus” (cf. 12:17; 14:12; Sal. 119:152). E a Bíblia considera a guarda dos mandamentos como sendo válida SOMENTE quando TODOS eles são obedecidos, inclusive o 4º (cf. Tg 2:10-11). Como pudemos ver no texto bíblico, não há uma única palavra autorizando a abolição do sábado do sétimo dia; pelo contrário, vemos que TODOS os discípulos de Cristo continuaram guardando este dia, mesmo muitos anos após a Sua morte, como foi o caso de Paulo, por exemplo.

Há algumas passagens que tratam do primeiro dia da semana. Mas, será que elas autorizam alguma mudança? Vejamos...

a) “No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro” (Mt 28:1). O verso apenas diz que elas foram ao sepulcro no primeiro dia da semana, após o sábado, pois elas já haviam descansado no sábado em obediência ao mandamento (cf. Lc 23:54-56). O verso nada fala sobre a santidade do domingo após a ressurreição de Jesus.
b) “E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo” (Mc 16:2). Outro verso que apenas traz o relato de que as mulheres foram ao sepulcro no primeiro dia da semana, e apresenta ainda que só foram neste horário porque o sábado já havia passado (cf. Mc 16:1). Nada fala sobre a “santidade” do domingo, e ainda confirma que elas guardavam o sábado do
Senhor - o sétimo dia.
c) “Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios” (Mc 16:9). Apenas mais um relato sobre o momento histórico no qual Jesus ressuscitou. Mais uma vez, nada é apresentado sobre a pseudo-santidade do domingo como dia da ressurreição de Cristo.
d) “Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado” (Lc 24:1). Como o último verso do cap. 23 deixa claro que aquelas mulheres guardavam o sábado, foi só passar o pôr-do-sol e elas foram ao sepulcro realizar o trabalho que havia sido deixado por fazer, para não se transgredir as horas santas do sábado do Senhor (cf. Lc 23:54-56). Você vê algo neste verso que autorize a santidade do domingo? Nem eu...
e) “No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida” (Jo 20:1). Apenas a repetição das passagens anteriores. Ninguém está questionando que Jesus ressuscitou no domingo, mas dizer que por este motivo este dia agora ficou no lugar do sábado, é acrescentar palavras que não estão no texto inspirado da
Bíblia. Até aqui ainda estou esperando para ver onde está a tal “autorização” para mudar o sábado para o domingo...
f) “Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco” (Jo 20:19). O texto é muito claro em afirmar o motivo pelo qual eles estavam reunidos: o medo dos judeus. Não tinha nada que ver com um culto ou missa dominical. O v. 26 diz que oito
dias depois Jesus Se apresentou novamente para os discípulos. Jesus encontra-os ainda escondidos dos judeus, com as portas trancadas, e aproveita para apresentar-Se a Tomé, que estava ainda duvidando de Sua ressurreição. Nada ainda encontramos sobre a autoridade de mudar o sábado para o domingo. E olha que este seria um bom momento para Jesus aproveitar e ensinar para os discípulos que o domingo agora deveria ser o dia de guarda. Mas... se você encontrar tal ordem na sua Bíblia avise-me, pois eu ainda
não a encontrei.
g) “No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite” (At 20:7). O motivo pelo qual os discípulos estavam reunidos neste primeiro dia da semana é revelado no próprio texto bíblico: Paulo estava para viajar no dia seguinte. Nada mais. Não era um culto
semanal “dominical”, pois já vimos que Paulo adorava o Senhor no sábado (cf. At 16:11-15; 18:1-4; etc.). Ainda nenhuma palavra sobre a mudança do sábado para o domingo. Será que não vamos encontrá-la?!
i) “No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for” (1Co 16:2). Este é o ÚLTIMO dos oito únicos versos do Novo Testamento que fala sobre o primeiro dia da semana. Já vimos que as sete passagens anteriores nada falam sobre a autorização para os cristãos mudarem o sábado para o domingo. Resta agora analisar esta última passagem. Paulo está falando sobre uma ajuda que seria enviada para os irmãos da Judéia (v. 1; cf. At 11:28-30). Os irmãos não são orientados a se reunirem no primeiro dia da semana para adorarem ao Senhor. O apóstolo dá uma indicação para separarem sua contribuição “em casa”, muito provavelmente junto com as provisões semanais da própria família. Quando Paulo visitasse a cidade, as ofertas já deveriam estar todas prontas, evitando atrasos. O fato de os discípulos se reunirem em um dia específico, além do sétimo semanal, não faz de tal dia um substituto do sábado do 4º mandamento, pois eles se reuniam diariamente (cf. At 5:42). O que torna um dia “santo” é a determinação de Deus, e isto acontece na Bíblia SOMENTE para o sábado (cf. Gên. 2:1-3; Êx 16:1-10: 20:8-11).

Analisamos as passagens do Novo Testamento que tratam do sábado, e vimos que TODOS os discípulos e seguidores de Jesus guardaram este dia normalmente, pois fazia parte do seu dia-a-dia. Não há nenhuma cogitação entre os discípulos sobre a mudança do sábado para outro dia qualquer. Infelizmente, tal pensamento só existe na mente dos que não querem obedecer aos mandamentos do Senhor, opondo-se arrogantemente à Palavra de Deus.
Já encontrei pessoas que se defendem de uma maneira muito “engenhosa”. Dizem que concordam com a guarda do sábado, mas que cada um escolhe o seu próprio “sétimo dia”. Ou seja, eu posso trabalhar de terça a domingo, e fazer da segunda o meu “sábado”. Quanta “ginástica mental”, apenas para não se submeter ao que Deus determinou em Sua Palavra! Pense comigo...

Se o devêssemos realmente guardar um dia em lembrança da ressurreição de Cristo, por que deveria ser “todo” domingo? Não seria mais razoável guardar “um domingo” anual, como se fosse um aniversário da ressurreição, como fazemos com a Páscoa, Natal, etc.? Ou seja, não há sentido em abolir o sábado do sétimo dia com a alegação de que devemos guardar o domingo em memória da ressurreição. Se nossa base de fé estiver unicamente na Bíblia, e não na tradição ou mandamentos de homens (cf. Mc 7:13; At 5:29), então o único dia semanal que devemos separar para adorar ao Senhor, deixando de lado afazeres seculares e comuns, é o sábado do sétimo dia.

Seja fiel, e Deus abençoará grandemente sua vida, afinal: “Grande paz têm os que amam a Tua Lei; para eles não há tropeço” (Sal. 119:165). Os Adventistas, sim, podem confiantemente saudar a todos com a “paz do Senhor”, pois ela
acompanha APENAS aqueles que não se desviam da Lei do Príncipe da Paz (cf. Pv 28:9).

6. A IASD crê que haviam os sábados cerimoniais, que não podem ser confundidos com os sábados semanais da Lei moral.

Uma razão porque muitos confundem o tema do sábado na Bíblia é que não entendem (ou não querem entender) que ela fala de dois “tipos” diferentes de sábados:

1. os do 4º mandamento, que ocorria no sétimo dia de cada semana, e não tinha nenhum aplicação transitória (cf. Gên. 2:1-3; Êx 20:8-11; Is 56:1-8; Ez 20:12, 20; Lc 4:16; At 18:1-4; etc.);
2. os sábados festivos, que eram as comemorações que o povo de Israel realizava anualmente, e que podiam cair em qualquer dia da semana, cuja aplicação era passageira, pois apontava ao trabalho futuro do Messias como Libertador do povo de Deus (cf. Col. 2:16; Os 2:11; Lv 23; etc.).

Os sábados do 4º mandamento, como vimos exaustivamente nos tópicos anteriores, nunca passaram. Porém, os sábados “cerimoniais” tiveram seu cumprimento na vida, morte e ressurreição de Cristo. Vejamos mais detalhes...
A palavra SÁBADO (ou SHABBATH) significa “descanso”, algo parecido com os nossos “feriados”. Assim como no Brasil, os israelitas tinham alguns “sábados” (feriados) anuais, os mais importantes estão descritos abaixo. Durante estes dias, eles não realizavam qualquer trabalho, pois eram considerados dias de “santa convocação”. A melhor referência que encontramos sobre os sábados cerimoniais encontra-se no cap. 23 de Levítico, onde são identificados cada um deles.

Vejamos...
Lv 23:1-2 – Deus declara que as “festas fixas” serão momentos de convocação do povo à santidade e reflexão, pois eram festas que tinham uma aplicação espiritual muito forte para o povo.
23:3 – Antes de entrar nos sábados cerimoniais, Deus relembra o povo sobre a santidade do sábado do sétimo dia. Veja que o Senhor mostra a distinção deste sábado semanal para os outros, que são anuais e podem cair em qualquer dia da semana.
23:4-8 – A Páscoa, que era comemorada no 14º dia do 1º mês (NISAN, equivalente a março e abril do nosso calendário).
23:9-14 – As Primícias, que eram comemoradas no período da colheita.
23:15-25 – O Pentecostes, comemorado no 1º dia do 7º mês (TISRI, equivalente a setembro e outubro no Brasil).
23:26-32 – Dia da Expiação, comemorado no 10º dia do 7º mês. Era o encerramento do ano religioso, com a purificação do santuário.
23:33-36 – Festa dos Tabernáculos, comemorada do 15º ao 22º dias do 7º mês. Era toda uma semana de festas. O v. 38 deixa muito claro que estas “festas fixas”, ou “sábados”, eram diferentes dos “sábados do Senhor”, que eram os sábados semanais do sétimo dia.

Um estudo sincero da Bíblia mostrará que havia estes dois grupos de sábados. Os que passaram foram os sábados “cerimoniais”, constituídos por estas festas anuais. Porém o sábado do 4º mandamento, que o Senhor sempre chama de “os Meus sábados” (cf. Ez 20:12, 20; 44:24; Êx 31:13; Lv 19:3, 30; Is 56:4; etc.), nunca passou, sendo exemplificado na vida de Jesus e dos santos apóstolos, como vimos anteriormente (cf. Lc 4:16; 23:54-56; At 16:1-5; etc.).

www.elpisteologia.net
Novembro/2007

SÁBADO X DOMINGO

SÁBADO X DOMINGO

(Êxodo 20:8) Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

Você encontra abaixo os links necessários para acompanhar parte de um debate sobre o Sábado e o domingo, entre um pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia e um pastor da Igreja Batista, que foi transmitido pela RIT ou veja direto no blog na seqüência que se segue:

1ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=c3eYVuCCE8M&feature=related

2ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=36OCuwLxQaE&feature=related

3ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=RQJ0dwPBGU0&feature=related

4ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=SKQqLoKIrfk&feature=related

5ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=ENvo-hvFLWs&feature=related

6ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=DSMHlmY6okw&feature=related

7ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=_VkR_slzI2c&feature=related

8ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=FLdMgadyG1Q&feature=related

9ª PARTE
http://br.youtube.com/watch?v=hWqTc0_RWwo&feature=related

Ainda ficou com alguma dúvida? Você gosta de ouvir a Verdade? Você precisa entender melhor, qual o dia que Deus mandou guardar nos DEZ MANDAMENTOS. Ele mesmo escreveu com o Seu dedo e em tábuas de pedras.

Eu lhe convido a ler mais a Bíblia, isto é, se você acredita que Ela (a Bíblia) realmente é a Palavra de Deus. Não vá na conversa do seu pastor, do seu ancião, do seu presbítero, do seu diácono, do seu pai, etc. Não guarde um dia porque eles lhes disseram que o dia de guarda é aquele outro que não o Sábado. Tire suas dúvidas!

Lembre-se de uma coisa: a falta de conhecimento (leitura da Bíblia) não vai lhe eximir de responder a Deus no dia do juízo, sobre a sua escolha entre o Sábado ou o domingo.

Vale salientar que Sábado ou Sábados não salva ninguém.

Quem salva é JESUS CRISTO! Nosso Salvador, Senhor, Intercessor, Mediador, Juiz, Advogado e melhor Amigo.

Se você ama verdadeiramente a Jesus, certamente vai escolher guardar o Sábado. É dEle a doutrina da guarda dos Mandamentos. E Ele não aboliu o QUARTO MANDAMENTO, nem deu essa autoridade para nenhuma igreja, ou homem na face da Terra.

Qual a sua escolha? Obedecer a Deus ou ao homem? Eis a questão!

F E L I Z S Á B A D O!

Pense nisto!

Autor: Adams Roberto Santos

SÁBADO X DOMINGO - 1ª Parte

SÁBADO X DOMINGO - 2ª Parte

SÁBADO X DOMINGO - 3ª Parte

SÁBADO X DOMINGO - 4ª Parte

SÁBADO X DOMINGO - 5ª Parte

SÁBADO X DOMINGO - 6ª Parte

SÁBADO X DOMINGO - 7ª Parte

SÁBADO X DOMINGO - 8ª Parte

SÁBADO X DOMINGO - 9ª Parte

DEZ MANDAMENTOS – LEMBRA-TE? GUARDA-SE OS DEZ!

ÊXODO 20:3-17

1º MANDAMENTO

Não terás outros deuses diante de mim.

2º MANDAMENTO

Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

E uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

3º MANDAMENTO

Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

4º MANDAMENTO

LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR.

Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; MAS O SÉTIMO DIA É O SÁBADO DO SENHOR TEU DEUS.

Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.

Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, E AO SÉTIMO DIA DESCANSOU; POR ISSO O SENHOR ABENÇOOU O DIA DO SÁBADO, E O SANTIFICOU.

5º MANDAMENTO

Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

6º MANDAMENTO

Não matarás.

7º MANDAMENTO

Não adulterarás.

8º MANDAMENTO

Não furtarás.

9º MANDAMENTO

Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10º MANDAMENTO

Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

NISTO CREMOS – 28 CRENÇAS FUNDAMENTAIS

Recentemente eu publiquei no blog 27 doutrinas, mas quero deixar agora para o seu estudo mais profundo as 28 crenças fundamentais que os Adventistas do Sétimo Dia seguem, lembrando que a Bíblia é a nossa regra de fé.

Crenças Fundamentais

Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm crenças fundamentais como ensinam as Sagradas Escrituras. Estas crenças aqui expostas constituem a percepção e expressão que a Igreja sustém com respeito aos ensinos bíblicos.

1. As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo.

(II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12).

2. A Trindade

Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente.

(Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).

3. Deus Pai

Deus, O Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade.

(Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; João 3:16; I João 4:8; I Tim. 1:17: Êxo. 34:6 e 7; João 14:9).

4. Deus Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas.

(João 1:1-3 e 14; 5:22; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 5:18; 6:23; II Cor. 5:17-21; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; I Cor. 15:3 e 4; Heb. 2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; João 14:1-3; I Ped. 2:21; Apoc. 22:20).

5. Deus Espírito Santo

Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis, são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Concede dons espirituais à Igreja.

(Gên. 1:1 e 2; Lucas 1:35; II Pedro 1:21; Lucas 4:18; Atos 10:38; II Cor. 3:18; Efés. 4:11 e 12; Atos 1:8; João 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13; Rom. 1:1-4).

6. Deus é o Criador

Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico de Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana.

(Gên. 1;2; Êxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3; João 1:1-3; Col. 1:16 e 17).

7. A Natureza do Homem

O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade e com o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas conseqüências.

(Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; Gên. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20).

8. O Grande Conflito

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua Lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu, quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo. Observado por toda a Criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor.

(Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 3; Gên. 6-8; II Pedro 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9).

9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação, pela fé, possam ter vida eterna, e toda a Criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador.

(João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Col. 2:15).

10. A Experiência da Salvação

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação, advém do poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos justificados. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo.

(Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; João 3:16; II Cor. 5:17-21; Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; João 3:3-8; Mat. 18:3; I Pedro 1:23; 2:21; Heb. 8:7-12).

11. Crescimento em Cristo

Por sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele, que subjugou os espíritos demoníacos durante Seu ministério terrestre, quebrantou o poder deles e garantiu Sua condenação final. A vitória de Jesus nos dá a vitória sobre as forças do mal que ainda buscam controlar-nos, enquanto caminhamos com Cristo em paz, gozo e na segurança de Seu amor. Agora, o Espírito Santo mora em nosso interior e nos dá poder. Continuamente consagrados a Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertos do fardo de nossas ações passadas. Não mais vivemos nas trevas, sob o temor dos poderes do mal, da ignorância e a insensatez de nossa antiga maneira de viver. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer à semelhança de Seu caráter, mantendo uma comunhão diária com Ele por meio da oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na providência divina, cantando em Seu louvor, reunindo-nos para adorá-Lo e participando na missão da Igreja. Ao entregar-nos ao Seu amorável serviço por aqueles que nos rodeiam e ao testemunharmos de sua salvação, a presença constante do Senhor em nós, por meio do Espírito, transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual.

(Sal. 1:1,2; 23:4; 77:11,12; Col. 1:13, 14; 2:6, 14,15; Luc. 10:17-20; Efés. 5:19, 20; 6:12-18; I Tess. 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Cor. 3:17,18; Filip. 3:7-14; I Tess. 5:16-18; Mat. 20:25-28; João 20:21; Gál. 5:22-25; Rom. 8:38,39; I João 4:4; Heb. 10:25.

12. A Igreja

A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Unimo-nos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja é a Família de Deus. A Igreja é o corpo de Cristo.

(Gên. 12:3; Atos 7:38; Mat. 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15).

13. O Remanescente e sua Missão

A Igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento.

(Mar. 16:15; Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14).

14. Unidade no Corpo de Cristo

A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Todos somos iguais em Cristo. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos.

(Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1).

15. O Batismo

Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida, sendo aceitos como membros por Sua Igreja. É por imersão na água e segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos.

(Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6; Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:12 e 13; I Pedro 3:21).

16. A Ceia do Senhor

A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a Cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo, e para unir nossos corações em amor.

(Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apoc. 3:20; João 13:1-17).

17. Dons e Ministérios Espirituais

Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o Qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino.

(Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Col. 2:19; Mat. 25:31-36).

18. O Dom de Profecia

Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja.

(Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10).

19. A Lei de Deus

Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma do julgamento de Deus.

(Êxo. 20:1-17; Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; João 14:15; Rom. 8:1-4; I João 5:3; Mat. 22:36-40; Efés. 2:8).

20. O Sábado

O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância deste Sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado.

(Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Heb. 4:1-11; Deut. 5:12-15; Isa. 56:5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; Mar. 2:27 e 28).

21. Mordomia

Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus, por meio de fiel serviço à Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu Evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua igreja.

(Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14).

22. Conduta Cristã

Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão em nossa vida, pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo.

(I João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I Pedro 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8).

23. Matrimônio e Família

O Casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe.

(Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; João 2:1-11; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11).

24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento.

(Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12).

25. A Segunda Vinda de Cristo

A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal.

(Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9-11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; Mat. 24; Mar. 13; Lucas 21; II Tim. 3:1-5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28).

26. Morte e Ressurreição

O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas.

(I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6:23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; João 5:24).

27. O Milênio e o Fim do Pecado

O milênio é o reinado de mil anos, de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante este tempo serão julgados os ímpios mortos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores.

(Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Mal. 4:1; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II Pedro 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21).

28. A Nova Terra

Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença.

(II Pedro 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15).

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O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor levante sobre ti o seu rosto, e te dê a paz. (Num. 6:24-26)

Que a graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo, sempre estejam presentes na sua vida, bem como na vida dos seus familiares e amigos.

OBRIGADO POR SUA VISITA E VOLTE SEMPRE!


Que a graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo, sempre estejam presentes na sua vida, bem como na vida dos seus familiares e amigos.

O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor levante sobre ti o seu rosto, e te dê a paz. (Num. 6:24-26)

Um abraço com muito carinho, uma feliz semana, fraternalmente,
Adams